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MNBA recebe mostra de gravuras da Coleção Itaú Cultural

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

O Museu Nacional de Belas Artes (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro, recebe de hoje (26) a 18 de fevereiro de 2018, a exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural.

Com curadoria de Marcos Moraes, a mostra mapeia cinco séculos da produção gráfica europeia, com mais de 140 das 451 imagens impressas que compõem este acervo. São apresentadas, de forma didática, as diferentes técnicas de gravuras dos séculos XV a XIX.

O acervo acompanha a evolução das técnicas, suas inovações e o desenvolvimento de uma linguagem gráfica. Há desde xilogravuras – imagens produzidas a partir de matrizes de madeira – do século XV até obras do século XIX, quando a gravura chegou à sua autonomia. A exposição já passou por Santos, Curitiba e Fortaleza antes de chegar ao Rio.

Fotógrafo André Penteado lança livro sobre Missão Francesa no MNBA

No próximo dia 17 de outubro, terça,  a partir das 18:30h,  o fotógrafo paulista André Penteado vai lançar no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) um livro que convida a uma releitura da Missão Francesa,  capitaneada por Joaquim Lebreton, que chegou ao Brasil, há mais de dois séculos para implantar o ensino oficial da arte e deixou marcas na nossa cultura desde então.  As fotos foram feitas por André no Rio de Janeiro, entre fevereiro de 2015 até janeiro de 2017.

A publicação Missão Francesa busca relacionar passado e presente a partir da formação de artes no Brasil, pelos franceses, em locais emblemáticos como o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu D. João VI e o solar Grandjean de Montigny, e a personificação do que esse processo representou, em retratos de alunos e professores da Escola de Belas Artes da UFRJ, retratos de descendentes de Nicolas-Antoine Taunay e desenhos, pinturas e esculturas dos artistas que compuseram a Missão, assim como de seus alunos, pertencentes aos acervos das instituições visitadas.

O livro é dividido em três partes: na primeira, que representa o tempo presente, o leitor se depara com uma série de imagens, todas relacionadas de alguma forma com a história da Missão Francesa (há legendas no fim do livro que identificam cada uma delas), e que sugerem uma reflexão sobre a ideia de que copiar modelos resolverá os problemas e a dificuldade em seguir com o planejamento de projetos; a segunda, representando o passado, contém a reprodução do Plano de Lebreton para o estabelecimento de uma escola de Belas Artes no país, o documento fundamental desta história; e a terceira, apontando para o futuro, contém retratos de alunos da Escola de Belas Artes da UFRJ, instituição que “descende” diretamente da Academia Imperial de Belas Artes, mas traz também uma interrogação: “Se os diversos espectros da sociedade brasileira estão também nas escolas de artes, alguma mudança ocorreu, mas, se o prédio da Universidade está depauperado, qual educação está sendo oferecida a eles?”, se pergunta o fotógrafo.

 

MNBA inaugura mostra com obras de Eugène Boudin no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura, na terça-feira (25), em parceria com o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, a exposição O Colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim.

Tela de Boudin (Vacas no pasto, 1890) da coelação MNBA

A mostra, centrada nas telas de Boudin (1824-1898), além de outros artistas franceses como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin, reúne 24 obras, sendo 22 telas e 2 desenhos.

O acervo de 20 pinturas de Louis Eugène Boudin, pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes, é o maior numa instituição pública fora da França.

A coleção, doada ao MNBA pela Escola Nacional de Belas Artes, pertenceu aos barões de São Joaquim, casal aristocrata da cafeicultura fluminense.

Boudin é considerado um dos precursores do movimento pré-impressionista. Suas telas retratam paisagens campestres e marinhas. Os trabalhos da coleção do MNBA, percorrem toda a trajetória artística do pintor francês, cobrindo um período superior a 35 anos de sua produção.

A mostra fica em cartaz até dezembro deste ano e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 10 às 18hs, e aos sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas. Acesse online coleções MNBA no projeto Google Arts.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

MNBA inaugura mostras em comemoração ao Dia Nacional da França

André Penteado, Missão Francesa

André Penteado, Missão Francesa

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre, nesta sexta-feira (14), duas mostras: Diálogos Contemporâneos e Missão Francesa. As exposições são em comemoração ao Dia Nacional da França, celebrado em 14 de julho.

A mostra Diálogos Contemporâneos reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA, Monica Xexéo. A exposição é um recorte do acervo do Museu e as obras expostas se situam entre os anos 1920 até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.

Na exposição, poderão ser vistos trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Flavio Shiró, Antonio Bandeira, Gonçalo Ivo, Sérvulo Esmeraldo, Luiz Áquila, Jorge Mori, e Lasar Segall, Maria Leontina.

Missão Francesa é um recorte do livro de mesmo nome, do artista André Penteado. Para a mostra, o artista selecionou um grupo de trinta e três fotografias que resumem as discussões levantadas no livro.

O livro Missão Francesa faz parte da trilogia Rastros, Traços e Vestígios. A publicação busca relacionar passado e presente a partir da formação de artes no Brasil, pelos franceses, em locais emblemáticos como o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu D. João VI e o Solar Grandjean de Montigny, e a personificação do que esse processo representou, em retratos de alunos e professores da Escola de Belas Artes da UFRJ, retratos de descendentes de Nicolas-Antoine Taunay e desenhos, pinturas e esculturas dos artistas que compuseram a Missão, assim como de seus alunos, pertencentes aos acervos das instituições visitadas.

Mais informações na página do Museu.

MNBA recebe doação do acervo de Glauco Rodrigues

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu o arquivo pessoal do artista Glauco Rodrigues (1929-2004). A viúva do artista, Norma Rodrigues, doou ao museu documentos pessoais, fotografias, convites e a correspondência que o artista travou com amigos, como o poeta Ferreira Gullar, o escritor Erico Veríssimo, o artista Carlos Scliar e a atriz Camila Amado.

A doação cobre um período entre os anos 1940 e os anos 2000 -  60 anos de produção intelectual do artista gaúcho, possibilitando um panorama do seu processo de criação.

Conhecido por criar inúmeras obras inspiradas na figura de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, Rodrigues teve uma presença marcante no tropicalismo e na pop art nacional.

Texto: Divulgação MNBA

A Paisagem na Academia em mostra no Museu Nacional de Belas Artes

Estudo de paisagem, sem data. Rodolfo Amoedo

Estudo de paisagem: Rodolfo Amoêdo (sem data)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe, a partir da terça-feira (9), a exposição Paisagem na Academia.

A mostra é uma parceria com a Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA) e enfoca a história do ensino da pintura de paisagem na Academia de Belas Artes, que funcionou no Rio de Janeiro.

Com curadoria dos professores Carlos Terra e Ana Cavalcanti, da EBA, a exibição apresenta 21 obras, entre gravura, pintura e aquarela.

São destaques da exposição o processo artístico cotidiano e trabalhos que habitualmente não são expostos ao público, como desenhos realizados como provas para o concurso de professor de “Paisagem, flores e animais” de 1881, estudos de nuvens de Victor Meirelles e pequenas paisagens de Rodolpho Amoêdo.

Fazem parte da mostra obras de sete artistas que foram professores na Academia entre 1816 e 1890: Nicolas Antoine Taunay, Manuel de Araujo Porto-Alegre, Agostinho da Motta, Victor Meirelles, Leôncio Vieira, Rodolpho Amoêdo e Antonio Parreiras.

A exposição fica em cartaz até 9 de junho. O MNBA funciona de terça a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. Saiba mais.

 

Texto e imagem: MNBA/divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes recebe vice-ministro da Cultura da China

O vice-ministro da Cultura da China, Yang Zhijin, esteve no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, na última semana, para tratar de parcerias culturais.

A diretora do museu recebe a comitiva chinesa no MNBA

A diretora do museu recebe a comitiva chinesa no MNBA

A autoridade chinesa foi recebida pela diretora do museu, Monica Xexéo, e coordenadores das áreas de conservação, comunicação museológica, comunicação social e técnica.

Acompanhado da sua comitiva, o vice-ministro chinês conheceu a Galeria de Arte Brasileira do Século XIX e a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea.

Também visitou algumas das exposições temporárias em cartaz, como Alegoria às Artes – Leon Palliére, Escola de Belas Artes: 1816-2016 e Joaquim Lebreton e a Missão Francesa.

Na reunião com a direção do MNBA, Yang Zhijin, entre outros assuntos tratados, reforçou o desejo da China de incentivar o intercâmbio entre artistas e entre museus.

A visita ao MNBA foi uma das atividades oficiais do vice-ministro, que esteve com o ministro da Cultura Roberto Freire em Brasília. Saiba mais sobre a visita.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MNBA/Divulgação

Obras de Portinari no MNBA integram exposição inédita em Roma

Café, 1935

Obra de Candido Portinari (Café, 1935) está em Roma para a exposição “A mão infinita”

Um recorte da coleção do artista Candido Portinari no acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) vai integrar a exposição que a Embaixada do Brasil em Roma inaugura no dia 7 de fevereiro.

A mostra é uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Com curadoria do MNBA, A Mão Infinita é a primeira mostra de Portinari realizada na capital italiana.

Serão expostos desenhos, pinturas, matrizes e fotografias, num total de 26 obras. O destaque é a tela Café, pintada em 1935.

Nascido em Brodowski, interior de São Paulo, Portinari (1903-1962) era filho de imigrantes italianos e estudou posteriormente na Itália. Suas obras retratam a gente da sua terra.

Para a diretora do MNBA, Monica Xexéo, “a mostra reforça os laços culturais entre dois povos irmãos”. A Embaixada do Brasil em Roma está localizada na Piazza Navona, uma das principais zonas turísticas da cidade. A mostra será realizada na galeria Cândido Portinari, no próprio prédio da embaixada.

A exposição faz parte das comemorações dos 80 anos de criação do MNBA e fica em cartaz na Embaixada Brasileira  da Itália, em Roma, até 22 de abril. Leia mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/divulgação

MNBA celebra 80 anos de criação com uma série de atividades

Divulgação MNBA

Desenho de Grandjean de Montigny que integra a nova exposição do MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes/ Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), comemora, nesta sexta-feira (13), 80 anos de sua criação e preparou uma série de eventos para celebrar a data.

Abrindo a agenda de exposições de 2017, será inaugurada a mostra Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX – Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por Getúlio Vargas.

Grandjean de Montigny (1776-1850) desembarcou no Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Frances, chefiada por Joaquim Lebreton.

Os traços do arquiteto Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade do Rio, visando se adaptar ao novo status adquirido.

Para as curadoras da exposição, Laura Abreu e Claudia Ribeiro, a ideia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do início do século XIX, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua paisagem. A mostra exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  do Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.

Também no dia 13, haverá diplomação dos agraciados com o Prêmio Quirino Campofiorito, posse da diretoria da Associação de Amigos do MNBA, recital de violino e piano com Priscila Ratto e Katia Balloussier, lançamento dos livros Alegoria às Artes – Léon Pallière e trezena de São Sebastião, com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta. As atividades começam ao meio-dia e têm entrada franca. Saiba mais.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

Nota pública sobre o retorno de obras de arte do Palácio do Planalto ao MNBA

O retorno ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), de 48 obras de arte que estavam cedidas à Presidência da República/Palácio do Planalto acontece em virtude do término do contrato de comodato tratado entre as duas instituições. Tal devolução faz parte de um processo administrativo interinstitucional comum e se dá visando, principalmente, à conservação e preservação deste acervo.

As obras em questão fazem parte do patrimônio da União, uma vez que o Museu Nacional de Belas Artes, detentor da guarda do acervo, é uma instituição sob a alçada do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura.

Ao retornarem ao Museu Nacional de Belas Artes, as obras passarão por restauro e higienização. Posteriormente, integrarão ações de circulação, por meio de exposições no próprio MNBA, em museus que integram a rede Ibram ou mesmo outras instituições nacionais e internacionais, considerando que o órgão tem como uma de suas finalidades contribuir para a divulgação e difusão dos acervos museológicos brasileiros.

A parceria entre o Ibram e o gabinete da Presidência da República, representado pela Diretoria de Documentação Histórica, é permanente e se traduz no desenvolvimento de ações de conservação e de preservação de obras que integram o acervo da Presidência da República e em outras atividades de colaboração voltadas ao aprimoramento das relevantes ações museológicas desenvolvidas.

Texto: Ascom/Ibram

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