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Duas mostras estão em cartaz no Museu Regional de São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram está com duas exposições em cartaz: Memórias de Infância e Concerto.

Concerto do artista Guido Boletti, fica em cartaz no museu até o dia 29 de novembro. O trabalho do artista faz referência à relação entre a música e a pintura por meio da arte abstrata. O “músico das cores” expõe 22 obras que exibem o seu olhar no diálogo entre notas musicais e tintas que são retratadas em telas e esculturas.

Memórias da Infância é resultado do projeto de pesquisa e extensão de mesmo nome. Foram realizadas pesquisas e oficinas com funcionários do Museu Regional, estudantes do curso de Pedagogia da UFSJ e seus familiares, recuperandos da APAC e crianças albergadas na Casa Lar. A exposição conta, ainda, com a participação especial do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte. O objetivo do projeto é rememorar práticas culturais que caíram no esquecimento à medida em que o processo de industrialização se impôs e os brinquedos comprados tomaram conta do universo infantil. A mostra vai até 15 de dezembro.

O Museu

Aberto à visitação pública a partir de 1963, está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu Regional de São João del-Rei apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos XVIII e XIX, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

Circuito dos Órgãos Históricos de Minas Gerais recebe Cristina Banegas

A organista uruguaia Cristina Banegas, dedicada à pesquisa e recriação da música barroca, traz o estilo aos Órgãos Mineiros nos dias 15 e 18 de outubro.

Na quinta-feira, 15, o concerto acontece no Museu Regional, na cidade de São João del Rei, às 18h30. Já em Mariana, a organista se apresenta na sexta-feira, dia 16, às 11h30, e no domingo, 18, às 12h15. Ambos os concertos são ao Órgão Arp Schnitger, na Catedral da Sé.

Cristina García Banegas

A musicista uruguaia é professora de Órgão na Escuela Universitaria de Música de Montevideo desde 1985. Foi aluna de René Bonnet e de Renné Pietrafesa, estudou no Conservatório de Genebra sob orientação de Lionel Rogg e em Paris sob orientação de Marie Claire Alain. É fundadora da Ensemble Vocal e Instrumental De Profundis, grupo que atua desde 1987 na pesquisa e recriação de música barroca latino-americana. Criou e é diretora artística do Festival Internacional de Órgãos do Uruguai. A organista recebeu várias premiações internacionais, além disso faz excursões regularmente pela Europa, Estados Unidos, Ásia e América Latina como solista e também com o grupo De Profundis. Seu projeto mais recente, Piazzolla ao encontro de Bach, foi selecionado para a premiação do Fundo para a Cultura do Ministério da Cultura do Uruguai (2011/2012).

Serviço

Cristina García Banegas (órgão)

Dia 15/10 – domingo, às 18h30
Museu Regional de São João del-Rei/Ibram
Apresentação gratuita!

Cristina García Banegas (órgão)

Dia 16/10 – sexta-feira, às 11h30

Dia 18/10 – domingo, às 12h15
Na Catedral da Sé de Mariana/MG

Ingressos a partir de R$ 30,00 (inteira)
Informações: (31) 3558-2785 / orgaodase@uai.com.br / www.orgaodase.com.br

Museu Regional de São João del-Rei abre mostra sobre memórias indígenas

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram realiza a exposição de curta duração Memórias Indígenas: a história que não nos contaram. A inauguração será dia 24 de setembro às 19h no próprio espaço do Museu. A programação faz parte da 9ª Primavera de Museus.

O conteúdo da exposição foi idealizado a partir de dados coletados também na própria região. Professores da Universidade Federal de São João del-Rei e pessoas da comunidade contribuíram para o processo de pesquisa e enriquecimento da mostra.

O Museu

Aberto à visitação pública a partir de 1963, está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu Regional de São João del-Rei apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos XVIII e XIX, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

Serviço
Exposição “Memórias Indígenas: a história que não nos contaram”.
24/09 (quinta feira), às 19h
No Museu Regional – São João Del Rei/MG
Entrada gratuita.

Lenda da Mãe do Ouro é tema da semana do folclore em São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram promove a I Semana do Folclore entre os dias 15 e 22 de agosto. O tema é a Mãe do Ouro, conto popular conhecido na região. Algumas pessoas afirmam que a lenda se trata do espírito guardião que surge na forma de uma bola luminosa defendendo seu território onde guarda ouro.

I Semana de Folclore contará com apresentação cultural, oficina, palestra, visita interativa e exposição. Essas atividades revivem a lenda da Mãe do Ouro contada de geração em geração em São João del-Rei, onde vários moradores já a teriam visto. A programação será toda gratuita, exceto a apresentação do Espetáculo Cultural Lendas São-joanenses. Para algumas atrações será necessário fazer a inscrição antecipada devido ao limite de pessoas. A programação completa está disponível no blog do Museu.

Museu da Inconfidência receber mostra com fotografias de Alfredo Ferreira Lage

Avant l’orage (Antes da Tempestade). Juiz de Fora, MG, c. 1904, de Alfredo Ferreira Lage

Avant l’orage (Antes da Tempestade). Juiz de Fora, MG, c. 1904, de Alfredo Ferreira Lage

Nesta sexta-feira (14), o Museu da Inconfidência (Ibram/MinC), que fica em Ouro Preto (MG), inaugura a mostra Simetria e permanência: a arte na fotografia de Alfredo Ferreira Lage. A exposição reúne um conjunto de fotografias feitas pelo colecionador e fundador do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), e revela sua relação com a fotografia, especialmente no registro das paisagens e das personagens que o inspiraram, como composições bucólicas, vistas rurais e aspectos da fauna e flora mineira.

Com curadoria de Pedro Vasquez, Aldo Araújo, Janine Ojeda e Margareth Monteiro e reprodução e o tratamento digital das imagens de Thiago Barros, a exposição é coordenada pela Expomus, tem o patrocínio da Petrobras e é promovida em parceria com a Fundação Museu Mariano Procópio, detentor do acervo que será exposto. A mostra ocupará a Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I do Museu da Inconfidência, tem entrada gratuita e ficará em exibição até o dia 6 de setembro, de terça-feira a domingo, das 10 às 18h.

Alfredo Ferreira Lage

Nascido em Juiz de Fora, em 1865, Alfredo é filho do comendador Mariano Procópio Ferreira Lage. Em 1903, criou e presidiu o Photo Club Rio de Janeiro junto com Sylvio Bevilacqua, Barroso Neto e Guerra Duval, o que torna sua obra precursora dos fotoclubes no Brasil. Teve vários trabalhos premiados com medalha de ouro em exposições realizadas no Rio de Janeiro, em 1908, e na cidade italiana de Turim, em 1911, como a imagem alegórica Nouvelles de l’absent, mostrando uma jovem de costas lendo uma carta, segundo o gosto romântico da época. Abriu o Museu Mariano Procópio como espaço particular à visitação, fundando-o oficialmente em 1921. No ano seguinte, inaugurou a Galeria de Belas Artes do Museu Mariano Procópio, com apoio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do qual se tornou membro posteriormente. Em 1936, Alfredo fez a doação do Museu Mariano Procópio para o município de Juiz de Fora e criou o Conselho de Amigos do Museu Mariano Procópio. Morreu no Rio de Janeiro, aos 79 anos de idade.

PAC 2: Museu do Ouro inicia trabalhos de requalificação em Sabará (MG)

Trabalho arqueológico no Museu do Ouro

Trabalho arqueológico em terreno onde será construído anexo do Museu do Ouro

No dia 22 de junho, o Museu do Ouro/Ibram, em Sabará (MG), por intermédio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Cidades Históricas, deu início a um conjunto de ações que visam a sua requalificação como instituição museológica.

Nesta primeira fase, foram liberados R$ 180 mil em recursos para a conclusão dos trabalhos de prospecção arqueológica, em terreno onde será construído um anexo técnico-administrativo, bem como os projetos arquitetônicos da nova construção e de reforma do prédio histórico do museu, com previsão de término em setembro.

História
O Museu do Ouro foi criado pelo Presidente da República Getúlio Vargas, por intermédio do Decreto-Lei n° 7.483, de 23 de abril de 1945, sendo a instituição oficialmente inaugurada no dia 16 de maio de 1946.

Instalado em um prédio em estilo colonial de meados do século XVIII, antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, O acervo é constituído por instrumentos, mobiliário, prataria, armaria, peças de arte sacra e objetos ligados a prática da mineração (séculos 18 e 19).

O museu, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), é aberto ao público, de terça-feira a sexta-feira, das 10 às 17 h e sábados e domingos das 12 às 17 h. Saiba mais sobre o Museu do Ouro em Sabará.

Texto e foto: Divulgação Museu do Ouro

Abertura de exposição no Museu Regional de São João del-Rei atrai visitantes

Largo Tamandaré lotado na abertura da exposição

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram, em Minas Gerais (MG), inaugurou na quinta-feira (14), a exposição Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma… Inclusive o homem.

O evento reuniu mais de 200 pessoas no Largo Tamandaré e contou com uma apresentação musical de Clebson Cunha, que compôs uma música especialmente para a exposição. Em seguida, foi exibido um documentário de Diego Garcia sobre os artistas da exposição.

De curta duração, a exposição reúne obras de artistas da região, entre eles Wangui, Sávio de Paula, Patrícia Monteiro, Rômulo Chaves e Oficina de Agosto, concebidas a partir de materiais descartados na natureza.

Detalhe de obra em exposição em São João del-Rei

A utilização de materiais recicláveis em todas as obras visa estimular a reflexão do público sobre o descarte do lixo, que pode ser reutilizado e transformado em expressão artística.

A exposição é fruto de uma parceria com a ONG Atuação, Escola Municipal Kleber Vasques Filgueiras e APAC e ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, com funcionamento de segunda a domingo, das 9h às 17h30min. A entrada é gratuita. Saiba mais no blogue do museu.

Texto e fotos: Divulgação Museu Regional de São João del-Rei
Edição: Ivy Fermon (Ascom/Ibram)

Caravana da Cultura abre diálogo com artistas e gestores culturais de Minas Gerais

Roda da conversa com gestores culturais de Minas

Roda da conversa com gestores culturais de Minas

Nesta semana, Minas Gerais recebeu a Caravana da Cultura, do Ministério da Cultura. Promovida pelo MinC, a Caravana visa ouvir demandas e estreitar laços entre o governo e gestores, artistas e produtores culturais da região. Esta é a quarta edição do projeto, que já passou, neste ano, pelo Maranhão, Bahia e Ceará. O encontro começou com o Fórum Nacional de Secretários de Cultura das Capitais e Regiões metropolitanas, na quarta-feira (6) e terminou com uma roda de conversa, na tarde de quinta-feira (7).

A roda de conversa contou com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Carlos Brandão; o secretário de Articulação Institucional do MinC, Vinícius Wu; o diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, Leonardo Lessa; a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iphan/ MG), Célia Corsino; o assessor especial do MinC,  Fred Maia, e o secretário de cultura de Minas Gerais, Angelo Oswaldo.

Desburocratização, participação social na formulação de diretrizes, acesso mais democrático e contínuo a financiamentos, políticas culturais específicas para comunidades quilombolas e para o artesanato foram alguns dos questionamentos levantados pelo público durante roda de conversa. O objetivo do encontro foi ouvir demandas e estreitar laços entre ministério e sociedade.

Na ocasião, o presidente do Ibram destacou a importância da preservação da memória e de se pensar políticas públicas para museus. “Temos museus em cerca de 20% dos municípios brasileiros. É importante atentarmos para esse passivo no resguardo da memória”.

MinC tomba acervo do Museu de Artes e Ofícios, em Minas Gerais

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Com peças originais dos séculos XVIII ao XX, a coleção que deu origem ao museu foi iniciada há cerca de 50 anos e contempla os mais variados ofícios do homem brasileiro.

O Ministério da Cultura (MinC) homologou nesta quarta-feira (6), através da Portaria nº 31, publicada no Diário Oficial da União, o tombamento do acervo do Museu de Artes e Ofícios (MAO), situado em Belo Horizonte (MG).

Assinada pelo ministro Juca Ferreira, a portaria oficializa proposta aprovada pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em sua 77ª reunião, realizada em novembro de 2014.

O conselho, que conta com representação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), é integrado por especialistas de áreas como Cultura, Turismo, Arquitetura e Arqueologia, e avalia processos de tombamento e registro de bens culturais materiais e imateriais.

Aberto em 2005, o Museu de Artes e Ofícios está situado na Praça da Estação, no centro histórico da capital mineira, e abriga um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios no Brasil.

Com peças originais dos séculos XVIII ao XX, a coleção que deu origem ao museu foi iniciada há cerca de 50 anos e contempla os mais variados ofícios do homem brasileiro, reunindo ferramentas, utensílios, máquinas e equipamentos diversos que explicitam a história do trabalho em nosso país. Saiba mais.

Museu Regional de São João del-Rei tem nova diretora

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Rosiane Nunes é a nova diretora do Museu Regional de São João del-Rei

Esta semana foi nomeada, em portaria no Diário Oficial da União, a nova diretora do Museu Regional de São João del-Rei (MG) – instituição que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Rosiane da Silva Nunes, natural de Olímpia (SP), tomará posse no dia 3 de fevereiro e entrará em exercício imediatamente.

Formada em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas (SP), optou pelas áreas de pesquisa em patrimônio cultural, patrimônio cultural imaterial, museologia e sociomuseologia.

Entre os anos de 2007 e 2010, Rosiane Nunes atuou como coordenadora no Museu de História e Folclore Maria Olímpia; e, entre 2012 e 2014, trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em São Paulo, com experiência como consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Trabalho integrado
Doutoranda e mestre em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), em Lisboa, (Portugal), a nova diretora desenvolve projeto com o tema Museus e o Patrimônio Imaterial , tendo no mestrado realizado o projeto Unesco: Patrimônio Imaterial e Sociomuseologia.

“Espero atender às expectativas do Ibram e de todos que vivenciam o Museu Regional de São João del-Rei,” diz Rosiane Nunes. “Pretendo, em conjunto com todos os envolvidos, contribuir para viabilizar as necessidades materiais, manter o público, aproximar os diversos outros públicos que não estão habituados a ser parte deste processo,” planeja.

A nova diretora do museu mineiro passou por um processo seletivo, via chamada pública, que constou de análise de currículo, conhecimentos relacionados ao campo museal, avaliação de Plano de Trabalho e entrevista. Saiba mais sobre outros processos seletivos em andamento para dirigentes de museus Ibram.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/acervo pessoal

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