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Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013

Obras de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

Duas novas exposições estão em cartaz  no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ): Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink.

Esta é a primeira vez que a obra A Primeira Missa no Brasil, executada por Portinari, está sendo exibida ao público. Com dimensões de 271 cm X 501 cm, a tela foi produzida em 1948 para a sede do Banco Boa Vista e foi adquirida, no final de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Saiba mais.

Na exposição, o público poderá ver também o quadro de Victor Meirelles (tela com 270 cm x 357 cm, realizada entre 1858 e 1860), que foi inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha, e retrata o mesmo momento histórico. Também serão exibidos estudos, fotos, documentos e objetos que ajudam a contextualizar as criações das duas obras. A mostra pode ser vista até 9 de junho.

Capela Mayrink
Em simultâneo, outras quatro obras de Cândido Portinari, doadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA/Ibram, também estão em em exposição no MNBA.

Portinari e os painéis da Capela Mayrink apresenta as obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório, realizadas pelo artista em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink – localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, propriedade do ICMBio. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA
Última atualização: 4.6.2013

Ministra da Cultura abre novas exposições no Museu Nacional de Belas Artes

Neste sábado (20), às 11h, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, participa da cerimônia de abertura das exposições Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ). A cerimônia também contará com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O painel de Portinari fica em exposição até 5 de junho no MNBA

Essa será a primeira vez que a obra A Primeira Missa no Brasil, executada por Portinari, será exibida ao público. Com dimensões de 271 cm X 501 cm, a tela foi produzida em 1948 para a sede do Banco Boa Vista e foi adquirida, no final de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Saiba mais.

Na exposição, o público poderá ver também o quadro de Victor Meirelles (tela com 270 cm x 357 cm, realizada entre 1858 e 1860), que foi inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha, e retrata o mesmo momento histórico. Também serão exibidos estudos, fotos, documentos e objetos que ajudam a contextualizar as criações das duas obras.

A mostra, em cartaz até 5 de junho, dará oportunidade ao público de comparar duas escolas de pintura: o Romantismo acadêmico de Victor Meirelles (1832-1903) em contraposição à liberdade modernista de Candido Portinari (1903-1962).

Capela Mayrink

Painel de Nossa Senhora do Carmo é uma das obras da Capela Mayrink

Em simultâneo a abertura da exposição Quando o Brasil Amanhecia, outras quatro obras de Cândido Portinari, doadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA/Ibram, também serão exibidas ao público.

Portinari e os painéis da Capela Mayrink apresenta as obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório, realizadas pelo artista em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink – localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, propriedade do ICMBio. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

 

Museu Imperial recebe pontuação máxima no Guia Quatro Rodas

O Museu Imperial (Ibram/MinC), localizado em Petrópolis (RJ), é um dos oito museus brasileiros classificados pelo Guia Quatro Rodas 2013 como “cinco estrelas”. A publicação anual, que apresenta e atribui notas a hotéis, restaurantes e atrações de todo o Brasil é um importante guia de viagem do país.

Também foram considerados “cinco estrelas” os museus Catavento Cultural, Museu da Língua Portuguesa, MASP, Museu do Futebol e Pinacoteca do Estado de São Paulo, todos na capital paulista; o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre; e o Instituto Inhotim, de Brumadinho (MG).

Dos museus classificados como “quatro estrelas”, quatro integram a estrutura do Ibram: Museu da República, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Histórico Nacional, localizados no Rio de Janeiro; e Museu da Inconfidência, de Ouro Preto (MG).

Classificação

Na categoria “atrações”, o Guia Quatro Rodas pontua museus, centros culturais, parques e outros atrativos da seguinte forma: uma estrela – “de algum interesse”; duas estrelas – “interessante”; três estrelas – “muito interessante”; quatro estrelas – “não deixe de ir”; cinco estrelas – “vale a viagem”.

No caso do Museu Imperial, a publicação justifica a classificação como “cinco estrelas” afirmando que “além de fazer parte da história do país, reúne relíquias, como móveis, joias e documentos do Segundo Reinado (1840-1889)”. O texto destaca entre os pontos de interesse a Sala das Joias e os espetáculos Som e Luz e Um Sarau Imperial.

“A classificação é o reconhecimento do acervo do Museu Imperial como referência nacional para o estudo do período imperial brasileiro, bem como uma opção permanente de entretenimento cultural para brasileiros e estrangeiros”, afirma o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr  

Conheça os Museus do Ibram

Texto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom Ibram

Retrospectiva de Rubem Grilo em cartaz no MNBA (RJ)

Está em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), a exposição Rubem Grilo – a trajetória do artista – aquisição de 500 obras – Prêmio de Artes Plásticas Marcoantonio Vilaça.

A mostra é composta de 123 xilogravuras, de diferentes datas e formatos, podem ser vistas na sala Clarival Valadares até 2 de junho. O conjunto representa um resumo da produção do artista, abrangendo 43 anos de atividade profissional (1971 a 2012).

Em 2011, Grilo recebeu o Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais – 2010 (Fundação Nacional de Artes – MinC).  A mostra se insere na etapa conclusiva do projeto premiado, cujo compromisso consiste na transferência de 500 obras para o Gabinete de Gravura do MNBA.

A aquisição atual, decorrente da premiação, soma-se à doação ao MNBA, feita anteriormente pelo artista, de aproximadamente 900 obras. Com este conjunto pode-se percorrer várias etapas de sua produção, permitindo uma visão ampla do percurso do artista.

Debate
Em paralelo à mostra, no dia 14 de abril,  às 15h, no auditório do museu, será realizado um debate  gratuito sobre A importância dos acervos públicos  e a obra de Rubem Grilo.

Mineiro de Pouso Alegre, MG, nascido em 1946, mas há muito radicado no Rio de Janeiro, Rubem Grilo realizou as primeiras xilogravuras em 1971. Ilustrou diversos jornais de 1973 a 1985, como Opinião, Movimento, Folhetim (Folha de São Paulo, Pasquim , Retrato do Brasil) entre outros. Criou as vinhetas do Segundo Caderno na reforma gráfica do jornal O Globo, em 1995. Atualmente, é colaborador semanal da Ilustrada (Folha de São Paulo). Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA

Última atualização: 6.5.2013

Rubem Grilo ganha retrospectiva de quatro décadas de gravura no MNBA

Será inaugurada hoje (19), às 12h, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), a exposição Rubem Grilo – a trajetória do artista – aquisição de 500 obras – Prêmio de Artes Plásticas Marcoantonio Vilaça.

123 xilogravuras, de diferentes datas e formatos, serão exibidas na sala Clarival Valadares até 5 de maio. O conjunto representa um resumo da produção do artista, abrangendo 43 anos de atividade profissional (1971 a 2012).

Em 2011, Grilo recebeu o Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais – 2010 (Fundação Nacional de Artes – MinC).  A mostra se insere na etapa conclusiva do projeto premiado, cujo compromisso consiste na transferência de 500 obras para o Gabinete de Gravura do MNBA.

A aquisição atual, decorrente da premiação, soma-se à doação ao MNBA, feita anteriormente pelo artista, de aproximadamente 900 obras. Com este conjunto pode-se percorrer várias etapas de sua produção, permitindo uma visão ampla do percurso do artista.

Debate
Em paalelo à mostra, no dia 14 de abril,  às 15h, no auditório do museu, será realizado um debate  gratuito sobre A importância dos acervos públicos  e a obra de Rubem Grilo.

Mineiro de Pouso Alegre, MG, nascido em 1946, mas há muito radicado no Rio de Janeiro, Rubem Grilo realizou as primeiras xilogravuras em 1971. Ilustrou diversos jornais de 1973 a 1985, como Opinião, Movimento, Folhetim (Folha de São Paulo, Pasquim , Retrato do Brasil) entre outros. Criou as vinhetas do Segundo Caderno na reforma gráfica do jornal O Globo, em 1995. Atualmente, é colaborador semanal da Ilustrada (Folha de São Paulo). Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA

Seminário discute Gestão de Risco ao Patrimônio Cultural no Rio de Janeiro

Especialistas em museus e segurança se reuniram esta semana no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) para participar do Seminário-oficina Preservação e Segurança em Museus: Introdução de Gestão de Riscos para Acervos Musealizados, promovido pelo Ibram/MinC, em parceria com o Ibermuseus e a Organização dos Estados Iberoamericanos (OEI).

Menegazzi durante oficina no Museu Nacional de Belas Artes

O evento, que começou na quarta-feira (13) e será encerrado nesta sexta-feira (15), é ministrado pela técnica italiana especialista em gestão de risco ao patrimônio cultural Cristina Menegazzi.

Participam do seminário cerca de 50 pessoas, entre técnicos dos museus que integram a rede do Ibram e representantes das secretarias de Cultura dos estados, da Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC).

Durante os dois primeiros dias, foram discutidas questões fundamentais que os museus precisam observar, refletir e definir para subsidiar a elaboração de um plano de gestão de riscos a seus acervos. A especialista convidada apresentou conceitos já consolidados na área de gestão e realizou exercícios e simulações de situações de emergência e de uso de equipamentos, de maneira a unir teoria e prática e interagir com os participantes.

Mesa de Debate
O seminário-oficina foi precedido da mesa de debate Gestão de Risco ao Patrimônio Cultura, aberta ao público e realizada na terça-feira (12). A mesa teve como debatedores, além de Cristina Menegazzi, o titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio-Ambiente e o Patrimônio Histórico (Delemaph), da Polícia Federal (PF), Fabio Scliar; o diretor-geral do Serviço Técnico do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), e  a chefe da divisão de Preservação e Segurança do Ibram, Jacqueline Assis.

Plateia durante mesa de debate no dia 12 de março

Menegazzi revelou um dado preocupante: o patrimônio cultural é cada vez mais vulnerável devido às mudanças climáticas no mundo, mesmo assim, o patrimônio cultural continua fora do rol de prejuízos das catástrofes naturais.

O delegado Scliar ressaltou o estreitamento crescente da cooperação entre o Ibram e a PF, citando exemplos como a apreensão do álbum Jazz, do artista suíço Matisse, agora sob guarda do MNBA. Ele também mencionou a escolta que seu grupamento realizou para a obra A Primeira Missa no Brasil,  de Cândido Portinari, recentemente adquirida pelo Ibram e que foi escoltada no trajeto entre o banco Bradesco, na Candelária (região do centro do Rio de Janeiro),  e o MNBA.

Jacqueline Assis detalhou as funções e a estrutura do Instituto e lembrou a assistência dada a entidades que passaram por situações de dano ou perda do seu patrimônio. Ela citou os exemplos do apoio ao artista Helio Oiticica, cujo acervo foi atingido por incêndio, e ao governo do Haiti, cuja capital, Porto Príncipe, foi abalada, em 2010, por um terremoto que destruiu o Museu de Arte Haitiana do Colégio de Saint-Pierre. A equipe do Ibram desenvolveu o projeto de reconstrução do Museu e fará ações de qualificação para os profissionais de museus daquele país.

A mesa de debate atraiu cerca de 70 pessoas entre representantes de museus e instituições culturais e estudantes.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Instituto Chico Mendes doa quatro obras de Candido Portinari para MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebeu a doação de quatro obras de Cândido Portinari (1903-1962) que pertenciam ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA).

Pintura de Nossa Senhora do Carmo, de Candido Portinari, é uma das obras doadas

As obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório foram realizadas em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink, localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, por encomenda de Raymundo Ottoni de Castro Maya para atender a projeto de reforma realizado na Floresta da Tijuca – propriedade do ICMBio.

Agora cabe ao Ibram, como donatário, confeccionar reproduções fotográficas das obras de arte, em tamanho natural, para que fiquem expostas na Capela Mayrink, no lugar das obras de arte originais. Caberá ao ICMBio a instalação das reproduções no espaço expositivo da Capela.

Ainda não há data para a exposição dos quadros. As quatro peças se somam a outras mais de 7.600 incorporadas pelo MNBA nos últimos 10 anos.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MNBA

Ibram e Ibermuseus discutem Gestão de Risco e Patrimônio Cultural no RJ

Gestão de Risco e Patrimônio Cultural é o tema da mesa de debate promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) e pelo Programa Ibermuseus.

A mesa acontece no dia 12 de março, das 9h às 13h, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ). A entrada é franca e não é necessário fazer inscrição. Lotação sujeita ao número de assentos disponíveis.

Os convidados especialistas para o evento são Cristina Menegazzi, especialista em Gestão de Risco ao Patrimônio Cultural; Fábio Scliar e Márcio Moreira, ambos da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e ao Patrimônio Histórico – Delemaph/PF; Major Polito, diretor-geral do Serviço Técnico do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (CBMERJ); e Moacyr Duarte de Souza, especialista em Gerenciamento de Riscos e Planejamento de Emergências do Grupo de Análise de Risco Tecnológico e Ambiental (Garta – COPPE/UFRJ).

Mais informações pelos telefones (21) 2215.5226 | 5163.

Texto: Ascom/Ibram

Lançamento de livro encerra exposição sobre Luiz Gonzaga no MNBA

O lançamento do livro O Rei e o Baião marca o encerramento da exposição O imaginário do rei: visões sobre o universo de Luiz Gonzaga, neste domingo (24), no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram). O lançamento será a partir das 15h e a entrada é franca.

Além de obras originais, exposição traz objetos e imagens antigas de Luiz Gonzaga

Organizado por Bené Fonteles, que também é o curador da exposição, o livro contém ensaios de Antonio Risério, Elba Braga Ramalho, Gilmar de Carvalho, Hermano Vianna e Sulamita Vieira, além de apresentação de Gilberto Gil.

Pelo viés da antropologia cultural, os textos analisam a herança cultural nordestina recriada por Luiz Gonzaga e seus parceiros, suas conquistas e desdobramentos, assim como a relação com o imaginário do povo brasileiro. A edição é ilustrada por xilogravuras de diversos artistas, pintura de Ciça Fittipaldi e ensaio fotográfico de Gustavo Moura.

Ainda na programação, Fonteles vai proferir a palestra Poética gonzagueana: inspirações e parceiros, como também fará visita guiada à exposição em cartaz.

A mostra reúne mais de 160 obras em varias técnicas e linguagens de expressão criadas por 60 artistas de todas as regiões do país, quase todas concebidas especialmente para a ocasião, como também fotografias históricas e raras de Luiz Gonzaga, livros e discos. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MNBA

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