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Exposição ‘Você está aqui! Rio de Janeiro’, explora os múltiplos diálogos entre a cidade e o carioca

Corcovado Ipanema Leblon Rio de Janeiro - Thereza Miranda (2002)

Corcovado Ipanema Leblon Rio de Janeiro – Thereza Miranda (2002)

Tomando por base parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) que há décadas não era exposto, além de outras coleções, os curadores da exposição Você está aqui! Rio de Janeiro produzem uma homenagem menos convencional aos 450 anos da fundação da cidade do Rio de Janeiro. Está é a última exposição a ser aberta no MNBA em 2015, e pode ser visitada a partir desta quarta, 16 de dezembro.

Um dos destaques da exposição é um fragmento arquitetônico que pertenceu a uma construção do Morro do Castelo, produzida entre 1600 e 1700, que integrou uma paisagem da cidade que já não existe mais. Por outro lado, na relação com o presente, a exposição vai resgatar através dos trabalhos expostos a violência da censura, da chacina de Vigário Geral, em contraponto com a beleza e a cultura que se respira na Cinelândia, conforme os desenhos de Carlos Oswald, ou a geografia privilegiada do Rio, estampados nas gravuras de Thereza Miranda, entre vários outras nuances da Cidade Maravilhosa.

Na concepção dos curadores Amauri Dias, Anaildo Baraçal, Daniel Barreto, Euripedes Junior e Laura Abreu, a mostra pretende “trazer à tona um jeito de ser que transforma e se transforma no tempo, sem perder o curso de um rio histórico, feito de gentes”. Entre diversos objetivos, o roteiro iconográfico, mas não cronológico, traçado pelos organizadores, “busca devolver a cidade ao público, devolver uma cidade impossível de desenhar ou descrever na sua totalidade, devolver a cidade aos seus olhos.  Um olhar amplo, muito mais amplo do que pode o olho”, afirmam.

Ocupando três salas do museu, a exposição vai exibir cerca de 100 obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, mobiliário, objetos, esculturas e fotografias. A mostra se divide em 9 módulos que por sua vez se relacionam com aspectos marcantes da cidade: Tempo, São Sebastião, Panoramas, Cidade desconstruída, Bairros, Coisas de carioca, Cinelândia e as artes, Poltrona mole e literatura, Orelhão, Corcovado, Cidade abstraída e Política.

Os núcleos são preenchidos com obras de Rodolfo Bernardelli, Pedro Vasquez, Glauco Rodrigues, Daniel Senise, Vitor Meireles, Ana Bela Geiger, Athos Bulcão, Le Corbusier, Anna Letycia, Rubem Grilo, Oswaldo Goeldi, Thereza Miranda, Ziraldo, Calixto, Farnese de Andrade, Carlos Scliar, Djanira, Darel, Fayga Ostrower, Rubens Gerchman, Gustavo Dall’Ara, Portinari, Adir Botelho, Monica Barki, e Ciro Fernandes.

SERVIÇO
Exposição Você está aqui! Rio de Janeiro
Visitação: De 16 de dezembro de 2015 até 07 de fevereiro de 2016. De terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.
Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia | Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 3299-0600

No MNBA, restauração da tela de Léon Pallière está perto do fim

IMG_2612 (2) chassiNa quinta-feira (10), a equipe de restauração do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) finalizou uma das últimas etapas do trabalho de restauração da tela Alegoria às artes, de Léon Pallière (1823-1887): a fixação da tela no chassis definitivo, uma estrutura de alumínio produzida na França, especialmente, para a obra de arte. Iniciada ainda em setembro de 2014, a reforma foi orçada em cerca de R$ 578 mil e está sendo realizada com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas.

A obra foi produzida no ano de 1855, em óleo sobre tela, para a colocação no teto (marruflagem) da Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes por encomenda de Manuel de Araújo Porto Alegre, então seu diretor instituição – primeira escola oficial de arte no Brasil, antecedendo a Escola Nacional de Belas Artes e o atual MNBA, que herdou muitas das obras da coleção da Academia Imperial de Belas Artes.

A tela representa uma alegoria às artes, no qual estão retratadas as musas da arquitetura, da pintura, da poesia, da música e da escultura e foi um dos poucos trabalhos que sobreviveu à demolição do seu prédio da Academia Imperial de Belas Artes, em 1938. Outros dois retratos, de autoria de Léon Pallière, intitulados Retrato do pintor italiano Jacopo ou Giacomo Robusti, dito Tintoretto e Retrato do pintor flamengo Peter Paul Rubens, fazem parte dos exemplares salvos da demolição.

Seu autor, Léon Pallière (1823-1887) é filho do pintor Arnaud Julian Pallière e neto do arquiteto Grandjean de Montigny, e obteve formação artística em Paris e na Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro.

Informações e foto: Assessoria de Comunicação do Museu Nacional de Belas Artes
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

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Projeto de restauração da obra Alegoria às Artes pode ser visto pelo público

Exposição ‘San Sebastiano’ homenageia o Rio de Janeiro, no MNBA

San Sebastiano_de Guido Reni_Musei Capitolini

San Sebastiano, tela de Guido Reni, acervo do Musei Capitolini.

Nesta sexta-feira (27), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre para o público a exposição San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro, prosseguindo com as comemorações pelos 450 anos do município.

A mostra é composta por duas telas que retratam o padroeiro da cidade – o santo cristão (256 d.C. – 286 d.C) morto durante a perseguição promovida pelo imperador romano Diocleciano. A pintura San Sebastiano, de Guido Reni, integra a coleção do Musei Capitolini e San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, pertence à Pinacoteca Nazionale di Bolonha.

Reni pintou uma representação do momento do martírio das flechas enfrentadas por um corajoso São Sebastião, enquanto que Guercino se concentra na piedade de Santa Irene e acompanhantes amparando quem sofre.

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

Sobre os autores das obras

Guido Reni (1575-1642), nascido na Bolonha, perseguiu uma perfeição pictórica, tendo conquistado grande prestigio como pintor, produzindo obras para os reis de Espanha e para a rainha da Inglaterra, entre outros.

Giovanni Francesco Barbieri, conhecido como Guercino (1591-1666), teve origem humilde, mas era dotado de grande talento artístico e habilidade narrativa e colocou-se a serviço de famílias poderosas como Médici, Gonzaga e Mantua. Em seguida trabalhou para o Papa Gregório XIV, tendo produzido obras para então Catedral de São Pedro, hoje Musei Capitolini. De qualidade incomparável, o trabalho de Guercino alcançou projeção e reconhecimento.

 

SERVIÇO

Exposição: San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro
Período:  27 de novembro de 2015 até 13 de março de 2016.
Visitação:  De terça a sexta-feira, de 10h às 18h; sábado, domingo e feriado de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 
Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 Cinelândia
Tel: (21) 3299-0600
www.mnba.gov.br ou  www.facebook.com/MNBARio

Texto: Assessoria de Comunicação do Museu Nacional de Belas Artes
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

Mestres da arte gráfica italiana no MNBA a partir do dia 10

Giovanni Batista Piranesi (La caduta di Fetone, 1747 - 1749)

Giovanni Batista Piranesi (La caduta di Fetone, 1747 – 1749)

Uma  oportunidade ímpar  para conhecer o processo de criação de alguns dos maiores nomes da história da arte, os métodos e os processos de criação de uma gravura, de poder analisar uma obra de arte, muitas delas acompanhadas de suas respectivas matrizes, as refinadas técnicas e os temas utilizados pelos artistas. É o que aguarda os visitantes da exposição Mestres da Arte Gráfica Italiana, que o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre em 10 de novembro.

São 51 trabalhos de artistas como Salvator Rosa,  Marcantonio Raimondi até Giovanni Battista Piranesi, Fillippo Palizzi, chegando até Giorgio Morandi, Carlo Carrá, Pietro Consagra, Carla Accardi,  uma das primeiras gravadoras,  Giovanni Folo, e Giovanni Volpato, entre outros, compondo um belo painel de refinada pesquisa criativa e técnica desta expressão artística italiana.

As obras pertencem à coleção da Calcoteca do Instituto Central para a Gráfica, em Roma, que concentra centenas de milhares de estampas e desenhos, fotografias, e vídeos de artistas. É um dos maiores acervos artísticos do mundo sendo que este valiosíssimo segmento aporta pela primeira vez no Brasil.

A mostra reúne matrizes de cobre gravadas pelos maiores artistas italianos e documenta de maneira inédita um percurso de 500 anos da arte daquela cultura, mais precisamente desde 1528, ou seja, da Renascença ao contemporâneo. Com isso se descortina a chance de conhecer, junto às famosas obras finais -  as gravuras expostas -, as preciosas chapas trabalhadas diretamente pelas mãos dos artistas,  em técnicas como:  buril à água-forte,  da ponta seca à água-tinta.

Discorrendo sobre a exposição Maria Antonella Fusco,  diretora do Instituto Central para a Gráfica, afirma que “A matriz,  vê, assim, exaltado o seu papel de grande metáfora da operação artística, desde a sua ideação até à produção, a réplica”.  Por outro lado,  prossegue Antonella Fusco,  “Expor matrizes, convidar à leitura delas, é, portanto, uma ousada operação do ponto de vista intelectual,  uma ousada operação do ponto de vista intelectual, refinada,  que requer do público uma coragem particular, certamente uma capacidade de ser um expectador inovador e curioso sobre imagens e técnicas”.

A mostra “Mestres da Arte Gráfica Italiana”  já passou por Nova York,  Suiça e Buenos Aires num projeto que integra as comemorações do Ano da Itália para a América Latina e é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores e a Cooperação Internacional da Itália.

Texto: Ascom MNBA

Exposição: “Mestres da Arte Gráfica Italiana”
Período:  11 de novembro até 31 de janeiro de 2016.
Visitação:  terça/sexta de 10h às 18h;  sábado, domingo e feriado de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.
Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199
– Cinelândia
Tel:  (21) 3299-0600.

www.mnba.gov.br ou  www.facebook.com/MNBARio

Projeto de restauração da obra Alegoria às Artes pode ser visto pelo público

Foto: Oscar Liberal, IPHAN

Foto: Oscar Liberal, IPHAN

A partir desta quinta-feira, 8 de outubro, o público interessado em ver de perto o processo de restauração de uma obra e conversar com especialistas, terá a oportunidade de fazer visitas guiadas ao projeto de restauração da obra Alegoria às Artes, de Léon Palliére, no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro.

As visitas irão acontecer nos dias 8, 15, 22 e 29 de outubro, sempre às 14h30. As vagas são limitadas e os interessados devem fazer o agendamento através da Seção de Educação do Museu, pelo telefone (21) 3299-0636.

A obra Alegoria às Artes, criada em 1855 para a colocação no teto (marruflagem) da Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes, foi salva da demolição do prédio e agora está sendo restaurada, com recursos do PACCH2 – Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas.  Seu autor, Léon Pallière (1823-1887) é filho do pintor Arnaud Julian Pallière e neto do arquiteto Grandjean de Montigny, e obteve formação artística em Paris e na Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro.

Diretoria Ibram faz caravana a museus no Rio

Visita técnica ao Museu Chácara do Céu

Visita técnica ao Museu Chácara do Céu

Durante essa semana, o presidente do Ibram, Carlos Roberto Brandão; o chefe de Gabinete, Marcos Mantoan; e as diretoras do Departamento de Difusão, Fomento e Economia dos Museus, Eneida Braga; do Departamento de Processos Museais, Manuelina Duarte; e do Departamento de Planejamento e Gestão Interna, Valeria Grilanda  percorreram alguns museus do Ibram no Rio de Janeiro.

Foram realizadas reuniões e visitas às instalações, para análise das ações prioritárias para 2015 nos museus: Museu Nacional de Belas Artes, Museu do Açude, Museu Chácara do Céu, Museu da República, Museu Villa-Lobos, Museu de Arqueologia de Itaipu, em Niterói, e Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em Cabo Frio. O deslocamento fez parte da série de visitas programadas esse ano para todos os museus Ibram, com o objetivo de alcançar melhorias de gestão e aproximar a direção do Instituto de suas unidades.

Além dos museus Ibram, a Caravana participou do lançamento da Programação Cultural dos Jogos Olímpicos. Na oportunidade, Brandão assinou um convênio com a Prefeitura do Rio para o Passaporte Cultural Cidade Olímpica. Além da gratuidade em museus e exposições, o passaporte olímpico também vai oferecer descontos de 65% para teatros e shows. Saiba mais na página da Prefeitura.

Também visitaram, junto com o Ministro Juca Ferreira, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, que passa por reformas para melhorar a infraestrutura. Continue lendo.

Em Niterói, a caravana também conheceu os museus Janete Costa e Museu do Ingá. As próximas missões estão programadas para as regiões Sul (Museu das Missões, RS e Museu Victor Meirelles, SC); Centro-Oeste (Museu de Arte Sacra da Boa Morte, Museu das Bandeiras e Museu Casa da Princesa, GO), Nordeste (Museu da Abolição, PE) e Sudeste (Museu Solar Monjardim, ES).

MinC promove mais de 40 atividades na Maratona Cultural Cidade Olímpica

Contornos, do Coletivo Pi.

Contornos, do Coletivo Pi.

Falta um ano para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e para comemorar essa contagem regressiva, o Ministério da Cultura (MinC) participa da Maratona Cultural Cidade Olímpica, no Rio de Janeiro.

A Maratona que será realizada nos dias 8 e 9 de agosto, no Rio de Janeiro, contará com mais de 40 atividades, promovidas pelo MinC e entidades vinculadas, que incluem debates, palestras, exposições, shows, atividades físicas e espetáculos teatrais, circenses e de dança, que compõem o CircuitoMinC.

A maior parte das atrações ocorrerá na região central da cidade, em especial na Praça da Cinelândia. As ações são promovidas pelo MinC, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), e das entidades vinculadas: Fundação Nacional de Artes (Funarte), Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) e Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).

Todos os museus vinculados ao Ibram no Rio de Janeiro e também todos os que aderiram à campanha Passaporte dos Museus Cariocas estarão com as portas abertas com exposições no fim de semana com entrada franca. O Museu Nacional de Belas Artes recebe no sábado, às 15h, a performance Contornos, do Coletivo Pi. Serão quatro mulheres utilizando seus corpos para deixar suas marcas em uma tela, montada no Pátio do MNBA. O Jardim Histórico do Museu da República estará com a mostra Rio – 450 anos de contemplação e cidadania ao longo de toda a semana. Produzida pelos artesãos do Projeto Rio Ecosol, a exposição conta com 10 puffs retratando ícones e símbolos do Rio de Janeiro, como o estádio do Maracanã, Pão de Açúcar, Cristo Redentor, o bondinho de Santa Teresa, entre outros. Os trabalhos destes artesãos, coordenados pelo artista plástico Cocco Barçante, são peças feitas de material reciclado e enfeitados com crochê, patchwork, flores criadas a partir de pet e retalhos diversos.

Pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), as atividades estão centradas no Paço Imperial no sábado e no domingo. Além das três exposições gratuitas, abertas das 12 às 18h, haverá um pocket show. As exposições são Uma Pausa em Pleno Voo, do artista plástico Efrain Almeida, que traz esculturas e instalações de pássaros; Atlas, de Ricardo Ventura, com obras tridimensionais, tendo a arquitetura como referência; e Maria de Todos Nós, em comemoração aos 50 anos de carreira da cantora Maria Bethânia com fotografias, ideias, obras de arte, objetos e textos dela. O pocket show será com o guitarrista Pedro Sá e o cantor Moreno Veloso, às 16h.

A Fundação Casa de Rui Barbosa realiza no sábado, (8/8), a Olimpíada Informal (OI) – uma parceria com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro para estimular a prática esportiva, entendida como elemento cultural. Todas as atividades são gratuitas. Elas começam às 10h, com “Panos pra manga”: exercícios de psicomotricidade para crianças de seis meses a três anos de idade; às 11h, o professor José Eduardo Prates organiza o Aulão de Alongamento Para a Terceira Idade; às 14h15 haverá sessão de visita mediada ao museu;  às 15h terá apresentação de Muay Thai com suas diversas modalidades; às 16h, o mestre Ferradura dará aula de capoeira para crianças e adultos, seguida de roda. Ao longo do dia, de hora em hora, serão oferecidas visitas mediadas ao museu.  Trata-se do primeiro museu-casa do Brasil, inaugurado em 1930 na casa onde havia vivido o escritor e líder político Rui Barbosa e sua família. A biblioteca, o arquivo e o mobiliário compõem seu acervo.

A Fundação Biblioteca Nacional abrirá suas portas no sábado, das 10h30 às 17h, com duas exposições: “Rio 450 anos: uma história do futuro”, no Espaço Cultural Eliseu Visconti e “Cartografia Histórica do Brasil na Biblioteca Nacional”, no 3° andar da sede da Biblioteca.

Além disso, em uma parceria com a Funarte, haverá encenação do espetáculo “Não me toque, estou cheia de lágrimas – Sensações”, de Clarice Lispector, no foyer e escadarias da Biblioteca Nacional.

Haverá ainda a campanha “Um livro por uma ideia” – atividade de distribuição de cerca de 400 livros em troca de texto, frase ou desenho em painel que será instalado na entrada da Biblioteca Nacional.

A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural monta, na Praça da Cinelândia, o Território Cultura Viva com tenda para a realização de debates sobre cultura e cidade, apresentações artísticas de coletivos culturais e Pontos de Cultura, oficina e plantão para tirar dúvidas sobre editais Pontos de Mídia Livre, Pontos de Cultura Indígena e Cultura de Redes. A programação se realiza no sábado, das 9h às 20h.

Também na Praça da Cinelândia a Funarte organizou seis atividades: às 10h, haverá Carrossel Breique com Opavirá; às 10h30, apresentação de Jongo da Serrinha; às 12h30 tem campeonato de queimada entre drag queens (gaymada), com o Coletivo Toda Deseo (MG); às 14h30 se apresenta o Circo de Uma Nota Sol com o grupo Off-Sina (RJ) e às 17h30, show com a cantora pernambucana Karina Buhr.

Texto: Ascom Minc (com adaptações Ascom Ibram)
Foto: Divulgação Coletivo Pi

 

MHN e MNBA integram Circuito Cultural Rio Ônibus no domingo (12)

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Museu Histórico Nacional

Passar um domingo aproveitando as atrações culturais mais concorridas da cidade com entradas e transporte gratuitos. Essa é a iniciativa do Rio Ônibus através do Programa Circulando Cultura.

O Circuito Cultural Rio Ônibus – Rio 450, em comemoração aos 450 anos do Rio de Janeiro,  levará cariocas e turistas aos principais museus do centro da cidade, entre os quais o Museu Histórico Nacional,  o Museu  Nacional de Belas Artes, o Porto e o Theatro Municipal.

No domingo, dia 12 de julho, das 10h às 17h, o projeto vai levar os interessados em ônibus com ar condicionado para as seguintes instituições: MAR (Museu de Arte do Rio), CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), Museu Nacional de Belas Artes, MHN (Museu Histórico Nacional), Espaço Meu Porto Maravilha, IPN (Instituto Pretos Novos), Casa França Brasil, Palácio Tiradentes, Museu Naval, Antigo Palácio da Justiça e ao Theatro Municipal.

Os visitantes poderão embarcar e desembarcar em qualquer ponto do roteiro, permanecendo por quanto tempo desejarem em cada atração, que neste dia terão entradas gratuitas para suas principais exposições. Não é preciso inscrição prévia: o evento é aberto a todos.

Para guiar o circuito, estudantes do curso de Turismo da Faetec estarão presentes nos ônibus e nas instituições. Os estudantes vão orientar os visitantes durante o passeio, com a distribuição de folhetos com o histórico e curiosidades de cada instituição, além das atrações específicas do evento.

Museu Nacional de Belas Artes integra a rede Ibram no Rio

Museu Nacional de Belas Artes

Os ônibus, com ar-condicionado e piso baixo, facilitando o acesso farão o circuito, parando em pontos que estarão sinalizados com placas com a identidade visual do evento, no período entre 10h e 17h. O projeto orienta que os passageiros levem filtro solar, chapéu e água e faça sua programação organizando o seu tempo no circuito.

Texto: Divulgação Museu Histórico Nacional
Fotos: Banco de imagens Ibram

Museu de Belas Artes expõe 50 telas do italiano Eduardo de Martino no Rio

No mês das comemorações dos 150 anos da Batalha Naval do Riachuelo (11 de junho de 1865), a exposição De Martino no Brasil, que abre ao público amanhã (17), no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), resgata a obra de um dos artistas que representou, em detalhes, o conflito do qual foi testemunha.

Apresentada pelo MNBA, Instituto Italiano de Cultura e Museu Naval a mostra, em cartaz na cidade do Rio até 20 de setembro, reúne cerca de 50 obras do italiano Eduardo de Martino (1838-1912), que cria um panorama do trabalho de um dos maiores pintores de marinha do seu tempo. Algumas das obras serão expostas pela primeira vez no Brasil.

Um dos destaques da exposição é a tela

Um dos destaques da exposição é a tela “Batalha naval do Riachuelo”: pintura a partir de desenhos

A exposição inclui ainda uma rara documentação visual da Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai (1864-1870), nominados Memória do Mundo pela Unesco, como parte da iconografia do embate.

De marinheiro a pintor
Oficial da Marinha de Guerra da Itália, Eduardo De Martino resolveu dar uma guinada na sua trajetória e enveredar pela arte. Migrou para a América do Sul, tendo residido parte da sua vida no Brasil.

Como pintor, foi encarregado pelo imperador dom Pedro II de registrar em desenhos os acontecimentos da Guerra do Paraguai, tendo acompanhado os almirantes Barroso e Tamandaré. Em 1870, Apresenta composições na 21ª Exposição Geral de Belas Artes e ganha medalha de ouro. Radica-se em Londres, a partir de 1875, onde mora até sua morte em 1912.

“De Martino foi um artista com grande poder de síntese e possuidor de um traço forte e preciso”, define um dos curadores da exibição, Ivan Coelho de Sá. Já Luciano Migiliaccio, também curador, “a trajetória de Eduardo de Martino representou no Brasil o aparecimento de um tipo de artista moderno que ia adquirindo particular significado na época, devido ao seu importante papel político”, explica.

A exposição De Martino no Brasil pode ser visitada no MNBA, que fica na Cinelândia, de terça a sexta, de 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, de 12h às 17h.

O ingresso custa R$ 8 (inteira), com direito a meia entrada. Aos domingos, a entrada é grátis. Saiba mais sobre o Museu Nacional de Belas Artes.

Texto e imagem: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram

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