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Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Ibram e Fundação Joaquim Nabuco lançam livro sobre memória feminina

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Publicação foi organizada pela antropóloga Maria Elisabete Arruda de Assis, diretora do Museu da Abolição, e pela museóloga Taís Valente dos Santos, também vinculada ao Ibram.

Será lançado em Recife (PE), na tarde desta sexta-feira (10), o livro Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres. Resultado de uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Fundação Joaquim Nabuco, a publicação homenageia mulheres que contribuíram e contribuem para a construção da história e cultura brasileiras.

A ideia de homenagear as mulheres envolvendo museus foi definida durante reunião do Comitê Intergovernamental do Programa Ibermuseus ocorrida em Lisboa (Portugal) em outubro de 2014.

A proposta resultou no catálogo virtual La memoria feminina – Mujeres en la historia, historia de mujeres, primeira iniciativa de museus da comunidade Iberoamericana voltada à criação de diálogos multidisciplinares e narrativos sobre o patrimônio cultural na perspectiva de gênero.

Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres reúne uma seleção sobre 18 mulheres de diversas áreas (música, jornalismo, artes plásticas, ativismo político, ciências, proteção do patrimônio, luta pela igualdade de gênero), das mais variadas regiões do Brasil, cujas contribuições se encontram, em sua maioria, representadas em museus e espaços de memória.

Gênero e memória
“A atual publicação surgiu da necessidade de ampliar ainda mais o material produzido para o catálogo”, explica a antropóloga Maria Elisabete Arruda de Assis, diretora do Museu da Abolição, que organizou a publicação em parceria com a museóloga Taís Valente dos Santos, também vinculada ao Ibram. “Destacamos a importância deste projeto para o incremento do debate das questões de gênero no Brasil, sob a perspectiva da memória, com esse recorte significativo de representações femininas”.

Escritos por pesquisadores de diversas instituições, os textos selecionados buscam desconstruir preconceitos
que restringiram a presença das mulheres em nossa História, e retratam mulheres brasileiras com origens e trajetórias tão diversas quanto Lygia Pape, Lia de Itamaracá, Dona Santa e Mãe Biu.

Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres será lançado na sede da Fundação Joaquim Nabuco (Avenida 17 de Agosto, 2187 – Casa Forte), em Recife (PE), a partir das 14h. A versão online da publicação está disponível gratuitamente para download em nossa seção de livros.

Livro que traz metodologia dos Pontos de Memória está disponível para download

Referência para o desenvolvimento em âmbito brasileiro da Museologia Social – que preconiza a construção, por grupos sociais e comunidades, de suas próprias narrativas museais – a metodologia de trabalho do programa Pontos de Memória, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), foi reunida em livro lançado em 2016.

Visitação ao Museu de Favela (MUF), um dos 12 pioneiros Pontos de Memória.

Visitação ao Museu de Favela (MUF), no Rio de Janeiro (RJ), um dos 12 pioneiros Pontos de Memória

Pontos de Memória: Metodologia e Práticas em Museologia Social apresenta o processo de implementação dos 12 primeiros Pontos de Memória, iniciado já no ano de criação do Ibram (2009), o qual lançaria as bases de uma metodologia que utiliza ferramentas da Museologia a serviço da memória social: identificação, qualificação, realização de inventários participativos, difusão de memórias, formação de redes.

Entre os resultados que os Pontos de Memória permitiram promover, de acordo com os relatos das comunidades que protagonizaram esta experiência inicial, são mencionados na publicação o conhecimento e valorização das memórias locais; fortalecimento de tradições, identidades e laços de pertencimento; valorização dos potenciais locais, com impulso ao turismo e economia nas regiões envolvidas; desenvolvimento sustentável das localidades; e melhoria da qualidade de vida, com redução da pobreza e violência.

Tendo despertado amplo interesse da comunidade museológica brasileira e internacional desde seu estágio embrionário, a metodologia do programa Pontos de Memória, agora sistematizada em livro, está disponível também nas versões em Inglês e Espanhol. Impressa e distribuída pelo Ibram aos Pontos de Memória brasileiros, a publicação pode ser baixada gratuitamente, por interessados em geral, em nossa seção de publicações.

Mais informações pelo endereço eletrônico pontosdememoria@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Publicações editadas pelo MHN em 2016 estão disponíveis na internet

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Recém-lançados, dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve ampla produção bibliográfica no ano passado.

A Divisão de Pesquisa do museu foi responsável pela edição e lançamento de dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional, publicados desde a década de 1940.

A nova safra de publicações inclui o livro Os Vice-Reis no Rio de Janeiro – 250 anos, que traz artigos selecionados pelo MHN a partir de Seminário Internacional dedicado à transferência da sede do governo-geral do Estado do Brasil e dos vice-reis de Salvador para o Rio de Janeiro.

Personagens e memórias
Também resultado de Seminário Internacional, D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX reúne ensaios que tomam a personagem histórica, arquiduquesa austríaca e imperatriz do Brasil, como referência para o entendimento de uma época de transformações sociais.

Idealizado a partir da exposição homônima realizada no MHN, o catálogo Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia traz reflexões sobre a construção da memória e das transformações vividas pela cidade do Rio de Janeiro, do início da cidade, nos séculos XVI e XVII, ao Porto Maravilha do século XXI.

Completa o pacote de lançamentos o volume 47 dos Anais do Museu Histórico Nacional – material de referência para pesquisadores da área das ciências humanas e sociais, a tradicional publicação recebeu avaliação B1 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O volume 47 foi inteiramente dedicado à história recente da Museologia, com dossiê organizado pelo museólogo e professor Bruno Brulon, seleção de textos do professor francês André Desvallés, importante teórico francês da Nova Museologia, e artigos do museólogo e professor Mário Chagas (Ibram/UniRio) e da historiadora e doutora em Museologia Analucia Thompson.

As publicações podem ser adquiridas na loja física do MHN ou acessadas na Biblioteca Virtual do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Pâmela Lima

Exposição exibe resultado de curso sobre memória afro-brasileira em SC

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Exposição é resultado de curso que utilizou, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram

Será aberta nesta sexta-feira (18), no Museu Histórico de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), a exposição Vozes que pulsam – Memória e cultura afro-brasileira em Santa Catarina.

A exposição é resultado do curso Museu, Memória e Cultura Afro-brasileira, iniciado em agosto pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), numa parceria com o Sistema Estadual de Museus catarinense, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

O curso utilizou pela primeira vez, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram, e foi voltado a 30 profissionais atuantes em museus, Pontos de Memória e Pontos de Cultura, além de pesquisadores na área do Patrimônio Cultural. As atividades a distância possibilitadas pela ferramenta foram complementadas por encontros presenciais mensais.

Participação e mesa-redonda
A exposição Vozes que pulsam foi elaborada num processo de curadoria compartilhada e educação colaborativa entre os participantes do curso. A partir de metodologias como o inventário participativo, o grupo reuniu pesquisas e registros que preservam e difundem iniciativas culturais sobre o patrimônio afro-brasileiro em território catarinense.

Referências culturais e patrimônios afro-brasileiros foram inventariados nas sete regiões museológicas do estado e serão apresentados em forma de imagens, fotos e vídeos. O conteúdo foi dividido em quatro módulos: Objetos e saberes, Formas de expressão, Lugares e Celebrações.

Para a abertura da exposição, estão programadas mesa-redonda sobre o tema Políticas Públicas e os negros no Brasil, a partir das 14h, e apresentação do Grupo de Capoeira Projeto Social do Mont Serrat, a partir das 15h30.

A mostra fica em cartaz no Palácio Cruz e Sousa, que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina, até o próximo dia 25. A ideia é que, ao final deste período, torne-se itinerante, percorrendo diversos municípios catarinenses. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Rio 450: MHN recebe exposição sobre calçadas de pedras portuguesas

Vista aérea de trecho do Calçadão de Copacabana

Vista aérea de trecho atual do Calçadão de Copacabana

A partir de 12 de junho, chega ao Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), a versão ampliada da exposição Tatuagens urbanas e o imaginário carioca, que passou anteriormente por Recife (PE) e Belo Horizonte (MG), em 2011, e obteve sucesso junto ao público.

Como parte das celebrações dos 450 anos da cidade do Rio, a prefeitura do Rio e o Comitê Rio450, apresentam, até 1º de agosto, a arte portuguesa de se fazer calçadas desenhadas, popularmente conhecida como “calçadas de pedras portuguesas”: pavimentação que se utiliza de mosaicos de calcário em sua estrutura e cujos desenhos ganharam as ruas de cidades europeias e brasileiras.

A capital fluminense possui 1,218 milhões de metros quadrados de calçamento em pedras portuguesas, sendo os mais emblemáticos o canteiro central da orla de Copacabana, projetado pelo paisagista e arquiteto Burle Marx (1909-1994), e o Calçadão de Copacabana – cuja imagem é reconhecida em todo mundo.

Parcerias e obras originais
“Através de acervos de Instituições de Portugal e do Brasil apresentamos telas, desenhos, fotos e moldes que formam um conjunto expositivo da maior relevância para se conhecer o tema proposto: as calçadas portuguesas”, explica a pesquisadora e produtora cultural Renata Lima, coordenadora do projeto e autora do livro Tapetes de pedra, que inspira a exposição.

“A parceria com a Câmara de Lisboa nos possibilitou empréstimos de obras originais, verdadeiros tesouros do patrimônio urbano”, comenta. Além de fotografias de várias épocas impressas no livro, novas fotos aéreas das calçadas da cidade, feitas por Bruno Veiga, também estarão expostas no MHN, bem como documentos e estrutura multimídia.

A orla de Copacabana ainda no começo do século XX

A orla de Copacabana ainda no começo do século XX

A exposição está dividida em três módulos: um recorte Histórico, com acervos de instituições como o Museu da Cidade de Lisboa, Museu da Cidade e Museus Castro Maya/Ibram, além de registros relacionados aos calçadões de Copacabana e Ipanema, que tem curadoria de Solange Godoy.

Já o módulo Calceteiro conta com acervo do Museu dos Moldes de Lisboa, além de fotografias e filmes de várias épocas.

E o terceiro módulo, Imaginário Carioca, reúne objetos inspirados nas calçadas do Rio de janeiro e revela como o carioca se apropriou dessa marca registrada da cidade no design de jóias, mobiliário, obras de arte, moda etc.

As peças foram reunidas por Didi Resende, responsável pela curadoria do módulo, ao lado da jornalista Lenora de Vasconcellos. A cenografia da exposição leva a assinatura de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

Como construir calçadas
Em paralelo à exposição, o projeto vai discutir a importância da conservação e adaptação das calçadas aos novos padrões de mobilidade e acessibilidade urbanas, além de formar novos calceteiros, através de seminários e oficinas especializadas.

A partir do dia 15 de junho, o Curso de Qualificação de Mestres Calceteiros incluirá aulas com mestres que trabalham na Prefeitura de Lisboa, que ensinarão a técnica do calçamento em pedras portuguesas.

As formas geométricas destacam-se nas calçadas cariocas

As formas geométricas destacam-se nas calçadas cariocas

O objetivo da Prefeitura com esse curso de especialização é reciclar o grupo de calceteiros e garantir a qualidade do assentamento de pisos em pedra portuguesa na cidade.

Ao final do curso, os calceteiros formados serão responsáveis pela construção de novas calçadas, a partir de desenhos selecionados através de um concurso realizado na Escola de Artes do Parque Lage.

Já o Seminário Calçadas Públicas acontece no dia 23 de junho, no Auditório do Museu Histórico Nacional, em três mesas de debate das quais participam, entre outros convidados, Pedro Home de Gouveia, coordenador da Equipe do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa; Washington Fajardo, Presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), e Marcus Belchior, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos. O seminário é gratuito é aberto ao público.

O Museu Histórico Nacional está localizado na Praça Marechal Âncora (próximo à Praça XV), no centro do Rio. Está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

O ingresso custa R$ 8, sendo a entrada gratuita aos domingos. Saiba quem está isento de pagamento, ou paga meia entrada, na seção Informações Serviços no sítio web do museu.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Bruno Veiga (1 e 3)/Augusto Malta (2)

Rio Grande do Norte é o segundo estado a receber Encontro Regional

Teve início hoje (14), a primeira etapa do Encontro Regional do Programa Pontos de Memória em Natal, Rio Grande do Norte (RN). Este é o segundo encontro de uma série de dez programados para acontecer em 2015 em todo o país – o primeiro teve lugar em Belém (PA) no mês de março.

Abertura da exposição Memórias Plurais em Belém (PA) dia 27 de março

Abertura da exposição Memórias Plurais  na Universidade Federal do Pará no dia 27 de março

Realizados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), os encontros promovem, com os parceiros locais, capacitações direcionadas a iniciativas de museologia social, Pontos de Memória e museus comunitários.

A proposta é aproximar grupos e entidades que dialogam com a proposta do Programa Pontos de Memória do Ibram: ampliar o direito à memória no país, atendendo a grupos sociais que não têm oportunidade de narrar e expor suas próprias histórias, memórias e patrimônios nos museus tradicionais.

Exposição itinerante
No RN, as capacitações acontecem no mês de abril, com as oficinas Museu, Memória e Cidadania (dias 14 e 15) e Inventário Participativo (dias 22 e 23); e no mês de junho, com a atividade Diálogos sobre Exposições Colaborativas (dias 16 e 17).

Já no dia 24 de abril acontece a abertura da exposição itinerante Memórias Plurais. O enfoque dado à mostra são as redes de memória e museologia social que articulam pontos e iniciativas pelo país.

Cada rede enviou textos e fotografias para a Coordenação de Memória e Museologia Social do Ibram que, com o apoio da jornalista e consultora Sara Schuabb e da arquiteta do Ibram Simone Kimura, reuniu e selecionou o material, definindo os contornos da exposição.

A etapa potiguar dos Encontros Regionais de Pontos de Memória tem a realização local da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação José Augusto, Rede de Pontos de Memória e Museus Comunitários do RN e o Museu Nísia Floresta.

Grupo de Trabalho, em Belém (PA), discute a montagem da exposição Memórias Plurais

Grupo de Trabalho, em Belém (PA), discute a montagem da exposição Memórias Plurais

A iniciativa conta ainda com a parceria da Secretaria do Estado de Educação e Cultura do RN e da Rede Potiguar de Televisão Educativa e Cultural. Outras informações sobre o encontro em Natal podem ser obtidas pelo telefone (84) 9950.4984.

Estrutura dos encontros
divididos em módulos, os encontros regionais contam, de modo alternado, com capacitações em torno dos temas Museus, Memória e Cidadania na Diversidade Cultural; Inventário Participativo; Registros Audiovisuais e Diálogos sobre Exposições Colaborativas.

Promover a reflexão sobre as possibilidades de realização de intervenções urbanas e exposições de longa e curta duração, de caráter comunitário e colaborativo, a partir de experiências concretas realizadas por Pontos de Memória é o mote da formação Diálogos sobre Exposições Colaborativas.

Já a formação dos agentes de memória participantes nas áreas fotografia e audiovisual, apoiando ainda a produção de conteúdos de caráter colaborativo, é a proposta da oficina Registros Audiovisuais.

A oficina Museu, Memória e Cidadania na Diversidade Cultural visa promover a reflexão sobre os conceitos de “museu”, “memória”, “cidadania” e “diversidade cultural”, incentivando os participantes a utilizar o “fazer museal” como estratégia de transformação social a partir do seu patrimônio.

Encerramento da oficina Inventário Participativo no Pará

Encerramento da oficina Inventário Participativo no Pará

Oferecer condições para a identificação, registro, preservação e salvaguarda do patrimônio cultural de grupos, comunidades e iniciativas de memória e museologia social, é o tema da oficina Inventário Participativo.

Durante o encontro, a reflexão sobre os conceitos de “museu”, “memória”, “patrimônio cultural”, “inventário participativo” e “referências culturais” permeiam as discussões.

Calendário nacional
Até dezembro, mais oito Encontros Regionais do Programa Pontos de Memória estão programados. Após as etapas de Belém e Natal, o encontro chega a Fortaleza (CE) no mês de maio, Recife (PE) em junho, e Salvador e Ilhéus (BA) entre os meses de julho e agosto.

Em setembro, será a vez de Goiânia (GO) receber o encontro. São Paulo (SP) está agendado para outubro, Rio de Janeiro (RJ) para novembro e Porto Alegre (RS) encerra os encontros em dezembro. As datas, locais e parceiros locais ainda estão em definição e serão divulgados aqui na página do Ibram.

O Programa Pontos de Memória do Ibram conta atualmente com 120 pontos de memória parceiros (107 no Brasil e 13 no exterior), sendo 12 “pioneiros” (fomentados com recursos do Pronasci/Ministério da Justiça) e os demais premiados nos editais 2011 e 2012 do Ibram – com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC). Ainda este semestre será divulgado o resultado final do Prêmio Pontos de Memória 2014. Saiba mais.

Texto: Geyzon Dantas (Ascom/Ibram)
Fotos: Programa Pontos de Memória/divulgação

Edital convoca entidades para indicar membros ao CNPC

Publicado hoje (10), no Diário Oficial da União, Extrato de Edital para a inscrição e a habilitação de entidades do setor de museus e memória para a formação de lista tríplice para escolha de titular e membro do setor para compor o plenário do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC).

A escolha anterior de membros pro CNPC aconteceu durante o 5º Fórum Nacional de Museus (2012)

A escolha anterior de membros pro CNPC aconteceu durante o 5º Fórum Nacional de Museus (2012)

O processo seletivo será composto de duas etapas: uma etapa inicial de inscrição e habilitação das entidades que se submeterão à processo de votação durante o 6º Fórum Nacional de Museus (FNM) – que acontece em Belém (PA), de 24 a 28 de novembro – para escolha das três entidades mais votadas, e uma etapa final de indicação de um representante das três entidades mais votadas. Acesse o edital completo.

As entidades de caráter associativo e de âmbito nacional atuantes da área de museus e memória poderão se inscrever até o dia 13 de novembro pelo endereço eletrônico eleicaocnpc@museus.gov.br. Outras informações e dúvidas sobre o edital devem ser enviadas para o mesmo endereço.

O CNPC é um órgão colegiado integrante da estrutura básica do Ministério da Cultura, e tem por finalidade propor a formulação de políticas públicas com vistas a promover a articulação e o debate dos diferentes níveis de governo e a sociedade civil organizada para o desenvolvimento e o fomento das atividades culturais no território nacional.

Texto: Divulgação
Foto: Ascom/Ibram

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CNPC: portaria do MinC ratifica Comitê Gestor do SBM como Colegiado Setorial

Formação: Programa Conexão Cultural Brasil contempla museus e memória

Publicados ontem (31), no Diário Oficial da União (DOU), dois editais públicos do programa Conexão Cultura Brasil do Ministério da Cultura (MinC), voltados para internacionalização cultural do país. A meta é ampliar a presença de artistas e empreendedores brasileiros no mundo em atividades de formação (cursos e estágios), em instituições culturais e eventos de cultura e negócios.

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Science Museum, em Londres, está na lista de instituições que integram o programa

Um dos editais, o Conexão Cultura Brasil Intercâmbios, abre a oportunidade para cerca 400 pessoas fazerem cursos no Brasil e no exterior no período entre novembro de 2014 e março de 2015.

Dentre as diversas áreas contempladas com o novo programa estão artes visuais, restauração, cultural popular e patrimônio, museus e memória.

Como funciona
Para participar, o interessado deve entrar em contato com a instituição de ensino e ser pré-aprovado por ela. As instituições que já manifestaram interesse em receber os brasileiros são o Instituto Europeu de Design, a Federculture da Itália, a Universidade de Bolonha, o British Council, a Royal Shakespeare Company, o Barbican Centre, o SouthBank Centre, o The Globe Theatre, a BBC Scottish Symphony, o Science Museum e o Festival de Edimburgo.

O próximo passo é encaminhar ao MinC o documento da instituição estrangeira (carta-convite). Uma comissão com integrantes do ministério e de entidades vinculadas irá selecionar os ganhadores do incentivo. As inscrições para os dois editais serão feitas via sistema Salic Web.

O ministério irá financiar as passagens, as diárias dos brasileiros e os deslocamentos. A contrapartida dos selecionados é, ao voltar para o Brasil, multiplicar o conhecimento adquirido, ou seja, apresentar o que foi desenvolvido no exterior.

As dúvidas dos interessados poderão ser esclarecidas pelo email culturabrasilintercambios@cultura.gov.br e culturabrasilnegocios@cultura.gov.br. Continue lendo e conheça o edital Conexão Cultural Negócios.

Texto: Divulgação MinC
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Science Museum

Mapeamento: Ibram vai cadastrar pesquisadores em museus e memória

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) deu início a um trabalho de mapeamento de pesquisadores vinculados à instituição interessados em liderar grupos de pesquisa sobre a área de museus e memória. O objetivo é formar um Diretório dos Grupos de Pesquisa do Ibram, que serão cadastrados junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O cadastramento permitirá um maior intercâmbio e troca de informações entre grupos que atuam dentro do próprio Ibram e outros grupos, instituições e pesquisadores com os quais compartilhem afinidades. Vai possibilitar também o acompanhamento das pesquisas em andamento no instituto e contribuir para a preservação da memória sobre a produção de conhecimento na área museal.

Como funcionará
O Ibram já está inscrito no CNPq como instituição de pesquisa e encontra-se formalmente autorizado a iniciar o processo de cadastramento de líderes e grupos.

A partir desses cadastramentos, as informações geradas pelo desenvolvimento das pesquisas dos futuros grupos passarão a constar da base de dados do CNPq – que reúne, além dos grupos, informações sobre pesquisadores, linhas de pesquisa, especialidades de conhecimento, setores de atividade envolvidos e a produção dos participantes, entre outras.

Cada grupo de pesquisa será formado por um líder (que deve ser um pesquisador com doutorado e cadastrado na plataforma Lattes) e por pesquisadores (graduados ou pós-graduados), podendo incluir ainda estudantes e técnicos. O CNPq não fixa limite para o número de grupos por instituição de pesquisa.

Até o momento, o Ibram cadastrou 12 líderes que atuam dentro do instituto. Será iniciado em breve o cadastramento de líderes não vinculados instituição, mas com um histórico de participação em projetos e ações promovidos pelo Ibram. Para outras informações, faça contato pelo endereço eletrônico alvaro.marins@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Última atualização: 10.3.2014

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