MAI homenageia etnia Guarani Mbya em Niterói (RJ)

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), em Niterói (RJ), está com a exposição Tekoa Mboy-Ty: Uma Semente Guarani em cartaz desde 20 de abril. A visitação poderá ser feita até 5 de agosto de 2013.

Uma oca tradicional Guarani, acompanhada de três painéis educativos, abordam diversos aspectos da Cultura Guarani Mbya, que é um subgrupo do povo Guarani. Os Mbya se fixam geralmente em regiões próximas ao mar, pois creem que o paraíso, ao qual chamam de “Terra Sem Mal”, pode ser alcançado após a travessia marítima.

A exposição tem o objetivo de preservar e divulgar a memória das comunidades do entorno da região de Niterói e trazer uma perspectiva contemporânea para conservar os valores culturais de tempos passados.

O MAI/Ibram funciona de terça a sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. Outras informações pelo telefone (21) 3701.2966 ou pelo endereço eletrônico mai@museus.gov.br. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MAI

Exposição no Museu de Arqueologia de Itaipu atrai índios Guarani

Em comemoração ao Dia do Índio, o Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), em Niterói (RJ), inaugurou na última sexta-feira (19), a exposição Tekoa Mboy-Ty: uma semente Guarani no Museu de Arqueologia de Itaipu.

A Dança dos Guerreiros foi apresentada na abertura da exposição

O evento marcou a abertura de uma oca tradicional Guarani, construída ao longo dos últimos dois meses por membros da aldeia Tekoa Mboy-ty, para a visitação do público, além da inauguração de três painéis educativos que abordam diferentes aspectos da Cultura Guarani Mbya.

Estiveram presentes na inauguração do evento diversos representantes das comunidades tradicionais localizadas no entorno do museu, dentre elas, os membros da aldeia, liderados pelo cacique Darcy Tupã, fizeram uma apresentação da Dança dos Guerreiros (dança de caráter lúdico que serve de treinamento físico para os homens da aldeia).

Os presentes puderam conferir, ainda, um documentário de 26 minutos produzido através de parceria com o Laboratório de antropologia e Imagem da Universidade Federal Fluminense, que trata do passo-a-passo do processo de construção deste tipo de habitação tradicional.

Texto e foto: Divulgação MAI/Ibram

MAI faz homenagem à etnia Guarani Mbya em nova exposição em Niterói

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), em Niterói (RJ),  inaugura hoje (19), Dia do Índio, a exposição Tekoa Mboy-Ty: Uma Semente Guarani. A abertura será às 18h e é aberta ao público.

Reprodução de oca Guarany no MAI/Ibram

Uma oca tradicional Guarani, acompanhada de três painéis educativos, abordam diversos aspectos da Cultura Guarani Mbya, que é um subgrupo do povo Guarani.

Os Mbya se fixam geralmente em regiões próximas ao mar, pois creem que o paraíso, ao qual chamam de “Terra Sem Mal”, pode ser alcançado após a travessia marítima.

A exposição tem o objetivo de preservar e divulgar a memória das comunidades do entorno da região de Niterói e trazer uma perspectiva contemporânea para conservar os valores culturais de tempos passados.

A visitação poderá ser feita de 20 de abril a 5 de agosto de 2013. O MAI/Ibram funciona de terça a sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. Outras informações pelo telefone (21) 3701.2966 ou pelo endereço eletrônico mai@museus.gov.br. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MAI

 

 

 


Museu de Arqueologia de Itaipu vai abrigar oca Guarani a partir de abril

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), localizado em Niterói (RJ), vai abrigar, a partir de abril, uma oca Guarani em seu espaço expositivo.

Oca também servirá como espaço para projetos eductativos desenvolvidos pelo MAI/Ibram

O projeto, em parceria com a aldeia Tekoa Mboy-Ty, trata da construção de uma edificação tradicional Guarani Mbyá que simbolizará a relação da instituição museológica com a aldeia, bem como o esforço da equipe para com a divulgação e a preservação da memória das comunidades em seu entorno.

A oca será acompanhada de painéis expositivos que tratam de diversos aspectos do cotidiano dos Guarani Mbyá. Os visitantes poderão acompanhar o processo de construção a partir do dia 25 de fevereiro. A inauguração está marcada para o dia 19 de abril.

Pedro Colares Heringuer, diretor interino do MAI, explica que a proposta do novo espaço é que também seja utilizado como sala para os trabalhos educativos desenvolvidos pelos programas Caniço e Samburá e Educação Ambiental – voltado para estudantes que visitam o museu.

O museu
O MAI está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada no começo do século XVIII. O acervo do museu é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500.

São artefatos líticos e ósseos, concreções, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas. Outras informações pelo telefone (21) 3701.2994 ou pelo e-mail mai@museus.gov.br.

Texto e foto: Divulgação MAI

 

 

Exposição indígena Ymaguaré no Forte Defensor Perpétuo (RJ)

O 14º Ymaguaré – Mitos e Lendas Indígenas, evento que reúne a etnia Guarani e outros povos da Mata Atlântica, aconteceu de 9 a 11 de dezembro no Forte Defensor Perpétuo/Ibram, em Paraty (RJ). Uma exposição com alguns dos melhores trabalhos dos artesãoes dessas comunidades fica em exibição no Salão da Tropa do Museu Forte Defensor Perpétuo até 17 de fevereiro.

O encontro foi marcado pelo lançamento do documentário Tupã Rembiapó, registro dos costumes da aldeia de Paraty-Mirim, realizado pela Associação Nhandeva, pela apresentação do coral de Paraty-Mirim e Araponga, além de oficinas de cestaria, dança e arco-e-flecha, e concursos de esculturas, cestaria indígena e tradicional.

O concurso de cestaria tradicional (Viejo Award), que teve o apoio do Poeh Center do Pueblo de Pojouaque (Novo México, EUA), premiou os artesãos Ronaldo Rodrigues, de Paraty-Mirim, e Marciana Oliveira, da aldeia de Araponga, na categoria de Cestaria Indígena, e Isaque Oliveira e Sebastião da Silva, no concurso de Esculturas de Madeira.

O Ymaguaré integra o calendário cultural de Paraty desde 2003. Em 2004, foi considerado um dos dez melhores projetos culturais do Estado de Rio de Janeiro no concurso Cultura Nota 10, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio em parceria com a Unesco.

O 14º Ymaguaré é realizado pela Associação Artística Cultural Nhandeva, este ano em parceria com o Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, da Prefeitura Municipal de Paraty, do Museu do Índio/Funai e do Iphan/MinC.

Texto e fotos: Divulgação Forte Defensor Perpétuo