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MNBA abre mostra com obras restauradas de Candido Portinari

65 obras restauradas do pintor Candido Portinari (1903-1962) poderão ser vistas pelo público no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), localizado no centro do Rio de Janeiro, a partir do dia 2 de julho, com entrada franca.

Estudo para retrato de Thaís Melo

Estudo para retrato de Thaís Mello Lima de Portinari

A exposição Candido Portinari doação Finep  traz 65 quadros restaurados do pintor que fazem parte das 222 obras doadas ao museu em janeiro deste ano pela Financiadora de Estudos e Projetos (hoje Finep – Inovação e Pesquisa), quando o MNBA comemorou 77 anos.

A exposição, que tem abertura no dia primeiro de julho, às 19h, está montada em quatro núcleos temáticos: Retratos, Social, Religioso e Ilustração, onde há trabalhos, por exemplo, realizados para ilustrar livros de Machado de Assis (O alienista e Memórias póstumas de Braz Cubas, por exemplo).

Até 14 de setembro, também serão exibidos os estudos e desenhos para murais da Igreja de São Francisco de Assis, situada na Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Outros destaques da mostra são os trabalhos para os ciclos econômicos dos painéis do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, e para jogos infantis, assim como as matrizes de gravuras de personagens históricos, como o inconfidente Tiradentes.

Doação e recorde
As 222 obras do artista agregadas ao acervo do MNBA, que conta com mais de cinco mil obras espalhadas pelo mundo, se deu graças à doação da Finep. Com o aporte, o museu passou a ser a instituição museológica com maior número de obras de Portinari, somando 243 itens do artista nascido em Brodowski (SP).

Nesta conta, incluem-se outros trabalhos que já pertenciam ao acervo do museu, como as obras Café, retrato de Olegário Mariano, além da tela Primeira Missa no Brasil, pintada em 1948, no Uruguai, e adquirida, em janeiro de 2013, pelo Ministério de Cultura (MinC). Saiba mais sobre o MNBA.

Texto e imagem: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Última atualização: 7.7.2014

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Museu Nacional de Belas Artes pode receber obras doadas pela Receita Federal

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu na quarta-feira (30), como fiel depositário, 17 obras de arte contemporânea, de artistas brasileiros e estrangeiros, como resultado de apreensão realizada pela Receita Federal.

O lote inclui esculturas, pinturas e um desenho, produzidas entre 1969 e 2012, de autoria dos artistas Anish Kapoor, Sergio Camargo, Ivan Navarro, François-Xavier Lalanne, Niki de Saint-Phalle, Edgar Negret, Miguel Angel Riosa, Michelangelo Pistoletto, Juarez Machado, Jorge Eduardo Guinle, Barbara Kruger, Victor Vasarely, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Antony Gormley, Callum Innes e Cildo Meirelles.

Obra sem título de Sergio Camargo integra o lote de arte contemporânea doado  ao MNBA pela Receita Federal.

Obra de Sergio Camargo (1930-1990) integra doações da Receita Federal para o MNBA

Apreendidas pela alfândega da Receita Federal no Porto do Rio de Janeiro, as obras precisavam estar em local propício a sua preservação, devido ao fato de não haver no local instalações adequadas para armazenamento, o que poderia causar danos irreparáveis às peças.

Por solicitação do inspetor-chefe da Alfândega no Porto do Rio de Janeiro, Ricardo Lomba Villela Bastos, o Ibram indicou o MNBA para receber as obras, que ainda aguardam a finalização do processo de “perdimento” em curso, na qualidade de fiel depositário.

Ao final do processo, as obras poderão ser incorporadas em caráter definitivo ao acervo do MNBA, conforme definido pela Lei 12.840/2013, que prevê a destinação dos bens de valor cultural, artístico ou histórico aos museus nas hipóteses de apreensão, dação em pagamento de dívida ou abandono de obras.

“Além de cumprirmos a missão de garantia do patrimônio cultural preservado, a possibilidade de incorporar essas obras ao acervo público do Museu Nacional de Belas Artes significará, além do valor patrimonial e artístico, a democratização do bem cultural, garantindo à sociedade a contemplação de obras relevantes para a arte contemporânea”, avaliou o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: divulgação
Última atualização: 1º.7.2014

Obras de museus Ibram integram exposição de Portinari na França

Embarcou nesta quinta-feira (1º), rumo a Paris (França), um conjunto de obras pertencentes aos acervos do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e das duas unidades que formam os Museus Castro Maya – todos vinculados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

As obras irão compor a exposição Guerre et Paix, de Portinari: un chef-d’œuvre brésilien pour l’ONU (Guerra e Paz, de Portinari: uma obra-prima brasileira para a ONU), que será inaugurada na quarta-feira (7), no Grand Palais de Beaux-Arts, na capital francesa.

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37 estudos preparatórios para os painéis “Guerra e Paz”, produzidos por Portinari, serão exibidos

A exposição marca o início da itinerância internacional do projeto, que oferece a oportunidade rara de ver de perto os dois painéis concebidos por Cândido Portinari (1903-1962) nos anos 1950 como doação do governo brasileiro à sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque (EUA).

Esboços e montagem
Instalados no hall de entrada da Assembleia Geral da ONU – local fechado ao público – em 1957, os dois painéis medem 14m x 10m e foram produzidos em nove meses de trabalho após quatro anos de estudos preparatórios, durante os quais Portinari produziu cerca de 180 esboços. Sob a guarda do MNBA e dos Museus Castro Maya, 37 deles serão exibidos na mostra.

Realizada a partir de entendimento firmado em dezembro de 2012 pela presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, e pelo presidente da França, François Hollande, a exposição já está em estágio avançado de montagem. Os dois painéis de Portinari já se integram às estruturas do Grand Palais, um dos espaços expositivos mais visitados da capital francesa.

“Será uma grande honra para o Museu Nacional de Belas Artes participar com parte do seu acervo da mostra, em Paris. Esta ação requalifica os nossos acervos internacionalmente”, celebrou a diretora do museu, Mônica Xexéo. Funcionários do MNBA e dos Museus Castro Maya acompanharam todo o embarque e percurso das obras até o local da exibição.

Itinerância
A exibição dos painéis Guerra e Paz e parte de seus estudos preparatórios na Europa acontece quatro anos após o início da itinerância nacional do projeto, que passou por Rio de Janeiro (RJ) – onde além de exibidos, os painéis passaram por restauro aberto à visitação pública –, São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), atraindo sempre grande visitação.

Além dos painéis e dos esboços, a exposição exibirá conteúdo audiovisual através do Carroussel Raisonné, sistema de projeções com tecnologia inovadora que oferece uma visão completado trabalho de Candido Portinari. A mostra ainda apresenta uma sala de projeção onde são mostrados vídeos do acervo do Projeto Portinari e uma videoprojeção feita sobre os painéis evidenciando a gênese da obra.

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, que cumprem missão oficial na França entre os dias 3 e 9 de maio, participarão da inauguração da mostra, que tem entrada gratuita e segue em cartaz até 9 de junho. Ao final da itinerância internacional, os painéis serão devolvidos à sede da ONU em grande evento intitulado The Second Unveiling. Saiba mais sobre a exposição.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação

Museu Nacional de Belas Artes recebe novas doações para acervo

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu recentemente duas doações raras para seu acervo, relacionadas à vida e obra dos pintores brasileiros Georgina de Albuquerque (1885-1962) e Lucílio de Albuquerque (1877-1939).

Retrato de Georgina por Lucílio, realizado em 1907

Retrato de Georgina por Lucílio, realizado em 1907 – hoje na Pinacoteca de SP

Foram doados ao museu, por um dos netos do casal, dois pequenos cadernos de apontamento das aulas de Lucílio de Albuquerque, em Paris, com Eugène Grasset, artista suíço considerado pioneiro da estética Art Noveau. O museu recebeu também dois desenhos de Georgina de Albuquerque – o acervo do MNBA não possuía, até então, nenhum desenho da artista.

Georgina e Lucílio de Albuquerque foram ambos alunos da Escola Nacional de Belas Artes, onde se conheceram. Mais tarde, Georgina de Albuquerque se tornaria professora na mesma escola. São considerados destaques na pintura figurativa brasileira, tendo sua extensa obra sido influenciada por diversos movimentos artísticos ao longo de décadas de produção.

Os itens doados estão sendo analisados pelo Comitê de Políticas de Aquisição de obras de arte do MNBA e pelos técnicos e curadores do museu, e em breve estarão disponíveis para os pesquisadores.

Tomie Ohtake
Em março, o Museu Nacional de Belas Artes já havia recebido da artista plástica japonesa naturalizada brasileira Tomie Ohtake a doação de um quadro de sua autoria para o acervo do museu.

A tela sem título – que tem dimensões de 1,40 de altura por 3,30 metros de largura – foi produzida em 2013 e doada ao MNBA como forma de agradecimento pelo empréstimo de obras para uma exposição organizada pelo Instituto Tomie Ohtake em comemoração aos 100 anos da artista.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação/Internet

MNBA conclui restauro de escultura de Rodolfo Bernardelli

Após três meses de trabalho, o Museu nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), concluiu a restauração da escultura Música, do artista mexicano naturalizado brasileiro Rodolfo Bernardelli (1852-1931).

Após restauro, escultura de Bernardelli poderá ser vista no RJ durante a Copa do Mundo 2014

A peça, que integra o acervo do MNBA, data do início do século 20 e durante décadas ficou exibida ao ar livre na Rua Heitor de Mello, na Cinelândia, de onde foi retirada para restauro em outubro passado.

A escultura foi concebida por Bernardelli como parte de uma série destinada a coroar as fachadas frontal e laterais do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado em 1909, que inclui alegorias às artes do espetáculo: tragédia, comédia, música, poesia, dança e canto.

Exposição na Copa
Música foi uma das obras produzidas como parte da reformulação urbanística que, a partir de 1903, deu um ‘ar parisiense’ à então capital do Brasil – que, além do Teatro Municipal, incluiu a construção da Biblioteca Nacional e da Escola Nacional de Belas Artes, com sua pinacoteca – hoje Museu Nacional de Belas Artes.

De acordo com o restaurador João Batista Teixeira, a escultura, que foi elaborada em concreto e possui 2,1 m de comprimento, sofreu rachaduras em sua parte inferior devido às trepidações causadas pelo intenso fluxo de veículos na região onde se encontrava.

Com as características originais recuperadas, a obra vai ganhar, durante o período da Copa do Mundo, uma exposição que mostrará todo o minucioso trabalho realizado para seu restauro.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MNBA

Finep doa obras de Portinari para o Museu Nacional de Belas Artes no RJ

Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

Novas obras de Portinari para o Museu Nacional de Belas Artes

Publicado na sexta (20), no Diário Oficial na União (DOU), Extrato de Termo de Doação de bens móveis do artista brasileiro Candido Portinari (1903-1962) feito pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para o acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

Assinado por Glauco Antonio Truzzi Arbix, presidente da Finep, e Monica Xexéo, diretora do MNBA, no último dia 13, o museu deverá utilizar os bens em suas exposições e atividades culturais, conforme o instrumento contratual acordado entre as partes.

A cerimônia oficial de entrega das obras está programada para acontecer no dia 13 de janeiro de 2014 e terá a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, e do presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.

As obras
A Finep possuia em seu patrimônio acervo composto por 212 obras do pintor Cândido Portinari, entre pinturas, gravuras e desenhos.

As obras foram agregadas ao patrimônio da empresa como parte do pagamento de empréstimo tomado para a constituição do Projeto Portinari, que consistia na digitalização da obra do artista e a compilação de Catálogo Raisonné - resumo da obra do artista, num total de 4.991 itens descritos por tema, suporte, técnica e data.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: divulgação
Última atualização: 23.12.2013

Museu da República e MNBA participam da 1ª Bienal Internacional da Caricatura

Cavalcante retrata personagens emblemáticos do país…

Teve início  no dia 27 de novembro, a 1ª Bienal Internacional da Caricatura. Idealizada pelo caricaturista e historiador Luciano Magno, o evento, que segue até 30 de março de 2014, traz 30 mostras históricas e contemporâneas em vários estados brasileiros. Os museus da República e Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ), vinculados ao Ibram/MinC, participam desta edição.

…como a presidenta da República, além de personagens da cultura nacional

No Museu da Republica, a exposição Te vi Guidacc, em cartaz até 20 de fevereiro de 2014, acontece na galeria principal do Jardim Histórico do antigo Palácio do Catete, e apresenta caricaturas do artista gráfico de Manaus (AM), Jorge Guidacci, que notabilizou-se como um dos mais combativos desenhistas de humor dos anos 70.

Além da exposição, o museu receberá neste fim de semana (dias 7 e 8), às 18h, diversos artistas do desenho e pesquisadores. Durante os encontros, eles vão trocar impressões sobre seus trabalhos e refletir sobre as múltiplas questões que envolvem a profissão.

Cavalcante no MNBA
Os traços inconfundíveis de Cavalcante inauguram um capítulo importante da Bienal de Caricatura, a partir de sexta- feira (6), no MNBA/Ibram. Com 25 anos de carreira e uma longa trajetória na imprensa, Paulo Cavalcante, nesta sua primeira exposição retrospectiva, reunindo 114 trabalhos, vai mostrar caricaturas, charges, pinturas, desenhos, e esboços artísticos inéditos. A exposição segue até 9 de março de 2014.

A programação da 1ª Bienal Internacional da Caricatura, que conta também com o apoio do Centro Cultural Justiça Federal e outras instituições culturais brasileiras, inclui ainda mostras com obras de artistas como Manoel de Araújo Porto-Alegre (patrono da caricatura brasileira), Calixto Cordeiro, Hermé, Zé Andrade, Glen Batoca, e outros. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

MNBA irá restaurar a escultura “Música” de Rodolfo Bernardelli

musica_mnbaO Museu Nacional de Belas Artes recebeu nesta semana, a escultura Música, de Rodolfo Bernardelli. A peça, que faz parte do acervo do Museu, mas ficava na rua Heitor de Mello, na Cinelândia, será restaurada.

A transferência da escultura para o pátio do Museu  contou com o apoio da  Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, por meio da Coordenadoria de Operações Especiais (COE).  O trabalho foi realizado sob coordenação da Gerência de Monumentos e Chafarizes.

Rodolfo Bernardelli e a Música

Em 1903, como parte da reformulação urbanística que deu um ar parisiense à então capital do Brasil, começa a se construir um complexo cultural em volta da praça Ferreira Viana, hoje  Marechal Floriano, na Cinelândia, integrado pelo Teatro Municipal, Biblioteca Nacional e Escola Nacional de Belas Artes, com sua pinacoteca, hoje Museu Nacional de Belas Artes IBRAM/MinC.

O nome de Rodolfo Bernardelli, diretor da Escola Nacional de Belas Artes e artista prestigiado, é escolha natural para conceber e executar o programa escultórico da arquitetura da casa de artes cênicas. Para coroar o contorno das fachadas frontal e laterais do majestoso e imponente edifício, inaugurado em 1909, definem-se as alegorias às artes do espetáculo: tragédia, comédia, música, poesia, dança e canto.

Rodolfo Bernardelli, de 1905 a 1907, concebe o conjunto de figuras em cujos estudos se alternam as bases retangulares e as quadradas, experimentações do artista em momentos do seu processo de criação, possivelmente a partir de concepções desenhadas, passando pelos pequenos modelados em gesso, até a realização de modelos em tamanho próximo ao da obra final a ser disposta no edifício, em cimento.

Museus estão entre os lugares mais visitados na Copa das Confederações 2013

Pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) mostra que atividades culturais foram destaque entre os turistas que vieram para a Copa das Confederações no Brasil, em junho deste ano.

Realizada com 453 entrevistados durante os dias da Copa, os números da pesquisa apontam os lugares mais visitados pelos turistas estrangeiros: bairros históricos (50,8 % dos entrevistados), museus, casas de cultura e exposições (39,5%), monumentos (39%) e shows (15,5%).

Eventos internacionais movimentaram museus como o MNBA no Rio de Janeiro

De acordo com a pesquisa, museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos turistas que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Angelo Oswaldo, tais números devem servir de estímulo para que o setor se mobilize no sentido de receber melhor o turista estrangeiro. “Esse é um momento oportuno para realização de parcerias em busca de mais recursos e apoio para a qualificação dos museus brasileiros”, declarou.

Na semana passada, foi anunciado pelo Ministério da Cultura (MinC) o valor de R$ 20 milhões via Petrobras para investimento na modernização de 12 museus. Saiba mais.

Outros eventos
Além da Copa das Confederações, outros eventos internacionais também atraíram visitantes para o Rio de Janeiro nos últimos meses. A cidade foi sede da Jornada Mundial da Juventude, em julho, e a exposição A Herança do Sagrado, em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram até outubro, já recebeu mais de 60 mil visitantes. Já a exposição A Arte a Serviço da Fé, no Museu Histórico Nacional/Ibram, recebeu cerca de 20.240 visitantes nos meses de junho e julho.

Durante a 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (Icom), realizada de 10 a 17 de agosto, o Museu da Maré também despertou grande interesse entre os participantes da Conferência, cujo tema foi “Museu (Memória+Criatividade) = Mudança Social”. Além disso, vários museus na cidade, e mesmo em outros estados, tiveram visitação gratuita no período do evento internacional.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes recebe exposição sobre sustentabilidade e design

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga, até 13 de outubro, a exposição Arte e criatividade para a proteção da criação, produzida pelo Ministério do Meio Ambiente da Itália. A mostra integra a agenda cultural da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 e é composta por 33 objetos que enfocam a sustentabilidade e levam a assinatura de renomados designers italianos.

Exposição fica em cartaz no MNBA até o dia 13 de outubro

A exposição proporciona ao visitante a chance de  conhecer um significativo conjunto de peças recicladas a partir da transformação de materiais como plástico, alumínio, papelão e outros, que deram origem à suportes de mesa,  bolsas,  cadeiras, luminárias, entre outros objetos.

Na instalação,  encontram-se também imagens de satélite, fornecidas pela empresa Telespazio, que mostram o estado de degradação ambiental em que se encontra o planeta.

Os produtores da exposição acreditam que o evento contribui para fortalecer, proteger e preservar os bens e recursos da natureza. A mostra apresenta em síntese a necessidade de proteção e as oportunidades de desenvolvimento que devem caminhar juntas para alcançar o crescimento sustentável da humanidade.

O Museu Nacional de Belas Artes tem entrada gratuita até o dia 13 de outubro e funciona no período em horário diferenciado: de terça a domingo, de 9h às 21h. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MNBA

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