Lançada Frente Parlamentar para criação de museu afro em Brasília

Na tarde de ontem (26), foi lançada, na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar em Apoio à Criação do Museu Nacional da Memória Afro em Brasília (DF). O ato foi coordenado pelo deputado Edson Santos, que classificou a construção do museu como “um sonho”. A Frente já conta com 210 deputados que apoiam sua ação.

Ministra da Cultura (centro) destacou a importância do novo museu para o Brasil

Ministra da Cultura (centro) destacou a importância do novo museu para o Brasil

A ministra Marta Suplicy compareceu à cerimônia de lançamento e expressou seu empenho na construção do do novo museu e ressaltou a sua importância simbólica ao ser construído na capital do país: “o Brasil tem uma identidade negra. O nosso país é um país negro. Essa história precisa ser contada”, refletiu.

Compuseram a mesa, ao lado da ministra da Cultura, os presidentes da Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra; Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo; e Fundação Casa de Rui Barbosa, Manolo Florentino – instituições vinculadas ao Ministério da Cultura.

A deputada Jandira Feghali, presidenta da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, também integrou a mesa. O evento contou, ainda, com a presença de vários deputados na plateia.

Marta Suplicy destacou também que o museu será um espaço moderno e um Centro de Referência da Cultura Negra onde o visitante poderá, através do uso de interatividade e tecnologia, conhecer a trajetória dos povos afrodescendentes no Brasil e reconhecer a importância deles na construção da identidade cultural do País. O projeto já existe e está sendo reformulado pela Fundação Cultural Palmares em conjunto com o Ibram. Continue lendo no portal do Ministério da Cultura.

Texto: Ascom/MinC
Foto: Elisabete Alves/MinC
Edição: Ascom/Ibram

Ato público no Congresso Nacional em defesa do orçamento da cultura

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura no Congresso e as comissões de Educação e Cultura da Câmara e do Senado realizam no dia 23 (quarta-feira), ato público em defesa do orçamento da cultura. A mobilização será às 16 horas, no auditório da TV Câmara.

O objetivo dos organizadores é protestar contra a possibilidade de redução do orçamento do Ministério da Cultura para 2012. A presidente da Frente Parlamentar, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), acrescenta que a intenção é lutar pela recuperação dos recursos destinados à área, além de defender celeridade à votação do projeto que estabelece novas regras para o financiamento da cultura (Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, Procultura – PL 6722/10). Durante o ato, a Frente Parlamentar também apresentará um balanço de atividades do colegiado em 2011. Saiba mais.

Fonte: Agência Câmara

Direito Autoral: MinC propõe unificação nos dados de registro de obras

O Ministério da Cultura anunciou no seminário Comunicação Digital, Conteúdos e Direitos do Autor, realizado dia 25 no auditório Petrônio Portella da Câmara dos Deputados, a proposta de criação de uma plataforma digital para registro e licença pública.

O intuito do MinC é o de que na reforma da Lei de Direito Autoral seja feita a unificação da base de dados do registro público, integrando e disponibilizando as informações para utilização pela sociedade. A medida vai permitir ao autor da obra decidir a melhor forma de gerenciamento e aplicação desses dados.

Promovido pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura e pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação, Cultura e Esporte da Câmara, o seminário discutiu o fato de que o registro público já existente não contar com um banco de dados unificado. Para o MinC, com a unificação do registro e o processamento dos dados para acesso público, o autor terá condições de gerenciar os seus direitos sobre a obra.

É o que explica o coordenador-geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura, José Murilo Júnior. “A ideia é que o autor faça o registro da obra mediante a aplicação de metadados que a identifiquem, e a partir daí a customização da sua licença. Poderá dizer se está protegendo completamente a sua obra ou se está liberando para determinados usos. É como uma escala que vai de 0 a 100 na qual ele tem total liberdade para definir que uso deve e pode ser feito”. Continue lendo.

Fonte: Ascom/MinC