Gravura e Arte impressa: bienal reúne 96 artistas sul-americanos no MHN

Com a participação de 96 artistas da Argentina, Brasil, Chile e Peru, estará em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 25 de julho e 28 de setembro, a 1º Bienal Sul Americana de Gravura e Arte Impressa Rio/Córdoba. A abertura acontece no dia 24 de julho (quinta-feira), às 19h30, e tem entrada franca.

Artistas da Argentina, Brasil, Chile

Intercâmbio: artistas da Argentina, Brasil, Chile e Peru expõem no MHN

Promovida pela Gerardo Torres Produções Culturais, a bienal pretende constituir-se numa referência da gráfica artística sul-americana, refletindo um panorama atual de suas variadas formas expressivas, recursos técnicos de impressão e tendências.

Segundo o curador Gerardo Torres, para a seleção de artistas considerou-se que fossem artistas em atividade, com obras atuais e que em conjunto representassem a diversidade de linguagens e estilos, abarcando desde a geração dos anos 1960 até a atualidade.

O evento faz parte de projeto que busca desenvolver um “Corredor Cultural” entre a cidade argentina de Córdoba e distintas cidades do Brasil, canalizando, ainda, manifestações artísticas de outros países sul-americanos com o propósito de enriquecer as relações ibero-americanas em seu aspecto cultural.

Depois do Rio, a exposição será exibida no Museu Provincial de Bellas Artes Emilio Caraffa, em Córdoba. A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14 às 18h. Saiba como chegar ao MHN.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Gravura e arte contemporânea no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), apresenta duas exposições que, com temas e formatos distintos, expressam sua vocação para a gravura e a arte contemporânea.

Reunindo 64 obras entre gravuras, desenhos e livros originais editados no Brasil e na Alemanha, com a curadoria de Samuel Titan Jr., a exposição Noites brancas: Dostoiévski ilustrado propõe lançar nova luz sobre o diálogo formal e temático que Segall (1891-1957) e Oswaldo Goeldi (1895-1961) mantiveram com o Expressionismo alemão, representado na exposição por uma série de obras de nomes ligados ao movimento.

A mostra, que traz no total obras de 12 artistas, em sua maioria expostas pela primeira vez no Brasil, foram trazidas de dois museus da Alemanha: o Gabinete de Gravuras de Dresden e o Museu Lindenau, de Altenburg.

A outra exposição marca a 7ª edição do projeto Intervenções, em que artistas contemporâneos são convidados para expor obras inéditas nos jardins da instituição.

Desta vez, o convidado é o artista plástico Marcelo Moscheta, que vai apresentar a obra Inverno. Elaborada especialmente para o Museu Lasar Segall, a proposta é explorar a memória do espaço.

As duas exposições ficam em cartaz até 29 de setembro e podem ser visitadas diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 19h. A entrada é franca. Saiba mais sobre o museu.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Gravura estrangeira é destaque em exposição do Museu da Chácara do Céu

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura no dia 27 de junho (quinta-feira), a exposição Coleção Castro Maya: Gravura Estrangeira em Destaque. A mostra conta com 64 gravuras do acervo dos museus Castro Maya, entre serigrafias, litografias, xilogravuras e gravuras em metal, e pode ser visitada até 28 de outubro.

Prancha do livro Picasso Toros (1960) estará em exposição

Entre as obras estão trabalhos de Rugendas e Debret, representantes dos viajantes oitocentistas, além de gravuras de Picasso, Chagall e Matisse, mostrando temáticas e técnicas modernas.

A diretora do museu, Vera de Alencar, destaca que a instituição tem promovido exposições que colocam em destaque porções determinadas de seu acervo. Em Gravura estrangeira em destaque, ao mesmo tempo em que se lança luz sobre a arte da gravura, também se reflete sobre o processo de constituição desta coleção, exibindo a riqueza de sua diversidade.

O Museu da Chácara do Céu localiza-se à Rua Murtinho Nobre, 93,  no bairro de Santa Teresa. A visitação é diária, exceto terças, das 12h às 17h. Saiba mais sobre os museus Castro Maya.

Texto e imagem: Divulgação museus Castro Maya

MNBA abre retrospectiva da artista Anna Letycia com mais de 80 gravuras

Uma artista que moldou sua carreira a partir de expressivos mas sóbrios traços geométricos e cores, Anna Letycia ganha retrospectiva, a partir do dia 17 de julho, no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram. A exposição pode ser vista gratuitamente até 9 de setembro no Rio de Janeiro.

A exposição retrospectiva no MNBA vai percorrer meio século de produção de Anna Letycia

Serão exibidas 80 obras em Anna Letycia: gravuras – indo de técnicas como gravura em metal água-tinta e água-forte até relevo e ponta-seca – cuja produção abrange trabalhos do início da década de 1950 até 2008.

Histórico
Gravadora fluminense nascida em Teresópolis, em 1929, o escritor Anibal Machado dizia que de seus trabalhos emanava uma “atmosfera de silêncio”. Já o critico Frederico Moraes apontava “um máximo de despojamento nas obras, uma espécie de minimalismo gráfico, que revela uma sensibilidade muito apurada e uma beleza serena”.

Aluna de mestres da gravura como Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo, na década de 1950, a artista dedicou-se ao ensino por mais de 20 anos. Desde 1956, ano de sua primeira exibição, Anna Letycia já realizou dezenas de exposições individuais e participou de outras tantas coletivas ao longo das últimas décadas.

Mais recentemente, realizou a exposição Gravuras de Anna Letycia, no Instituto Tomie Ohtake (SP), e, em 2009, na Caixa Cultural Brasília, seguindo-se mostra no Museu de Arte Aloísio Magalhães no Recife. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram