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MHN realiza seminário para celebrar o aniversário da Instituição

21616418_705168113014016_141172771027784064_nO Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC) realiza, nos dias 10 e 11 de outubro, o Seminário “Games e Museus: a história em jogo” em comemoração ao aniversário do Museu, celebrado este mês.

O seminário objetiva reunir pesquisadores para apresentar suas experiências, metodologias e pesquisas acerca do tema, assim como refletir sobre o modo pelo qual o espaço da memória histórica e dos museus e seus acervos são incorporados, ressignificados e trabalhados pelos recursos das audiovisualidades, como o cinema, televisão, games, vídeos, aplicativos, smartphones, dentre outros.”

As inscrições podem ser feitas pela internet e no dia da abertura, a partir das 9h da manhã. No dia 10, a programação conta com uma palestra de abertura e mesas-redondas. E no dia 11, acontece o curso de curta duração: Jogos e ensino de história, ministrado pelo Professor Dr. Christiano Britto, da Universidade Federal Fluminense. O curso propõe reflexões em torno do uso da história em jogos de videogames, como as franquias de Medal of Honor e Call of Duty e os títulos Valiants Hearts e Uncharted, dentre outros. Serão objetos de análise categorias e questões em torno de eventos históricos, biografias, documentos e monumentos que são utilizados em narrativas de videogames.

Mais informações aqui.

Publicações guardam aspectos relevantes da memória institucional do MHN

O Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ), criado em 1922 no âmbito das comemorações do Centenário da Independência do Brasil, é o mais antigo museu ligado ao Ibram. Voltado para a construção de memórias nacionais e suas representações, devota especial atenção à produção e preservação de suas memórias institucionais.

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Instituição quase centenária, o museu é consciente de seu papel na sociedade e da importância de sua trajetória. Grande parte dessa trajetória está registrada nos Anais do Museu Histórico Nacional. Desde o primeiro volume, datado de 1940 até os atuais, todos podem ser acessados na página web do museu.

Ali também estão disponíveis os relatórios de atividades e os processos de entrada de acervo correspondentes ao período de 1922 até a década de 1970, além da Hemeroteca Gustavo Barroso.

Formação e preservação
Para a equipe do museu, a análise dessa documentação disponibilizada ao grande público tem contribuído para a produção do conhecimento sobre a história do MHN e sua atuação tanto na formação de profissionais de museologia, quanto na preservação do patrimônio nacional.

Trata-se de duas ações pioneiras do museu: a criação do Curso de Museus, em 1932, e da Inspetoria de Monumentos Nacionais em 1934.

O curso de museus funcionou sob a responsabilidade e nas dependências do MHN até 1979, quando foi transferido para a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Em funcionamento até hoje, é uma referência na formação de museólogos. Já a Inspetoria de Monumentos Nacionais foi um órgão efêmero e extinto em 1937, em função da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) – órgão anterior ao Iphan. Em seu período de existência, a Inspetoria restringiu suas atividades à conservação e restauração de igrejas, pontes e chafarizes na cidade mineira de Ouro Preto – decretada Monumento Nacional em 1933.

Além disso, o MHN promove ações comemorativas que contribuem para a divulgação da memória institucional. No âmbito das atividades da Primavera dos Museus, com o tema Museus e suas memórias, e também na preparação da agenda para seu centenário em 2022, o Museu Histórico Nacional mais uma vez sublinha os trabalhos de produção e divulgação das suas memórias institucionais com projetos de eventos, livros, exposição e catálogos.

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MHN/Divulgação

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Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a banda Nirvana

nirvana-imagDe hoje (22 ) a 22 de agosto, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a exposição internacional “Nirvana: Taking Punk To The Masses”. Esta é a primeira vez que a exposição sai do The Museum Of Pop Culture de Seattle (EUA) para ganhar outras regiões. A iniciativa é realizada pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada a exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com a realização do Instituto Dançar.

A mostra traz ao Brasil mais de 200 peças que marcaram a trajetória da banda. Sob curadoria de Jacob Mc Murra, a exposição reúne peças únicas e objetos exclusivos utilizados pela banda, entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes e cartazes, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.

Os ingressos custam R$25 (R$12,50 meia-entrada) de terça a quinta-feira e R$35 (R$17,50 meia-entrada), de sexta a domingo. Os ingressos podem ser adquiridos online.

Tecnologia desenvolvida pela UFRJ será atração no Museu Histórico Nacional

FOTO: RICARDO BHERINGUma parceria entre o Museu Histórico Nacional/Ibram do Rio de Janeiro, pesquisadores do Laboratório Lamce, instalado no Parque Tecnológico da UFRJ e a startup Engset, ex-residente da Incubadora de Empresas da COPPE, irá unir tecnologia e história através das tecnologias de realidade aumentada e holografia.

A iniciativa será lançada no dia 13 de junho, às 10h30, na Galeria das Carruagens do Museu Histórico Nacional, onde um grupo de estudantes convidados fará uso das tecnologias em primeira mão.

Com o objetivo de levar interatividade para o Museu, foram desenvolvidas tecnologias de holografia e realidade aumentada para o espaço em forma de aplicativo.

Denominado MHN-GuideIn, o aplicativo permite, por meio da câmera de smartphones ou tablets, que visitantes visualizem os elementos virtuais tridimensionais sobre os painéis e cartazes da galeria das carruagens no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Ele também apresenta imagens imersivas de 360 graus do interior de todos os veículos em exposição na galeria. O usuário poderá examinar detalhes do interior, direcionando o smartphone ou tablet como se estivesse no seu próprio veículo.

O projeto está sendo instalado na Galeria das Carruagens e inclui a modernização de todas as placas e painéis informativos da galeria, preparando-os para a inovação. A tecnologia permitirá que todos os visitantes que baixarem o aplicativo possam ter uma experiência de “volta ao passado” e se aproximar um pouco mais da história através da inovação. O aplicativo é gratuito e estará disponível para dispositivos da plataforma Android e IOS/Apple a partir de amanhã (13).

O Museu Histórico Nacional

Atualmente, o Museu Histórico Nacional ocupa todo o complexo arquitetônico da Ponta do Calabouço e reúne um acervo com cerca de 258 mil itens, entre objetos, documentos e livros, e sendo uma instituição de produção e difusão de conhecimento.

O MHN mantém, em 9 mil m² de área aberta ao público, galerias de exposições de longa duração e temporárias, além da Biblioteca especializada em História do Brasil, História da Arte, Museologia e Moda, do Arquivo Histórico, com importantes documentos manuscritos, aquarelas, ilustrações e fotografias, entre as quais exemplares de Juan Gutierrez, Augusto Malta e Marc Ferrez. Mantém, ainda, programas voltados para estudantes, professores, terceira idade e comunidades carentes.

As áreas de Reserva Técnica, Laboratório de Conservação e Restauração Numismática (coleção de moedas e outros valores impressos) podem ser consultadas, mediante agendamento prévio.

Texto e foto: Museu Histórico Nacional/divulgação

Museu Histórico Nacional recebe mostra Quando o mar virou Rio

Quando o mar virou Rio em cartaz no MHN

Quando o mar virou Rio: exposição fica em cartaz no MHN até 28 de maio

Entre os dias 24 de março e 28 de maio, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, vai “estender a canga e abrir o guarda sol” para receber a exposição Quando o mar virou Rio.

Ao todo são 130 obras de 25 artistas, entre gravuras, fotografias, instalações e pinturas, organizadas em nove temas que resgatam a história da relação dos moradores do Rio de Janeiro com a praia – desde a origem, quando os médicos receitavam banhos de mar para curar doenças de pele ou respiratórias, até os dias atuais – incluindo a moda, os esportes e o ideal de ‘carioquice’ que ganhou fama no mundo.

Uma parte significativa dessa coleção veio de acervos: 11 artistas e 24 obras são do próprio Museu Histórico Nacional; 26 obras das coleções dos fotógrafos Augusto Malta (1864-1957) e Alair Gomes (1921-1992) pertencem à Biblioteca Nacional; e há mais 5 imagens do Augusto Malta que compõem o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Trajetória entrelaçada
“A curadoria gosta de pensar que a exposição é uma ode ao movimento da cidade, que começa com a vinda dos primeiros índios que buscavam a terra sem males, passa pelos navegantes portugueses e é porto de partida e chegada de produtos, pessoas e influências de além mar”, explica o curador Diogo Rezende, até quando o Rio se volta literalmente para a praia, desaguando numa paixão do carioca por ocupar a orla de diferentes maneiras”.

Para Letícia Stallone, também curadora, a mostra “apresenta parte da história dessa cidade, conhecida no mundo inteiro como Rio, mas que tem uma trajetória tão entrelaçada ao mar que a sua própria identidade está vinculada à imensidão da água salgada, ao sol, à areia e tudo que pertence a esse ambiente. Tudo isso num mesmo gingado que a gente que se mete nessa geografia acaba adquirindo”.

A mostra foi idealizada e produzida pelo estúdio M´Baraká e pela produtora Logorama, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura – Lei do ISS, e da Multi Terminais, copatrocínio da E.T.T. First RH e a Shift Gestão de Serviços e apoio do Control Lab e do Consulado Francês.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom Ibram
Foto: Júlio Bittencourt/Divulgação

Publicações editadas pelo MHN em 2016 estão disponíveis na internet

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Recém-lançados, dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve ampla produção bibliográfica no ano passado.

A Divisão de Pesquisa do museu foi responsável pela edição e lançamento de dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional, publicados desde a década de 1940.

A nova safra de publicações inclui o livro Os Vice-Reis no Rio de Janeiro – 250 anos, que traz artigos selecionados pelo MHN a partir de Seminário Internacional dedicado à transferência da sede do governo-geral do Estado do Brasil e dos vice-reis de Salvador para o Rio de Janeiro.

Personagens e memórias
Também resultado de Seminário Internacional, D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX reúne ensaios que tomam a personagem histórica, arquiduquesa austríaca e imperatriz do Brasil, como referência para o entendimento de uma época de transformações sociais.

Idealizado a partir da exposição homônima realizada no MHN, o catálogo Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia traz reflexões sobre a construção da memória e das transformações vividas pela cidade do Rio de Janeiro, do início da cidade, nos séculos XVI e XVII, ao Porto Maravilha do século XXI.

Completa o pacote de lançamentos o volume 47 dos Anais do Museu Histórico Nacional – material de referência para pesquisadores da área das ciências humanas e sociais, a tradicional publicação recebeu avaliação B1 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O volume 47 foi inteiramente dedicado à história recente da Museologia, com dossiê organizado pelo museólogo e professor Bruno Brulon, seleção de textos do professor francês André Desvallés, importante teórico francês da Nova Museologia, e artigos do museólogo e professor Mário Chagas (Ibram/UniRio) e da historiadora e doutora em Museologia Analucia Thompson.

As publicações podem ser adquiridas na loja física do MHN ou acessadas na Biblioteca Virtual do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Pâmela Lima

Ingressos para a mostra The Art of the Brick no MHN começam a ser vendidos

O Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe, a partir do dia 17 de novembro, a exposição The Art of the Brick, que fica em cartaz até 15 de janeiro de 2017, e reúne as criações de Nathan Sawaya a partir de blocos de LEGO. A venda de ingressos para a mostra começa nesta segunda-feira (7) via internet.

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

A exposição apresenta reconstruções em 3D de obras de arte mundialmente conhecidas, entre as quais a “Vênus de Milo”, “O Pensador”, de Rodin, “O Grito”, de Edvard Munch, e “O Beijo”, de Gustav Klimt.

Outros objetos e personagens serão expostos, como o impressionante esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 blocos. Para o total das peças expostas, o artista utilizou mais de um milhão de peças LEGO.

Outra mostra temporária será inaugurada no dia 11. Manguinhos Revelado: Um lugar de Ciência, que fica em cartaz até 29 de janeiro de 2017.

A mostra traz um importante acervo fotográfico extraído por um conjunto de negativos de vidro: origens da Fundação Oswaldo Cruz, cotidiano das atividades de produção de soros e vacinas, de pesquisa e de ensino entre 1903 e 1946, e mudanças urbanas no Rio de Janeiro, com destaque para Manguinhos e suas imediações. Este acervo foi reconhecido em 2012 pelo Programa Memória do Mundo da Unesco como patrimônio documental brasileiro.

Novos horários
O MHN funciona, desde o dia primeiro de novembro, das 13h às 17h aos sábados, domingos e feriados; e de terça a sexta-feira, entre as 10h e 17h30. O valor do ingresso individual para o circuito de exposições de longa duração do MHN é de R$ 10,00 (dez reais) de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é gratuita a todos os públicos. As exposições temporárias podem ter condições de preço e gratuidade diferenciadas.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

100 obras de artistas de cinco países estão expostas até dia 31 no MHN

A partir desta sexta-feira (14), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe a mostra Aomei Fine Arts 2016, que reúne cerca de 100 obras de artistas da China, Japão, Irlanda, Coréia do Sul e Brasil.

Imagem que compõe a exposição mostra uma partida de hóquei na China antiga

Com o tema A Arte faz as Olimpíadas ainda mais bela, a exposição traz pinturas que retratam esportes seculares da China e sua civilização, que já apresentava esportes como o futebol e o hóquei, há dois mil anos.

A mostra fica em cartaz somente até o dia 31 de outubro e depois segue para outros países. No dia 25, haverá um seminário que contará com a presença de artistas chineses e dos curadores da mostra, no auditório do MHN, às 19h30.

Fruto da celebração do Ano de Intercâmbio China – América Latina – Caribe, iniciativa nascida após reunião do presidente chinês Xi Jinping e dos líderes da América Latina e do Caribe, realizada em julho de 2014, a exposição busca interpretar o espírito olímpico nas artes, refletindo a mistura multicultural chinesa, da América Latina e do mundo.

A Aomei Fine Arts é uma produção da China Society for the Promotion of Cultural and Art Development, da Beijing Association for the Promotion of Olympics-related Culture e do Beijing Olympic Club.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº – Centro, e está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h.

Texto e foto: Divulgação MHN

Indumentária e moda são temas de seminário internacional no MHN

Sophia Jobim (1904-1968), uma das referências nacionais do ensino e estudo das relações entre indumentária e moda, é a homenageada no Seminário Internacional Estudos de Indumentária e Moda no Brasil: tributo a Sophia Jobim, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro na capital fluminense.

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Organizado pela  Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e  Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio, o evento internacional se propõe a ampliar as discussões da presença da indumentária e da moda no âmbito das ciências humanas – que teve na professora, pesquisadora, artista e museóloga brasileira Sophia Jobim figura-chave no cruzamento entre as duas áreas.

Programação
Na abertura (27), a conferência principal traz o pesquisador e escritor Frederico Pernambucano de Mello para falar sobre a estética dos cangaceiros, personagens que fizeram história até meados do século XX na região Nordeste e integram o imaginário cultural brasileiro.

As três mesas de diálogo programadas para o primeiro dia trazem pesquisadores de universidades do Rio, São Paulo, Minas Gerais, Pará e Bahia – além de Alessandro Bucci, da Universidade de Edimburgo (Escócia). No fim do dia, o MHN abre exposição com obras da Coleção Sophia Jobim presentes no seu acervo.

Os dias 28 e 29 estão voltados para minicursos e oficinas. Podem se inscrever tanto professores do ensino fundamental e médio quanto o publico em geral. Os minicursos têm vagas limitadas e o valor da inscrição é R$30 por atividade. As demais atividades são gratuitas e haverá certificado para os participantes. Saiba como se inscrever.

O Museu Histórico Nacional está localizado na Praça Marechal Âncora, S/N (próximo à Praça XV), no centro do Rio. Saiba mais.

Texto: Divulgação MHN/Ibram
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Cadernos de Sophia/Divulgação

Museu Histórico Nacional tem visitação extraordinária durante Olimpíadas

Sede da Casa México durante os Jogos Olímpicos, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebeu entre os entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016 mais de 17 mil visitantes, número maior que o dobro da média mensal de visitação em 2015 que foi de cerca de 7.500 visitantes/mês. De acordo com o diretor do museu, Paulo Knauss, o número é ainda maior se considerarmos a quantidade não contabilizada de crianças com menos de 5 anos, que visitou a exposição Frida e Eu, dirigida ao público infantil e criada em colaboração com Ministério da Cultura do Estado de Guerrero (México) e do Centro George Pompidou. Diogo Tubbs_MHN_Casa Mexico

Localizado no chamado Corredor Cultural dos Jogos Olímpicos, parte revitalizada do centro da cidade do Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional abriga outras duas exposições com a temática da cultura mexicana: Jogos Olímpicos México 68-Rio 2016 e A Magia do Sorriso – composta por um acervo de 114 itens de objetos provenientes de sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México –, além das exposições O Brasil na Arte Popular- 40 Anos Casa do Pontal e Guerra do Contestado, Arte e Histórica por Hassis. Todas elas continuam abertas à visitação até o início do mês de outubro. Confira aqui a programação dos museus Ibram durante Olimpíadas.

Museu Casa de Benjamin Constant

Localizado no bairro de Santa Tereza, o Museu Casa de Benjamin Constant – que teve em sua programação a Caminhada Olímpica Republicana, realizada em parceria com o Museu da República -, também apresentou um aumento no número de visitantes durante as Olimpíadas, registrando um crescimento de 46% se comparado ao mesmo período no ano anterior. Além do elevado número de turistas na cidade do Rio de Janeiro na ocasião dos Jogos Olímpicos, este ano o mês de agosto coincidiu com o período de recesso escolar, alterado exatamente em função dos Jogos.

Foto: Diogo Tubbs/MHN

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