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Museu Regional de São João del-Rei abre nova mostra nesta quinta (13)

Convite - AnaO Museu Regional de São João del-Rei/Ibram inaugura, na próxima quinta-feira (13),  às 19 horas, a exposição Art’quitetura, da artista Ana Bello.  Serão apresentadas mais de 14 obras feitas a partir de ilustrações de revistas, jornais, fotos, desenhos e croquis com o objetivo de levar ao público uma observação mais detalhada do conteúdo expressivo da obra de arte.

As obras foram feitas a partir de figuras cortadas ou rasgadas, distribuídas sobre um suporte laminado de superfície lisa, facilitando a colagem. Para o processo de criação foi necessário à atenção a harmonia de cores, formas e texturas para a distribuição harmoniosa. O trabalho de Ana distingui-se pela forma como vê o modo em que a arte se articula à sociedade. A mostra quer evidenciar um processo artístico contemporâneo, de valorização da arquitetura e do design como uma linguagem artística, que, de uma maneira ou outra, trabalham numa engrenagem de funcionamento e estética.

Ana Bello, nascida e criada em São João del-Rei, é pintora e arquiteta. Durante seus mais de 30 anos do trajeto artístico aprendeu a trabalhar com as mais diversas técnicas e materiais. Foi aluna de importantes nomes da arte, como João Quaglia e Frederico Bracher e já apresentou seu trabalho em diversas exposições por Minas Gerais.

Museu Victor Meirelles recebe exposição Y/Rembe’y de Fran Favero

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), inaugurou na quarta-feira (14), a exposição Y/Rembe’y de Fran Favero. Antes  aconteceu o tradicional Encontro com o Artista, quando Favero conversou com o público sobre a sua trajetória e seus trabalhos.

Foto: Fran Favero. Como falar entre fronteiras – Cómo hablar entre fronteras – Rembe’y apytépe, 2015 / divulgação Museu Victor Meirelles.

Uma das imagens de Fran Favero que estão expostas no Museu Victor Meirelles

Y/Rembe’y é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artista, trabalhos propostos a partir de um lugar fronteiriço, complexo, um espaço de encontros, tanto no sentido de reunião quanto de confronto presente neste termo: a tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Rembe em guarani significa margem, borda, orla. Já o termo Y significa água, rio, sendo rembe’y a fronteira, a margem do rio.

Sentidos múltiplos
Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

Além de orla, rembe também pode significar lábios. Nesse sentido, as aproximações entre os três países criam uma zona em que podem existir idiomas mesclados, atravessados, como o ‘portunhol’ ou o ‘jopara’ (mistura entre espanhol e guarani ou português e guarani).

Fran Favero vive e trabalha em Florianópolis. É bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com intercâmbio para a Université du Québec à Montréal no Canadá, e Formada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Participa de exposições coletivas desde 2010.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, na sede temporária do Museu Victor Meirelles (Rua Rafael Bandeira, 41, Centro). A entrada é gratuita.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação

Projeto Vidas Refugiadas ocupa os jardins do Museu da República

Os jardins do Museu da República (Ibram/MinC) recebem, a partir do próximo domingo, 01 de maio, o Projeto Vidas Refugiadas, que tem como foco mostrar o cotidiano de oito mulheres de diferentes nacionalidades no Brasil. A exposição é composta por 16 imagens, registradas pelo fotógrafo Victor Moriyama.

No lançamento, que acontece a partir das 16 horas, haverá um debate mediado pela realizadora do projeto, Gabriela Cunha Ferraz, contando com a presença de representantes da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no Brasil e da Caritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, além da nigeriana Nkechinyere Jonathan.

Representando aproximadamente 30% das pessoas refugiadas no Brasil, a mulher refugiada acaba herdando a invisibilidade já habitualmente experimentada pelas mulheres, fazendo com que suas dificuldades sejam menos ouvidas, suas particularidades desrespeitadas e sua feminilidade ignorada. O resultado desse processo de anulação limita seu acesso a direitos, impede sua plena integração e provoca uma perigosa repetição das violações já vivenciadas em seus países de origem.

A exposição ficará aberta ao público durante todo o mês de maio, com entrada gratuita e funcionamento das 09h às 18h.

Lasar Segall expõe série considerada ‘divisor de águas’ da fotografia

MetalKrull-300x218Dando início a sua temporada de exposições temporárias 2016, o Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP) apresenta ao público a partir deste sábado (2), às 17h, uma série fotográfica tida como divisor de águas por sua originalidade e influência.

Com imagens da fotógrafa polonesa Germaine Krull (1897-1985), “MÉTAL” traz 64 pranchas da série que, transformada em álbum e publicada originalmente em 1928, foi considerado por especialistas um dos principais livros de fotografias de todos os tempos.

A importância hoje dada à série MÉTAL deve-se ao seu ineditismo histórico: numa época em que a fotografia era feita com grandes câmeras de madeira, devidamente montadas em tripés, e com negativos em placas de vidro, registrando principalmente casamentos e cenas montadas de senhoras e senhores – sob regras sociais pré-estabelecidas quanto a poses, cenários e vestuário – Krull trouxe decisivas inovações técnicas e temáticas.

Entre 1922 e 1926, a fotógrafa realizou imagens que expressavam seu fascínio pelos navios nos portos de Rotterdam e Amsterdam, passando a fotografá-los como vistos por seus olhos, contrariando a ordem vigente da fotografia.

Nas palavras da própria Germaine, “Se MÉTAL foi o ponto de partida que permitiu à fotografia se tornar uma ocupação artesanal e que fez do fotógrafo um artista, é porque MÉTAL fez parte desse novo movimento que nascia, dessa nova era que tocou a Arte como um todo”.

A exposição fica em cartaz até o dia 30 de maio, com entrada gratuita, e pode ser visitada de quarta a segunda-feira, das 11hàs 19h. O Museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111 – Vila Mariana, em São Paulo (SP).

Museu Victor Meirelles realizará Oficina de Fotografia, em parceria com a Funarte

O Projeto Agenda Cultural do Museu Victor Meirelles/Ibram, em parceria com o Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Fundação Nacional de Arte (Funarte), realizará nos dias 30 de setembro, 1º e 2 de outubro, a oficina Fluxo de trabalho e as boas práticas da fotografia digital, da captura em RAW ao arquivamento.

Ministrada pelo professor e fotógrafo Marcos Issa, a oficina será gratuita e tratará sobre temas como tratamento de imagens, gerenciamento de acervos digitais e outros conceitos de acordo com as diretrizes para a fotografia digital do Updig.org (Universal Imaging Digital Guidelines) e do DPBestflow.org (Digital Photography Best Practices and Workflow).

As inscrições são limitadas a um total de 25 vagas e podem ser feitas até 22 de setembro. Os interessados deverão enviar para o e-mail mvm.ac@museus.gov.br, os seguintes dados: nome completo, telefone, e-mail e um breve currículo. Além disso, deverão responder às questões: 1) Leu o programa da oficina? Qual o seu interesse nela?; 2) Qual a sua área de atuação? De que forma você lida com fotografia digital? e 3) Trabalha sozinho ou em alguma instituição?

O resultado será divulgado, também por e-mail até o dia 25 de setembro. O critério de seleção será a análise das informações enviadas pelo candidato.

Ao todo serão 26 horas/aula, distribuídas entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro, das 8 às 12h e das 13 às 18h, e 2 de outubro, das 8 às 12h e das 13 às 17h. As aulas ocorrerão no Auditório do Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC). Informações: mvm.ac@museus.gov.br ou (48) 3222-0692.

O ministrante

Marcos Issa é fotojornalista, trabalhou em redações do Rio de Janeiro e São Paulo, até fundar a Agência Argosfoto, em 1995, onde atua como editor do banco de imagens e fotógrafo junto aos mercados institucional e editorial. Desde 2006, ministra cursos sobre “boas práticas” em fotografia digital para fotógrafos. Em 2013, fundou a PrataPixel especializada em digitalização de fotografias. Prestes a concluir o curso de Biblioteconomia na Fundação Escola Sociologia e Política de São Paulo, tem lançado mão dos conhecimentos de gestão de acervos digitais em seu trabalho de captação, edição e armazenamento de imagens.

A Fotografia em Ouro Preto no séc. XIX é destaque no Museu da Inconfidência

Caminho da Estação, 1882. Acervo: Arquivo Municipal de Ouro Preto.

Caminho da Estação, 1882. Acervo: Arquivo Municipal de Ouro Preto.

O Museu da Inconfidência (Ibram/MinC) inaugura as atividades de 2015 na Sala Manoel da Costa Athaide nesta sexta-feira (20), com a abertura da mostra A fotografia em Ouro Preto no século XIX.

Serão expostas imagens e apresentadas informações que evidenciam a relevância da cidade para a história da fotografia. De 1845 a 1900, Ouro Preto recebeu o maior número de fotógrafos em Minas Gerais. Eles trabalharam tanto de forma itinerante, como em ateliês permanentes.

A iniciativa da exposição é do projeto Itinerâncias – a expansão da fotografia em Minas Gerais no século XIX, que objetiva estimular reflexões sobre a história da fotografia no estado. A proposta é trazer à tona diferentes representações da cidade e retratos diversos, que permitam enfatizar a trajetória dos fotógrafos. Estes vieram de vários países e divulgaram seu trabalho, principalmente, por meio de anúncios em jornais e revistas.

A visitação é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 10 às 18h, até 3 de maio. A abertura acontece às 20h30.

Texto: Ascom/Museu da Inconfidência
Foto: Divulgação Museu da Inconfidência

Exposição de fotos no Museu da República comemora 450 anos do Rio

Entre os dias 4 de março e e 3 de maio, os jardins do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), serão o cenário da exposição Conexões de Olhares, que reúne fotos feitas por crianças e adolescentes, entre 10 e 16 anos, moradores de 12 comunidades pacificadas na capital fluminense, que revelam ao público o olhar delas sobre os lugares onde vivem.

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Iniciativa do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), através do programa Sesi Cidadania, os jovens fotógrafos participaram de oficinas ministradas pela fotojornalista japonesa Hikaru Nagatake, que realiza em várias partes do mundo a ação Wonder Eyes Project.

O projeto tem por objetivo desenvolver a criatividade de crianças e adolescentes por meio da fotografia. Com câmeras simples, eles retratam sua visão sobre as belezas dos ambientes em que habitam.

Novas visões
“É muito gratificante organizar essa exposição porque as fotos tiradas pelas crianças mostram o Rio de Janeiro de verdade, que a maioria não tem ideia de que existe”, conta Hikaru Nagatake, também curadora da exposição.

“Foi um grande prazer participar das oficinas com os jovens das comunidades cariocas, uma experiência que me fez conhecer melhor a energia e a vida das pessoas que moram nessas regiões”,  reforça.

A mostra reúne imagens das comunidades Santa Marta, Tabajaras, Mangueira, São Carlos, Formiga, Andaraí, Complexo do Alemão, Providência, Cidade de Deus, Macacos, Morro Azul e Borel.

Durante os domingos do mês de março, o público vai poder assistir também shows musicais. Sempre às 10h, os artistas Dudu Oliveira (dia 8), Jaime Alem (dia 15), Dino Rangel (dia 22)  e Turíbio Santos (dia 29) vão se revezar em apresentações de MPB e chorinho. A entrada é gratuita. Saiba mais sobre o Museu da República.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Faces do Serro: Casa dos Otttoni abre exposição na quinta (29)

Na quinta (29), o Museu Regional Casa dos Ottoni (MRCO/Ibram), localizado na cidade de Serro (MG), abre, às 19h, a exposição Faces do Serro.

Museu Casa dos Ottoni (MG)

Nova exposição abre no MRCO no dia 29 de janeiro

Nessa noite, acontece bate papo sobre as oficinas realizadas entre o fotógrafo Lorí Figueiró e participantes fotografados para a exposição. A seguir, serão apresentados dois vídeos making of, relatando as oficinas.

Logo depois está programada a apresentação de quatro grupos folclóricos de Serro: Marujos, Caboclos, Catopês e Caixa de Assovios. As atividades acontecem no jardim do museu e será encerrada com um coquetel às 20h30.

Após a abertura, os visitantes poderão conhecer o resultado das oficinas com 25 imagens, que ficam em cartaz até 1º de março.

O Museu Regional Casa dos Ottoni localiza-se na Praça Cristiano Ottoni, 72 – Praia. E funciona de terça a sábado, das 10h às 18h; e domingos e feriados, das 8h às 12h. Outras informações pelo telefone (38) 3541.1440.

Texto: Divulgação MRCO
Foto: Banco de Imagens Ibram

Museu da República prepara exposição com conteúdos produzidos por visitantes

O Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura no dia 7 de agosto uma exposição que foge ao convencional: compreendendo o público como seu grande patrimônio, O Museu e Eu terá como atração principal os visitantes que frequentam o antigo Palácio do Catete, seus espaços anexos e jardins.

O museu e eu: exposição contará com conteúdos produzidos pelo público

A exposição, que vai ocupar as salas de exposições de curta duração, vai abordar como as experiências vivenciadas pelos visitantes no território do Museu da República produzem memórias.

Serão exibidas experiências e memórias do público representadas por meio de imagens, sons, formas, textos e palavras (escritas e orais).

Com este objetivo, o museu está colhendo fotografias tiradas em seus espaços e depoimentos de visitantes, que serão incorporados à exposição. O público pode entregar suas contribuições até o dia 15 de julho na portaria do museu, ou postá-las  na página da exposição no Facebook: www.facebook.com/omuseueeu.

Dividida em três núcleos (Eu quero você, Você em ação no museu e Eu e o museu/O museu e eu), a exposição ficará em cartaz até 27 de outubro e vai manter um diálogo com a tecnologia interativa e as redes sociais, com atualização constante de seu conteúdo. Saiba mais sobre o Museu da República.

Texto: Ascom/Ibram

IN disciplina uso de imagem e reprodução de acervos de museus Ibram

Publicada hoje (16), no Diário Oficial da União (DOU), Instrução Normativa (IN) nº 1, de 15 de abril de 2013, que disciplina o requerimento e emissão de autorização de uso de imagem e de reprodução dos bens culturais e documentos que constituem o acervo das unidades museológicas do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) – com vistas à segurança jurídica e à promoção das instituições.

As disposições da IN aplicam-se às 30 unidades museológicas do Ibram e também aos particulares interessados no uso de imagem ou reprodução dos bens culturais e documentos que constituem o acervo dessas unidades. Leia o documento completo e seus respectivos anexos e modelos de contratos para uso de  propriedade e de patrimônio.

Qualquer captação de imagem para fins não privados deve ser autorizada

Cada museu poderá emitir autorização de uso de imagem e de reprodução dos bens culturais e documentos que constituem o seu acervo, que poderá ser feita para item ou coleção.

Para o acervo que não se encontra em domínio público, o requerente deverá providenciar autorização dos detentores dos direitos das obras. Para o caso do acervo que se encontra em regime de comodato, o museu Ibram deverá providenciar a autorização dos proprietários das respectivas obras.

A captação de imagem dos museus Ibram ou de seus acervos pelo visitante, para uso exclusivamente privado – em flagrantes de eventos ou em atividade de natureza eminentemente jornalística – independe de autorização, exceto se a direção do museu dispuser de modo contrário em regulamento próprio. Fica proibido, contudo, a associação dessas imagens com qualquer forma de patrocínio, propaganda, ou promoção comercial.

Limitações
A autorização comporta limitações, como a obrigatoriedade de que as reproduções devem ser cópias fidedignas da peça original, sendo proibidas quaisquer manipulações ou transformações da imagem, assim como a proibição do uso da imagem em baixa resolução – a menos que se destinem a página web ou produção multimídia.

Em todas as imagens devem ser obrigatoriamente referenciados os créditos das mesmas, independentemente do meio ou suporte físico da sua disposição, devendo ser contemplados ainda como créditos, a citação do nome da unidade museológica, do Instituto Brasileiro de Museus e do Ministério da Cultura, nessa ordem, bem como o número e o ano da autorização.

Exposição Paisagem Petropolitana

Instrução Normativa visa à segurança jurídica e à promoção das instituições museológicas do Ibram

Qualquer uso de imagem, diverso do previsto na Instrução Normativa, configura desrespeito pela legislação, sendo passível de ação civil por parte do Ibram, além da possibilidade de revogação do ato.

O requerente fica obrigado a encaminhar pelo menos um exemplar do trabalho concluído no qual tenha usado a imagem da unidade museológica do Ibram ou dos seus respectivos acervos, independente do suporte. No caso de publicações acadêmicas, uma cópia impressa e digital do trabalho concluído devem ser enviados.

Os museus Ibram deverão notificar ao Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom/Ibram) sobre o conjunto de exemplares recebidos, tendo e vista a política de difusão do Ibram. Saiba mais.

 

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Museu da Inconfidência e Museu Imperial/Ibram (divulgação)

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