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CNIC aprova mais de R$ 11 milhões para a área de museus no mês de maio

A 232ª Reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que teve lugar em Criciúma (SC) entre os dias 12 e 14 de maio, aprovou o montante de R$ 11.797.284,38 para 13 projetos na área de museus no Brasil.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) analisou e encaminhou seis projetos para a reunião, dentre eles proposta de aquisição da obra No Vento e Na Terra (1991), para o acervo da Fundação Iberê Camargo (RS), e o projeto A escola vai ao museu, que se propõe a realizar apresentações “museológicas-musicais” no Navio Museu Franco de Godoy, em Mogi Guaçu (SP).

Dentre outros projetos que foram analisados pelo Ibram, com pedido de reintegração de valor, estão a criação do Parque Tecnológico da nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro (RJ), e o levantamento, preservação, digitalização e disponibilização do acervo do Arquivo Histórico Municipal de Salvador (BA).

Já dentre os projetos analisados por outras vinculadas do Ministério da Cultura (MinC) destacam-se as exposições de gravuras do paisagista Roberto Burle Marx, de obras do Museu de Imagens do Inconsciente e de acervos de museus italianos relacionadas a São Francisco de Assis.

Composto por representantes da classe artística, empresarial, sociedade civil e do governo, a CNIC tem a função, entre outras, de analisar e oferecer pareceres para subsidiar decisões relativas à aprovação dos projetos culturais que se candidatam à captação de recursos de renúncia fiscal por meio da Lei Rouanet. Saiba mais sobre a CNIC no portal do MinC.

Texto: Geyzon Dantas (Ascom/Ibram)

Colóquios Museológicos recebe o Ministro Juca Ferreira nesta terça (19)

Nesta terça-feira (19), o Ibram realiza a primeira edição dos Colóquios Museológicos, com o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, que abordará o tema “Museus para todos”.  O evento acontece a partir das 15h30, na sede do Ibram, em Brasília, e terá transmissão ao vivo pela internet, através do endereço www.museus.gov.br.

Os Colóquios têm como proposta, dinamizar os espaços de eventos do Instituto, de forma que o Ibram passe a ser reconhecido também como um centro de estudos museológicos contemporâneos. A programação será permanente e contará sempre com a participação de convidados que irão abordar temas contemporâneos situados no campo de interesse dos museus.

Caravana da Cultura abre diálogo com artistas e gestores culturais de Minas Gerais

Roda da conversa com gestores culturais de Minas

Roda da conversa com gestores culturais de Minas

Nesta semana, Minas Gerais recebeu a Caravana da Cultura, do Ministério da Cultura. Promovida pelo MinC, a Caravana visa ouvir demandas e estreitar laços entre o governo e gestores, artistas e produtores culturais da região. Esta é a quarta edição do projeto, que já passou, neste ano, pelo Maranhão, Bahia e Ceará. O encontro começou com o Fórum Nacional de Secretários de Cultura das Capitais e Regiões metropolitanas, na quarta-feira (6) e terminou com uma roda de conversa, na tarde de quinta-feira (7).

A roda de conversa contou com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Carlos Brandão; o secretário de Articulação Institucional do MinC, Vinícius Wu; o diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, Leonardo Lessa; a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iphan/ MG), Célia Corsino; o assessor especial do MinC,  Fred Maia, e o secretário de cultura de Minas Gerais, Angelo Oswaldo.

Desburocratização, participação social na formulação de diretrizes, acesso mais democrático e contínuo a financiamentos, políticas culturais específicas para comunidades quilombolas e para o artesanato foram alguns dos questionamentos levantados pelo público durante roda de conversa. O objetivo do encontro foi ouvir demandas e estreitar laços entre ministério e sociedade.

Na ocasião, o presidente do Ibram destacou a importância da preservação da memória e de se pensar políticas públicas para museus. “Temos museus em cerca de 20% dos municípios brasileiros. É importante atentarmos para esse passivo no resguardo da memória”.

CNIC aprova captação de R$ 24,7 milhões para projetos na área de museus

A 230ª Reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada em Catalão (GO), entre os últimos dias 10 e 12, aprovou a captação de R$ 24.751.574 para projetos na área de museus.

A comissão apreciou neste encontro 18 projetos, sendo sete analisados pelo Instituto Brasileiro de Museus e onze por outras vinculadas do sistema MinC. Para as propostas analisadas pelo Ibram, todas aprovadas, foi autorizada a captação de R$ 15.402.943,06. Das sete propostas, três se referem a readequação de projetos. Para as demais propostas, foi autorizada a captação de R$ 9.348.630,94.

As propostas aprovadas contemplam projetos voltados à preservação e digitalização de acervos, assim como requalificação museográfica, revitalização, restauração, realização de exposições, ações educativas e lançamento de publicações, entre outras, que agora poderão captar recursos para sua execução via mecanismo de renúncia fiscal (Lei Rouanet).

Texto: Bruno Aragão

Carlos Roberto Brandão assume a presidência do Ibram

O novo presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Carlos Roberto Ferreira Brandão, tomou posse na manhã desta quarta-feira (25), em Brasília (DF). A cerimônia de posse, que teve lugar no edifício-sede do órgão, contou com a participação do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e do ex-presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.

Também participaram do ato a presidente do Iphan, Jurema Machado, os embaixadores do México, Holanda e Bélgica, representantes do Conselho Internacional de Museus (Icom), do Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico, do Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus e da Universidade de São Paulo (USP), diretores do Ibram, servidores e convidados.

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Novo presidente do Ibram afirmou seu compromisso com a Política Nacional de Museus, de cuja formulação participou.

Ex-diretor do Museu de Zoologia da USP, Carlos Roberto Brandão passa a ocupar o cargo em substituição a Angelo Oswaldo, que presidiu o Ibram de julho de 2013 a dezembro de 2014 e deixou o posto para assumir a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

O novo presidente do Ibram, que é graduado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade de São Paulo (USP), foi também pesquisador associado do Museu Americano de História Natural, colabora com comitês editoriais de revistas no Brasil e no exterior e integra a Câmara Setorial de Museus da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

Brandão foi membro suplente do Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, representando o setor de museus, membro do Comitê Executivo do Conselho Internacional de Museus (Icom) entre 2010 e 2013 e presidente do Comitê Brasileiro do Icom no período de 2006 a 2010.

Trajetória

Em sua primeira fala após a transmissão do cargo, o presidente empossado fez um resumo de sua trajetória na área museológica e afirmou seu compromisso com a Política Nacional de Museus, de cuja formulação participou como convidado – assim como da formulação do Estatuto de Museus e do ato de fundação do Ibram, em 2009 – destacando o amadurecimento do setor nos últimos anos.

“O Ibram consolidou a Política Nacional de Museus como política de Estado, política esta que já prevê formas de reflexão crítica e permanente nos nossos fóruns e encontros”, disse o novo presidente, ao citar ações desenvolvidas pelo Ibram nas áreas de fomento, informação, pesquisa e formação em Museologia, além de grandes eventos periódicos como a Semana Nacional de Museus, a Primavera dos Museus e o Fórum Nacional de Museus como indicativos de consolidação da PNM.

“Estes são antecedentes que apontam os muitos desafios para a gestão que se inicia”, afirmou Carlos Roberto Brandão, que destacou “a capacidade técnica, a disposição e empenho” que os servidores do Ibram espalhados pelo Brasil têm demonstrado e fez questão de firmar compromisso especial com a museologia social. “Os museus são uma reunião de saberes, objetos e conhecimentos que têm enorme potencial de transformar o mundo, de torná-lo mais justo e democrático. Esta tem sido uma marca do Ibram que pretendo manter e aprofundar”, disse.

Responsabilidade intransferível

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Ministro sublinhou a “qualidade técnica e experiência” do novo presidente e lembrou que o poder público continuará a ter papel central nas políticas para o setor de museus.

Após a assinatura do Termo de Posse, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, que destacou os museus entre os equipamentos culturais que terão prioridade em sua gestão, sublinhou a “qualidade técnica e experiência” do novo presidente. Destacou também que o poder público continuará a ter, no próximo ciclo, papel central nas políticas para o setor de museus.

“Sou a favor da parceria público-privada, mas a responsabilidade do Estado é incontornável e intransferível, principalmente nesta área”, disse o ministro, para quem os museus brasileiros têm como tarefa criar, de forma inventiva, pertencimento dentro da diversidade – desafio ainda maior em tempos de restrição orçamentária.

“Precisamos fortalecer os nossos museus, tanto ampliando a rede quanto qualificando e dando condições aos técnicos, aos museólogos, de construírem uma estrutura que esteja à altura da grandeza do País”, disse Juca Ferreira. “O momento é de dificuldade e ajustes, mas esta é a hora de qualificar programas, projetos, ações e continuar a batalha por recursos. O Ibram prova que é possível, faça chuva ou sol, construir políticas culturais para o país”, concluiu o ministro.

Após a cerimônia de posse, Carlos Roberto Ferreira Brandão participou de bate-papo com os servidores do Ibram em Brasília, quando respondeu a dúvidas sobre seus projetos para o órgão. Nesta quinta-feira (26), o novo presidente do Ibram participa de reunião do Núcleo Estratégico do Ministério da Cultura.

 

Texto: Ascom/Ibram

Fotos: Ascom/Ibram e Janine Moraes (Ascom/MinC)

MinC e GDF formalizam transferência de terreno para o futuro MNMAfro

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, e o governador do Distrito Federal (DF), Rodrigo Rollemberg, formalizaram ontem (10), em Brasília, a transferência de terreno para a construção do Parque Mandela e o lançamento do concurso internacional para o projeto arquitetônico do Museu Nacional da Memória Afrobrasileira (MNMAfro).

Juca Ferreira ao lado de Rodrigo Rollemberg (centro). Eneida Braga representou o Ibram

Juca Ferreira ao lado de Rodrigo Rollemberg (centro). Eneida Braga representou o Ibram

O governador do DF garantiu ao ministro a transferência do terreno, que estava prevista desde a gestão passada, mas que ainda não havia sido concluída.

O local escolhido fica ao lado da Ponte JK, às margens do Lago Paranoá – um dos cartões postais da cidade.

“O museu complementa o processo de afirmação de Brasília como capital cultural do Brasil. Então, é um passo importante que demos aqui”, afirmou Ferreira.

“O processo da discussão deste parque  já foi dado, inclusive, com a participação da comunidade de Brasília. A área já estava determinada. A parte administrativa e a jurídica já estavam concluídas e, hoje, fechamos politicamente”, concluiu.

Concurso e centro de referência
Com a transferência do terreno de 65 mil metros quadrados pela Terracap (Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal) para a União, o edital do concurso, que está a cargo do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-DF), poderá ser aberto para a participação de arquitetos de todo o mundo. A previsão é que o edital seja lançado no próximo dia 21 de abril – data em que se comemora o 55º aniversário da capital federal.

Os profissionais terão como base o termo de referência desenvolvido pela Fundação Cultural Palmares em conjunto com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e Fundação Casa de Rui Barbosa – entidades vinculadas ao Ministério da Cultura – e integrantes da comunidade onde o parque e o museu serão instalados.

A ideia do museu é ser um centro de referência da cultura negra, onde o visitante poderá, por meio do uso de tecnologia e interatividade, conhecer a trajetória dos povos afrodescendentes no Brasil e, efetivamente, reconhecer a sua importância na construção da identidade cultural do país.

O espaço também será destinado para pesquisa e atividades educacionais, reunindo patrimônios material (peças de museus públicos e privados e de coleções particulares) e imaterial (danças, brincadeiras, tradições orais), além de objetos que mostrem a trajetória da população negra, que, atualmente, corresponde a mais de 50% dos brasileiros. Continue lendo.

Texto: Ascom/MinC
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Janine Moraes/MinC

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MinC divulga composição da CNIC para o próximo biênio

O Ministério da Cultura (MinC) divulgou, na última semana, a nova composição da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) para o biênio 2015/2016.

O colegiado é formado por 21 integrantes, sendo sete titulares e 14 suplentes, das seguintes áreas: artes cênicas (circo, dança, teatro, ópera); audiovisual; música; artes visuais (digital, design, moda, fotografia); patrimônio cultural (material e imaterial); humanidades (livros, periódicos, publicações) e empresariado nacional (multiprodutos).

Composto por representantes da classe artística, empresarial, sociedade civil e do Estado, a CNIC tem a função, entre outras, de analisar e oferecer pareceres para subsidiar decisões relativas à aprovação dos projetos culturais que se candidatam à captação de recursos de renúncia fiscal por meio da Lei Rouanet.

A escolha dos integrantes da CNIC é feita pelo ministro da Cultura, com base em uma lista de 42 nomes indicados por 28 entidades habilitadas. A seleção deve levar em conta, além das áreas temáticas, a representação das cinco regiões do Brasil.

A Comissão reúne-se mensalmente para avaliar os projetos. Seis reuniões são em Brasília e outras cinco itinerantes, sendo uma em cada uma das regiões do País. A posse e treinamento dos novos integrantes da CNIC estão programados para a primeira semana de fevereiro.

Confira a lista completa de integrantes e o calendário da comissão para 2015.

Texto: Divulgação/MinC
Edição: Ascom/Ibram

Ministro Juca Ferreira parabeniza Ibram pelos seis anos de criação

Em nota publicada ontem (20), na página do Ministério da Cultura (MinC), o ministro Juca Ferreira manifesta-se pelos seis anos do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – órgão vinculado ao MinC e responsável pela política pública para o setor no país. Confira a íntegra da nota:

É com alegria que o Ministério da Cultura comemora o sexto ano de vida do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

O Ibram é resultado de uma nova maneira de lidar com as Políticas Culturais, estratégicas para o desenvolvimento humano, econômico e a cidadania plena.

Cabe a ele um papel estruturante diante dos desafios relacionados à memória, ao acervo e à difusão cultural do país. Precisamos valorizar os museus enquanto espaços de fruição estética, educação e conhecimentos.

A formulação do Plano Nacional de Museus foi produto de um amplo diálogo democrático e que tem como base uma visão contemporânea de políticas públicas para o setor.

Por entender que uma instituição não se constrói sem o empenho daqueles que fazem o seu dia-a-dia, saúdo a todos e todas, museólogos, servidores e colaboradores, para avançarmos com um Ibram cada vez mais forte e atuante.

Juca Ferreira
Ministério da Cultura

Transmissão de cargo de ministro da Cultura acontece na segunda (12)

A ministra interina da Cultura, Ana Cristina Wanzeler, passa a gestão do Ministério da Cultura (MinC) para Juca Ferreira nesta segunda (12), em cerimônia aberta ao público no Teatro Plínio Marcos (Complexo Cultural da Funarte), a partir das 10h30. O evento tem transmissão ao vivo via internet pela página do MinC.

Wanzeler ocupou o cargo por quase dois meses após a saída de Marta Suplicy, que reassumiu sua cadeira no Senado Federal. Juca Ferreira tomou posse no dia 1º de janeiro, durante cerimônia no Palácio do Planalto, na qual a presidenta reeleita, Dilma Rousseff, empossou outros 38 titulares de ministérios.

Ferreira ocupou, nos últimos dois anos, o cargo de secretário municipal de Cultura de São Paulo. Antes, havia sido ministro da Cultura, de julho de 2008 a dezembro de 2010, no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Presidência do Ibram
O escritor, curador, jornalista, advogado e gestor público Angelo Oswaldo, que presidia o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) desde julho de 2013, deixou o cargo para assumir a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, após convite do novo governador do Estado, Fernando Pimentel.

O então Assessor especial do Ibram Emerson José de Almeida Santos ocupa a presidência do órgão interinamente até a escolha de novo nome para o cargo.

Texto: Ascom/Ibram

Última CNIC do ano aprova captação de R$ 99,5 milhões para a área de museus

A 227ª Reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), ocorrida em Brasília (DF), entre os dias 2 e 4 de dezembro, aprovou a captação de cerca de R$ 99,5 milhões para o financiamento de projetos na área de museus.

Foram analisados 43 projetos no total, sendo 27 encaminhados à reunião e avaliados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e 16 por outras vinculadas do Ministério da Cultura (MinC). Todas as propostas foram aprovadas.

Para os 27 projetos analisados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), seis dos quais sendo pedidos de readequação, foi aprovada a captação de R$ 70.388.378,23.

Já os 16 projetos analisados por outras vinculadas do Sistema do Ministério da Cultura (MinC) tiveram aprovados a captação de R$ 29.133.876,15. O valor total aprovado soma R$ 99.522.254,38.

As propostas contemplam em sua maioria Planos Anuais de Atividades, além da realização de exposições e ações educativas, entre outras, que poderão agora captar recursos via mecanismo de renúncia fiscal da Lei Rouanet. Confira a lista completa dos aprovados.

Formada por representantes da sociedade civil e governo, a CNIC é o órgão colegiado que tem a missão de subsidiar as decisões do Ministério da Cultura (MinC) na aprovação dos projetos culturais com vistas à captação via renúncia fiscal. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

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