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Museu Regional de São João del-Rei expõe Oratórios Mineiros

O Museu Regional de São João del-Rei/IBRAM/MinC apresenta, a partir do dia 15 de setembro, na sala de exposições de curta duração, a exposição Oratórios Mineiros dos Séculos XVIII e XIX.

De gosto apurado, e de grande valor histórico e artístico, a coleção de oratórios mineiros dos séculos XVIII e XIX do Museu Regional de São João del-Rei se formou durante as décadas de 1950 e 1960, quando a equipe de profissionais do então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), liderada pelo Dr. Rodrigo Melo Franco de Andrade deu início a aquisição de acervo para a montagem dos futuros Museus Regionais de Minas Gerais. Na atualidade a Coleção apresentada na exposição é memória, revelando um pouco da intimidade e do universo controlado das casas e o mundo de “harmonia e calma” administrado pelas mulheres.

Serviço:
Oratórios Mineiros dos Séculos XVIII e XIX – A Coleção do Museu Regional de São João del-Rei
Data
: a partir do dia 15 de setembro de 2011
Horário: diariamente, das 9h às 18h
Local: Sala de Exposição de Curta Duração – Museu Regional de São João del-Rei/IBRAM/MinC
Rua Marechal Deodoro, 12, Centro, São João del-Rei, MG
Informações: (32) 3371-7663

Fonte: Ascom MRSJDR

Museu Imperial promove restauração do Pórtico de Pedra do Palácio

No último dia 8 de novembro, o Museu Imperial deu início ao restauro do Pórtico em Cantaria da fachada principal do palácio. A intervenção é necessária por causa do grau de deterioração em que se encontra aquela antiga estrutura do palácio, causada pelas condições ambientais e por intervenções inadequadas realizadas ao longo do tempo.

Devido ao pórtico ter sido construído em granito, seu restauro requer mão de obra técnica especializada e, por isso, foi realizada uma licitação específica. A empresa vencedora foi o Atelier Histórica Arquitetura e Restauração, a mesma que trabalhou nos restauros do Theatro Municipal, da Casa França-Brasil e da Casa Daros, no Rio de Janeiro. O método a ser usado no pórtico será o mesmo utilizado em outros monumentos de pedra pelo mundo, como, por exemplo, a Catedral de Notre Dame, na França.

A intervenção conta com aprovação do Iphan. A anuência desse órgão é importante para garantir que a conservação seja feita de forma correta e não prejudique a estrutura.

Museu de Itaipu tem novo nome

Com o apoio da maioria da comunidade museológica, o Museu de Itaipu (RJ) agora passa a se chamar Museu Socioambiental de Itaipu. A mudança de nome foi sugerida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), baseada na ampliação das atividades que vêm sendo desenvolvidas pela unidade, antes denominada Museu Arqueológico de Itaipu. A nova denominação contempla uma relação mais ampla entre homem e ambiente, com ênfase no desenvolvimento da comunidade em que está inserido.

A iniciativa de convocar a sociedade para discutir a proposta de alteração da denominação consolida as ações de gestão participativa empreendidas pelo museu. “A mobilização e o envolvimento da comunidade nas discussões das questões de interesse coletivo promovem uma maior interação da instituição com os atores sociais envolvidos, contribuindo, assim, para o fortalecimento da identidade local”, afirma a diretora substituta do museu, Vera Gigante.

Participaram da votação representantes da Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (SR-IPHAN/RJ), do Museu da República, a Coordenação de Arquitetura e Espaços Museais/Ibram-RJ, do Museu Histórico Nacional, da Associação de Comerciantes da Praia de Itaipu (ACOMPI), da Associação Livre de Pescadores e Amigos da Praia de Itaipu (ALPAPI), do Parque Estadual da Serra da Tiririca/Instituto Estadual de Ambiente (PESET/INEA), do Monitor Ambiental do PESET/INEA, além  de pescadores e representantes de colônias de pescadores locais, de museólogos, técnicos em Museologia e professores da área da Universidade Federal do Estado do Rio de janeiro (UNIRIO) e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

O Museu

O museu está instalado em Niterói (RJ), nas ruínas do antigo Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada em 1764, pelos padres Manuel Francisco da Costa e Manuel da Rocha.  O acervo institucional é composto por objetos testemunhos de povos que habitaram a região antes do ano de 1500.

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