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Membros do Ibermuseus debatem Linha de Sustentabilidade

Mesa-Tcenica-Sustentabilidade-5Representantes de Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, Espanha, México, Peru, Portugal e Uruguai, além da Secretaria Geral Ibero-americana (Segib), da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e da Unidade Técnica do Programa Ibermuseus, se reuniram em Brasília, na sede do Instituto Brasileiro de Museus para definir o plano de atividades da Linha de Ação Sustentabilidade das Instituições e Processos Museais Ibero-americanos.

As atividades aconteceram entre os dias 10 e 12 de outubro. Os participantes revisaram o Marco Conceitual Comum em Sustentabilidade, elaborado por consultoria especializada em 2016, e a definição da metodologia para a realização de um diagnóstico de iniciativas em sustentabilidade de museus já desenvolvidos por instituições ibero-americanas. Também se dedicaram ao Planejamento Estratégico da Linha de Ação e na Definição e Planejamento de Atividades a curto e médio prazos.

Marcelo Araujo, presidente do Ibram e anfitrião do encontro, elogiou o trabalho do grupo e ressaltou mais uma vez a importância do tema que orienta essa ação, “uma vez que a questão da sustentabilidade é chave para o desenvolvimento dos museus e dos processos museais”.

A linha de ação Sustentabilidade das Instituições e de Processos Museais Ibero-Americanos é a mais recente no âmbito do Programa Ibermuseus, que desde 2015 tem como objetivos principais: fomentar, no âmbito ibero-americano, a criação de políticas públicas culturais para instituições museológicas e processos museais protagonizados por povos, comunidades, grupos e movimentos sociais, em seus diversos formatos e características; e promover, no âmbito do Programa Ibermuseus, projetos e iniciativas que viabilizem a elaboração e o desenvolvimento de ações estratégicas que auxiliem as instituições museológicas e processos museais em novos modelos de gestão museológica sustentável (social, cultural, econômica e ambiental). Saiba mais sobre o Programa Ibermuseus aqui.

Exposição sobre reuso de patrimônio histórico chega a São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre, nesta segunda (9), às 19h30, a exposição Reuso na Holanda: reciclagem de patrimônio histórico – do arquiteto holandês Paul Meurs.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei/Ibram (MG)

A mostra traz painéis com informações sobre 12 projetos arquitetônicos de edifícios holandeses que, após serem abandonados, foram recuperados e destinados a novos usos.

A exposição aponta para a discussão e reflexão do lugar do passado na paisagem urbana do futuro. A reutilização ou reuso é colocada como uma alternativa à demolição e consequente perda da memória e capital cultural.

Paul Meurs é arquiteto e diretor do escritório SteenhuisMeurs em Roterdã (Holanda). Especialista em arquitetura e urbanismo brasileiros desde 1986, publicou vários artigos e livros sobre conservação, desenvolvimento do patrimônio e reuso.

De 2006 a 2016 foi professor da disciplina Patrimônio e Valores Culturais na Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), onde atualmente é professor convidado. Meurs estará presente na abertura para um bate-papo com o público.

A exposição é gratuita e pode ser visitada até 22 de outubro de segunda a sexta, das 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h.

O Museu Regional de São João del-Rei fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto e foto: MRSJDR/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

NOTA: Ibram repudia tentativa de censura

O Instituto Brasileiro de Museus, como Coordenador do Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus, expressa sua preocupação diante dos últimos acontecimentos relacionados a manifestações de repúdio e tentativas de censura a trabalhos de artistas, curadores e exposições de arte contemporânea.

O Ibram repudia qualquer tipo de censura em torno da produção artística, mesmo que trate de temas ainda sensíveis para nossa sociedade, e reforça ser indispensável numa democracia a liberdade de expressão, produção e fruição artística.

Matérias veiculadas na imprensa sobre o ocorrido:

O Globo

Veja

Jornal do Brasil

Museus e suas memórias: conheça o projeto do Museu da Abolição (PE)

Museu da Abolição (PE)

Museu da Abolição (PE)

A comunidade cada dia mais próxima ao museu. Essa é uma das pautas que o Museu da Abolição (MAB/Ibram), em Recife (PE), aposta para realizar suas atividades.

Em desenvolvimento, o projeto de memória institucional do museu acontece em paralelo aos projetos de reforma, restauro e definição da nova exposição de longa duração.

“Dentro do projeto expográfico está desenhado o Memorial do MAB. A proposta é exibir informações relativas ao contexto histórico do Sobrado da Madalena: origem, história, usos ao longo do tempo e transformações sofridas por conta de reformas e restauros”, explica a diretora do museu, Maria Elisabete Arruda.

“Serão produzidos também conteúdos sobre a história do museu e do seu acervo, assim como nossas atividades pautadas na sociomuseologia”.

A memória de ações recentes também estão incluídas no projeto: novas aquisições, doações recebidas da Receita Federal, assim como o Concurso de Fotografia Mestre Luis de França e o Projeto Selos.

Museu em processo
Em 2005, os resultados do Seminário “O museu que nós queremos” foi determinante para a participação social nas atividades do MAB, tendo impactado diretamente na revisão do Plano Museológico da instituição.

“O seminário definiu a perspectiva de o museu narrar a participação do negro e da abolição na história e cultura brasileiras, reafirmando a importância do MAB se estabelecer como um centro de referência da cultura afro-brasileira”, conta a diretora.

Outro desdobramento do seminário aconteceu em 2010, com o projeto “Exposição em processo”, que teve a participação de grupos religiosos, culturais e estudantes. O público era convidado a interferir na exposição com sugestões e críticas. Saiba mais.

“Hoje o museu representa não mais a memória de um grupo de pessoas tido como ‘ilustres’, por papéis desempenhados no processo oficial da abolição do século XIX, mas também um importante espaço de inserção das comunidades afrodescendentes na construção de suas narrativas”, acredita Daiane Carvalho, Museóloga do MAB.

Visite a página web do Museu da Abolição para mais informações.

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Histórias e memórias dos museus Ibram em Goiás foram tema de palestra

Com quantas histórias se constrói a memória de um museu? No caso dos museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Goiás, elas são muitas.

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em  Brasília (DF)

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em
Brasília (DF)

Com o tema Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos, Stélia Braga, diretora das três unidades Ibram no Estado, apresentou em Brasília (DF), na terça-feira (19), um recorte sobre como os museus também constroem suas memórias a partir da experiência local.

O Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte e o Museu Casa da Princesa, respectivamente nas cidades de Goiás e Pilar de Goiás, ocupam edificações históricas nas cidades e, portanto, trazem consigo memórias que acabam por ser incorporadas e reinterpretadas.

Novas apropriações
O edifício do Museu das Bandeiras, por exemplo, que foi Casa de Câmara e Cadeia até o começo do século XX, esteve recentemente ocupado por uma ação de “cinema expandido”: a proposta foi levar ao público um ambiente imersivo, no qual se destacaram os temas do aprisionamento e do sofrimento. Saiba mais.

Stélia Braga chama de “novas apropriações sociais do patrimônio cultural” ações desse tipo, apontando que um olhar contemporâneo para o museu deve abarcar tanto questões relativas à ocupação bandeirante na região Centro-Oeste quanto “enfatizar as contribuições dos diversos segmentos sociais presentes neste processo”.

Já o Museu de Arte Sacra da Boa Morte tem também sua peculiaridade: mesmo estando sob a direção do Ibram, existe uma relação estreita com a Diocese de Goiás, por ter absorvido o acervo do antigo Museu da Cúria e ocupar a antiga Igreja da Boa Morte.

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Peças do acervo são, ainda hoje, utilizadas em eventos religiosos da cidade. Diante de um acervo sacro-cristão, o museu visa também contribuir para a “promoção da dignidade humana, universalização do acesso e respeito à diversidade cultural e religiosa”.

Doações de moradores
“A memória de uma instituição fala muito da sua representatividade na comunidade”, acredita Stélia. E isso se adequa ao papel que o Museu Casa da Princesa ocupa em Pilar de Goiás.

A casa setecentista, que já foi morada de ex-combatente da Guerra do Paraguai e escola “Mobral”, ao se tornar museu ganhou também um personagem inesquecível: o zelador Antônio Gomes ‘Tição’. “Em seu trabalho de conformação do Museu Casa da Princesa montou coleções, promoveu o museu e manteve a manutenção da Casa”, diz nota do Ibram quando do seu falecimento ano passado.

Um ponto a mais na relação com a comunidade está na constituição do acervo. Desde os tempos de ‘Seu Tição’, a coleta de objetos e documentos entre os moradores tornou-se corriqueira. Com o volume de doações ao longo dos anos, o museu fez um levantamento recente do acervo enquanto pensa em uma nova expografia.

“É necessário estabelecer um diálogo com os diversos segmentos para ampliarmos nosso papel social. Esse é um desafio que enfrentamos diante da nossa própria memória institucional”, apontou Stélia ao final.

A atividade integra a programação da 11ª Primavera dos Museus, que acontece até domingo (24) em todo o Brasil.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Museu da Inconfidência: nova diretora toma posse em Ouro Preto (MG)

Deise Lustosa é a nova diretora do Museu da Inconfidência/Ibram em Ouro Preto (MG)

Deise Lustosa é a nova diretora do Museu da Inconfidência/Ibram em Ouro Preto (MG)

A nova diretora do Museu da Inconfidência (Ibram/MinC), Deise Cavalcanti Lustosa, tomou posse no cargo na segunda-feira (18), em Ouro Preto (MG), após seleção em chamamento público organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Ela substituirá o escritor e membro da Academia Mineira de Letras Rui Mourão, que solicitou aposentadoria após dirigir a unidade por 43 anos.

Natural do Rio de Janeiro, e residente na histórica cidade mineira, Deise Lustosa é arquiteta pela Faculdade Metodista Izabela Hendrix, especialista em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Foi sócia-proprietária da MD Arquitetura e Consultoria Ltda. e atuou em inúmeros projetos de conservação e restauração, com destaque para bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) – dentro do Programa PAC das Cidades Históricas em Mariana (MG).

Entre outras experiências profissionais, foi diretora administrativa do Museu do Oratório por 10 anos. Também participou da criação e implantação do Sistema de Museus de Ouro Preto e foi presidente e diretora da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e diretora de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).

Viste a página web do Museu da Inconfidência para mais informações.

Texto: Museu da Inconfidência/Divulgação
Foto: Mateus Lustosa/ Acervo pessoal

Fundo arquivístico busca reconstituir trajetória do MCBC no Rio

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram no Rio

Com a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2009, os museus federais até então sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foram incorporados à estrutura da mais nova autarquia do Ministério da Cultura (MinC) – entre eles está o Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

A proximidade histórica entre os museus federais e o Iphan deixou ‘rastros documentais’. Com o intuito de reunir documentos dispersos, realizou-se extensa pesquisa nos acervos do órgão, que autorizou a reprodução fotográfica do material encontrado.

Historiador do MCBC, Marcos Felipe de Brum conduziu a pesquisa e a supervisão da equipe de estagiários envolvidos no projeto. “Nosso cotidiano de pesquisa baseia-se num relacionamento apaixonado com documentos. Mas trabalhar na formação e organização de coleções requer paciência”, explica.

Fundo MCBC
Atualmente com cinco fundos arquivísticos, que contemplam documentação doada pela família de Benjamin Constant, o novo projeto é a formação do Fundo MCBC, que deverá congregar documentos sobre a história do museu que permanecem nos arquivos físicos do Iphan.

Para, Elaine Carrilho, diretora do museu, o fundo deve “contribuir para a preservação da memória institucional e permitir o tratamento arquivístico adequado da documentação em dossiês temáticos a serem disponibilizados aos pesquisadores”.

Residência de Benjamin Constant (1836-1891), figura de destaque na fundação da República brasileira, o imóvel localizado em extensa área verde no bairro de Santa Teresa foi adquirido pela União logo após o falecimento do estadista.

Aberto desde 1982, ou seja, há 35 anos, e atualmente passando por obras de modernização, o museu expõe objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX no Rio.

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivísitco

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivístico

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Casa de Benjamin Constant. Acesse também a publicação digital da coleção Museus Ibram sobre o MCBC.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MCBC/Divulgação

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Diretora dos museus Ibram em Goiás faz palestra na terça (19) em Brasília (DF)

Na terça (19), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza atividade integrada à programação da 11ª Primavera dos Museus – que acontece de 18 a 24 de setembro em todo o Brasil.

Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos é a palestra que Stélia Braga, diretora dos três museus Ibram no estado de Goiás, realiza, das 10h às 12h, no auditório do Instituto em Brasília (Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco N – Edifício CNC III – Sobreloja). A entrada é franca e não é necessária inscrição prévia.

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Localizado na cidade de Goiás, antigo Goiás Velho (140 km de Goiânia), o Museu das Bandeiras foi escolhido para compor a identidade visual da edição deste ano da Primavera dos Museus.

Na imagem criada, o prédio que abriga o museu desde 1949, alvo de obras de revitalização há poucos anos, se conecta a sua história por meio de uma foto tirada na década de 1930, quando o prédio era ainda cadeia pública.

Entremeios da memória
“A partir da compreensão dos processos de conformação dos museus de Goiás, em especial do Museu das Bandeiras, e das memórias das pessoas envolvidas neste contexto, vou propor uma reflexão acerca das novas apropriações sociais do patrimônio cultural”, explica Stélia Braga sobre o tema da palestra.

A proposta é “vasculhar os entremeios da memória institucional”, tendo em vista que “a memória coletiva de um museu está nas pessoas, nos seus vizinhos, nos prestadores de serviços e nos moradores da cidade”. Serão exibidos ainda depoimentos de antigos colaboradores dos museus Ibram em Goiás.

Além do Museu das Bandeiras, Stélia Braga dirige o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, na mesma cidade, e o o Museu Casa da Princesa – localizado em Pilar de Goiás.

Outras informações sobre a atividade podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu das Bandeiras/Divulgação

11ª Primavera dos Museus começa na segunda (18) em todo o Brasil

Com 2,5 mil atividades culturais em 417 cidades de 25 estados e Distrito Federal, a 11ª Primavera dos Museus começa na segunda (18) e segue até o domingo (24).

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a temporada de eventos, que celebra o início da primavera, visa aumentar o público que frequenta museus, assim como fortalecer os laços entre os museus e a sociedade.

932 instituições culturais estão participando nesta edição – o maior número desde a criação da Primavera dos Museus em 2007. Na série histórica, entre 2007 e 2016, houve um crescimento de 15% no número de instituições participantes.

“O Ibram tem hoje mais de 3,7 mil museus mapeados. Cada um carrega consigo histórias, contextos, objetivos e memórias. A Primavera dos Museus em 2017 quer dar visibilidade a esses processos”, esclarece Marcelo Araujo, presidente do Ibram, sobre o tema escolhido para esta edição: Museus e suas memórias.

Programação online
O Ibram disponibilizou o guia online da programação com todos os eventos cadastrados. O formato Busca Rápida permite ao usuário encontrar atividades por Estado, Cidade, Museu ou Palavra-chave. Também está disponível a programação em formato de publicação digital.

Com o intuito de reforçar a divulgação, o Ibram lançou um kit com conteúdos digitais para os participantes, assim como um texto de referência sobre o tema.

Dúvidas e outras questões sobre a 11ª Primavera dos Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

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