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Aberta chamada pública para diretor do Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público, nesta segunda-feira (16), o edital da chamada pública para o cargo comissionado de diretor do Museu Lasar Segall, unidade museológica que integra o Ibram em São Paulo.

A seleção pública será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Realizado em três etapas, o processo seletivo inclui ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Poderão concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. Confira todas as condições no edital.

Interessados em candidatar-se ao cargo devem encaminhar os documentos requisitados no edital para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto “Chamada Pública Museu Lasar Segall”, até às 23h59min do dia 16 de dezembro de 2017.

Todos os documentos para concorrer à seleção estão disponíveis para download.

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Primeiro diretor do Museu Lasar Segall, Maurício Segall faleceu hoje (31) em SP

Faleceu nesta segunda-feira (31), aos 91 anos, Maurício Segall. Ao lado do irmão Oscar Segall, ele foi criador e primeiro diretor do Museu Lasar Segall (MLS) em 1967, tendo ocupado o cargo até 1997.

Maurício diante do museu Lasar Segall em SP nos anos 70

Maurício diante do museu Lasar Segall em SP nos anos 70

O velório será realizado no Museu Lasar Segall, sendo restrito à família e amigos. O Museu permanecerá fechado para visitação amanhã (1º de agosto), quando ocorrerá a cerimônia de cremação. O presidente do Ibram, Marcelo Araujo, comparecerá às cerimônias.

Museólogo, economista e autor teatral, Mauricio Segall nasceu em Berlim (Alemanha) em 1926. Filho do artista Lasar Segall com a escritora e tradutora Jenny Klabin Segall, coube a ele a definição do museu como polo cultural no bairro da Vila Mariana, em São Paulo (SP).

Sua gestão definiu os rumos que até hoje constituem a estrutura e as atividades do museu, que cresceram a partir da sua incorporação à Fundação Pró-Memória, depois ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e finalmente, em 2009, ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Em 2013, Mauricio Segall foi nomeado Diretor Emérito do Museu Lasar Segall. A indicação foi aprovada por decisão unânime do Conselho Deliberativo do museu. O falecimento coincide com o cinquentenário do MLS, quando Mauricio Segall será homenageado.

Abaixo, trecho de depoimento do crítico literário Roberto Schwartz quando da gravação de depoimento para os 50 anos do museu:

“Para entender a pessoa de Mauricio Segall é preciso considerá-lo como um pacote explosivo de tensões. Por um lado, Mauricio descende de uma família rica e é filho de Lasar Segall, um dos grandes pintores de nosso tempo. Por outro, ele é comunista convicto e radical, numa acepção nobre, que vai além da filiação partidária e que a evolução histórica do comunismo deixou sem base. Esta bomba de contradições é tornada mais potente por um temperamento vulcânico, à moda russa, e pelo desejo exasperado de integridade e de coerência”. Leia o depoimento completo.

Texto: Museu Lasar Segall/Divulgação
Foto: Divulgação/Internet

Diretor do Museu Lasar Segall concede conferência no MoMA, em Nova York

O diretor do Museu Lasar Segall, Jorge Schwartz, será um dos conferencistas de simpósio que será promovido pelo Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York (EUA), na próxima quinta-feira (28).

Organizado por ocasião da exposiçãoJoaquín Torres-García: The Arcadian Modern, em cartaz a partir de 15 de fevereiro, o simpósio reunirá artistas e acadêmicos para debater as principais obras e os temas-chave da mostra, como a busca do pintor uruguaio (1874–1949) por uma forma latino-americana de modernidade e sua influência na produção de artistas de seu tempo.

Contemporâneo do pintor, escultor e gravurista brasileiro nascido na Lituânia Lasar Segall (1891-1957), Joaquín Torres-García (foto) é considerado um dos mais importantes e complexos artistas da primeira metade do Séc. XX. Seu trabalho, conforme definido pela curadoria da exposição realizada pelo MoMA, “abriu caminhos transformadores para a arte moderna nos dois lados do Atlântico”.

A maior já realizada sobre o artista uruguaio, a exposição do MoMA traz obras produzidas entre o final do Séc. XIX aos anos 1940, incluindo desenhos, pinturas, objetos e esculturas, além de cadernos originais do artista e publicações raras.

Durante sua participação no simpósio, que será transmitido via internet, o diretor do Museu Lasar Segall, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), debaterá o tema A Modernidade do Sul com Estrella De Diego, professor de Arte Contemporânea da Universidad Complutense de Madrid (Espanha), e o pesquisador Niko Vicario, do Getty Research Institute (EUA). Saiba mais.

Mostra “Mário de Andrade e seus dois pintores” chega ao Museu Lasar Segall

mario_e_seus_dois_pintoresO Museu Lasar Segall/Ibram abre no sábado, dia 08 de agosto, às 17h, a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari. A mostra teve temporada carioca no Museu Chácara do Céu até dia 27 de julho. Sob a curadoria de Anna Paola Baptista, a mostra é uma celebração de mais de duas décadas de admiração e amizade entre Mário de Andrade (1893 -1945) e os dois artistas. O evento ainda homenageia os 70 anos de falecimento de Mário de Andrade, completados este ano.

O contexto em que se ancora a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari é o de um cenário de mudanças no meio artístico nacional. Entre a década de 1920 e meados da década de 1940 assiste-se ao nascimento e sedimentação da arte moderna no Brasil. O eixo curatorial acompanha este percurso desde as primeiras lutas contra a arte chamada “passadista” (identificada com o parnasianismo na literatura e o academicismo nas artes plásticas), quando Segall (1891-1957) fixa-se no Brasil sendo logo acolhido nas hostes modernas, e prossegue com a segunda geração modernista, da qual Portinari (1903-1962) foi o principal expoente. Nesse momento, o moderno já havia adquirido algum lastro e infiltrava-se nas instituições, apesar do público geral ainda mostrar resistência.

Para Mário de Andrade, Segall e Portinari passaram a ser seus “dois pintores”, não só porque melhor capturaram o escritor em tela, mas porque eram, em sua opinião, “os que contavam mesmo” na cena cultural brasileira. E ele passaria a viver entre os dois na medida em que se desenvolveu uma extrema polarização entre Segall e Portinari no âmbito do mundo artístico brasileiro.

Segundo a curadora, Anna Paola Baptista, “a rivalidade entre os dois artistas, se não era certamente promovida ou causada por Mário de Andrade, com certeza passava também por ele, que tentava administrá-la, por vezes mitigando, por vezes fustigando. Com exceção de considerações tecidas acerca dos seus dois retratos (e estas somente em cartas para amigos), Mário jamais escreveu crítica comparativa da obra dos artistas. Mas o fato é que se sentia irremediavelmente colhido na rede de intrigas e partidarismos que ele afirmava o enojar. ”

A exposição é composta por 50 obras de Lasar Segall e Candido Portinari, produzidas entre 1913 e 1943, pertencentes a coleções institucionais e particulares. Elas foram selecionadas com o intuito de criar um panorama da arte dos dois pintores a partir das impressões tecidas na crítica de arte e da relação pessoal que o escritor mantinha com ambos. São, portanto, as ideias e opiniões de Mário de Andrade que guiam o percurso das obras e sua distribuição em pequenos conjuntos. Também são de sua autoria os comentários que acompanham cada um dos trabalhos da exposição.

Algumas obras-primas estarão reunidas na mostra como as telas, e “A Barca” (1941), “Espantalho” (1940) de Portinari; e “Os eternos caminhantes” (1919), “Bananal” (1927), de Lasar Segall, e os icônicos retratos de Mário de Andrade, pertencentes ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), pintados por Segall, em 1927 e por Candido Portinari, em 1935.

Segundo Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, “Durante as décadas de 1920-1940, Lasar Segall e Candido Portinari figuraram como dois dos mais relevantes pintores do panorama cultural brasileiro. Eles encarnaram o ideal de artista proposto por Mário de Andrade e com ele partilharam laços de sociabilidade. Seu foco nessas duas grandes personalidades fez com que por ele fossem chamados de ‘meus dois pintores’, o que nos levou a prestar essa homenagem ao autor de Macunaíma. Ela procura traduzir os vários momentos dessa amizade. As obras selecionadas ficam ainda mais significativas quando se tem o privilégio de observá-las juntas, oferecendo, assim, uma representação do trabalho de três dos mais importantes atores de nosso cenário artístico moderno”.

No dia da abertura da exposição estará disponível para venda o catálogo Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, com apresentação dos diretores Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, e texto da curadora Anna Paola Baptista, e de Guilherme Bueno. Edição Museus Castro Maya, com 120 páginas, papel couché fosco 170g/m2. O valor é de R$ 60,00, no dia da abertura da mostra o catálogo poderá ser adquirido com 30% de desconto.

Texto: Ascom Museu Lasar Segall

Mostra ‘Lasar Segall – Navio de Emigrantes’ chega a São Pedro (SP)

Segall_Navio_Sao_Pedro_1O Museu Gustavo Teixeira, em São Pedro (SP), recebe a mostra de gravuras Lasar Segall – Navio de Emigrantes, a partir desta sexta-feira (3)A exposição é parte da série itinerante produzida pelo Museu Lasar Segall/Ibram, que circula  pelo interior paulista, com apoio do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), coordenado pela Secretaria da Cultura do Estado, da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari) e da prefeitura.

A mostra é composta por 20 reimpressões de gravuras de Lasar Segall (Vilna 1891 – São Paulo 1957), especialmente realizadas para esse fim, relacionadas ao tema desenvolvido pelo artista desde sua primeira viagem ao Brasil, em 1912.

Nas posteriores travessias de Segall, no ir e vir da Europa, ele desenvolve o tema por meio de uma infinidade de desenhos de anotação realizados em pequenos cadernos de bolso, e estes dão origem, na década de 1920, às gravuras da série Emigrantes, e ao final da década de 1930, coincidindo com o início da segunda guerra, o artista pinta a grande tela Navio de Emigrantes (1939-1941).

A parceria com o Museu Lasar Segall atende à linha de ação do SISEM-SP em promover a articulação de exposições e a produção de publicações em todo o estado de São Paulo, com o objetivo de qualificar, aperfeiçoar e valorizar as organizações e os acervos museológicos paulistas.

Gratuita, a visitação acontece até 12 de setembro de 2015, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h; aos sábados, das 9h às 13h. O Museu Gustavo Teixeira está na Rua Joaquim Teixeira de Toledo, nº 524. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3481-9205 ou no site do Sistema Estadual de Museus de São Paulo.

Exposição reúne obras de Portinari e Segall sob o olhar de Mario de Andrade

mario_e_seus_dois_pintoresO Museu Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro, inaugurou na quarta-feira (27), a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, que homenageia o escritor falecido há 70 anos e celebra mais de duas décadas de admiração e amizade entre Mário de Andrade e os dois artistas.

A curadora da exposição, Anna Paola Baptista, priorizou na seleção as obras e o pensamento de Mário de Andrade.

“Escolhi obras que ele tivesse comentado, para bem ou para mal, ou, na falta de uma obra específica, uma obra que simbolizasse aquele período da carreira do artista que Mário estivesse tratando, para ficar como se fosse uma exposição em que o próprio escritor era, digamos, o curador. As obras são acompanhadas, cada uma tem uma frase ou um comentário sobre ela”, diz Anna Paola.

Entre os destaques da exposição, os dois retratos de Mário, um pintado por Segall (1927), outro por Portinari (1935) reforçam as diferenças de estilo entre ambos. Segundo o próprio escritor, Segall teria revelado seu lado mais sombrio, sua parte diabólica, enquanto que Portinari teria revelado seu lado angelical.

As 50 obras apresentadas, 25 de cada artista, são provenientes de várias instituições e de acervos de colecionadores e foram produzidas entre 1913 e 1943. O olhar de Andrade sobre as obras de Segall e Portinari rendeu catálogos de exposições, críticas e artigos, reunidos no Instituto de Estudos Brasileiros (IED) da Universidade de São Paulo (USP). Também fazem parte da mostra, entre outras telas, Mestiço (1934), Colona sentada (1935) e A Barca (1941), de Portinari, e Os eternos caminhantes (1919), Bananal (1927) e Pogrom (1937), de Segall.

A exposição fica aberta até 27 de julho no Museu Chácara do Céu e, no início de agosto, seguirá para o Museu Lasar Segal/Ibraml, em São Paulo (SP). Conheça o Museu Chácara do Céu.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu

Museu Lasar Segall discute relação entre bebês e museus em SP

Reconhecido este ano pelo Conselho Internacional de Museus (Icom) como um dos cinco melhores do mundo na área de educação museal, o projeto Bebês no Museu, desenvolvido pelo Museu Lasar Segall, será um dos focos do I Seminário Bebês no Museu: experiências, que acontece em São Paulo (SP) de 6 a 8 de agosto.

Bebês no museu Lasar Segall: atividade reconhecida pelo Icom

Bebês no museu Lasar Segall: atividade reconhecida pelo Icom

O evento, promovido pela Área de Ação Educativa do museu em parceria com o Núcleo Educativo da Casa das Rosas, pretende reunir e debater as práticas de museus e instituições culturais direcionadas a bebês e seus familiares, servindo de difusor dessas ações.

Além da experiência do projeto Bebês no Museu, que recebeu em março o prêmio Best Practice (Melhores Práticas) 2014, concedido pelo Comitê para Educação e Ação Cultural (Ceca) do Icom para ações consideradas de referência para museus de todo mundo, serão abordadas experiências desenvolvidas por instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e o Museu Internacional de Arte Naïf do Rio de Janeiro.

As manhãs serão dedicadas ao debate com profissionais da área, e as tardes serão preenchidas com ações culturais para bebês e seus familiares. Faz parte da programação a produção de fanzines, experimentações na exposição e ateliê e dança. Participam do Seminário também a Matrice (Ação de Apoio a Amamentação) e o projeto Dança Materna. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação Museu Lasar Segall

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Museu Lasar Segall ganha prêmio do Conselho Internacional de Museus

Aplicativos para smartphones aproximam a população da arte

Nesta semana, três empresas lançaram novos aplicativos voltados para a cultura e pensando no turismo, que cresce a cada dia no Brasil.

Três museus brasileiros disponibilizaram seus novos aplicativos gratuitos na Google Play Sotre: o Museu Lasar Segall (Ibram/MinC), o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.  Essa tecnologia faz parte das nossas ofertas de ferramentas do Google Open Gallery para o setor cultural.

A coleção do museu Lasar Segall tem mais de três mil obras. A curadoria selecionou a arte mais representativa de toda a produção do artista para exibição neste aplicativo para dispositivos móveis, com vários guias em áudio nas principais obras.

Além da nova tecnologia para dispositivos móveis, as instituições também fazem uso da página do Cultural Institute.  O Museu Lasar Segall, por exemplo, é um dos primeiros do mundo a usar o Google Open Gallery para disponibilizar parte da coleção on-line e montar exposições que todos podem aproveitar.

Já o Itaú Cultural desenvolveu um guia on-line para aqueles que vão circular pelas cidades sedes do Mundial entre junho e julho – e pretendem aproveitar ao máximo as atrações, a arte e a cultura locais.

Acessível para smartphones, o web app Cultura na Rede traz dicas de museus, galerias e outras instituições culturais de cada uma das 12 cidades. Pontos históricos, restaurantes típicos e a programação de eventos – shows, peças, festas – também são indicados na página.

O guia é um dos desdobramentos do Cultura na Rede – Encontro Internacional de Iniciativas Culturais para 2014, evento que o Itaú Cultural e a Fundação Roberto Marinho realizaram, em junho do ano passado, no Museu de Arte do Rio (MAR).

Brasília

Lançado essa semana, o Beekme é resultado de uma parceria entre a Memora e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal.  O aplicativo é totalmente voltado para o turismo, e permite aos usuários visualizar informações sobre os pontos turísticos de Brasília na medida em que circulam pela cidade.

O Beekme é um aplicativo interativo. Basta que o visitante se aproxime de um quadro, de uma obra de arte ou de um monumento histórico e ele receberá em seu smartphone ou tablet (iOS ou android) uma notificação com informações, curiosidades e fotos daquela atração em tempo real. Todo o conteúdo já esta disponível em português, inglês e espanhol.

Exposição sobre Lasar Segall ocupa estação de metrô em SP

Lasar Segall em 1957: Primeira Guerra e modernismo

Última foto de Lasar Segall (1957): Primeira Guerra e modernismo

Fechado desde dezembro de 2013 para obras de requalificação, o Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), continua a promover atividades em parceria com instituições culturais e outros órgãos na capital paulista.

Nesta quinta-feira (10), a Companhia do Metropolitano de São Paulo inaugura, em parceria com o museu, a exposição 1914-2014 – Lasar Segall e a 1ª Guerra Mundial na estação de metrô Santa Cruz (Linha Azul).

Com reproduções de obras, imagens de época, mapas e textos explicativos, a mostra lembra o centenário do conflito que resultou em mais de 20 milhões de mortos, sociedades devastadas e impactos profundos na economia global.

Nascido na cidade de Vilna, na Lituânia – à época pertencente à Rússia czarista – Lasar Segall (1891-1957) vivenciou os horrores do conflito, que transformaram radicalmente sua vida e obra e o levariam sua família a vir para o Brasil, onde fixou residência em 1923. Naturalizado brasileiro, seria um dos pioneiros do modernismo no país.

A exposição pode ser visitada até o dia 30 de abril. Confira a programação da Linha da Cultura do Metrô SP. E saiba mais sobre outras atividades do Museu Lasar Segall enquanto está fechado para obras.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Lasar Segall/divulgação

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