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A arte da tapeçaria portuguesa no Museu Histórico Nacional (RJ)

A exposição A arte da tapeçaria – tradição e modernidade, aberta no dia 13 de junho no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), apresenta ao público o trabalho realizado há mais de 65 anos pela Manufactura de Tapeçarias da cidade portuguesa de Portalegre.

Integram a exposição 28 tapeçarias de consagrados artistas contemporâneos, entre os quais Le Corbusier, Jorge Martins, Vieira da Silva e Vik Muniz.

A exposição, em cartaz até 18 de agosto, faz parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. Promovida pelo Espírito Santo Cultura, a mostra esteve anteriormente no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, em São Paulo (SP).

A exposição mostra em vídeo e por meio de peças originais todas as etapas do processo criativo e tecnológico que envolve intensa colaboração: os cartões criados pelos artistas com as obras de arte para tapeçaria, a transposição pelos designers para os desenhos de tecelagem e, finalmente, a execução das obras em teares manuais pelas tecedeiras, que mantêm total fidelidade às concepções originais. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Memória: Política Nacional de Museus completa dez anos de lançamento

Há exatamente 10 anos, no dia 16 de maio de 2003, em meio às comemorações do Dia Internacional de Museus (18 de maio), o Ministério da Cultura (MinC) lançou a Política Nacional de Museus (PNM), em evento no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro – hoje integrante da estrutura do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Lançamento da PNM aconteceu no Museu Histórico Nacional em 2003

O principal objetivo da PNM consiste em promover a valorização, a preservação e a fruição do patrimônio museológico brasileiro a partir de sua diversidade cultural e, com isso, desenvolver e revitalizar as instituições museológicas.

A PNM define sete eixos programáticos que norteiam as ações voltadas para os museus: gestão e configuração do campo museológico; democratização e acesso aos bens culturais; formação e capacitação de recursos humanos; informatização de museus; modernização de infraestruturas museológicas; financiamento e fomento para museus; e aquisição e gerenciamento de acervos museológicos.

Como reflexo da PNM, o campo museal brasileiro fortaleceu-se institucionalmente e passou a ser prioridade de governo. Um dos primeiros desdobramentos da nova política foi a criação do Departamento de Museus e Centros Culturais, no âmbito do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC). Na sequência, foi criado o Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Em 2006, aconteceu a implantação do Cadastro Nacional de Museus (CNM), importante ferramenta para mapear e estudar os museus brasileiros. Também a política de fomento e financiamento foi reformulada e ampliada neste período. Em 20 de janeiro de 2009, foi sancionada a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Lei 11.906/2009).

Estatuto de Museus e PNSM
Em consonância com a Política Nacional de Museus foi criado o Estatuto de Museus, uma das principais ferramentas para a construção de políticas museais. Instituído pela Lei 11.904, de 14 de janeiro de 2009, o estatuto possibilitou a regulamentação e o reconhecimento público dos museus em toda a sua diversidade, sejam eles criados a partir do Estado ou a partir de iniciativas de grupos sociais diversos.

O objetivo era assegurar a implantação de conceitos e de práticas museológicas essenciais, tais como o direito à memória e a valorização da diversidade cultural, promovendo o diálogo entre os múltiplos setores que formam a sociedade.

Durante o 4º Fórum Nacional de Museus, realizado em Brasília, em 2010, outra importante ferramenta para o setor, o Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM), teve suas propostas amplamente discutidas. O resultado foi um conjunto de propostas que apontaram ações, a serem desenvolvidas até 2020, e que compuseram o Plano Nacional de Cultura (PNC).

 

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo Ascom/Ibram

Duas exposições em cartaz no Museu Histórico Nacional (RJ)

O Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, exibe ao público, desde 9 de abril, duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas nas esculturas das artistas Alice Pitaluga, Dirce Cavalcanti (Darja), Maria Isabel Fragoso (Mabel) e Teresa Oliveira Santos. A exposição pode ser vista até 26 de maio.

Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional, em cartaz até 28 de julho, reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios e objetos da Capela Imperial.

A coleção de marfins religiosos, hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional,  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933, sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o então Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e fez a doação ao MHN. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MHN

Museu Imperial recebe pontuação máxima no Guia Quatro Rodas

O Museu Imperial (Ibram/MinC), localizado em Petrópolis (RJ), é um dos oito museus brasileiros classificados pelo Guia Quatro Rodas 2013 como “cinco estrelas”. A publicação anual, que apresenta e atribui notas a hotéis, restaurantes e atrações de todo o Brasil é um importante guia de viagem do país.

Também foram considerados “cinco estrelas” os museus Catavento Cultural, Museu da Língua Portuguesa, MASP, Museu do Futebol e Pinacoteca do Estado de São Paulo, todos na capital paulista; o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre; e o Instituto Inhotim, de Brumadinho (MG).

Dos museus classificados como “quatro estrelas”, quatro integram a estrutura do Ibram: Museu da República, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Histórico Nacional, localizados no Rio de Janeiro; e Museu da Inconfidência, de Ouro Preto (MG).

Classificação

Na categoria “atrações”, o Guia Quatro Rodas pontua museus, centros culturais, parques e outros atrativos da seguinte forma: uma estrela – “de algum interesse”; duas estrelas – “interessante”; três estrelas – “muito interessante”; quatro estrelas – “não deixe de ir”; cinco estrelas – “vale a viagem”.

No caso do Museu Imperial, a publicação justifica a classificação como “cinco estrelas” afirmando que “além de fazer parte da história do país, reúne relíquias, como móveis, joias e documentos do Segundo Reinado (1840-1889)”. O texto destaca entre os pontos de interesse a Sala das Joias e os espetáculos Som e Luz e Um Sarau Imperial.

“A classificação é o reconhecimento do acervo do Museu Imperial como referência nacional para o estudo do período imperial brasileiro, bem como uma opção permanente de entretenimento cultural para brasileiros e estrangeiros”, afirma o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr  

Conheça os Museus do Ibram

Texto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom Ibram

Museu Histórico Nacional inaugura duas exposições nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9), às 12h30, o Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, abre ao público duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas em cada peça exposta a partir do talento das artistas Alice Pittaluga, DAJA, Mabel e Teresa Oliveira. A arte é enfocada por essas quatro visões, todas elas com interpretações que misturam linhas, curvas, formas, cores, luzes e sombras, gerando um conjunto harmônico que eterniza o movimento em singulares esculturas e pinturas. 

 Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios  e objetos da Capela Imperial.

Coleção de marfins religiosos

Abrem a exposição três esculturas em marfim – duas imagens de São Francisco de Assis (1182-1226) e uma de São Francisco Xavier (1506-1552), em uma homenagem ao Papa Francisco. Essas três esculturas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade das mesmas, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata.

 A coleção de marfins religiosos hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933 sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e a doou ao Museu Histórico Nacional.

Visitação

O MHN fica na Praça Marechal Âncora s/nº (próximo à Praça XV), no Rio de Janeiro. A visitação às duas exposições está aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

Mais informações podem ser conseguidas na página do Museu, pelo telefone (21) 2550.9220 ou pelo e-mail mhn.comunicacao@museus.gov.br.

Texto: Divulgação Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC)

Começa Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional

Começou nesta segunda-feira, 1º de outubro, no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), o Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate (1922-2012). O encontro vai até quarta-feira (3) com uma programação extensa no Rio de Janeiro.

Anualmente o MHN, com o apoio do Ibram e parcerias com universidades, instituições culturais e de pesquisa, do Brasil e do exterior, realiza em outubro, mês de sua criação, um seminário internacional abordando temas das áreas das ciências humanas e sociais.

Em 2012, em comemoração aos seus 90 anos de existência, o MHN dedica o seminário à reflexão e ao debate sobre sua trajetória de nove décadas, período em que se tornou referência em diversas áreas do campo museal, com destaque para o ensino da museologia.

Criado em 1932, o Curso de Museus do MHN deu origem à atual Escola de Museologia da UNIRIO, primeira instituição de ensino superior em museologia na América Latina e, este ano, parceira do MHN na realização deste seminário, quando comemora 80 anos de formação de museólogos.

O MHN foi ainda pioneiro na política de preservação do patrimônio nacional com a Inspetoria de Monumentos Nacionais, que funcionou entre 1934 e 1937.

Confira a programação do evento na página do MHN.

Museu Histórico Nacional completa 90 anos com programação especial no RJ

Sediado no Rio de Janeiro (RJ) e vinculado ao Ibram/MinC, o Museu Histórico Nacional (MHN) completa 90 anos de existência no dia 2 de agosto.

Para celebrar a data, o MHN preparou uma programação especial que inclui exposição temática e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia.

Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias, será aberta no dia 2, às 18h30, com a participação da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., e da diretora do MHN, Vera Tostes.

A exposição revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922, pelo Presidente Epitácio Pessoa, no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras – como a criação da primeira escola de Museologia do país e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.

Selo e aplicativo

Fotografia da Capela da Jaqueira em Recife (PE)

No dia 2 de agosto, também parte da programação dos 90 anos do MHN/Ibram,  a exposição Arte Barroca e Rococó no Brasil – fotografias de Alex Salim será aberta ao público. O fotógrafo mineiro selecionou 42 imagens para a exposição que representam uma síntese da produção artística brasileira do ciclo barroco-rococó.

Durante a abertura, serão lançados o selo e o carimbo comemorativos dos 90 anos do MHN produzidos pelos Correios. Foram produzidos, sob encomenda, 12 mil exemplares, que estarão à venda na loja do museu.

O MHN vai lançar ainda aplicativo gratuito e disponível para iPhone, iPad e iPod Touch, com vasto conteúdo multimídia (áudio, fotos e vídeos). O aplicativo estará disponível para download via internet. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MHN
Última atualização: 1º de agosto de 2012

Peças do Museu Histórico Nacional (RJ) integram a exposição Índia

Dez peças da coleção do Museu Histórico Nacional/Ibram integram a exposição Índia - em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, de 12 de outubro de 2011 a 29 de janeiro de 2012.

São três peças de mobiliário em madeira do século XIX - mesa de centro, espreguiçadeira e cadeira de braços – e sete esculturas religiosas em marfim, integrantes da coleção Souza Lima, incorporada ao acervo do MHN/Ibram em 1940. Dentre as peças sacras, datadas dos séculos XVII e XVIII, estão imagens de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora de Guadalupe e Nossa Senhora com o Menino Jesus.

A exposição, que ocupa 18 galerias e apresenta 380 peças, está dividida em quatro módulos – Homem, Deuses, Formação da Índia Moderna e Arte Contemporânea. A exposição Índia tem itinerância prevista para os centros culturais Banco do Brasil em São Paulo (11 de fevereiro a 06 de maio de 2012, e Brasília (21 de maio a 29 de julho de 2012).

Fonte: Divulgação MHN/Ibram

Pesquisa em coleção de moedas do MHN tem repercussão internacional

Após quatro anos de intensa pesquisa sobre a coleção de moedas pertencente ao Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), a professora Marici Magalhães, bolsista da Faperj, selecionou 1.750  moedas cunhadas por gregos, romanos e povos sob a sua influência para integrarem a publicação  “Sylloge Nummorum Graecorum Brasil”, editada com o patrocínio do Ibram e apoio da Associação de Amigos do MHN.

Casa do Trem abriga a coleção de numismática do MHN. Foto: Eneas de Loreto

A obra teve a chancela do Conselho Internacional de Numismática, que reconheceu a importância internacional dessa coleção: além das moedas gregas propriamente ditas, inclui moedas produzidas por todas as antigas civilizações sob a influência greco-romana, abrangendo geograficamente desde a costa atlântica da Europa até o noroeste da Índia, e cronologicamente desde as primeiras cunhagens gregas em aproximadamente 600 a.C até o final do século III d. C. Com quase duas mil peças, a coleção é bastante significativa e completa, pois reúne desde os mais antigos exemplares cunhados na Ásia Menor até as Moedas Provinciais de Alexandria no Egito, possuindo moedas das mais variadas cidades de três diferentes continentes. Por tais características, a  “Sylloge Nummorum Graecorum Brasil” é a única do gênero a representar a América do Sul entre as grandes coleções mundiais do gênero.

Encaminhada a museus e bibliotecas do Brasil e exterior, a publicação está tendo uma excelente repercussão, sendo considerada um “primoroso trabalho de catalogação”; “divulgação de um material riquíssimo de pesquisa existente em nosso país”, ”muito útil para todos que estudam a antiguidade clássica”, ”marco na numismática brasileira” e “produção científica altamente qualificada”.  Do Gabinete de Medalhas da Biblioteca Nacional de França vieram palavras de incentivo: “uma nova e valiosa contribuição ao desenvolvimento da numismática clássica, exemplo a ser seguido por outras instituições da América do Sul”. A Biblioteca do Vaticano pediu mais um exemplar da obra para incorporação ao acervo.

A publicação já está à venda na Loja do Museu Histórico Nacional (informações pelo telefone 21 2240-8078) e também disponível on line, no âmbito da parceria MHN/DOCPRO (acessar http://www.docpro.com.br/mhn/bibliotecadigital.html).

Fonte: Assessoria de Imprensa do MHN

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