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M. Regional de Caeté participa da festa da padroeira da cidade

O Museu Regional de Caeté, pelo terceiro ano consecutivo, participou da procissão realizada em homenagem a Nossa Senhora do Bom Sucesso, padroeira da cidade. As festividades iniciaram-se no início do mês de agosto e terminaram dia 15, dia da Assunção de Nossa Senhora.

A procissão, que encerra as festividades, sempre conta com a participação de milhares de fiéis e é a maior festa da cidade. O Museu, que se situa no trajeto da procissão, homenageia a passagem da imagem, com execução de “Ave Maria”.

 Neste ano, a homenagem contou com partipação de um quinteto de saxofones, que emocinou o público com sua interpretação. Essa iniciativa está inserida na proposta que o Museu Regional de Caeté possui de aproximação e participação direta com a comunidade.

 Fonte: Museu Regional de Caeté

Museu da Inconfidência expõe arte indígena

Ritual da Imagem – Arte Asurini do Xingu. Esse é o nome da exposição que o Museu da Inconfidência, em parceria com o Museu do Índio (Funai/RJ), traz a Ouro Preto (MG). A inauguração coincidirá com o Dia Nacional da Cultura, 5 de novembro, a partir das 20h30, na Sala Manoel da Costa Athaide (Anexo I do museu). No auditório, será exibido making of das peças confeccionadas este ano pelas índias do médio rio Xingu. A curadoria da exposição é da professora e antropóloga Regina Polo Müller.

O objetivo da mostra é apresentar a arte indígena como bem cultural, que traz o modo de viver de um povo – um patrimônio a ser preservado. Serão valorizados os modos de fazer tradicionais da cerâmica e do grafismo Asurini, promovendo a transmissão dos saberes entre as gerações. O público poderá conferir arte cerâmica, grafismo, pintura corporal e peças do acervo do Museu do Índio do Rio.

Hoje, o grupo Asurini soma cerca de 150 pessoas, falantes da língua Asurini, da família linguística Tupi-guarani. A aldeia localiza-se a poucas horas da cidade de Altamira (PA). Na sua economia atual, comercializam a produção de objetos da cultura material, dentre eles, as peças da arte cerâmica que os distinguem fortemente dos outros povos indígenas brasileiros por sua elaborada decoração com desenhos geométricos e acabamento em verniz vegetal.

Museu do Índio – O Museu do Índio, órgão científico-cultural da Fundação Nacional do Índio (Funai), foi criado por Darcy Ribeiro, no bairro do Maracanã, no Rio de Janeiro, em 1953. É a única instituição oficial no País dedicada às culturas indígenas. Hoje, possui rico acervo relativo à maioria das sociedades indígenas contemporâneas: 16 mil publicações nacionais e estrangeiras especializadas em Etnologia e áreas afins na Biblioteca Marechal Rondon, uma das mais completas e especializadas da América do Sul em temática indígena; mais de 70 mil documentos audiovisuais em diversos tipos de suporte, parte já digitalizada e armazenada em CD-Roms; 126 mil documentos textuais de valor histórico sobre os diversos grupos indígenas e cerca de 200 filmes, vídeos e gravações sonoras. (Fonte: www.museudoindio.gov.br)

Tancredo Neves em exposição no Museu Regional São João del-Rei

A exposição Tancredo Neves e a redemocratização brasileira chega ao Museu Regional de São João del-Rei, no dia 3 de setembro. A mostra, em parceria com o Museu da República, apresentará 50 capas históricas do Jornal do Brasil, a partir do acervo do Centro de Pesquisa e Documentação (CPDOC).

O objetivo da exposição é homenagear não apenas o político Tancredo Neves, que assumiu uma postura conciliatória em prol da restauração da democracia, como também os 25 anos da Nova República, inaugurada em 1985.

Além das capas de jornais que esclarecem o processo de abertura política desde a campanha pela anistia até a morte de Tancredo, serão apresentados banners com reproduções das charges dos artistas Lan e Loredano que foram publicadas nas páginas do JB.

O Museu Regional de São João del-Rei fica na Rua Marechal Deodoro, n. 12 – Centro – São João del-Rei, MG. Informações: (32) 3371-7663 ou mursjdr@iphan.gov.br.

Batalha dos Guararapes em exposição no Museu da Inconfidência

O Museu da Inconfidência apresenta, até 18 de julho, a exposição Um olhar sobre a batalha de Guararapes: Interfaces. Em parceria com o Museu Nacional de Belas Artes, a mostra traz aspectos do episódio ocorrido no século XVII, revelando a sua relação com a Conjuração Mineira.

Na mostra, os visitantes poderão apreciar obras de Victor Meirelles, datadas de 1870, que retratam a vitória de brancos, negros e índios brasileiros contra a ocupação Holandesa, em 19 de abril de 1648. Como forma de interface entre os eventos – Batalha do Guararapes e Conjuração Mineira – ficará em exposição o busto em bronze de Joaquim José da Silva Xavier, o mártir Tiradentes, feito por Décio Villares.

A visitação é gratuita, de terça a domingo, das 12h às 18h. A Sala Manoel da Costa Athaide, fica no anexo do Museu da Inconfidência, na rua Vereador Antônio Pereira, 33, Centro, em Ouro Preto-MG. Informações: (31) 3551-1121 ou museudainconfidencia.wordpress.com.

Taquaril – BH se articula para criação de Ponto de Memória

Moradores discutem a importância do museu para a comunidade
Identidade, território, pertencimento, conquista, história, memória e museu foram alguns dos assuntos discutidos nas oficinas do seminário realizado pelas lideranças do bairro Taquaril, em Belo Horizonte, no último sábado (20), para criação do Ponto de Memória Museu do Taquaril.

O evento, realizado na Escola Municipal Alcida Torres, reuniu cerca de 60 pessoas, dentre representantes de associações, ONG’s, grupos culturais, idosos, estudantes, universitários, profissionais das áreas da saúde e educação e da equipe do projeto Pontos de Memória, do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram. A abertura contou com a apresentação dos grupos de dança afro Calanga e de percussão Alto Batuque, que se apresentaram no último carnaval na Colômbia e oferecem aulas gratuitas aos moradores do bairro.

Na mesa de abertura, a presidente da ONG Cem por cento Taquaril, Maria Thereza de Oliveira, disse ser um desejo da comunidade a criação do Ponto de Memória. “O museu será um espaço de relação dos moradores com o bairro. Temos os idosos com a história e o jovens com a crítica. E nossa história de participação é forte, somos incubadores de projetos sociais.”

Em seguida, o rapper e líder comunitário Wdois enfatizou a satisfação em participar de uma proposta criada a partir da comunidade e a favor da identidade local. “Estamos aqui para garantir e fiscalizar que este projeto não será apropriado e manipulado por partidos políticos. Com o museu, teremos a capacidade de construir um bairro melhor. A identidade do Taquaril precisa ser mostrada na comunidade, porque a mídia não sabe expressar nossa realidade.”

A coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram, Marcelle Pereira, falou sobre a proposta do Instituto voltada às comunidades por meio do projeto Pontos de Memória. “Estamos trabalhando para que os museus cheguem às comunidades e sejam por elas apropriados. E é por isso que são vocês que decidirão como será este museu.”

Na ocasião, a socióloga e líder comunitária Leila Regina da Silva lembrou da história do bairro marcada pela discriminação e luta pela conquista de território. “O Taquaril era considerado o lugar que tinha tudo de ruim e, por isso, os moradores carregavam esse estigma. Hoje estamos dando outra dimensão para a comunidade. Nossa identidade é marcada pela conquista do espaço. A luta é nosso patrimônio e deve fazer parte de nosso museu”.

Uma das ideias sugeridas para o museu é a criação de um acervo digital a partir do registro das histórias dos moradores. Segundo a museóloga Hélvia Vorcara, que tem apoiado a proposta, “Também seria interessante que o museu abrigasse uma escola de fotografia e cinema, para formação de jovens, e um ateliê de conservação de acervos, com a produção de embalagens de arquivos, para fornecer às bibliotecas e museus da cidade”.

A partir de seis reuniões, a comunidade já está articulando um terreno para construção do museu e pensando em organizar um “chá de museu”, para aquisição de acervo.

Ao final do seminário, houve a eleição dos membros do conselho deliberativo que dará andamento ao projeto de criação doPonto de Memória Museu do Taquaril.

Taquaril - Com 25 anos de existência, o bairro é considerado a maior periferia de Belo Horizonte, fazendo fronteira com o município de Sabará. Sua formação é marcada por lutas pela moradia e pelo engajamento da população em movimentos sociais. O bairro agrega muitos trabalhadores, associações, ONGs e grupos culturais.

Pontos de Memória – O projeto tem como objetivo apoiar a criação de museus comunitários, orientando e mobilizando as comunidades no sentido de apóias-las na valorização e proteção da memória social e coletiva a partir de seus moradores, suas origens, histórias e valores. A expectativa é de que a iniciativa se transforme numa referência para a comunidade e num ponto de dinamização das atividades culturais e socioeducativas locais. A iniciativa é resultado de parceria entre os Programas Mais Cultura, do Ministério da Cultura, através do Ibram, e do Pronasci, do Ministério da Justiça, com apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.

Mais informações com Sara Couto, Pontos de Memória – Departamento de Processos Museais – Ibram, no (61) 2024 6211

Comunidade de Taquaril – BH vai criar Museu

Moradores do bairro de Taquaril, em Belo Horizonte, vão realizar neste sábado, 20 de fevereiro, o Seminário de Apresentação e Criação do Ponto de Memória Museu do Taquaril, com a participação de lideranças comunitárias, autoridades e representantes do Programa Pontos de Memória. O evento vai ocorrer das 13h30 às 18h30, na Escola Municipal Professora Alcidas Torres (Rua Alvares Fernandes, 186, Bairro Taquaril, Belo Horizonte-MG.

O Museu do Taquaril tem como meta agregar e fortalecer a cultura local, através da preservação e valorização da memória e cultura de seus moradores. De acordo com a coordenadora do projeto, a muséologa Hélvia Vorcara, uma das ideias para o museu é a criação de uma vídeo-cabine, onde serão registradas histórias de moradores da comunidade para a criação de um acervo digital. “Também pretendemos abrigar no museu uma escola de fotografia e cinema, para formação de jovens, e ainda um ateliê de conservação de acervos, com a produção de embalagens arquivísticas, para fornecer às bibliotecas e museus da cidade”, diz.

Após seis reuniões, a comunidade já conseguiu um lote no Taquaril para a construção do ponto de memória, contratou um arquiteto e também vai organizar um “chá de museu”, para aquisição de acervo.

Além da apresentação do projeto à comunidade, durante o evento haverá eleição de um conselho e oficinas sobre os temas Memória e Identidade; Território e Pertencimento; e Museologia Social.

Pontos de Memória – O Museu de Taquaril integra o Programa Pontos de Memória, que tem como objetivo apoiar a criação de museus comunitários em regiões metropolitanas do país, orientando e mobilizando as comunidades no sentido de apóiá-las na proteção e potencialização da memória social e coletiva a partir de seus moradores, suas origens, histórias e valores. A expectativa é de que a iniciativa se transforme numa referência para a comunidade e num ponto de dinamização das atividades culturais e socioeducativas locais.
O Programa é resultado da parceria entre os Programas Mais Cultura, do Ministério da Cultura, através do Ibram, e do Pronasci, do Ministério da Justiça, com apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.

Taquaril – O Conjunto Taquaril está localizado na região leste de Belo Horizonte e faz divisa com o município de Sabará. A ocupação do local teve início em 1981, numa área que pertencia a CODEURB – Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado de Minas Gerais e parcelada em sítios. A população é de 7,7 mil pessoas. Atualmente, projetos, movimentos e grupos culturais vêm promovendo uma efervescência local e conquistando a comunidade, tais como o grupo Juventude Hip Hop, que promove o Nós do Morro: A cultura da massa brasileira, um evento que tem como objetivo reunir manifestações artísticas da comunidade, numa mostra de música e dança voltada a toda a cidade.

Mostra fotográfica revela transformações de São João del-Rei

A fotografia de André Bello: Referências do Passado
A mostra A fotografia de André Bello: Referências do Passado – Visões de Futuro foi inaugurada no último dia 10, no Museu Regional de São João del-Rei. No mês de comemoração do aniversário do município, a exposição apresenta o legado de produções fotográficas das três primeiras décadas do século XX com imagens da cidade, registrando a sociedade, os habitantes ilustres, o comércio, as propagandas e as cenas característas da época.

Um dos destaques da mostra de André Bello (1879-1941) é o álbum fotográfico São João del-Rei (1918), por registrar o processo de mudança de ocupação do centro urbano e dos costumes da população, dando a tudo o que aconteceu na cidade um lugar no tempo e na história.

A exposição está aberta diariamente, das 9h às 19h, na sala de curta duração do Museu Regional de São João del-Rei, situado à Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro – São João del-Rei -MG.

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