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Publicações editadas pelo MHN em 2016 estão disponíveis na internet

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Recém-lançados, dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve ampla produção bibliográfica no ano passado.

A Divisão de Pesquisa do museu foi responsável pela edição e lançamento de dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional, publicados desde a década de 1940.

A nova safra de publicações inclui o livro Os Vice-Reis no Rio de Janeiro – 250 anos, que traz artigos selecionados pelo MHN a partir de Seminário Internacional dedicado à transferência da sede do governo-geral do Estado do Brasil e dos vice-reis de Salvador para o Rio de Janeiro.

Personagens e memórias
Também resultado de Seminário Internacional, D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX reúne ensaios que tomam a personagem histórica, arquiduquesa austríaca e imperatriz do Brasil, como referência para o entendimento de uma época de transformações sociais.

Idealizado a partir da exposição homônima realizada no MHN, o catálogo Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia traz reflexões sobre a construção da memória e das transformações vividas pela cidade do Rio de Janeiro, do início da cidade, nos séculos XVI e XVII, ao Porto Maravilha do século XXI.

Completa o pacote de lançamentos o volume 47 dos Anais do Museu Histórico Nacional – material de referência para pesquisadores da área das ciências humanas e sociais, a tradicional publicação recebeu avaliação B1 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O volume 47 foi inteiramente dedicado à história recente da Museologia, com dossiê organizado pelo museólogo e professor Bruno Brulon, seleção de textos do professor francês André Desvallés, importante teórico francês da Nova Museologia, e artigos do museólogo e professor Mário Chagas (Ibram/UniRio) e da historiadora e doutora em Museologia Analucia Thompson.

As publicações podem ser adquiridas na loja física do MHN ou acessadas na Biblioteca Virtual do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Pâmela Lima

Ingressos para a mostra The Art of the Brick no MHN começam a ser vendidos

O Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe, a partir do dia 17 de novembro, a exposição The Art of the Brick, que fica em cartaz até 15 de janeiro de 2017, e reúne as criações de Nathan Sawaya a partir de blocos de LEGO. A venda de ingressos para a mostra começa nesta segunda-feira (7) via internet.

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

A exposição apresenta reconstruções em 3D de obras de arte mundialmente conhecidas, entre as quais a “Vênus de Milo”, “O Pensador”, de Rodin, “O Grito”, de Edvard Munch, e “O Beijo”, de Gustav Klimt.

Outros objetos e personagens serão expostos, como o impressionante esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 blocos. Para o total das peças expostas, o artista utilizou mais de um milhão de peças LEGO.

Outra mostra temporária será inaugurada no dia 11. Manguinhos Revelado: Um lugar de Ciência, que fica em cartaz até 29 de janeiro de 2017.

A mostra traz um importante acervo fotográfico extraído por um conjunto de negativos de vidro: origens da Fundação Oswaldo Cruz, cotidiano das atividades de produção de soros e vacinas, de pesquisa e de ensino entre 1903 e 1946, e mudanças urbanas no Rio de Janeiro, com destaque para Manguinhos e suas imediações. Este acervo foi reconhecido em 2012 pelo Programa Memória do Mundo da Unesco como patrimônio documental brasileiro.

Novos horários
O MHN funciona, desde o dia primeiro de novembro, das 13h às 17h aos sábados, domingos e feriados; e de terça a sexta-feira, entre as 10h e 17h30. O valor do ingresso individual para o circuito de exposições de longa duração do MHN é de R$ 10,00 (dez reais) de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é gratuita a todos os públicos. As exposições temporárias podem ter condições de preço e gratuidade diferenciadas.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

100 obras de artistas de cinco países estão expostas até dia 31 no MHN

A partir desta sexta-feira (14), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe a mostra Aomei Fine Arts 2016, que reúne cerca de 100 obras de artistas da China, Japão, Irlanda, Coréia do Sul e Brasil.

Imagem que compõe a exposição mostra uma partida de hóquei na China antiga

Com o tema A Arte faz as Olimpíadas ainda mais bela, a exposição traz pinturas que retratam esportes seculares da China e sua civilização, que já apresentava esportes como o futebol e o hóquei, há dois mil anos.

A mostra fica em cartaz somente até o dia 31 de outubro e depois segue para outros países. No dia 25, haverá um seminário que contará com a presença de artistas chineses e dos curadores da mostra, no auditório do MHN, às 19h30.

Fruto da celebração do Ano de Intercâmbio China – América Latina – Caribe, iniciativa nascida após reunião do presidente chinês Xi Jinping e dos líderes da América Latina e do Caribe, realizada em julho de 2014, a exposição busca interpretar o espírito olímpico nas artes, refletindo a mistura multicultural chinesa, da América Latina e do mundo.

A Aomei Fine Arts é uma produção da China Society for the Promotion of Cultural and Art Development, da Beijing Association for the Promotion of Olympics-related Culture e do Beijing Olympic Club.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº – Centro, e está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h.

Texto e foto: Divulgação MHN

Indumentária e moda são temas de seminário internacional no MHN

Sophia Jobim (1904-1968), uma das referências nacionais do ensino e estudo das relações entre indumentária e moda, é a homenageada no Seminário Internacional Estudos de Indumentária e Moda no Brasil: tributo a Sophia Jobim, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro na capital fluminense.

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Organizado pela  Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e  Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio, o evento internacional se propõe a ampliar as discussões da presença da indumentária e da moda no âmbito das ciências humanas – que teve na professora, pesquisadora, artista e museóloga brasileira Sophia Jobim figura-chave no cruzamento entre as duas áreas.

Programação
Na abertura (27), a conferência principal traz o pesquisador e escritor Frederico Pernambucano de Mello para falar sobre a estética dos cangaceiros, personagens que fizeram história até meados do século XX na região Nordeste e integram o imaginário cultural brasileiro.

As três mesas de diálogo programadas para o primeiro dia trazem pesquisadores de universidades do Rio, São Paulo, Minas Gerais, Pará e Bahia – além de Alessandro Bucci, da Universidade de Edimburgo (Escócia). No fim do dia, o MHN abre exposição com obras da Coleção Sophia Jobim presentes no seu acervo.

Os dias 28 e 29 estão voltados para minicursos e oficinas. Podem se inscrever tanto professores do ensino fundamental e médio quanto o publico em geral. Os minicursos têm vagas limitadas e o valor da inscrição é R$30 por atividade. As demais atividades são gratuitas e haverá certificado para os participantes. Saiba como se inscrever.

O Museu Histórico Nacional está localizado na Praça Marechal Âncora, S/N (próximo à Praça XV), no centro do Rio. Saiba mais.

Texto: Divulgação MHN/Ibram
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Cadernos de Sophia/Divulgação

Museu Histórico Nacional tem visitação extraordinária durante Olimpíadas

Sede da Casa México durante os Jogos Olímpicos, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebeu entre os entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016 mais de 17 mil visitantes, número maior que o dobro da média mensal de visitação em 2015 que foi de cerca de 7.500 visitantes/mês. De acordo com o diretor do museu, Paulo Knauss, o número é ainda maior se considerarmos a quantidade não contabilizada de crianças com menos de 5 anos, que visitou a exposição Frida e Eu, dirigida ao público infantil e criada em colaboração com Ministério da Cultura do Estado de Guerrero (México) e do Centro George Pompidou. Diogo Tubbs_MHN_Casa Mexico

Localizado no chamado Corredor Cultural dos Jogos Olímpicos, parte revitalizada do centro da cidade do Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional abriga outras duas exposições com a temática da cultura mexicana: Jogos Olímpicos México 68-Rio 2016 e A Magia do Sorriso – composta por um acervo de 114 itens de objetos provenientes de sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México –, além das exposições O Brasil na Arte Popular- 40 Anos Casa do Pontal e Guerra do Contestado, Arte e Histórica por Hassis. Todas elas continuam abertas à visitação até o início do mês de outubro. Confira aqui a programação dos museus Ibram durante Olimpíadas.

Museu Casa de Benjamin Constant

Localizado no bairro de Santa Tereza, o Museu Casa de Benjamin Constant – que teve em sua programação a Caminhada Olímpica Republicana, realizada em parceria com o Museu da República -, também apresentou um aumento no número de visitantes durante as Olimpíadas, registrando um crescimento de 46% se comparado ao mesmo período no ano anterior. Além do elevado número de turistas na cidade do Rio de Janeiro na ocasião dos Jogos Olímpicos, este ano o mês de agosto coincidiu com o período de recesso escolar, alterado exatamente em função dos Jogos.

Foto: Diogo Tubbs/MHN

Durante olimpíadas, exposição no MHN traz mostra da cultura popular brasileira

mhnPara o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que terão abertura oficial nesta sexta-feira (5), o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro, programa exposição que oferece a brasileiros e estrangeiros a oportunidade de conhecer melhor a riquíssima cultura popular do país sede.

O Brasil na Arte Popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal traz ao público parte do acervo exclusivo daquele que é considerado o maior museu de arte popular brasileiro, resultado de mais de 40 anos de viagens e pesquisas por todo o país do designer francês Jacques Van de Beuque.

A exposição conta com 150 esculturas que expressam a arte popular brasileira das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que poderão ser visitadas de 12 de agosto a 30 de outubro.

Contestado – Oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor também detalhes da história brasileira, o MHN exibe, desde a última quarta-feira (3), a exposição Guerra do Contestado, Arte e História por Hassis: Em homenagem a Heidy de Assis.

Realizada em parceria com a Fundação Hassis e Museu do Contestado, a exposição, que aborda o conflito armado (1912-1916) travado entre Santa Catarina e Paraná, traz uma série de 78 desenhos feitos a nanquim, além de um documentário produzido pela Fundação Cultural de Santa Catarina e um vídeo do próprio artista.

Obra do acervo do Museu Histórico Nacional integra mostra na Pinacoteca

Passagem do Chaco. Óleo sobre tela, de Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905), de 1871, 1 980 x 2400 mm.

Passagem do Chaco. Óleo sobre tela, de Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905), de 1871, 1 980 x 2400 mm.

A exposição Paisagem nas Américas: pinturas da Terra do Fogo ao Ártico, que entrou em exibição naPinacoteca do Estado de São Paulono último final de semana, conta com uma obra do acervo do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro. O quadro em questão é a obra Passagem do Chaco, realizado por Pedro Américo, em 1871.

Em cartaz até 29 de maio, a mostra reúne obras de 85 artistas, provenientes de 51 instituições em 11 países e nasceu de uma parceria firmada, entre a Pinacoteca, a Art Gallery of Ontario e a Terra Foundation for American Art.

Além da obra de Pedro Américo, podem ser vistos trabalhos de Tarsila do Amaral, de Félix Émile Taunay e de outros grandes artistas que retrataram paisagens do continente americano entre 1820 e 1940, como os mexicanos José Maria Velasco e Gerardo Murillo, os americanos Frederic Church e Georgia O’Keeffe, os canadenses Lawrren Harris e David Milne, do venezuelano Armando Reverón, do uruguaio Pedro Figari, entre outros.

MHN abre exposição guiada por deficientes visuais

30.01 mhnSentir o mundo sem enxergar. Interagir sem a visão, mas usando seus outros sentidos, e apreciar uma ida ao museu sob a perspectiva de um deficiente visual. Esta é a proposta da exposição Diálogo no Escuro, em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

Visitada por mais de 8 milhões de pessoas em 140 cidades de 40 países, a exposição oferece ao visitante a experiência de ser conduzido através de salas totalmente escuras e especialmente construídas em que cheiro, som, vento, temperatura e textura apresentam as características de ambientes cotidianos.

Numa inversão de papéis, são guias deficientes visuais que proporcionam segurança e sentido de orientação aos visitantes, além de responderem a questionamentos que normalmente não se tem a chance de fazer, reduzindo as barreiras e ajudando na compreensão mútua.

A exposição fica em cartaz até outubro. O Museu Histórico Nacional está situado à Praça Marechal Âncora, s/nº, entre a Praça XV e o Aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio de Janeiro.

Exposição de cerâmica japonesa, no Museu Histórico Nacional

06 No 43 Bent shapeO Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) inaugura no dia 02 de dezembro, quarta-feira, a exposição Cerâmica do Japão: a geração emergente do forno tradicional japonês. A mostra, que fica em cartaz até o dia 20 de dezembro, é realizada em parceria com a Fundação Japão e o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e faz parte dos eventos em comemoração aos 120 anos de amizade Brasil-Japão.

A exposição conta com obras de 35 ceramistas mais representativos em atividade nas sete regiões  dos fornos do Japão. Com diferentes orientações, alguns mantém a tradição de longa data enquanto almejam novos valores nos padrões de seus feitos, outros buscam a criação individual de obras para explorar novas formas. São todos artistas promissores, tendendo a liderar a próxima geração da arte da cerâmica do Japão.

O público também poderá vivenciar a experiência de fazer um Ikebana – arranjo floral japonês – nas oficinas que serão realizadas nos dias 04, 05, 06, 12 e 13 de dezembro, das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30.  Para participar, os interessados devem fazer sua inscrição na sala de exposições, por ordem de chegada, nos dias e horários acima mencionados.

O Museu Histórico Nacional fica localizado na Praça Marechal Âncora, no Centro do Rio de Janeiro (RJ).

SERVIÇO:

Cerâmica do Japão: a geração emergente do forno tradicional japonês

VISITAÇÃO: De 02 a 20 de dezembro de 2015. De terça a sexta, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

OFICINAS DE IKEBANA: Dias 04, 05, 06, 12 e 13 de dezembro de 2015. Das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30. Inscrições por ordem de chegada na sala de exposição.

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL
Praça Marechal Âncora, s/n – Centro | Rio de Janeiro – RJ
Tel.: 3299-0324

Informações e foto: Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro – divulgação.
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus.

Nomeado o novo diretor do Museu Histórico Nacional

Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira(24), a portaria de nomeação de Paulo Knauss de Mendonça como novo diretor do Museu Histórico Nacional (MHN), unidade do Instituto Brasileiro de Museus, no Rio de Janeiro (RJ). Knauss foi selecionado entre os candidatos inscritos na Chamada Pública nº 7, aberta em outubro de 2014.

Na seleção, foram considerados os critérios de formação acadêmica em nível superior; experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações do governo ou entidades da sociedade em geral; e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu. Os critérios foram aferidos através de apresentação de currículo, declaração de interesse e plano de trabalho. Além da apresentação da documentação, também foi realizada entrevista oral entre o candidato e a comissão de seleção designada.

Paulo Knauss_diretor MHNPaulo Knauss possui ampla formação universitária no Brasil, sendo Licenciado, Mestre e Doutor em História, e vasta experiência no exterior, onde obteve bolsas de estudo na Alemanha e na França, inclusive estágio de pós-doutorado. Possui larga experiência acadêmica como professor do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde orientou vários trabalhos de mestrado e doutorado, além de ter desenvolvido e coordenado vários projetos de pesquisa no campo das relações entre história e memória, arte e cultura visual. Nos últimos anos, tem estudado especialmente a história de coleções e acervos de arte no Brasil. Com inúmeras participações em eventos científicos, é autor de vários títulos.

Em 2015, sob sua organização, foi lançado o livro Objetos do olhar: história e arte.  Participa ativamente de fóruns de política cultural, tendo sido membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) e do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ).  Foi diretor do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro e presidente da seção estadual da Associação Nacional de História – Rio de Janeiro. É conselheiro do Museu de Astronomia e Ciências Afins, membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro (IHGRJ) e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

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