MNBA celebra 80 anos de criação com uma série de atividades

Divulgação MNBA

Desenho de Grandjean de Montigny que integra a nova exposição do MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes/ Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), comemora, nesta sexta-feira (13), 80 anos de sua criação e preparou uma série de eventos para celebrar a data.

Abrindo a agenda de exposições de 2017, será inaugurada a mostra Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX – Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por Getúlio Vargas.

Grandjean de Montigny (1776-1850) desembarcou no Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Frances, chefiada por Joaquim Lebreton.

Os traços do arquiteto Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade do Rio, visando se adaptar ao novo status adquirido.

Para as curadoras da exposição, Laura Abreu e Claudia Ribeiro, a ideia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do início do século XIX, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua paisagem. A mostra exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  do Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.

Também no dia 13, haverá diplomação dos agraciados com o Prêmio Quirino Campofiorito, posse da diretoria da Associação de Amigos do MNBA, recital de violino e piano com Priscila Ratto e Katia Balloussier, lançamento dos livros Alegoria às Artes – Léon Pallière e trezena de São Sebastião, com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta. As atividades começam ao meio-dia e têm entrada franca. Saiba mais.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

Exposição Joaquim Lebreton e a Missão Francesa está em cartaz no MNBA

Apoteose de São Nicola

Apoteose de São Nicola: obra está em exposição no MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, inaugurou ontem (14), a exposição Joaquim Lebreton – do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro.

A mostra comemorativa dos 200 anos da chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil reúne cerca de 50 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e documentos.

O MNBA responde pela maioria das obras expostas, porém trabalhos relevantes da coleção do Museu Histórico Nacional/Ibram, da Fundação Biblioteca Nacional e do Museu D. João VI(EBA/UFRJ), completam a exposição.

Dividida em quatro módulos, a exposição congrega alguns importantíssimos acervos públicos, destacando a presença de obras de Taunay, Leandro Joaquim, Marc Ferrez, Pradier, Marc Ferrez, Grandjean de Montigny e Corrado Giaquinto, entre outros e poderá ser vista até 12 março de 2017. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/Divulgação

Exposição em Paris apresenta aquarelas de Debret produzidas no Brasil

A Maison de l’Amérique latine (Casa da América Latina) em Paris (França), completa 70 anos este mês e, para celebrar a data, recebe a mostra L’Atelier Tropical – Jean-Baptiste Debret.

Aquarela Tabacaria (1823) de Debret está na exposição

Aquarela Tabacaria (1823) de Debret está na exposição

A exposição, que faz parte das comemorações do bicentenário da Missão Artística Francesa, foi realizada em parceria com os Museus Castro Maya (Chácara do Céu e Museu do Açude), unidades do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro, que emprestaram 74 aquarelas originais de Debret (1768-1848).

A exposição será aberta dia 20 de outubro e fica em cartaz até 20 de dezembro. Em novembro, nos dias 25 e 26, acontece um simpósio científico internacional com o tema O momento em 1816 da ciência e das artes: perspectivas franco-brasileiras.

A mostra chega a Paris após um período em cartaz no Museu da Chácara do Céu e apresenta um panorama, sob a perspectiva do artista francês, das camada sociais que compunham a população brasileira da época, retratando índios, africanos escravizados, caboclos, mestiços e europeus em situações cotidianas. Saiba mais.

Missão Artística Francesa
O principal objetivo da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro em março de 1816, foi criar a Escola de Belas Artes. Além disso, esperava-se que os profissionais estrangeiros divulgassem a imagem modernizada da colônia portuguesa, que acabava de virar sede do Reino de Brasil, Portugal e Algarves.

De volta à França, após 15 anos no Brasil, Debret publicou o livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839), documentando aspectos da natureza, das pessoas e da sociedade brasileira no início do século XIX.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Casa da América Latina/Divulgação