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Museu Casa de Benjamin Constant completa 32 anos amanhã (18)

Neste sábado (18), o Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro (RJ), comemora 32 anos de fundação com uma série de atividades abertas ao público a partir das 10h.

Museu Casa de Benjamin Constant

Museu Casa de Benjamin Constant localiza-se no bairro carioca de Santa Teresa

Até as 17h serão realizadas visitas mediadas ao museu casa. Na sala de jantar, será inaugurada a mostra Um jantar com Benjamin, intervenção artística que utilizará peças do artista plástico vidreiro Paulo Vergueiro.

Ali será também simulado um jantar de Benjamin Constant (1833-1891) com outras figuras históricas com quem ele teve contato em sua vida de engenheiro, militar, professor e estadista do século XIX.

Os convidados
À mesa, os 11 lugares restantes estarão reservados para sua esposa, Maria Joaquina, Dom Pedro II (Benjamin Constant foi professor dos filhos do imperador), Auguste Comte, filósofo francês, entre outros.

Um dos lugares, contudo, estará vazio: “é o lugar do ‘convidado desconhecido’”, explica Elaine Carrilho, diretora do museu. “O público vai sugerir que figura merece compor essa mesa republicana”.

Os votos serão colocados em uma urna e serão compilados ao término da exposição em 23 de novembro. Com a divulgação do resultado, também será sorteado um participante da votação para ganhar uma das peças do artista Paulo Vergueiro.

Outras atividades
Ainda como parte das comemorações deste sábado, às 12h haverá a entrega do livro 1889, autografado pelo autor Laurentino Gomes, à vencedora do concurso Um selfie com Benjamin, Kamylle Amorim.

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberão melhorias

Criado em 1982, o museu casa reconstitui ambiente familiar de Benjamin Constant

Haverá também espaço para a Feira Sustentável do Troca – em que é permitido levar roupas, livros, CDs, relógios, utensílios etc – e um lanche orgânico colaborativo entre os visitantes que levarem alimentos e quiserem compartilhar com os demais.

A casa estará ainda recebendo 1 kg de alimento não perecível por pessoa para doação ao Ballet de Santa Teresa, entidade parceira em diversas ações culturais.

Museu casa
Erguida em torno de 1860 e comprada pela União após a morte de Benjamin Constant, a propriedade está situada no bairro de Santa Teresa, na capital fluminense, e foi a última residência daquele que é considerado o “fundador da República brasileira”. Ali, viveu seu último ano de sua vida, ao lado da esposa e de oito filhos.

Em 18 de outubro de 1982, o museu foi criado com a missão de reconstituir o ambiente familiar e o contexto sociocultural em que viveu Benjamin Constant, por meio da reconstituição de ambientes, hábitos e costumes da época. Conheça mais sobre o museu e saiba como chegar.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Casa Benjamin Constant/divulgação
Última atualização: 6/10/2016

Chapéus ganham exposição no Museu Imperial em Petrópolis (RJ)

A sala de exposição temporária do Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), inaugurou neste mês a exposição O Chapéu – Nas coleções do Museu Imperial, que fica em cartaz até o mês de dezembro. As visitas podem ser feitas de terça a domingo, das 11h às 18h.

Público pode visitar a nova exposição até dezembro de 2014

Público pode visitar a nova exposição até dezembro de 2014

Os 20 chapéus em exposição, que fazem parte dos acervos da Museologia, Arquivo Histórico e Biblioteca do museu, estão agrupados em dois núcleos: os de uso militar e de uso civil.

Quatro chapeleiras (mobiliário para chapéus) também estão na mostra, junto com fotografias, quadros a óleo originais e reproduções, anúncios de lojas do século XIX e trechos da literatura que mostram a importância social do chapéu.

“É uma ‘viagem’ visual que aproxima acervo histórico e artístico à vida de cada ‘passageiro’, transformando o visitante em agente ativo da História: afinal, quem nunca usou um chapéu?”, questiona o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr.

Segundo o setor de Museologia do Museu Imperial, duas peças do século XIX possuem destaque nesta exposição: o quepe de Marechal, que pertenceu a Gastão de Orleans, o Conde D’Eu (1842-1922); e o chapéu armado bicorne, peça mais antiga da exposição, usado em eventos de pequena gala e que pertenceu a Dom João VI (1767-1826). Saiba mais.

Cláudio de Souza
No dia 20 de outubro (segunda-feira) comemora-se o aniversário de 138 anos de Cláudio de Souza (1876-1954), escritor e teatrólogo que deu nome à unidade do Museu Imperial localizada na Praça da Liberdade em Petrópolis.

Espetáculo é voltado para estudantes de Petrópolis

Espetáculo é voltado para estudantes de Petrópolis

Nos dias 20 e 22 de outubro, às 14h30, a casa recebe o projeto educativo Era uma vez… Cláudio de Souza, promovido pelo Segmento de Museus do Conselho Municipal de Cultura e Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis. O evento, que integra o Projeto Museu Vivo, é gratuito e aberto para escolas municipais que estiverem agendadas.

O espetáculo, com direção de Laell Rocha, conta de forma lúdica a vida e obra de um dos escritores brasileiros mais importantes da primeira metade do século XX. “A premissa é fazer com que crianças e adultos conheçam as aventuras da fascinante vida deste grande escritor e médico”, afirma Rocha.

Escolas interessadas podem fazer o agendamento prévio através do endereço eletrônico mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (24) 2231-5156/4722 ou pelo endereço eletrônico mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br. Conheça mais sobre a Casa de Cláudio de Souza.

Texto e fotos: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

Museu da Inconfidência expõe obras de Ismailovitch a partir de Aleijadinho

No ano do bicentenário da morte de Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho, o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), inaugura na sexta-feira (17,) a exposição A ceia brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho. Estarão expostos pinturas e desenhos do artista russo-brasileiro Dimitri Ismailovitch (1890-1976), feitos a partir de estudos sobre a obra do mestre do barroco mineiro.

Considerado exímio retratista, Ismailovitch é seguidor do realismo e a partir desta exposição retorna ao cenário artístico brasileiro após quatro décadas de ausência. Em um de seus principais trabalhos, Ceia – homenagem ao Aleijadinho, o artista faz uma reedição dos personagens de Aleijadinho nas figuras de Cristo e seus Apóstolos – alguns destes são os profetas de Congonhas, e outro tem a cabeça do São Jorge, presente na exposição de longa duração do Museu da Inconfidência.

Ceia: homenagem a Aleijadinho de Ismailovitch

Têm destaque, também, os estudos preparatórios reproduzindo os traços caligráficos das esculturas de Aleijadinho, um autorretrato, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, a Igreja do Carmo de Ouro Preto, além de paisagens e casarios da cidade.

Com curadoria de Margareth Monteiro, Janine Ojeda, Eduardo Mendes Cavalcanti e Aldo Araújo, os visitantes poderão conferir a mostra na Sala Manoel da Costa Athaide, no Anexo I do Museu da Inconfidência, até 23 de novembro.

Pertencentes a uma coleção particular, as obras já estiveram expostas no Museu Villa-Lobos, situado no Rio de Janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) ano passado. O tour virtual pela exposição ainda está disponível. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação Museu da Inconfidência

A Divina Comédia: Museu da Inconfidência expõe aquarelas de Dalí

A cidade de Ouro Preto (MG)  recebe, pela primeira vez, uma exposição de obras do pintor surrealista espanhol Salvador Dalí (1904 – 1984).

Umas das

Umas das aquarelas de Dalí para A Divina Comédia

A mostra Dalí – A Divina Comédia será inaugurada hoje (22), às 20h30, no na Sala Manoel da Costa Athaíde do Museu da Inconfidência. A visitação, gratuita, ocorrerá de terça a domingo, das 12 às 18h, até 5 de outubro.

Estarão expostas cem aquarelas, uma para cada um dos poemas épicos que compõem a obra Divina Comédia, escrita pelo italiano Dante Alighieri no século XIV, e dividida em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso.

Salvador Dalí produziu as ilustrações entre 1950 e 1960 por encomenda do governo italiano, no âmbito das comemorações dos 700 anos do nascimento de Dante (1265-1321). A proposta é conduzir o público a uma viagem a partir desse diálogo enriquecedor entre literatura e artes visuais.

A abertura da mostra dá continuidade às comemorações dos 70 anos do Museu da Inconfidência, comemorado em 11 de agosto. A partir das 21h, haverá apresentação do baixista Gustavo Carvalho e Banda, com influências do MPB, rock progressivo, música pop e modal – esta última herdada da convivência com o grupo Clube da Esquina. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da Inconfidência
Edição: Ascom/Ibram

VI Encontro de Museus de Cultura Militar trata da conservação de acervos

Conservação em exposição: ciência em dois mundos é o tema da sexta edição do Encontro de Museus de Cultura Militar, que ocorre desde segunda-feira (18), no auditório do Museu Naval, no Rio de Janeiro (RJ), e segue até sexta (22). Na programação, estão previstas discussões sobre conservação de obras de arte, cartografia, metais, papel, arqueologia subaquática e outros acervos.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) está presente no evento com duas palestras. A primeira, ministrada na terça-feira (19), pela chefe da Divisão de Preservação e Segurança em Museus do Ibram, Jacqueline Assis, foi sobre Transporte e Manuseio de Obras de Arte para Exposição. “As recomendações para o correto transporte e manuseio de obras de arte variam de acordo com o lugar para onde elas estão sendo levadas,” afirma ela.

“A embalagem da obra também normalmente é feita com materiais inertes, ou seja, que não reajam com materiais orgânicos como madeira, tecido, papel,” ensina Jacqueline, que trabalhou durante 20 anos como conservadora restauradora no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). A diretora do MNBA, Mônica Xexéo, também participa do Encontro como palestrante, nesta quinta-feira (21), às 9h, com o tema Da guarda à exposição: caminhos da preservação.

A cada ano, o Encontro de Museus de Cultura Militar é organizado por uma das Forças Armadas. Desta vez, a responsabilidade coube à Marinha. O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser realizadas no local, antes das atividades. O Museu Naval fica na rua Dom Manuel, 15, Praça XV. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Bestiário: litografias de animais integram exposição na Chácara do Céu

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Bestiário: capa do álbum que traz  litografias de Scorzelli

A partir de 17 de agosto, o Museu da Chácara do Céu, localizado no bairro de Santa Teresa (RJ), terá uma exposição inteiramente dedicada à temática dos animais: Bestiário – Roberto Scorzelli.

Composta pelas 21 litografias do álbum editado em 1976, além de 23 desenhos realizados nos anos 1950-60, a mostra traz ainda estudos, cadernos de desenho, fotografias e documentação de época.

A curadora, Anna Paola Baptista, explica que embora Scorzelli costumasse observar e fotografar os animais no zoológico, essa prática não o leva necessariamente a uma expressão naturalística de seus modelos.

“O humor, parte integrante da vivência de Scorzelli, se faz presente e transborda nos desenhos. Dessa forma, seus bichos aparentam serem nossos próximos; eles são personagens sobre os quais quase podemos adivinhar o temperamento”, afirma Ana Paola.

Na inicio da década de 70, influenciado pela obra da escultora Mary Vieira, na Suíça, Scorzelli se volta para uma composição de rigor geométrico e abstrato, utilizando superfícies translúcidas em cores superpostas e criando espaços de rigorosa ordenação de ritmo e harmonia. Esta proposta seria a partir daí, uma tônica em sua obra.

O coquetel de abertura da exposição Bestiário – Roberto Scorzelli será nos jardins do Museu da Chácara do Céu, com participação do grupo musical Novíssimos. A inauguração para convidados será no dia 17, das 14h às 17h.

A visitação fica aberta ao público de 18 de agosto a 17 de novembro, de quarta a segunda-feira, das 12h às 17h. Menores de 12 anos da idade, maiores de 65, grupos escolares, professores e guias de turismo em serviço não pagam ingresso, que custa R$ 2 – e nas quartas-feiras, é grátis. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu

Artesanto japonês em metal é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Em comemoração ao Mês da Cultura Japonesa, promovido pelo Consulado Geral do Japão, o Museu Histórico Nacional, no Rio de janeiro (RJ), inaugura na quinta-feira (7), uma exposição que vai oferecer aos visitantes uma amostra da arte da produção de peças japonesas com metal.

Chaleira de ferro Nambu é um dos objetos utilitários em exposição

Artesanato do Japão – Tradições e Técnicas vai trazer ao público produtos de metal Nanbu, da província japonesa de Iwate. Produzidas a partir de tecnologia que acredita-se ter sido trazida de Kyoto, as peças foram fabricadas de ferro fundido em molde de areia.

A chaleira de ferro Nanbu é considerada a peça mais famosa e representativa desta técnica. Sua fabricação teve início no século XVIII para uso na cerimônia do chá.

O acabamento da superfície nodosa chamada ‘arare’, além de conferir beleza visual às peças, protege da oxidação pela permanência por 30 minutos na brasa de carvão a 9 mil graus celsius, é muito resistente e garante longos anos de uso.

A exposição vai trazer também utensílios de bronze Tsubame, da província de Niigata, fabricados a partir de técnica de alquimia, na qual um objeto tridimensional é produzido a partir de uma folha de bronze batida a martelo. Serão expostos ainda utensílios de bronze Takaoka, da província de Toyama.

A exposição fica em cartaz até 24 de agosto e pode ser visitada de terça a sexta-feira das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Histórico Nacional
Edição: Ascom/Ibram

Museu Solar Monjardim inclui novidades históricas em sua exposição permanente

Réplica da Lei Áurea pode ser vista no museu capixaba

Cartas de alforria  e recibos referentes ao aluguel de escravos são documentos que agora fazem parte da exposição do Museu Solar Monjardim, situado em Vitória (ES). Lá também pode ser vista uma reprodução da Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel, que extinguiu oficialmente a escravidão no Brasil em 1888.

As peças que já pertenciam ao acervo – que tratam sobre como se dava a escravidão na Fazenda Jucutuquara, propriedade que deu origem ao Solar Monjardim – foram incluídas na exposição atual por ser essa uma das questões que mais intrigam os visitantes do museu.

A instituição encontra-se em um processo de ‘oxigenação’ da sua atual exposição de longa duração, buscando incluir objetos e informações que até então não estavam disponíveis ao grande público.

Acervo diverso
O Museu Capixaba foi criado em junho de 1939, no Quartel da Polícia Militar, com acervo multidisciplinar e eclético. Em 1952, foi transferido para a residência dos herdeiros do Barão de Monjardim e, em 1966, recebeu acervo do Museu de Arte Religiosa. Na década de 1980, a instituição foi requalificada e renomeada pela então Fundação Pró-Memória e passou a se chamar Museu Solar Monjardim.

No total, o acervo do Museu Solar Monjardim é composto por 2.718 itens das mais variadas tipologias (mobiliário, armaria, fotografia, numismática, utensílios domésticos, arte sacra, dentre outras).

A mostra permanente pode ser vista de terça-feira a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, ou aos sábados, domingos e feriados das 13h às 17h, sempre com entrada gratuita. O agendamento prévio se faz necessário apenas para grupos com mais de 10 visitantes e pode ser feito pelo telefone (27) 3223-6609. O Museu Solar Monjardim fica na Avenida Paulino Müller, s/nº, bairro Jucutuquara, em Vitória.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação Museu Solar Monjardim

Eventos no Museu da República propõem novas perspectivas para o futebol

Até 20 de julho (domingo), o Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), sedia o Espaço Futebol para a Igualdade, evento que tem como objetivo principal mostrar que o futebol é um esporte capaz de transformar vidas e ajudar no desenvolvimento da sociedade, além de propiciar aos participantes e visitantes uma experiência única de vivenciar a prática esportiva.

A história do futebol no Brasil contada sob a ótica das mulheres está na exposição multimídia Mulheres em campo driblando preconceitos. São dezenas de fotos, vídeos e uma linha do tempo mostrando os contextos sociais e políticos, além das principais personagens que escreveram quase um século da história do futebol feminino no país.

Futebol_MuseudaRepublica_foto Adriano Facuri

Exposição e atividades sobre futebol seguem até dia 20 no Museu da República (RJ)

Jovens e crianças podem aprendem um novo jeito de jogar futebol, em grupos mistos e sem árbitro, em três mini-quadras montadas no jardim do museu, no espaço Futebol para um mundo melhor. O local também se destina a contar histórias de projetos sociais que utilizam o esporte como ferramenta para transformação social.

A ‘madrinha’ Marta
Debates, oficinas e exibições de filmes estão sendo realizados no espaço Trocando ideias, onde especialistas participam de discussões e oficinas para troca de experiências. Além da jogadora Marta, outros craques do futebol como Jorginho, Muralha, Petkovic e Raí já marcaram presença no evento.

O Espaço Futebol para a Igualdade, organizado e promovido pelas ONG’s streetfootballworld e Redeh (Rede de Desenvolvimento Humano), tem como madrinha a brasileira Marta, a maior jogadora de futebol de todos os tempos, escolhida cinco vezes consecutivas como a melhor do mundo.

Marta, que também atua como embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, ressalta a importância dessa iniciativa, no resgate da história das mulheres no futebol, para que todos conheçam a trajetória de lutas e desafios que elas enfrentam no cotidiano do esporte no Brasil.

O Museu da República  localize-se à Rua do Catete, 153, e funciona diariamente, das 10h às 17h, para conhecer as exposições na parte interna do museu); das 9h às 18h para atividades educativas e acesso às quadras externas. As atividades de Futebol 3 são gratuitas, por ordem de chegada, das 9h às 18h, para crianças de seis a 18 anos. Visitas para grupos podem ser solicitadas pelo e-mail zorzanelli@streetfootballworld.org.

Texto: Divulgação Museu da República
Foto: Adriano Facuri/divulgação
Edição: Ascom/Ibram

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