Doutorado em Museologia Unirio/MAST abre inscrições para turma 2019

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) abre nesta quarta-feira (27) inscrições para a turma 2019 de seu curso de Doutorado.

Serão oferecidas dez vagas, distribuídas entre as duas linhas de pesquisa do programa: “Museu e Museologia” e “Museologia, Patrimônio e Desenvolvimento Sustentável”. As inscrições ficarão abertas até 11 de julho. Para mais detalhes, leia o edital.

Pesquisa Museológica é tema dos Colóquios Ibram do dia 25

Coloquios_Agosto_18-08_11h50Na próxima terça-feira, 25 de agosto, às 16h, o Ibram realiza mais uma edição dos Colóquios Museológicos. Neste mês, o convidado, professor doutor Marcio Rangel irá discutir a Pesquisa Museológica.

O evento é aberto ao público e terá transmissão ao vivo pelo site do Ibram. Os Colóquios são realizados na Sede do Instituto, em Brasília, que fica no Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco N. A confirmação de presença deve ser enviada para o email cerimonial@museus.gov.br;

Márcio Rangel é graduado em Museologia e mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. É Doutor em História das Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz/COC. Atualmente, é pesquisador do Museu de Astronomia e Ciências Afins, professor da Escola de Museologia (UNIRIO) e da pós-graduação em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/Museu de Astronomia e Ciências Afins. Tem experiência na área de museologia, com ênfase em coleções histórico-científicas, história da ciência, memória e patrimônio.

Museu de Astronomia e Ciências Afins prorroga seleção de candidatos à direção

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) deu nova prorrogação para o processo de seleção de diretor para o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), unidade de pesquisa com sede no Rio de Janeiro. Os interessados podem se inscrever até dia 24 de abril.

A seleção, que dá origem a uma lista tríplice encaminhada ao titular da pasta federal, é realizada por comitês de especialistas. Esse sistema de escolha de dirigentes vem sendo praticado pelo MCTI para os cargos de direção de todas as unidades.

O comitê para o MAST é presidido pela professora Márcia Regina Barros da Silva, da Universidade de São Paulo (USP) e tem como membros os docentes Lea Maria Strini Velho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ivan da Costa Marques, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o diretor do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, e o pesquisador Márcio Ferreira Rangel, do MAST.

Podem se candidatar ao cargo quaisquer pesquisadores ou tecnologistas brasileiros ou naturalizados que atendam aos requisitos listados no site do museu.

 

Museu de Astronomia e Ciências Afins prorroga seleção de candidatos à direção

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) prorrogou o prazo do processo de seleção de diretor para o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), unidade de pesquisa com sede no Rio de Janeiro. Os interessados podem se inscrever até 2 de abril.

Um comitê de seleção foi nomeado pelo ministro Marco Antonio Raupp.  A seleção, que dá origem a uma lista tríplice encaminhada ao titular da pasta federal, é realizada por comitês de especialistas. Esse sistema de escolha de dirigentes vem sendo praticado pelo MCTI para os cargos de direção de todas as unidades.

O comitê para o MAST é presidido pela professora Márcia Regina Barros da Silva, da Universidade de São Paulo (USP) e tem como membros os docentes Lea Maria Strini Velho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ivan da Costa Marques, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o diretor do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, e o pesquisador Márcio Ferreira Rangel, do MAST.

Podem se candidatar ao cargo quaisquer pesquisadores ou tecnologistas brasileiros ou naturalizados que atendam aos requisitos listados no site do museu.

 

MAST revela os caminhos de Albert Einstein em terras brasileiras

A participação do Brasil na descoberta da Teoria da Relatividade é o assunto de “ASTROmania – Einstein e a relatividade”, que acontece neste domingo (21) no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) a partir das 16h. O evento vai revelar os caminhos do cientista, que visitou as dependências do museu, na época sede do Observatório Nacional, em 1925 – três anos após sua inauguração.

Antes, neste sábado (20), a origem mítica de Saturno será o tema de mais um ”Contando Mitos”. Por meio de esquetes teatrais, o visitante vai conhecer a origem, os mistérios e toda a mitologia que envolve a história do planeta. Um passeio feito com o monitoramento de um guia apresentará todo o conjunto arquitetônico e histórico do museu, a coleção de instrumentos científicos e as cúpulas de observação do espaço.

Mais informações pelo site: www.mast.br

Lançado primeiro curso de doutorado em Museologia da A.L.

Na segunda-feira, dia 15 de agosto, houve a cerimônia de instalação do primeiro curso de Doutorado em Museologia e Patrimônio da América Latina, fruto da parceria entra a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST).  A cerimônia aconteceu durante o  Seminário Internacional comemorativo aos cinco anos do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS), que acontece no MAST até quarta-feira, dia 17.

A mesa de abertura contou com a presença de Luiz Pedro San Gil Jutuca, reitor da UNIRIO, Maria Margaret Lopes, diretora do MAST, Arquimedes Diógenes Simoes, sub-secretário de coordenação das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), José Nascimento Junior, presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Malvina Tania Tuttman, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e Hans-Martin Hinz, presidente do Conselho Internacional de Museu (Icom).

Durante a cerimônia, José do Nascimento Junior enfatizou a importância do curso de doutorado: “Do Pará a Pelotas, temos cursos de museologia no país. Hoje fechamos um ciclo importante, da graduação ao doutorado, em um momento central da discussão da museologia. Vamos receber a conferência do Icom, do Fórum Nacional de Museus, além de liderarmos um conjunto de países em um projeto da Unesco para preservação de coleções.”

Fonte: Museu de Astronomia e Ciências Afins

Museu de Astronomia promove evento para chegada do inverno

Você sabia que o Sol nem sempre nasce no Leste e se põe no Oeste? Que é possível ver as explosões no Sol? O Museu de Astronomia e Ciências Afins vai celebrar a chegada do inverno com atividades durante todo o dia 21 de junho. Os visitantes vão construir relógios, fazer observação das manchas solares e conhecer instrumentos raros e técnicas antigas utilizados para estudar o Sol. “O dia em que o Sol parou” terá toda a programação gratuita e acontecerá no Museu, a partir de 10h, na Rua General Bruce, 586.

“O Solstício de Inverno, que marca a chegada da estação, acontece quando o Sol nasce e se põe no ponto mais afastado ao Norte dos Pontos Cardeais Leste e Oeste. Neste dia, ele para de se afastar para o Norte e volta a nascer e se por cada vez mais ao Sul. Aliás, Solstício significa Sol parado, em latim. É também neste dia que, no Hemisfério Sul, temos o dia mais curto e a noite mais longa do ano”, explica Eugênio Reis, astrônomo da Coordenação de Educação do MAST.

Com a observação do Sol durante este fenômeno, é possível medir a hora exata. Pensando nisso, mediadores do Museu vão construir, junto com os visitantes, um relógio de Sol, onde as pessoas usarão a própria sombra para determinar o horário. Além disso, será possível medir o comprimento da sombra, ao meio-dia solar verdadeiro, de uma das miras fixadas no campus para determinar a declinação do Sol, a medida da inclinação do eixo da Terra em relação ao plano de sua órbita. Neste período, é observada a maior sombra que um objeto pode projetar sobre a superfície da Terra durante todo o ano.

Em um telescópio especial, chamado Hidrogênio-alfa, quem vier ao Museu poderá ver explosões solares. Os visitantes vão  aprender também como funciona um Astrolábio, instrumento do Observatório Nacional (ON), recordista em observações do Sol e o último do seu tipo em funcionamento. Em português, o astrônomo italiano Constantino Sigismondi fará uma demonstração do funcionamento do instrumento, dando noções da medição do diâmetro solar.

Sérgio Boscardin, recém doutor em astronomia pelo ON, levará os visitantes para conhecer um Heliômetro, instrumento que mede o diâmetro do Sol e que foi construído por pesquisadores da instituição. Não existe outro instrumento igual a este no mundo e ele foi feito para aumentar a precisão na medição do diâmetro do Sol.

As linhas meridianas

Costantino Sigismondi, astrônomo italiano da Universidade de Roma, dará uma palestra, em português, sobre as linhas meridianas construídas em igrejas do século XV, que funcionam como gigantescos observatórios solares.

Os astrônomos desenhavam linhas retas no chão até o início do século XIX, orientadas para os pontos Norte e Sul do planeta, chamadas de linhas meridianas. O Sol entra por um orifício, localizado no alto da igreja, e ilumina, com um ponto circular, algum lugar no chão. Quando este ponto passa pela linha, é possível determinar a hora exata, inclinação do eixo da Terra e até comprovar da 1ª Lei de Kepler, das Órbitas Elípticas.

“Esta é a maneira mais antiga de estudar o Sol e possui uma precisão impressionante até mesmo hoje. Muitas igrejas e observatórios na Itália possuem linhas meridianas”, conta Sigismondi

Programação
10h

  • Oficina de Construção de um relógio de Sol analêmico no campus do MAST: este modelo de Relógio de Sol possui uma escala de horas em formato de elipse e no centro da elipse uma outra escala, vertical, com os meses do ano. No Relógio de Sol analêmico, o gnômon (objeto que projeta a sua sombra para a marcação das horas) é qualquer pessoa que se posiciona na escala do centro da elipse. Ou seja, a pessoa faz parte do relógio e sua sombra indica a hora.
  • Observação do Sol e de manchas solares: observação o Sol através de filtros de mão, um telescópio Hidrogênio-alfa, onde é possível se ver a Cromosfera do Sol.
  • Visita à cúpula do Astrolábio Solar, com o astrônomo italiano Constantino Sigismondi: o Astrolábio Solar do Observatório Nacional é o último de seu tipo ainda em funcionamento e o recordista em observações do Sol pelo Método das Alturas Iguais, desde 1997.
  • Visita à cúpula do Heliômetro com Dr. Sérgio Boscardin

12h 

  • Medida do comprimento da sombra de uma das miras ao meio-dia solar verdadeiro

15h

  • Palestra: Linhas Meridianas nas Igrejas: uma história de precisão desde 1475
    Astrônomo e historiador italiano Costantino Sigismondi, da Universidade de Roma

Essas linhas são instrumentos conhecidos como meridianas, e estão orientadas na direção Norte-Sul. O Sol passa por cima dessa linha quando atinge a sua altura máxima no céu. Por isso, tal passagem é designada como passagem meridiana do Sol e corresponde ao meio-dia solar verdadeiro. A imagem do Sol é projetada sobre esta linha no chão através de um pequeno orifício no teto das igrejas e funcionam como gigantescos observatórios solares. Na história destas Linhas Meridianas está seu uso como relógios solares (para ajuste dos relógios mecânicos e do calendário), determinação da inclinação do eixo da Terra e até a comprovação da 1ª Lei de Kepler, das Órbitas Elípticas.

Museu de Astronomia e Ciências Afins- MAST
Rua General Bruce, 586, São Cristóvão – Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 3514-5200
Site: www.mast.br