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Museu da Inconfidência expõe obras de Ismailovitch a partir de Aleijadinho

No ano do bicentenário da morte de Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho, o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), inaugura na sexta-feira (17,) a exposição A ceia brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho. Estarão expostos pinturas e desenhos do artista russo-brasileiro Dimitri Ismailovitch (1890-1976), feitos a partir de estudos sobre a obra do mestre do barroco mineiro.

Considerado exímio retratista, Ismailovitch é seguidor do realismo e a partir desta exposição retorna ao cenário artístico brasileiro após quatro décadas de ausência. Em um de seus principais trabalhos, Ceia – homenagem ao Aleijadinho, o artista faz uma reedição dos personagens de Aleijadinho nas figuras de Cristo e seus Apóstolos – alguns destes são os profetas de Congonhas, e outro tem a cabeça do São Jorge, presente na exposição de longa duração do Museu da Inconfidência.

Ceia: homenagem a Aleijadinho de Ismailovitch

Têm destaque, também, os estudos preparatórios reproduzindo os traços caligráficos das esculturas de Aleijadinho, um autorretrato, o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, a Igreja do Carmo de Ouro Preto, além de paisagens e casarios da cidade.

Com curadoria de Margareth Monteiro, Janine Ojeda, Eduardo Mendes Cavalcanti e Aldo Araújo, os visitantes poderão conferir a mostra na Sala Manoel da Costa Athaide, no Anexo I do Museu da Inconfidência, até 23 de novembro.

Pertencentes a uma coleção particular, as obras já estiveram expostas no Museu Villa-Lobos, situado no Rio de Janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) ano passado. O tour virtual pela exposição ainda está disponível. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação Museu da Inconfidência

A Divina Comédia: Museu da Inconfidência expõe aquarelas de Dalí

A cidade de Ouro Preto (MG)  recebe, pela primeira vez, uma exposição de obras do pintor surrealista espanhol Salvador Dalí (1904 – 1984).

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Umas das aquarelas de Dalí para A Divina Comédia

A mostra Dalí – A Divina Comédia será inaugurada hoje (22), às 20h30, no na Sala Manoel da Costa Athaíde do Museu da Inconfidência. A visitação, gratuita, ocorrerá de terça a domingo, das 12 às 18h, até 5 de outubro.

Estarão expostas cem aquarelas, uma para cada um dos poemas épicos que compõem a obra Divina Comédia, escrita pelo italiano Dante Alighieri no século XIV, e dividida em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso.

Salvador Dalí produziu as ilustrações entre 1950 e 1960 por encomenda do governo italiano, no âmbito das comemorações dos 700 anos do nascimento de Dante (1265-1321). A proposta é conduzir o público a uma viagem a partir desse diálogo enriquecedor entre literatura e artes visuais.

A abertura da mostra dá continuidade às comemorações dos 70 anos do Museu da Inconfidência, comemorado em 11 de agosto. A partir das 21h, haverá apresentação do baixista Gustavo Carvalho e Banda, com influências do MPB, rock progressivo, música pop e modal – esta última herdada da convivência com o grupo Clube da Esquina. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da Inconfidência
Edição: Ascom/Ibram

VI Encontro de Museus de Cultura Militar trata da conservação de acervos

Conservação em exposição: ciência em dois mundos é o tema da sexta edição do Encontro de Museus de Cultura Militar, que ocorre desde segunda-feira (18), no auditório do Museu Naval, no Rio de Janeiro (RJ), e segue até sexta (22). Na programação, estão previstas discussões sobre conservação de obras de arte, cartografia, metais, papel, arqueologia subaquática e outros acervos.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) está presente no evento com duas palestras. A primeira, ministrada na terça-feira (19), pela chefe da Divisão de Preservação e Segurança em Museus do Ibram, Jacqueline Assis, foi sobre Transporte e Manuseio de Obras de Arte para Exposição. “As recomendações para o correto transporte e manuseio de obras de arte variam de acordo com o lugar para onde elas estão sendo levadas,” afirma ela.

“A embalagem da obra também normalmente é feita com materiais inertes, ou seja, que não reajam com materiais orgânicos como madeira, tecido, papel,” ensina Jacqueline, que trabalhou durante 20 anos como conservadora restauradora no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). A diretora do MNBA, Mônica Xexéo, também participa do Encontro como palestrante, nesta quinta-feira (21), às 9h, com o tema Da guarda à exposição: caminhos da preservação.

A cada ano, o Encontro de Museus de Cultura Militar é organizado por uma das Forças Armadas. Desta vez, a responsabilidade coube à Marinha. O evento é gratuito e aberto ao público. As inscrições podem ser realizadas no local, antes das atividades. O Museu Naval fica na rua Dom Manuel, 15, Praça XV. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Bestiário: litografias de animais integram exposição na Chácara do Céu

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Bestiário: capa do álbum que traz  litografias de Scorzelli

A partir de 17 de agosto, o Museu da Chácara do Céu, localizado no bairro de Santa Teresa (RJ), terá uma exposição inteiramente dedicada à temática dos animais: Bestiário – Roberto Scorzelli.

Composta pelas 21 litografias do álbum editado em 1976, além de 23 desenhos realizados nos anos 1950-60, a mostra traz ainda estudos, cadernos de desenho, fotografias e documentação de época.

A curadora, Anna Paola Baptista, explica que embora Scorzelli costumasse observar e fotografar os animais no zoológico, essa prática não o leva necessariamente a uma expressão naturalística de seus modelos.

“O humor, parte integrante da vivência de Scorzelli, se faz presente e transborda nos desenhos. Dessa forma, seus bichos aparentam serem nossos próximos; eles são personagens sobre os quais quase podemos adivinhar o temperamento”, afirma Ana Paola.

Na inicio da década de 70, influenciado pela obra da escultora Mary Vieira, na Suíça, Scorzelli se volta para uma composição de rigor geométrico e abstrato, utilizando superfícies translúcidas em cores superpostas e criando espaços de rigorosa ordenação de ritmo e harmonia. Esta proposta seria a partir daí, uma tônica em sua obra.

O coquetel de abertura da exposição Bestiário – Roberto Scorzelli será nos jardins do Museu da Chácara do Céu, com participação do grupo musical Novíssimos. A inauguração para convidados será no dia 17, das 14h às 17h.

A visitação fica aberta ao público de 18 de agosto a 17 de novembro, de quarta a segunda-feira, das 12h às 17h. Menores de 12 anos da idade, maiores de 65, grupos escolares, professores e guias de turismo em serviço não pagam ingresso, que custa R$ 2 – e nas quartas-feiras, é grátis. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu

Artesanto japonês em metal é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Em comemoração ao Mês da Cultura Japonesa, promovido pelo Consulado Geral do Japão, o Museu Histórico Nacional, no Rio de janeiro (RJ), inaugura na quinta-feira (7), uma exposição que vai oferecer aos visitantes uma amostra da arte da produção de peças japonesas com metal.

Chaleira de ferro Nambu é um dos objetos utilitários em exposição

Artesanato do Japão – Tradições e Técnicas vai trazer ao público produtos de metal Nanbu, da província japonesa de Iwate. Produzidas a partir de tecnologia que acredita-se ter sido trazida de Kyoto, as peças foram fabricadas de ferro fundido em molde de areia.

A chaleira de ferro Nanbu é considerada a peça mais famosa e representativa desta técnica. Sua fabricação teve início no século XVIII para uso na cerimônia do chá.

O acabamento da superfície nodosa chamada ‘arare’, além de conferir beleza visual às peças, protege da oxidação pela permanência por 30 minutos na brasa de carvão a 9 mil graus celsius, é muito resistente e garante longos anos de uso.

A exposição vai trazer também utensílios de bronze Tsubame, da província de Niigata, fabricados a partir de técnica de alquimia, na qual um objeto tridimensional é produzido a partir de uma folha de bronze batida a martelo. Serão expostos ainda utensílios de bronze Takaoka, da província de Toyama.

A exposição fica em cartaz até 24 de agosto e pode ser visitada de terça a sexta-feira das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Histórico Nacional
Edição: Ascom/Ibram

Museu Solar Monjardim inclui novidades históricas em sua exposição permanente

Réplica da Lei Áurea pode ser vista no museu capixaba

Cartas de alforria  e recibos referentes ao aluguel de escravos são documentos que agora fazem parte da exposição do Museu Solar Monjardim, situado em Vitória (ES). Lá também pode ser vista uma reprodução da Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel, que extinguiu oficialmente a escravidão no Brasil em 1888.

As peças que já pertenciam ao acervo – que tratam sobre como se dava a escravidão na Fazenda Jucutuquara, propriedade que deu origem ao Solar Monjardim – foram incluídas na exposição atual por ser essa uma das questões que mais intrigam os visitantes do museu.

A instituição encontra-se em um processo de ‘oxigenação’ da sua atual exposição de longa duração, buscando incluir objetos e informações que até então não estavam disponíveis ao grande público.

Acervo diverso
O Museu Capixaba foi criado em junho de 1939, no Quartel da Polícia Militar, com acervo multidisciplinar e eclético. Em 1952, foi transferido para a residência dos herdeiros do Barão de Monjardim e, em 1966, recebeu acervo do Museu de Arte Religiosa. Na década de 1980, a instituição foi requalificada e renomeada pela então Fundação Pró-Memória e passou a se chamar Museu Solar Monjardim.

No total, o acervo do Museu Solar Monjardim é composto por 2.718 itens das mais variadas tipologias (mobiliário, armaria, fotografia, numismática, utensílios domésticos, arte sacra, dentre outras).

A mostra permanente pode ser vista de terça-feira a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, ou aos sábados, domingos e feriados das 13h às 17h, sempre com entrada gratuita. O agendamento prévio se faz necessário apenas para grupos com mais de 10 visitantes e pode ser feito pelo telefone (27) 3223-6609. O Museu Solar Monjardim fica na Avenida Paulino Müller, s/nº, bairro Jucutuquara, em Vitória.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação Museu Solar Monjardim

Eventos no Museu da República propõem novas perspectivas para o futebol

Até 20 de julho (domingo), o Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), sedia o Espaço Futebol para a Igualdade, evento que tem como objetivo principal mostrar que o futebol é um esporte capaz de transformar vidas e ajudar no desenvolvimento da sociedade, além de propiciar aos participantes e visitantes uma experiência única de vivenciar a prática esportiva.

A história do futebol no Brasil contada sob a ótica das mulheres está na exposição multimídia Mulheres em campo driblando preconceitos. São dezenas de fotos, vídeos e uma linha do tempo mostrando os contextos sociais e políticos, além das principais personagens que escreveram quase um século da história do futebol feminino no país.

Futebol_MuseudaRepublica_foto Adriano Facuri

Exposição e atividades sobre futebol seguem até dia 20 no Museu da República (RJ)

Jovens e crianças podem aprendem um novo jeito de jogar futebol, em grupos mistos e sem árbitro, em três mini-quadras montadas no jardim do museu, no espaço Futebol para um mundo melhor. O local também se destina a contar histórias de projetos sociais que utilizam o esporte como ferramenta para transformação social.

A ‘madrinha’ Marta
Debates, oficinas e exibições de filmes estão sendo realizados no espaço Trocando ideias, onde especialistas participam de discussões e oficinas para troca de experiências. Além da jogadora Marta, outros craques do futebol como Jorginho, Muralha, Petkovic e Raí já marcaram presença no evento.

O Espaço Futebol para a Igualdade, organizado e promovido pelas ONG’s streetfootballworld e Redeh (Rede de Desenvolvimento Humano), tem como madrinha a brasileira Marta, a maior jogadora de futebol de todos os tempos, escolhida cinco vezes consecutivas como a melhor do mundo.

Marta, que também atua como embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, ressalta a importância dessa iniciativa, no resgate da história das mulheres no futebol, para que todos conheçam a trajetória de lutas e desafios que elas enfrentam no cotidiano do esporte no Brasil.

O Museu da República  localize-se à Rua do Catete, 153, e funciona diariamente, das 10h às 17h, para conhecer as exposições na parte interna do museu); das 9h às 18h para atividades educativas e acesso às quadras externas. As atividades de Futebol 3 são gratuitas, por ordem de chegada, das 9h às 18h, para crianças de seis a 18 anos. Visitas para grupos podem ser solicitadas pelo e-mail zorzanelli@streetfootballworld.org.

Texto: Divulgação Museu da República
Foto: Adriano Facuri/divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu da Inconfidência abre nova exposição em Ouro Preto

Museu da Inconfidência (MG)

Museu da Inconfidência (MG)

Formado pelos fotógrafos Alexandre Martins, Antônio Laia e Eduardo Tropia e pelo poeta Guilherme Mansur, o Coletivo Olho de Vidro, de Ouro Preto (MG), é o convidado da exposição Dobra sobre dobra, que o Museu da Inconfidência inaugura nesta sexta-feira (11), às 19h30.

A mostra é baseada na expressão Pli selon pli, cunhada pelo filósofo francês Gilles Deleuze, que redefine o sentido do Barroco, apresentando-o como efeito de dobras: “O Barroco é aquilo que faz dobras no objeto estético, seja ele um texto, uma música, uma casa, uma roupa, uma igreja, um quadro, etc. Tudo que é barroco é dobrado”.

Com base no tema proposto, os integrantes deixam a criatividade fluir: cada um conhece o trabalho do outro somente no ato da montagem da exposição. A mostra tem visitação gratuita até 10 de agosto de terça-feira a domingo, das 12h às 18h, na Sala Manoel da Costa Athaíde, Anexo I do museu Ibram em Ouro Preto. Saiba mais.

Texto: Divulgação Museu da Inconfidência
Foto: Ibram/MinC

MNBA abre mostra com obras restauradas de Candido Portinari

65 obras restauradas do pintor Candido Portinari (1903-1962) poderão ser vistas pelo público no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), localizado no centro do Rio de Janeiro, a partir do dia 2 de julho, com entrada franca.

Estudo para retrato de Thaís Melo

Estudo para retrato de Thaís Mello Lima de Portinari

A exposição Candido Portinari doação Finep  traz 65 quadros restaurados do pintor que fazem parte das 222 obras doadas ao museu em janeiro deste ano pela Financiadora de Estudos e Projetos (hoje Finep – Inovação e Pesquisa), quando o MNBA comemorou 77 anos.

A exposição, que tem abertura no dia primeiro de julho, às 19h, está montada em quatro núcleos temáticos: Retratos, Social, Religioso e Ilustração, onde há trabalhos, por exemplo, realizados para ilustrar livros de Machado de Assis (O alienista e Memórias póstumas de Braz Cubas, por exemplo).

Até 14 de setembro, também serão exibidos os estudos e desenhos para murais da Igreja de São Francisco de Assis, situada na Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Outros destaques da mostra são os trabalhos para os ciclos econômicos dos painéis do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, e para jogos infantis, assim como as matrizes de gravuras de personagens históricos, como o inconfidente Tiradentes.

Doação e recorde
As 222 obras do artista agregadas ao acervo do MNBA, que conta com mais de cinco mil obras espalhadas pelo mundo, se deu graças à doação da Finep. Com o aporte, o museu passou a ser a instituição museológica com maior número de obras de Portinari, somando 243 itens do artista nascido em Brodowski (SP).

Nesta conta, incluem-se outros trabalhos que já pertenciam ao acervo do museu, como as obras Café, retrato de Olegário Mariano, além da tela Primeira Missa no Brasil, pintada em 1948, no Uruguai, e adquirida, em janeiro de 2013, pelo Ministério de Cultura (MinC). Saiba mais sobre o MNBA.

Texto e imagem: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Última atualização: 7.7.2014

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