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Museus estão entre os lugares mais visitados na Copa das Confederações 2013

Pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) mostra que atividades culturais foram destaque entre os turistas que vieram para a Copa das Confederações no Brasil, em junho deste ano.

Realizada com 453 entrevistados durante os dias da Copa, os números da pesquisa apontam os lugares mais visitados pelos turistas estrangeiros: bairros históricos (50,8 % dos entrevistados), museus, casas de cultura e exposições (39,5%), monumentos (39%) e shows (15,5%).

Eventos internacionais movimentaram museus como o MNBA no Rio de Janeiro

De acordo com a pesquisa, museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos turistas que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Angelo Oswaldo, tais números devem servir de estímulo para que o setor se mobilize no sentido de receber melhor o turista estrangeiro. “Esse é um momento oportuno para realização de parcerias em busca de mais recursos e apoio para a qualificação dos museus brasileiros”, declarou.

Na semana passada, foi anunciado pelo Ministério da Cultura (MinC) o valor de R$ 20 milhões via Petrobras para investimento na modernização de 12 museus. Saiba mais.

Outros eventos
Além da Copa das Confederações, outros eventos internacionais também atraíram visitantes para o Rio de Janeiro nos últimos meses. A cidade foi sede da Jornada Mundial da Juventude, em julho, e a exposição A Herança do Sagrado, em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram até outubro, já recebeu mais de 60 mil visitantes. Já a exposição A Arte a Serviço da Fé, no Museu Histórico Nacional/Ibram, recebeu cerca de 20.240 visitantes nos meses de junho e julho.

Durante a 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (Icom), realizada de 10 a 17 de agosto, o Museu da Maré também despertou grande interesse entre os participantes da Conferência, cujo tema foi “Museu (Memória+Criatividade) = Mudança Social”. Além disso, vários museus na cidade, e mesmo em outros estados, tiveram visitação gratuita no período do evento internacional.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Design de móveis em exposição no Museu Histórico Nacional (RJ)

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Design brasileiro de móveis é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Projetos de Guto Índio da Costa e Sergio Rodrigues expostos no MHN

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

“O design tem uma atuação muito ampla, mas as cadeiras, poltronas e outros assentos são um de seus viéses mais expressivos historicamente”, explica Zanini de Zanine

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo.

“Nosso objetivo foi combinar móveis clássicos dos dois períodos, já bastante conhecidos, com outros que vão surpreender o público”, conta Marcelo Vasconcellos. “A homenagem à Aida  é oportuna porque ela tem um trabalho de enorme consistência e grande reconhecimento para quem é do ramo, mas é pouco lembrada publicamente”. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013

A arte da tapeçaria portuguesa no Museu Histórico Nacional (RJ)

A exposição A arte da tapeçaria – tradição e modernidade, aberta no dia 13 de junho no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), apresenta ao público o trabalho realizado há mais de 65 anos pela Manufactura de Tapeçarias da cidade portuguesa de Portalegre.

Integram a exposição 28 tapeçarias de consagrados artistas contemporâneos, entre os quais Le Corbusier, Jorge Martins, Vieira da Silva e Vik Muniz.

A exposição, em cartaz até 18 de agosto, faz parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. Promovida pelo Espírito Santo Cultura, a mostra esteve anteriormente no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, em São Paulo (SP).

A exposição mostra em vídeo e por meio de peças originais todas as etapas do processo criativo e tecnológico que envolve intensa colaboração: os cartões criados pelos artistas com as obras de arte para tapeçaria, a transposição pelos designers para os desenhos de tecelagem e, finalmente, a execução das obras em teares manuais pelas tecedeiras, que mantêm total fidelidade às concepções originais. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Memória: Política Nacional de Museus completa dez anos de lançamento

Há exatamente 10 anos, no dia 16 de maio de 2003, em meio às comemorações do Dia Internacional de Museus (18 de maio), o Ministério da Cultura (MinC) lançou a Política Nacional de Museus (PNM), em evento no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro – hoje integrante da estrutura do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Lançamento da PNM aconteceu no Museu Histórico Nacional em 2003

O principal objetivo da PNM consiste em promover a valorização, a preservação e a fruição do patrimônio museológico brasileiro a partir de sua diversidade cultural e, com isso, desenvolver e revitalizar as instituições museológicas.

A PNM define sete eixos programáticos que norteiam as ações voltadas para os museus: gestão e configuração do campo museológico; democratização e acesso aos bens culturais; formação e capacitação de recursos humanos; informatização de museus; modernização de infraestruturas museológicas; financiamento e fomento para museus; e aquisição e gerenciamento de acervos museológicos.

Como reflexo da PNM, o campo museal brasileiro fortaleceu-se institucionalmente e passou a ser prioridade de governo. Um dos primeiros desdobramentos da nova política foi a criação do Departamento de Museus e Centros Culturais, no âmbito do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC). Na sequência, foi criado o Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Em 2006, aconteceu a implantação do Cadastro Nacional de Museus (CNM), importante ferramenta para mapear e estudar os museus brasileiros. Também a política de fomento e financiamento foi reformulada e ampliada neste período. Em 20 de janeiro de 2009, foi sancionada a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Lei 11.906/2009).

Estatuto de Museus e PNSM
Em consonância com a Política Nacional de Museus foi criado o Estatuto de Museus, uma das principais ferramentas para a construção de políticas museais. Instituído pela Lei 11.904, de 14 de janeiro de 2009, o estatuto possibilitou a regulamentação e o reconhecimento público dos museus em toda a sua diversidade, sejam eles criados a partir do Estado ou a partir de iniciativas de grupos sociais diversos.

O objetivo era assegurar a implantação de conceitos e de práticas museológicas essenciais, tais como o direito à memória e a valorização da diversidade cultural, promovendo o diálogo entre os múltiplos setores que formam a sociedade.

Durante o 4º Fórum Nacional de Museus, realizado em Brasília, em 2010, outra importante ferramenta para o setor, o Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM), teve suas propostas amplamente discutidas. O resultado foi um conjunto de propostas que apontaram ações, a serem desenvolvidas até 2020, e que compuseram o Plano Nacional de Cultura (PNC).

 

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo Ascom/Ibram

Duas exposições em cartaz no Museu Histórico Nacional (RJ)

O Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, exibe ao público, desde 9 de abril, duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas nas esculturas das artistas Alice Pitaluga, Dirce Cavalcanti (Darja), Maria Isabel Fragoso (Mabel) e Teresa Oliveira Santos. A exposição pode ser vista até 26 de maio.

Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional, em cartaz até 28 de julho, reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios e objetos da Capela Imperial.

A coleção de marfins religiosos, hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional,  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933, sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o então Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e fez a doação ao MHN. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MHN

Museu Imperial recebe pontuação máxima no Guia Quatro Rodas

O Museu Imperial (Ibram/MinC), localizado em Petrópolis (RJ), é um dos oito museus brasileiros classificados pelo Guia Quatro Rodas 2013 como “cinco estrelas”. A publicação anual, que apresenta e atribui notas a hotéis, restaurantes e atrações de todo o Brasil é um importante guia de viagem do país.

Também foram considerados “cinco estrelas” os museus Catavento Cultural, Museu da Língua Portuguesa, MASP, Museu do Futebol e Pinacoteca do Estado de São Paulo, todos na capital paulista; o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre; e o Instituto Inhotim, de Brumadinho (MG).

Dos museus classificados como “quatro estrelas”, quatro integram a estrutura do Ibram: Museu da República, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Histórico Nacional, localizados no Rio de Janeiro; e Museu da Inconfidência, de Ouro Preto (MG).

Classificação

Na categoria “atrações”, o Guia Quatro Rodas pontua museus, centros culturais, parques e outros atrativos da seguinte forma: uma estrela – “de algum interesse”; duas estrelas – “interessante”; três estrelas – “muito interessante”; quatro estrelas – “não deixe de ir”; cinco estrelas – “vale a viagem”.

No caso do Museu Imperial, a publicação justifica a classificação como “cinco estrelas” afirmando que “além de fazer parte da história do país, reúne relíquias, como móveis, joias e documentos do Segundo Reinado (1840-1889)”. O texto destaca entre os pontos de interesse a Sala das Joias e os espetáculos Som e Luz e Um Sarau Imperial.

“A classificação é o reconhecimento do acervo do Museu Imperial como referência nacional para o estudo do período imperial brasileiro, bem como uma opção permanente de entretenimento cultural para brasileiros e estrangeiros”, afirma o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr  

Conheça os Museus do Ibram

Texto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom Ibram

Museu Histórico Nacional inaugura duas exposições nesta terça-feira (9)

Nesta terça-feira (9), às 12h30, o Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, abre ao público duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas em cada peça exposta a partir do talento das artistas Alice Pittaluga, DAJA, Mabel e Teresa Oliveira. A arte é enfocada por essas quatro visões, todas elas com interpretações que misturam linhas, curvas, formas, cores, luzes e sombras, gerando um conjunto harmônico que eterniza o movimento em singulares esculturas e pinturas. 

 Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios  e objetos da Capela Imperial.

Coleção de marfins religiosos

Abrem a exposição três esculturas em marfim – duas imagens de São Francisco de Assis (1182-1226) e uma de São Francisco Xavier (1506-1552), em uma homenagem ao Papa Francisco. Essas três esculturas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade das mesmas, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata.

 A coleção de marfins religiosos hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933 sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e a doou ao Museu Histórico Nacional.

Visitação

O MHN fica na Praça Marechal Âncora s/nº (próximo à Praça XV), no Rio de Janeiro. A visitação às duas exposições está aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

Mais informações podem ser conseguidas na página do Museu, pelo telefone (21) 2550.9220 ou pelo e-mail mhn.comunicacao@museus.gov.br.

Texto: Divulgação Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC)

Começa Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional

Começou nesta segunda-feira, 1º de outubro, no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), o Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate (1922-2012). O encontro vai até quarta-feira (3) com uma programação extensa no Rio de Janeiro.

Anualmente o MHN, com o apoio do Ibram e parcerias com universidades, instituições culturais e de pesquisa, do Brasil e do exterior, realiza em outubro, mês de sua criação, um seminário internacional abordando temas das áreas das ciências humanas e sociais.

Em 2012, em comemoração aos seus 90 anos de existência, o MHN dedica o seminário à reflexão e ao debate sobre sua trajetória de nove décadas, período em que se tornou referência em diversas áreas do campo museal, com destaque para o ensino da museologia.

Criado em 1932, o Curso de Museus do MHN deu origem à atual Escola de Museologia da UNIRIO, primeira instituição de ensino superior em museologia na América Latina e, este ano, parceira do MHN na realização deste seminário, quando comemora 80 anos de formação de museólogos.

O MHN foi ainda pioneiro na política de preservação do patrimônio nacional com a Inspetoria de Monumentos Nacionais, que funcionou entre 1934 e 1937.

Confira a programação do evento na página do MHN.

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