Museu de Biologia Mello Leitão premia cientistas ao completar 65 anos

Nesta quinta-feira (26), às 15h, o Museu de Biologia Professor Mello Leitão (hoje Instituto Nacional da Mata Atlântica) apresentará os resultados do Projeto Muriqui – ES 2012-2014, um programa de conservação e monitoramento de populações de muriquis (espécie de primata em extinção) da Mata Atlântica do Espírito Santo (ES).

O muriqui é uma espécie encontrada na Mata Atlântica

O muriqui é uma espécie ainda encontrada nas áreas de Mata Atlântica

Na comemoração dos seus 65 anos, o museu também faz o lançamento do livro O Muriqui – Símbolo da Mata Atlântica, escrito por Sérgio Lucena Mendes, Mariana Petri da Silva, Mariana Zanotti Tavares de Oliveira e Karen Barbara Strier. A obra é resultado de um projeto de conservação dos primatas que já dura mais de 10 anos.

Quem estiver presente no evento, que será realizado na sede do museu, em Santa Teresa (ES), poderá participar do sorteio de exemplares da publicação.

“É um livro de divulgação científica, mas voltado para leigos. Pode ser distribuído em escolas, organizações não governamentais, institutos de educação ambiental,” explica Mendes, um dos autores, que também é professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Reconhecimento
Outra atividade programada é a entrega do Troféu Álvaro Aguirre de Biodiversidade, criado em homenagem ao cientista naturalista brasileiro que, nos anos 1960, foi um dos pioneiros no estudo sobre os muriquis.

O prêmio é dividido em três categorias: Cientista, Conservação e Atividades de Campo. Receberão os troféus, respectivamente, Karen Strier, Ibsen Câmara e Rogério Ribeiro dos Santos, reconhecidos pelos trabalhos de conservação da biodiversidade e dos muriquis no Brasil.

Realizado em conjunto com a UFES, Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica, a Associação de Amigos do Museu e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, o evento é aberto ao público. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (27) 3259.1182.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Wikipédia

Museu de Biologia Mello Leitão torna-se instituto e deixa estrutura do Ibram

O Museu de Biologia Professor Mello Leitão (MBML), localizado em Santa Teresa (ES), passa agora a integrar a  estrutura básica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tornando-se Instituto Nacional da Mata Atlântica, e deixa a estrutura do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura (MinC).  A Lei 12.954, de 5 de fevereiro de 2014,  foi publicada hoje (6) no Diário Oficial da União.

O museu deixa a estrutura do Ibram e passa para o MCTI com status de instituto

O museu deixa a estrutura do Ibram e passa para o MCTI com status de instituto

Segundo a lei, fica autorizado aos servidores integrantes do Plano Especial de Cargos da Cultura o exercício no novo instituto, sem prejuízo das vantagens inerentes ao plano, independentemente da ocupação de cargo em comissão ou função de confiança que se achavam lotados no Museu de Biologia Professor Mello Leitão em 31 de dezembro de 2009.

Para o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, a transferência é  uma “grande conquista da cultura, ciência e meio ambiente e constitui destaque especial para a museologia brasileira”, afirma.

“Desde que assumi a presidência do Ibram, acompanho a tramitação do projeto de Lei e as iniciativas ligadas a essa transformação tão sonhada e necessária. O ideal de Augusto Ruschi e o projeto que ele plantou ainda na década de 40 são redimensionados em perspectiva altamente positiva, com repercussão internacional”, finaliza.

Pesquisa e preservação
Fundado em 1949 pelo naturalista capixaba Augusto Ruschi, o museu faz pesquisas biológicas, coleta material zoológico e botânico, desenvolve educação ambiental e atua na preservação da memória de seu criador.

O MBML controla duas estações biológicas na cidade de Santa Teresa (Santa Lúcia e Caixa d’Água) e reúne em seu acervo científico de mais de 65 mil itens que atraem pesquisadores de todo o mundo. O nome é uma homenagem a Cândido Firmino de Mello Leitão, professor e amigo de Ruschi que iniciou contatos com o Museu Nacional. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Conservação de muriquis é tema de encontro no Museu de Biologia Mello Leitão

Espécie em extinção, o muriqui-do-norte é tema de seminário e oficina no ES

O Museu de Biologia Professor Mello Leitão (MBML/Ibram), localizado em Santa Teresa (ES), sedia entre os dias 13 e 16 deste mês,  Seminário e Oficina de Planejamento do Plano de Ação Estadual para Conservação dos Muriquis no Espírito Santo.

Aberto ao público, o seminário acontece no dia 13, a partir das 16h, e vai abordar a importância dos planos para a conservação de espécies ameaçadas. Até o dia 16, a programação prossegue com oficina voltada ao Plano de Ação Estadual com foco na conservação dos muriquis no estado, que deve reunir profissionais e representantes institucionais para contribuirem na elaboração do documento, difusão e implementação de suas ações.

O muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) é o maior macaco americano e uma espécie criticamente em perigo de extinção. Atualmente, só é encontrado em poucas localidades nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A ideia é utilizar os dados levantados pelo Projeto Muriqui – ES, iniciado em 2002, como base para a realização da oficina de planejamento participativo.

O museu
Fundado em 1949 pelo naturalista capixaba Augusto Ruschi, o museu faz pesquisas biológicas, coleta material zoológico e botânico, desenvolve educação ambiental e atua na preservação da memória de seu criador. Reúne em seu acervo científico de mais de 65 mil itens que atraem pesquisadores de todo o mundo.

Conta com biblioteca especializada e publica um boletim semestral, destinado à divulgação de pesquisas nos diversos ramos da biologia. O museu fica à Avenida José Ruschi, 4 – Centro de Santa Teresa. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (27) 3259.1182 ou pelo endereço eletrônico mbml@museus.gov.br.

Texto: Divulgação MBML
Edição: Ascom Ibram
Foto: Karoline Marques/divulgação

Evolução Humana em exposição no Museu de Biologia Mello Leitão (ES)

A exposição Evolução Humana, projeto do Museu de ciências da Vida da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) em parceria com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão/Ibram, será aberta ao público no dia 30 de março, em Santa Teresa (ES).

Modelos realísticos de esqueletos e fósseis de diversos primatas e hominídeos, que contam um pouco da história da evolução humana de 7 milhões de anos até os tempos modernos, estarão em exibição até 31 de julho de 2012.

Na abertura, será realizado o Encontro de Evolução Humana, organizado pela Profª. Aurélia Fernandes, do Departamento de Morfologia da UFES, e com apoio da FAPES, que terá a participação de pesquisadores que abordarão questões relacionadas a origem do ser humano, sua trajetória e adaptações até os tempos contemporâneos. Saiba mais aqui.

Texto: Divulgação Museu de Biologia Prof. Mello Leitão