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MHN conclui pesquisas sobre Casa do Trem e carruagens na literatura

Sob a orientação do Núcleo de Pesquisa do Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ), duas pesquisas de iniciação científica foram concluídas recentemente com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

“Estudo sobre as carruagens e sua presença em obras literárias de José de Alencar e Machado de Assis” trouxe um novo recorte para obras de escritores consagrados desde o século XIX.

“Na coleção do Museu Histórico Nacional estão presentes algumas carruagens que aparecem nas histórias contadas por José de Alencar e Machado de Assis”, explica o bolsista Adilson da Silva Santos Junior, autor da pesquisa orientada por Álvaro Marins.

A Vitória é um modelo de carruagem citado em obra de José de Alencar

A Vitória é um modelo de carruagem citado em obra de José de Alencar

“A última seção da coleção contém carros do século XIX até o século XX. As primeiras carruagens expostas na coleção são as vitórias, veículo que aparece parado no início d’a Pata da Gazela” – obra escrita por Alencar em 1870″, revela o bolsista.

“Seja na estrutura da classe senhorial, simbolizada através do Romantismo de Alencar, ou nas formas irônicas presentes nos textos de Machado, as representações literárias desses autores mostram com eficiência as carruagens do século XIX e, sobretudo, a sua função social”, conclui Adilson Santos Junior.

Arquitetura em pauta
A Casa do Trem, um dos edifícios que compõe o complexo arquitetônico do MHN, também foi tema de pesquisa recente. “Valoração e autenticidade histórica na restauração de bens imóveis coloniais: um estudo sobre a Casa do Trem” foi realizada por Fernanda Pinheiro Pereira da Silva sob a orientação de Rafael Zamorano.

O edifício, cuja construção foi iniciada em meados do século XVIII, ficou pronto em 1762. Com a finalidade de guardar armamentos destinados a tropas que seriam enviadas de Portugal para reforçar a defesa da cidade, constantemente ameaçada por corsários, o prédio foi integrado ao MHN em 1922 – ano de criação do museu como parte das celebrações do Centenário da Independência do Brasil.

“A Casa do Trem é testemunha não apenas da história da ocupação do Rio de Janeiro, mas guarda em sua trajetória os embates sobre a autenticidade dos edifícios antigos da cidade, onde houve claramente uma apagamento da intervenções neocoloniais buscando uma suposta autenticidade colonial”, aponta Fernanda Pinheiro em seu relatório final.

As duas pesquisas serão publicadas nos Anais do MHN, assim como ficarão disponíveis para consulta na biblioteca do museu.Saiba mais sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Ascom MHN

Livro e palestra no Museu Histórico Nacional abordam espadas imperiais

Mais de 150 espadas imperiais brasileiras datadas do período 1822-1889 foram identificadas como resultado de vasta pesquisa realizada pelo escritor Alfonso Menegassi, cujo livro “Espadas do império brasileiro” será lançado nesta quarta-feira (15) no Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ).

A intenção do autor foi desvendar o universo das espadas usadas no Primeiro e Segundo Reinado no Brasil. Ao longo da obra, com mais de 450 páginas e 10 mil imagens, o autor vai desvendando este segmento de armas brancas, criando um paralelo com a história do Brasil.

Detalhe da capa do livro de Alfonso Menegassi

Detalhe da capa do livro de Alfonso Menegassi

Os modelos, fabricantes, importadores, a presença nas imagens da época e uma proposta de classificação para as espadas são algumas áreas nas quais o livro se debruça.

Outra questão que Menegassi destaca é o porquê de termos os nossos próprios modelos e padrões de espadas, referendadas inclusive em decretos imperiais. Segundo o autor, a intenção é criar espaço para uma “ampla e saudável discussão, descortinando segredos que muitos guardavam a sete chaves”.

Após o lançamento do livro, acontece uma conversa entre Alfonso Menegassi e convidados: o historiador e diretor do MHN, Paulo Knauss; o arquiteto e também pesquisador do tema José Luis Lorenzi Lima; e Luiz Fernando Folly – escritor e presidente da Fundação Dom João VI.

Tanto o lançamento quanto o debate acontecem no auditório do MHN, a partir das 15h, e têm entrada franca.

 O autor

Carioca, Alfonso Menegassi mudou-se para Porto Alegre (RS) ainda nos anos 1970. Os estudos no Colégio Militar da capital gaúcha foram a porta de entrada para seu interesse por armas e a estrutura militar.

Com formação (graduação e pós-graduação) nas áreas de Educação Física e Odontologia, Menegassi vive hoje em Camboriú (SC), onde desenvolve suas pesquisas sobre o tema. Entre suas próximas obras está um estudo específico sobre as espadas imperiais constantes nos acervos dos museus brasileiros.

O Museu Histórico Nacional localiza-se à Praça Marechal Âncora, S/N – Centro do Rio. Saiba mais sobre o MHN.

Bonde da História: confira as atividades educativas do MHN em julho

O Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ), segue apresentando o projeto Bonde da História, cuja proposta é levar os visitantes a conhecer as exposições do museu a partir de temas pensados tanto para o público adulto quanto infantil.

No domingo (8), a visita tem como tema “Brasil entre rupturas”. Em sua primeira edição, a atividade vai abordar diversos episódios críticos da história brasileira e suas consequências na formação do país.

Para o público infantil, o Bondinho da História apresenta o trabalho de Leandro Joaquim (1738-1798). Importante pintor do século XVIII, suas obras retratam o Rio de Janeiro de sua época.

O projeto Bonde da História acontece aos sábados e domingos no MHN

O projeto Bonde da História acontece aos sábados e domingos no MHN

Após conhecer as pinturas do artista, os pequenos participantes são convidados para uma oficina de pintura, onde poderão deixar a imaginação fluir para retratar o Rio atual.

Presença negra
No domingo 15, os visitantes poderão conhecer o museu sob o viés da representatividade negra. A proposta é trazer à tona a produção artística e histórica de matrizes africanas no Brasil.

No Bondinho da História, as crianças poderão conhecer a criação do mundo a partir da mitologia Yorubá – grupo étnico africano importante para a formação do Brasil.

No dia 22, o Bonde da História, com tema “A violência em objetos de nossa história”, irá mostrar ao público peças do acervo com objetivo de propor um debate sobre diferentes expressões de violência. A atividade será acessível para pessoas com deficiência visual.

Para as crianças, haverá contação de história sobre a vida dos primeiros habitantes do território brasileiro, ambientada na exposição Oreretama. A seguir acontece oficina com pintura e modelagem em argila.

Detetives no museu
No último domingo do mês (29), os educadores levam os visitantes para conhecer 10 objetos que contam a história do Brasil. No mesmo dia, as crianças poderão brincar de detetive a partir de uma atividade que tem como objetivo trabalhar os segredos que o museu abriga.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre o circuito da exposição de longa duração do museu. Confira ingresso e gratuidades. Aos domingos, dia de entrada franca no MHN, o Bonde começa às 14h e o Bondinho às 15h.

Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu. Confira a programação completa. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo e-mail mhn.educacao@museus.gov.b

MHN divulga trabalhos selecionados para seminário internacional

O Museu Histórico Nacional (MHN) divulgou a lista das comunicações orais selecionadas para o “Seminário Internacional Museu e Educação: 60 anos da Declaração do Rio de Janeiro” – que acontecerá no museu de 9 a 11 de outubro. Foram inscritos 108 trabalhos no total. Devido ao grande interesse, a organização do evento ampliou de 16 para 40 o número de selecionados.

As comunicações serão feitas em quatro painéis em torno do tema Educação Museal: história no Brasil; conceitos e teorias; práticas e experiências; políticas públicas, profissionais e pesquisa. Confira a lista de trabalhos selecionados.

Seminario_Internacional_2018_LogoOs autores selecionados serão contatados via correio eletrônico pela organização do seminário e deverão confirmar disponibilidade para participar. Dúvidas e outras questões devem ser enviadas para seminariointernacionalmhn@gmail.com.

Seminário multidisciplinar

Desde sua primeira edição em 2000, o Seminário Internacional do MHN acontece sempre em outubro – mês em que o museu foi criado em 1922. Resultado da parceria com universidades, instituições culturais e de pesquisa brasileiras e estrangeiras, o evento aborda assuntos diversos nos campos da História, Patrimônio, Museologia e Ciências Sociais.

Neste ano, o MHN, em parceria com a Rede de Educadores em Museus e Centros Culturais do Rio de Janeiro (REM-RJ), dedica a 18ª edição do evento à reflexão e ao debate sobre os avanços e os desafios que a educação museal apresenta desde a realização do Seminário Regional da Unesco sobre o papel educativo dos museus – que deu origem à Declaração do Rio de Janeiro em 1958.

Além dos Painéis Temáticos, onde acontecem as comunicações orais, a programação do seminário traz ainda mesas redondas, conferências, relatos de experiências e abertura de exposição. Os trabalhos apresentados são publicados nos anais do evento. Na Biblioteca Virtual do MHN estão disponíveis todos os anais já publicados. A programação completa será divulgada em breve.

Lançamento do Caderno da PNEM no Rio acontece nesta terça

Nesta terça-feira (26), o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro (RJ), promove uma atividade com foco na educação museal. O Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) e o Programa de Elaboração e Pesquisa em Educação Museal (Pepem) serão lançados no auditório do museu a partir das 14h, com entrada franca. Não é necessário inscrição prévia. Haverá ainda certificado para os participantes.

Educação museal: MHN lança publicação do Ibram e

Educação museal: MHN lança publicação do Ibram e programa de implementação da PNEM nesta terça-feira (26)

A atividade terá como destaque uma mesa redonda com as presenças de Magaly Cabral, educadora e museóloga; Ozias Soares, pesquisador do Museu da Vida/Fiocruz; e Fernanda Castro, educadora do MHN – os dois últimos atuaram como coordenadores no processo de elaboração da PNEM.

Participação

A Política Nacional de Educação Museal é fruto de um amplo processo de reflexão e debate participativo – iniciado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2010 e concluído ano passado, quando a PNEM teve sua criação oficializada em portaria.

O Caderno da PNEM traz os princípios e diretrizes elaborados nesse processo, além de um conjunto de textos sobre a história da educação museal no Brasil, o processo de construção da política, formas de sua aplicação e conceitos que a embasam. A publicação já está disponível para download.

Implementação

Nesse contexto, o Núcleo Educativo do MHN propõe a criação e implementação do Programa de Elaboração e Pesquisa em Educação Museal (Pepem): uma ferramenta de implementação da PNEM que deve atuar com ações de curto, médio e longo prazo, em especial no que diz respeito à formação de educadores, elaboração de pesquisas e instrumentos de sistematização, registro e avaliação da área e produção de informação em educação museal.

A primeira atividade do Pepem, realizada na semana passada, foi uma reunião da linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, criada no grupo de pesquisa “Escritas da história em museus” (MHN/CNPq). Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br. Conheça o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/MHN
Foto: Setor Educativo/MHN

MHN realiza a segunda edição do ‘Dia de Copa’ neste domingo

Mais de 300 pessoas estiveram no Museu Histórico Nacional (MHN) no último dia 10 para participar da atividade “Dia de Copa no MHN”. Diante da repercussão da iniciativa, o museu retoma o projeto Bonde da História e realiza neste domingo (24), das 13h às 17h, a segunda edição do evento, com atividades lúdicas e educativas gratuitas para públicos de todas as idades.

Crianças e adultos podem completar o álbum de figurinhas inédito

Crianças e adultos podem completar o álbum de figurinhas inédito

Álbum para crianças e adultos

O frisson da primeira edição, o álbum exclusivo com personagens da história brasileira, volta com força total. Com apoio da Associação de Amigos do MHN, desta vez serão distribuídos 240 álbuns – sem limite de idade para obter um exemplar.

Concebido pelo setor educativo do museu, a publicação é inspirada nos álbuns de figurinhas lançados a cada edição da Copa do Mundo. Na versão do MHN, 14 personagens da história brasileira compõem a seleção.

As figurinhas reproduzem imagens de personagens conhecidos em nossa exposição permanente, como d. João VI, d. Pedro II e André Rebouças, e outros nem tão populares, mas não menos importantes – como Henrique Dias, Catarina Paraguaçu e Maria Felipa.

Após receber o álbum, o participante deve “caçar” as figurinhas no circuito expositivo do museu, tendo assim a chance de se aproximar da história e do acervo de forma lúdica.

Os exemplares dos álbuns serão distribuídos das 13h às 16h, respeitando o limite de 80 exemplares por hora. A distribuição será feita por ordem de chegada e não haverá reservas antecipadas ou distribuição de senhas.

Bonde das camisas

Às 14h acontece o Bonde da História com o tema “Camisas, futebol e histórias!”. A atividade relaciona a história do Brasil com a de outros países que também disputam a Copa 2018, tendo as camisas dos times como principal conexão. A atividade é voltada para maiores de 16 anos.

Chute ao gol vendado faz referência ao futebol praticado por pessoas com deficiência visual

o chute ao gol vendado faz referência ao futebol praticado por pessoas com deficiência visual

Durante toda a tarde, haverá espaço para a troca de figurinhas do álbum oficial da Copa 2018. Também têm destaque as mesas de futebol de botão e futebol de moeda (peteleco), que vêm divertindo gerações de apaixonados por futebol há décadas.

E tem competição também com direito a prêmios. Um campeonato de embaixadinhas e a atividade chute ao golzinho vendado acontece uma vez mais. A partir das regras do Futebol de Cinco, praticado por pessoas com deficiência visual, o público poderá experimentar o chute ao gol vendado.

Dúvidas e outras informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br. O MHN possui estacionamento – respeitando o número de vagas existentes. Saiba como chegar.

Texto e fotos: Ascom/MHN

Copa do Mundo é tema de atividade educativa no MHN neste domingo (10)

O projeto Bonde da História, desenvolvido pela Divisão Educativa do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), propõe um ação inédita para marcar o início da Copa do Mundo 2018.

O “Dia de Copa no Museu Histórico Nacional”, no dia 10 de junho (domingo), se propõe a integrar o tema da Copa do Mundo a peças da exposição permanente do MHN.

Das 13h às 17h, o museu se abre para a popular troca de figurinhas do álbum oficial da Copa 2018, que tem feito sucesso entre crianças e adultos.

Tiradentes, Carlota Joaquina e Anita Garibaldi são alguns personagens do álbum

D.João VI, Anita Garibaldi e André Rebouças também são personagens do álbum

Enquanto isso, o Bondinho da História propõe uma “caça às figurinhas” para a garotada completar o álbum exclusivo, desenvolvido pelo Educativo do museu, que traz 15 personagens da história brasileira – como Tiradentes, Dona Carlota Joaquina e a múmia Luzia.

As figurinhas deverão ser ‘caçadas’ ao longo do circuito expositivo do museu para se completar o álbum. Serão distribuídos, por ordem de chegada, 30 álbuns. Cada participante (até 15 anos) e acompanhante terão direito a apenas um exemplar.

Futebol à moda antiga
Às 14h acontece o Bonde da História com o tema “Camisas, futebol e histórias!”.

A proposta é levar o público a perceber os momentos em que a história do Brasil mistura-se a de outros países que também estão na maior competição de futebol do planeta, abordando um pouco dessa relação e as origens das camisas que cada seleção usa. A atividade é voltada para maiores de 16 anos.

Os jogos não tecnológicos também têm destaque: futebol de botão, totó, futebol de moeda e futebol Gulliver estão programados.

E tem competição também com direito a prêmios: um campeonato de embaixadinhas e um “chute ao golzinho” vendado também promete envolver o público no espírito lúdico do futebol.

As atividades são gratuitas e não há necessidade de inscrição prévia. O MHN possui estacionamento – respeitando o número de vagas existentes. O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, S/N – Centro do Rio. Saiba mais sobre o MHN.

Dúvidas e outras informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br.

Texto: Ascom/MHN

Fórum Acervos Arqueológicos recebe inscrições de trabalhos até 15 de julho

Até 15 de julho, interessados em apresentar experiências e reflexões nas áreas de arqueologia, conservação e museologia podem submeter trabalhos para o Fórum Acervos Arqueológicos: por uma política de preservação do patrimônio arqueológico brasileiro.

A proposta do fórum é definir uma pauta para a elaboração de um plano de ação com vistas à preservação e à gestão dos bens arqueológicos do país. O evento acontece entre os dias 28 e 30 de agosto no Auditório do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

REMAAE se reuniu ano passado durante o 7º Fórum Nacional de Museus em Porto Alegre (RS)

REMAAE reuniu-se ano passado durante o 7º Fórum Nacional de Museus em Porto Alegre (RS)

Além de congregar profissionais, o evento irá retomar os trabalhos iniciados em 2017 no Fórum do GT Acervos, da Sociedade de Arqueologia Braileira (SAB), e da reunião da Rede de Museus e Acervos de Arqueologia e Etnologia (REMAAE) – que teve lugar durante o 7º Fórum Nacional de Museus.

A programação inclui mesas redondas, palestras, comunicações coordenadas e já está disponível para consulta. O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) estará representado, na mesa de abertura, pela diretora de Processos Museais, Renata Bittencourt.

Como participar
As inscrições podem ser feitas gratuitamente em formulário online e estão divididas em duas categorias: Participante e Ouvinte.

O participante pode contribuir com as discussões através da apresentação de experiências e reflexões, como representantes das instituições de guarda e pesquisa de acervos arqueológicos, profissionais autônomos e equipes prestadoras de serviço em arqueologia, conservação e museologia, que atuam diretamente na preservação do patrimônio arqueológico. As inscrições nessa categoria podem ser realizadas até 15 de julho.

Já a categoria Ouvinte é voltada para agentes que atuam no setor patrimonial, estudantes e profissionais das áreas de arqueologia, conservação e museologia, além dos interessados na temática. Nessa categoria, as inscrições acontecem até 28 de agosto.

Os interessados que não puderem comparecer têm até 1º de julho para enviar contribuições para o e-mail forumacervosarqueologicos@gmail.com, com o Assunto “Contribuições para o Fórum”. Saiba mais.

Texto: Ascom/MHN
Foto: Doni Maciel /Acervo Ibram

Retrato de D. João VI do acervo MHN é reproduzido em selo comemorativo

200 anos da Independência do Brasil: selo integra série de seis emissões dos Correios até 2022

200 anos da Independência do Brasil: selo integra série de seis emissões dos Correios até 2022

Nesta semana, os Correios lançaram um selo comemorativo pelo Bicentenário da Aclamação de D. João VI (1767-1826) como rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

A imagem que estampa o selo é a reprodução de uma pintura de José Leandro de Carvalho (1770-1834), que se encontra no acervo do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), desde 1924.

O pintor foi o principal retratista da corte de dom João VI entre 1808 e 1820. Além do rei, retratou outros membros da família imperial, como dom Pedro I, princesa Leopoldina e dona Maria I, tendo sido comparado pela crítica a “um pequeno Velásquez da elite imperial”.

200 anos da Independência
Este segundo selo, de uma série de seis, é resultado de parceria entre a Câmara dos Deputados e os Correios que se estenderá até 2022, quando se celebram os 200 anos da Independência do Brasil.

A arte do selo é de Ely Borges e Isabel Flecha de Lima. Foram utilizados recursos de tinta calcográfica e computação gráfica. Com valor de R$ 2,05 e tiragem de 180 mil unidades, o selo pode ser adquirido nos Correios.

O quadro pode ser visto na exposição de longa duração Portugueses no Mundo, que integra o circuito do Museu Histórico Nacional. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Correios/Divulgação

MHN recebe evento internacional sobre Patrimônio Arquitetônico Brasil-Portugal

O 5° Fipa – Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal começa nesta quarta-feira (23), no Rio de Janeiro (RJ).

Até o dia 25 de maio acontecem conferências, mesas redondas, sessões temáticas, exibição de filme e visitas mediadas no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) e Paço Imperial/Iphan.

Filme de Sinai Sganzerla será exibido no MHN na quinta (24)

Filme de Sinai Sganzerla será exibido no MHN na quinta (24)

Após a sessão solene de abertura no dia 23, o diretor do MHN e historiador Paulo Knauss realiza, às 9h30, a conferência “A refuncionalização dos lugares históricos – o caso do Museu Histórico Nacional”.

Entre os destaques da programação no MHN estão, além de mesas e sessões temáticas, a exibição, no dia 24, às 18h, do documentário em longa-metragem “O desmonte do Monte”, de Sinai Sganzerla, às 18h, no auditório do museu.

O filme aborda a história do Morro do Castelo, escolhido pelos colonizadores portugueses para ser o local das primeiras moradias e fundação da cidade do Rio.

Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o morro foi destruído por sucessivas reformas urbanísticas. A diretora estará presente para conversar com o público após a sessão.

No dia 25, o MHN também será ponto de encontro para as visitas guiadas preparadas pelo evento para os participantes. Entre 9h e 12h, acontecem simultaneamente três roteiros no centro histórico do Rio. Confira a programação completa.

Resultado de um convênio entre instituições brasileiras e portuguesas, o Fipa acontece um ano no Brasil e outro em Portugal, agregando profissionais  nos campos científicos, técnicos e de gestão do patrimônio.

O 5º Fipa contribuirá ainda com a preparação do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA-2020, o mais importante evento de arquitetura mundial, que está programado para acontecer no Rio de Janeiro. Saiba como participar do 5º Fipa.

Texto: Ascom/MHN
Imagem: Divulgação

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