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Obras de requalificação dos museus Ibram em Paraty (RJ) estão adiantadas

As obras de requalificação dos museus Arte Sacra de Paraty e Forte Defensor Perpétuo, ambos na mesma cidade fluminense, já estão avançadas. Vinculados ao Ibram/MinC, os museus estão entre os nove da rede que tiveram serviços de intervenção em seu espaço físico contratados no final do ano passado.

Museu Forte Defensor Perpétuo encontra-se parcialmente fechado ao público. Na foto, atividade realizada ano passado em Paraty

Situado na antiga Igreja de Santa Rita – construída em 1722 e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1962 – o Museu de Arte Sacra de Paraty já havia dado início, em abril de 2012, à reforma de seu telhado e rede elétrica, através de parceria privada.

Desde o início deste ano, o edifício passa também por intervenções estruturais contratadas pelo Ibram, que seguem em ritmo acelerado.

Os serviços incluem a recuperação da fachada externa da igreja, da nave e da torre sineira, com reparo de todo o reboco e pintura. Os recursos do Ibram também garantirão ao monumento a conclusão da já iniciada atualização de sua rede elétrica, assim como das redes de lógica (telefonia) e segurança.

Sem cimento
“O reboco das paredes externas e internas está sendo feito com argamassa de cal e areia, sem adição de cimento”, explica Henrique Milen Vizeu, Técnico em Assuntos Culturais.

“Está sendo removida toda a antiga argamassa que continha cimento, material que retém muita umidade, extremamente prejudicial ao acervo. Visando também prevenir danos por infiltrações e vazamentos, a caixa d’água do telhado da capela-mor foi transferida para a parte inferior do edifício, concentrada no atual Consistório”, completa o técnico.

No Museu Forte Defensor Perpétuo, a aguardada reforma na estrutura do telhado já está sendo realizada também com a liberação dos recursos do Ibram/MinC. O contrato prevê também a realização de serviços especializados de arqueologia para realizar pesquisa prospectiva no Morro da Vila Velha, área tombada em nível federal sobre a qual o museu está situado. O museu continua parcialmente aberto ao público, apesar das intervenções, que estão sendo feitas de forma escalonada.

A conclusão das obras nos dois museus está prevista para julho. Conheça os museus Ibram.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

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Modernização: Ibram abre licitações para reformas de mais cinco museus

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Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

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Após anunciar na semana passada a abertura de licitação para a contratação de serviços de recuperação da cobertura e instalações prediais no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (Mart), e de ter finalizado os procedimentos licitatórios para a elaboração de projetos e/ou execução de obras no Museu Regional de Caeté (MG) e no Museu Casa da Hera, em Vassouras (RJ), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) publicou no Diário Oficial da União outros cinco Avisos de Licitação destinados a contratações em museus administrados pelo órgão.

As licitações se destinam a obras e/ou projetos no Museu Casa dos Ottoni, na cidade do Serro (MG), no Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP), no Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro (RJ), no Museu de Arte Sacra de Paraty e no Museu Forte Defensor Perpétuo – também em Paraty.

Os projetos executivos que serão elaborados para o Museu Regional Casa dos Ottoni incluirão o restauro e revisão de projetos de instalações.  Além disso, será contratada a execução de serviços emergenciais para recuperação da cobertura e substituição de peças de madeira deterioradas.

Para o Museu Lasar Segall, será contratada empresa de engenharia especializada para recuperar as coberturas e anexos e também as instalações elétrica, telefônica, lógica e luminotécnica, além do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) e do sistema de segurança.

Museus do Rio
Em relação ao Museu Casa de Benjamin Constant, a contratação tem por objetivo a restauração do telhado, pisos e forros e a restauração dos papéis de parede. Também haverá adequação do pátio interno e do piso externo para acessibilidade e instalação de plataforma elevatória para acesso à casa, além da recuperação e modernização das Instalações elétricas.

No Museu Forte Defensor Perpétuo, será feita a restauração do telhado do imóvel-sede. Serão contratados ainda serviços especializados de arqueologia, para realizar pesquisa prospectiva no Morro da Vila Velha, área tombada em nível federal sobre a qual o museu está situado. Os serviços correspondem à primeira etapa das intervenções previstas para o imóvel.

Ainda em Paraty, a Igreja de Santa Rita, sede do Museu de Arte Sacra de Paraty, receberá a segunda fase das obras de restauração do prédio, que prevê a recuperação das argamassas, elementos das fachadas, esquadrias, pisos e instalações hidrossanitárias, a prospecção arqueológica e a restauração de retábulos e demais bens integrados.

As intervenções tem por objetivo a recuperação do edifício, sua adequação às funções definidas em seu plano museólogico e a modernização de suas instalações prediais, de forma a viabilizar a instalação da nova museografia e a reabertura do Museu, expondo e valorizando seu acervo.

Museu da Abolição
Além das licitações abertas agora, o Museu da Abolição, em Recife (PE), também vinculado ao Ibram, recebe até a segunda-feira (18), propostas para licitação aberta em outubro, por meio do PAC Cidades Históricas, e destinada à contratação de projetos de restauração (arquitetura, engenharia e paisagismo), complementares e museografia da unidade.

Todas as ações para contratações de projetos e obras nos museus integram o Programa de Requalificação dos Museus do Ibram, no intuito de proporcionar infraestrutura e serviços culturais adequados que agreguem segurança, acessibilidade, conforto ambiental, identidade sociocultural e atrativos locais e turísticos aos museus.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Aves são tema de festival no Forte Defensor Perpétuo de Paraty em setembro

O Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty/Ibram sedia, de 6 a 8 de setembro, o Festival Aves de Paraty. O evento, organizado em parceria com a Associação Cairuçu e com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica, conjuga educação ambiental, pesquisa científica e turismo de observação de aves.

O Ferro velho é uma espécie típica do litoral sul brasileiro

Prática comum na Europa e nos EUA, o chamado “birdwatching” (observação de pássaros) vai ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.

A região da Costa Verde fluminense, com suas mais de 400 espécies catalogadas, é uma região com grande potencial para a prática do birdwatching.

Para a realização do festival, foram recuperadas as antigas trilhas no alto do Morro da Vila Velha, que integram o roteiro de observação das aves e agora estão prontas para receber grupos de estudantes e turistas.

Programação
No dia 6, será lançado o Guia Aves de Paraty, com um café da manhã típico da região, na abertura do festival. O guia, resultado de parceria entre a Associação Cairuçu, a Secretaria de Turismo de Paraty e a Eletronuclear, pretende ser uma importante ferramenta de promoção do turismo de observação de aves.

Também no dia 6, especialistas, empresários e órgãos ambientais discutem o turismo de observação de aves no mundo e no Brasil, com participação do fundador da Avistar Brasil, Guto Carvalho; do consultor de ecoturismo Roberto Mourão e da bióloga Tietta Pivatto. Atividades, oficinas e palestras dirigidas às crianças e aos jovens completam a programação. Uma exposição de fotos fica  aberta ao público no museu até o fim do mês.

O Forte localiza-se no Centro Histórico deParaty. Outras informações pelo telefone (24) 3373.1038 ou pelo endereço eletrônico mdfdpp@museus.gov.br.

Texto e foto: Divulgação Forte Defensor Perpétuo

Paraty quer ser reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade

Paraty (RJ) pode vir a ser Patrimônio da Humanidade na lista da Unesco, disse na cidade o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, ao falar sobre Ouro Preto e Olinda em conferência na abertura do festival cultural Mimo na sexta-feira (23).

Angelo Oswaldo aproveitou sua viagem a Paraty para visitar os museus Ibram na cidade

Para Oswaldo, Paraty deve integrar os valores de seu acervo cultural às qualidades da paisagem e da natureza e criar um ícone singular. É essa singularidade que lhe garantirá o título.

Ele disse ainda que a inscrição entre os monumentos mundiais somente gera resultados concretos e surte efeito positivo se a cidade assume o título e o utiliza como chave para abrir todas as portas: “caso contrário, o diploma fica esquecido numa gaveta e a cidade descobre que não é patrimônio de ninguém”.

Museus Ibram
Na cidade, Angelo Oswaldo visitou ainda as unidades administradas pelo Ibram em Paraty: o Museu de Arte Sacra, atualmente em reforma, e o Museu Forte Defensor Perpétuo, onde visitou a exposição de máscaras do mestre paratiense Natalino de Jesus Silva e pôde conferir o potencial museográfico do conjunto do Morro da Vila Velha.

O presidente do Ibram confirmou a liberação de recursos do Ministério da Cultura (MinC) e Petrobras para a conclusão das obras de restauro da Igreja de Santa Rita, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, e anunciou novos projetos para o Museu Forte. “O apoio da Fundação Roberto Marinho vem garantir o êxito das iniciativas em articulação”, garantiu.

Texto e foto: Ascom/Ibram e Forte Defensor Perpétuo
Edição: Ascom/Ibram

 

Máscaras e bonecos de carnaval em exposição no Forte Defensor Perpétuo

O Forte Defensor Perpétuo de Paraty (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ), expõe em seu salão central o acervo de máscaras e bonecos produzidos por Natalino de Jesus Silva. A abertura da exposição, durante a 11ª Semana de Museus, contou com a presença do mestre em oficinas de máscaras com estudantes da Escola Municipal Maria Jácome de Melo, localizada na zona rural de Paraty.

As máscaras do mestre Natalino podem ser vistas até agosto em Paraty

Servidor aposentado do antigo Departamento de Correios e Telégrafos, Natalino de Jesus Silva nasceu em Paraty em 25 de dezembro de 1934.

A técnica de Natalino é similar à de outros artistas locais como Jubileu, Mestre Biba e Lúcio Cruz.

O trabalho de Natalino começou como um hobby antigo de criança, fazendo as próprias máscaras de carnaval. Desde 1974, começou a experimentar a pintura em suas criações, com cores e formas intuitivas que com o tempo se mostraram a expressão de um artista.

A exposição tem recebido visitas guiadas para as escolas do município e fica no Forte Defensor Perpétuo até agosto de 2013. Saiba mais sobre o museu.

Texto e foto: Divulgação Forte Defensor Perpétuo

Forte Defensor Perpétuo de Paraty promove replantio de espécies nativas

O Forte Defensor Perpétuo de Paraty (RJ) recebeu 250 mudas do Horto Municipal para replantio no Morro do Forte. As espécies nativas da Mata Atlântica, como palmito juçara, ipê amarelo, ipê roxo, cedro, jatobá, cambucá, amora, e  mesmo mudas de café, começaram a ser plantadas.

Algumas delas, como os ipês, o cedro e o jatobá, podem levar até 40 anos para atingir a fase adulta. O palmito juçara, ameaçado de extinção em função da extração predatória, leva 19 anos até a fase adulta. Cambucá, amora e café levam cerca de oito anos.

O plantio das mudas, doadas pelo Horto Florestal, será feito também no alto do Morro do Forte, uma área hoje de mata fechada, mas que guarda as marcas da primeira ocupação da antiga vila de Paraty.

Projeto
O replantio dessas espécies é a primeira etapa do projeto de recomposição da mata nativa do Morro do Forte.

Uma trilha no alto do morro está sendo recuperada em parceria com o engenheiro florestal Nei França, do Instituto Chico Mendes (ICMBio/MMA). Tanto a domesticação da trilha já existente como o plantio das mudas integram um conjunto de propostas para a criação de um futuro parque no Morro do Forte.

A criação deste parque atenderia a demandas da comunidade local e de turistas, visando a prática de lazer, educação ambiental e turismo ecológico, criando uma nova atração turística junto ao Centro Histórico.

Parque do Morro do Forte

O projeto original do parque, datado de 1993 e executado parcialmente, previa, entre outras coisas, uma trilha sinalizada por dentro da mata; a criação de uma praça com espécies ornamentais – montada com artúrios, bromélias, samambaia-uçu, orquídeas, helicônias, avencas, begônias e palmeiras; a adaptação de uma concha acústica natural dentro da mata para funcionar como anfiteatro; e um marco em homenagem à fundação do vilarejo de Paraty, próximo às ruínas ali existentes.

Também constavam do projeto o enriquecimento do bosque com espécies primárias, secundárias e principalmente ornamentais, revitalizando os jardins do entorno do prédio colonial principal, onde hoje funciona o museu Forte Defensor Perpétuo, e a construção de mirantes com a abertura do dossel florestal, com vistas pra o Centro Histórico, Ilhas e Jabaquara.

O projeto foi retomado em 2013 e, nos últimos dias, teve início o trabalho de reabertura da antiga trilha. O parque do Morro do Forte tem uma área prevista de 13 hectares.

Texto e fotos: Divulgação Forte Defensor Perpétuo
Edição: Ascom/Ibram
Última edição: 23.9.2014

Forte Defensor Perpétuo homenageia memória da ciranda em Paraty (RJ)

Os mestres cirandeiros cantam uma cultura esquecida. Com a migração para a cidade, os antigos bailes da roça se tornaram cada vez mais raros. Essa memória musical da gente de Paraty está sendo homenageada até janeiro no Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram, em Paraty (RJ), com fotografias, vídeos e objetos pessoais.

A exposição Os Nomes da Ciranda é o principal produto do projeto Paraty Ciranda, que envolve pesquisa e mapeamento da ciranda no município, realizado pelo Instituto Colibri e patrocinado pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro.

Um painel com mais de 100 nomes levantados pela pesquisa, realizada pela equipe do Ibram em Paraty, ilustra o salão principal da exposição, aberta ao público no último dia 28 de setembro.

O projeto prevê um encontro mensal com os cirandeiros em datas a serem definidas. Os vídeos exibidos na exposição podem ser acessados no blogue do projeto Paraty Ciranda.

Avalie o Museu Forte Defensor Perpétuo no portal TripAdvisor.

Texto: Divulgação Museu Forte Defensor Perpétuo
Fotos: Joana França

Forte Defensor Perpétuo (RJ) destaca patrimônio ambiental e cultural

O Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty/Ibram exibe, desde 18 de maio até 31 de julho, A Festa do Divino Espírito Santo sob o olhar de Eliseu Visconti Cavallero, com fotos da tradicional festa de Paraty, e Mosaico de Unidades de Conservação em Paraty, com infografias e maquete apresentando os órgãos que atuam na conservação do ecossistema local.

A primeira reúne um acervo com instrumentos musicais usados na folia, como a viola, o pandeiro, o tambor, a rabeca e as varetas; bonecos e símbolos como o boi, o cavalo, a miota, a pomba, o Resplendor, bandeiras e mastro usados na procissão; além das imagens produzidas na década de 1950 pelo fotógrafo Eliseu Visconti Cavallero.

Mosaico de Unidades de Conservação em Paraty apresenta um conciso painel sobre os órgãos e unidades que atuam na região, ilustrados por uma maquete da Baía de Paraty recentemente restaurada.

As infografias apresentam as unidades sob gestão do Instituto Chico Mendes (ICMBio), como o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Estação Ecológica de Tamoios e a Área de Proteção Ambiental de Cairuçu. Os visitantes do museu recebem amostras de sementes de palmito Juçara – planta nativa ameaçada de extinção.

O museu localiza-se no Morro do Forte, Centro Histórico de Paraty, e funciona de terça a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 17h; sábados e domingos das 13h às 17h. Na terça-feira a entrada é gratuita. Outras informações pelo telefone (24) 3373.1038.

Texto e foto: Divulgação Museu Forte Defensor Perpétuo

Forte Defensor Perpétuo em Paraty abre exposições sobre cultura e ambiente

Roda de conversa reuniu interessados durante abertura de exposições

O Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty, ligado ao Ibram/MinC, inaugurou no dia 18 de maio, duas novas exposições: A Festa do Divino Espírito Santo sob o olhar de Eliseu Visconti Cavallero, com fotos da tradicional festa de Paraty, e Mosaico de Unidades de Conservação em Paraty, com infografias e maquetes apresentando os órgãos que atuam na conservação do ecossistema local.

Uma roda de conversa com representantes das instituições de memória e patrimônio atuantes na cidade apresentou um painel sobre as transformações da Festa do Divino, seu processo de tombamento cultural e os desafios das unidades de conservação ambiental do município.

A roda de conversa, que abriu as duas exposições, integrou a 10º Semana de Museus, que teve como tema em 2012 “Museus em um mundo em transformação: novos desafios, novas inspirações.” As exposições ficam no salão principal do Forte até o fim de julho.

Texto e foto: Divulgação Forte Defensor Perpétuo

Exposição indígena Ymaguaré no Forte Defensor Perpétuo (RJ)

O 14º Ymaguaré – Mitos e Lendas Indígenas, evento que reúne a etnia Guarani e outros povos da Mata Atlântica, aconteceu de 9 a 11 de dezembro no Forte Defensor Perpétuo/Ibram, em Paraty (RJ). Uma exposição com alguns dos melhores trabalhos dos artesãoes dessas comunidades fica em exibição no Salão da Tropa do Museu Forte Defensor Perpétuo até 17 de fevereiro.

O encontro foi marcado pelo lançamento do documentário Tupã Rembiapó, registro dos costumes da aldeia de Paraty-Mirim, realizado pela Associação Nhandeva, pela apresentação do coral de Paraty-Mirim e Araponga, além de oficinas de cestaria, dança e arco-e-flecha, e concursos de esculturas, cestaria indígena e tradicional.

O concurso de cestaria tradicional (Viejo Award), que teve o apoio do Poeh Center do Pueblo de Pojouaque (Novo México, EUA), premiou os artesãos Ronaldo Rodrigues, de Paraty-Mirim, e Marciana Oliveira, da aldeia de Araponga, na categoria de Cestaria Indígena, e Isaque Oliveira e Sebastião da Silva, no concurso de Esculturas de Madeira.

O Ymaguaré integra o calendário cultural de Paraty desde 2003. Em 2004, foi considerado um dos dez melhores projetos culturais do Estado de Rio de Janeiro no concurso Cultura Nota 10, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio em parceria com a Unesco.

O 14º Ymaguaré é realizado pela Associação Artística Cultural Nhandeva, este ano em parceria com o Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, da Prefeitura Municipal de Paraty, do Museu do Índio/Funai e do Iphan/MinC.

Texto e fotos: Divulgação Forte Defensor Perpétuo

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