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Abertura de exposição no Museu Regional de São João del-Rei atrai visitantes

Largo Tamandaré lotado na abertura da exposição

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram, em Minas Gerais (MG), inaugurou na quinta-feira (14), a exposição Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma… Inclusive o homem.

O evento reuniu mais de 200 pessoas no Largo Tamandaré e contou com uma apresentação musical de Clebson Cunha, que compôs uma música especialmente para a exposição. Em seguida, foi exibido um documentário de Diego Garcia sobre os artistas da exposição.

De curta duração, a exposição reúne obras de artistas da região, entre eles Wangui, Sávio de Paula, Patrícia Monteiro, Rômulo Chaves e Oficina de Agosto, concebidas a partir de materiais descartados na natureza.

Detalhe de obra em exposição em São João del-Rei

A utilização de materiais recicláveis em todas as obras visa estimular a reflexão do público sobre o descarte do lixo, que pode ser reutilizado e transformado em expressão artística.

A exposição é fruto de uma parceria com a ONG Atuação, Escola Municipal Kleber Vasques Filgueiras e APAC e ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, com funcionamento de segunda a domingo, das 9h às 17h30min. A entrada é gratuita. Saiba mais no blogue do museu.

Texto e fotos: Divulgação Museu Regional de São João del-Rei
Edição: Ivy Fermon (Ascom/Ibram)

Obra iconográfica rara sobre a cidade do Rio de Janeiro ganha mostra

Exposição aberta nesta quinta-feira (14), no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro, mostra obras originais e making-of do livro A muito leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. A publicação, de autoria de Gilberto Ferrez e concebida por Raymundo de Castro Maya, foi lançada em comemoração aos 400 anos da cidade, em 1965, e agora é reeditada em edição fac-similar, em formato reduzido, para comemorar os 450 anso da cidade.

A muito leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro é considerada o grande marco da história editorial brasileira. A mostra traz várias das obras originais reproduzidas no livro, que jamais foram reunidas. O público irá conhecer também as minúcias de um projeto editorial inovador, até então sem precedentes no Brasil, realizado com técnicas artesanais e cercado de extremo cuidado.

Para Vera Alencar, diretora dos Museus Castro Maya/Ibram, “ A edição original foi considerada o maior acontecimento editorial do IV Centenário. E agora será ainda mais importante e com amplitude muito maior, já que, além da edição fac-similar do livro, teremos a exposição, que percorre o processo de elaboração da obra e dá uma visão bem completa do apuro e do rigor com que tudo foi feito. Será uma chance única, também, de ver de perto várias das obras originais que fazem parte da publicação” .

A mostra fica em cartaz até 12 de junho. Mais informações aqui.

 

Foto: Acervo Museus Castro Maya

Solar Monjardim tem aumento expressivo de visitação no primeiro trimestre

O Museu Solar Monjardim (Ibram/MinC) obteve no primeiro trimestre deste ano um desempenho superior ao de anos anteriores, conseguindo manter um bom nível de atividade no museu durante época considera de baixa temporada.

O museu realizou, neste período, uma série de ações voltadas para a comunidade do entorno e para os turistas que visitavam Vitória, capital do Espírito Santo.

grafico

Visitação no Solar Monjardim tem crescido em 2015

Dentre os fatores que possibilitaram o aumento de quase 86% no número de visitantes, em relação ao primeiro trimestre de 2014, destacam-se a ampliação do horário de visitação ao museu e atividades como as aulas abertas de capoeira (que acontecem todos os domingos na chácara onde se encontra o Solar).

A reabertura da exposição temporária Modernidade e Preservação: Vitória por André Carloni, além da realização de eventos como o Encontro do Dia Internacional da Mulher também são considerados fatores positivos para o crescimento de público.

Apesar de avaliar que ainda existe um longo caminho pela frente, o Diretor interino do Museu Solar Monjardim, Rogério Coutinho, acredita que a instituição esteja no caminho certo.

“Para contornar as limitações habituais dos museus de pequeno e médio porte e conseguir expandir sua penetração na sociedade, precisamos acima de tudo de duas coisas: criatividade e proatividade”. Segundo Rogério, novas ações já estão sendo planejadas para os próximos meses no Solar.

Texto e gráfico: Divulgação Museu Solar Monjardim
Edição: Ascom/Ibram

Exposição exibe gravuras de Debret pertencentes à Coleção Castro Maya

debretNo ano em que o Rio de Janeiro celebra seus 450 anos, uma mostra inédita oferece a cariocas e visitantes a oportunidade de apreciar de perto a visão de um dos maiores pintores viajantes franceses sobre a “cidade maravilhosa”.

Em cartaz no Centro Cultural Correios, a mostra “O Rio de Janeiro de Debret” apresenta 120 obras originais de Jean-Baptiste Debret (1768-1848). As obras pertencem à Coleção Castro Maya, que reúne a maior coleção de Debret existente no Brasil: são mais de 500 originais do artista sob a guarda do Museu Chácara do Céu, vinculado ao Ibram.

O pintor residiu no Rio de Janeiro entre 1816 e 1831 e durante sua estada pôde acompanhar as grandes transformações pelas quais passava a sociedade brasileira como consequência da vinda da Corte Portuguesa parao Rio de Janeiro em 1808. No Rio, Debret foi testemunha de momentos decisivos e de atos governamentais que iam mudando a feição política, social e cultural do país e também integrante da vida cotidiana da cidade.

Cronista do Rio - A iconografia do Brasil no período de transição de um modo de vida colonial para o de Nação independente ficou monopolizada pelo retrato criado pelo artista através dos desenhos e aquarelas produzidos durante sua estada na Corte, razão pela qual Debret não poderia ficar de fora das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro.

“Debret é o cronista maior da vida do Brasil na primeira metade do século XIX. Ele acompanhou e documentou visualmente o início do Brasil como Nação independente, especialmente no Rio de Janeiro”, explica a curadora da mostra, Anna Paola Baptista.

A exposição, que tem o apoio institucional do Consulado da França no Rio de Janeiro e é evento oficial da Programação dos 450 anos da cidade, ficará em cartaz até o dia 3 de maio no Centro Cultural Correios, situado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da capital fluminense.

Texto: Bruno de Aragão (Ascom/Ibram)

A Fotografia em Ouro Preto no séc. XIX é destaque no Museu da Inconfidência

Caminho da Estação, 1882. Acervo: Arquivo Municipal de Ouro Preto.

Caminho da Estação, 1882. Acervo: Arquivo Municipal de Ouro Preto.

O Museu da Inconfidência (Ibram/MinC) inaugura as atividades de 2015 na Sala Manoel da Costa Athaide nesta sexta-feira (20), com a abertura da mostra A fotografia em Ouro Preto no século XIX.

Serão expostas imagens e apresentadas informações que evidenciam a relevância da cidade para a história da fotografia. De 1845 a 1900, Ouro Preto recebeu o maior número de fotógrafos em Minas Gerais. Eles trabalharam tanto de forma itinerante, como em ateliês permanentes.

A iniciativa da exposição é do projeto Itinerâncias – a expansão da fotografia em Minas Gerais no século XIX, que objetiva estimular reflexões sobre a história da fotografia no estado. A proposta é trazer à tona diferentes representações da cidade e retratos diversos, que permitam enfatizar a trajetória dos fotógrafos. Estes vieram de vários países e divulgaram seu trabalho, principalmente, por meio de anúncios em jornais e revistas.

A visitação é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 10 às 18h, até 3 de maio. A abertura acontece às 20h30.

Texto: Ascom/Museu da Inconfidência
Foto: Divulgação Museu da Inconfidência

MNBA abre exposição de pinturas de artista chilena no Rio

Delicadeza, violência e denúncia convivem numa tensão lúdica nas telas da artista plástica e professora chilena Macarena Acharán na exposição Menina dos Óleos – que abriu hoje (10), e fica em cartaz até 12 de abril, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

Os trabalhos da artista chilena dialogam com o universo feminino

Os trabalhos da artista chilena dialogam com o universo feminino

Sob curadoria do poeta ítalo-brasileiro Carlos Dimuro, a inquietação da artista está nas tintas e no movimento das pinceladas presentes nos quadros, que denunciam a condição da mulher no mundo.

Composta por 23 telas a óleo, como já indica o nome da exposição, as obras apresentam, segundo o curador,  “mulheres de todas as etnias, credos e estéticas, além dos mistérios que caracterizam o universo feminino”.

Segundo o crítico e poeta brasileiro Ferreira Gullar, uma das virtudes no trabalho de Acharán é que nele a linha que representa a figura humana – quase sempre o corpo feminino – é parte de uma expressão mais rica, que transcende a representação figurativa, imprimindo-lhe dramaticidade e denúncia.

Chile e Brasil
Macarena tem na sua formação estudos na Pontifícia Universidade Católica do Chile em Licenciatura em Arte com menção em Pintura (1978 – 1982). A artista também estudou no Brasil em três oportunidades, em São Paulo e Brasília, nos anos 90.

Alguns de seus trabalhos fazem parte de acervos de museus latino-americanos e europeus. No Brasil, Macarena Acharán já realizou exposições em São Paulo e Rio de Janeiro entre os anos de 1993 e 1994.

A entrada para a exposição é gratuita durante todo o mês de março. O MNBA localiza-se na Avenida Rio Branco, 199 (Cinelândia), e funciona de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Outras informações pelo telefone (21) 3299.0600.

Texto e foto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram

Faces do Serro: Casa dos Otttoni abre exposição na quinta (29)

Na quinta (29), o Museu Regional Casa dos Ottoni (MRCO/Ibram), localizado na cidade de Serro (MG), abre, às 19h, a exposição Faces do Serro.

Museu Casa dos Ottoni (MG)

Nova exposição abre no MRCO no dia 29 de janeiro

Nessa noite, acontece bate papo sobre as oficinas realizadas entre o fotógrafo Lorí Figueiró e participantes fotografados para a exposição. A seguir, serão apresentados dois vídeos making of, relatando as oficinas.

Logo depois está programada a apresentação de quatro grupos folclóricos de Serro: Marujos, Caboclos, Catopês e Caixa de Assovios. As atividades acontecem no jardim do museu e será encerrada com um coquetel às 20h30.

Após a abertura, os visitantes poderão conhecer o resultado das oficinas com 25 imagens, que ficam em cartaz até 1º de março.

O Museu Regional Casa dos Ottoni localiza-se na Praça Cristiano Ottoni, 72 – Praia. E funciona de terça a sábado, das 10h às 18h; e domingos e feriados, das 8h às 12h. Outras informações pelo telefone (38) 3541.1440.

Texto: Divulgação MRCO
Foto: Banco de Imagens Ibram

Museu Nacional de Belas Artes celebra 78 anos com exposição inédita

Um dos principais depositários de bens culturais apreendidos pela Receita Federal, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe oficialmente nesta terça-feira (13), um lote de vinte obras de arte doados pelo órgão na data em que celebra 78 anos de criação.

Museu Nacional de Belas Artes integra a rede Ibram no Rio

Museu Nacional de Belas Artes integra a rede Ibram no Rio

As obras serão exibidas na exposição Apreensões e Objetos do desejo: obras doadas pela Receita Federal ao MNBA, que será aberta às 12h30 e tem entrada gratuita.

A exposição, que fica em cartaz até 29 de março, representa ainda um “presente” a ser compartilhado com o público no ano em que também se celebram os 450 anos de fundação da cidade do Rio de Janeiro.

A incorporação das novas peças vai reforçar significativamente o acervo do museu, com obras de autores de renome internacional e nacional. Algumas das obras doadas foram adquiridas, segundo apuração, em leilões das prestigiadas casas Sotheby’s e Christie’s.

A exposição inclui trabalhos do italiano Michelangelo Pistoleto, do indiano Anish Kapoor, do inglês Antony Gormley, da francesa Niki de Saint-Phalle, do argentino Miguel Ángel Ríos, entre outros artistas.

Pelo lado brasileiro, o público vai poder contemplar, por exemplo, obras de artistas como Sérgio Camargo, Jorge Guinle Filho, Daniel Senise, Cildo Meireles, Beatriz Milhazes e OSGEMEOS.

De acordo com a diretora do MNBA, Monica Xexéo, as obras completam lacunas relativas ao período moderno e contemporâneo do acervo do museu. “A repatriação deste importante conjunto demonstra, por outro lado, a força da arte brasileira no mercado internacional”, explica.

Conservação e pesquisa
As obras, que entram em exposição temporária praticamente no estado em que foram recebidas, posteriormente passarão por conservação e pesquisa para figurarem no circuito permanente do MNBA. A doação do conjunto é resultado do acordo de cooperação firmado entre o Ministério da Cultura, o Ibram e a Receita Federal. Saiba mais.

O MNBA também inaugura na data a exposição Ver e Sentir Através do Toque, que permitirá a pessoas com deficiência visual entrarem em contato com obras de artistas como José Borges da Costa, Tarsila do Amaral, Manabu Mabe e Francisco Rebolo.

Durante a cerimônia no Rio, também será entregue o Prêmio Quirino Campofiorito, que homenageia o artista plástico brasileiro (1902-1993) e é concedido a personalidade que apoiam o Museu Nacional de Belas Artes.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Receita notificará Ibram sobre bens abandonados com valor cultural

Escultura apreendida pela Receita integra o acervo do Museu da Abolição/Ibram desde 2012

A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) deverá notificar o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) sobre a disponibilidade de mercadoria abandonada, entregue à Fazenda Nacional ou objeto de pena de perdimento, quando houver indícios de que se trate de bem de valor cultural, artístico ou histórico.

Os procedimentos a serem adotados nestes casos foram dispostos em Portaria Interministerial, dos ministérios da Fazenda e da Cultura, publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 19 dezembro.

Segundo a portaria, a RFB notificará o instituto sobre a existência do bem, permitindo o acesso de técnicos para fins de vistoria.

O Ibram deverá se manifestar quanto ao interesse na incorporação do bem no prazo de 45 dias, contados da data da notificação, prorrogável uma única vez por igual período.

A ausência de manifestação do Ibram no prazo de 45 dias ou, caso solicitada a prorrogação, configura-se desinteresse na destinação do bem, liberando a mercadoria para outra destinação.

As informações relativas às mercadorias objeto de notificação ficarão restritas aos envolvidos nos procedimentos de que trata a portaria, até a sua retirada do depósito. Confira o documento na íntegra.

Lei anterior
Em 2013, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.840, que dispõe sobre a destinação de bens de valor cultural, artístico ou histórico apreendidos pela Receita Federal, cedidos à União como pagamento de dívidas ou que tenham sido abandonados, aos museus brasileiros.

A guarda e a administração de bens deste tipo poderão ser concedidas a museus federais, estaduais ou municipais – tendo as instituições museológicas federais preferência. O Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do Ibram será ouvido previamente sobre a conveniência de se destinar determinado bem a museus. Saiba mais.

Trabalho do artista brasileiro Sérgio Camargo também será exposta no MNBA

Obras no MNBA
Em 2012, o Museu da Abolição, que integra a rede de museus Ibram em Recife (PE), recebeu pela primeira vez uma obra de arte apreendida pela Receita Federal em aeroporto de São Paulo: a escultura Samburu Dance I, da artista holandesa Marianne Houtkamp.

Outro resultado da parceria entre a Receita Federal e o Ibram poderá ser conferido gratuitamente pelo público a partir do dia 13, no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio, quando o museu vai receber oficialmente 20 obras apreendidas e que serão exibidas temporariamente na exposição Apreensões e Objetos do desejo: obras doadas pela Receita Federal ao MNBA.

O museu estava como fiel depositário das obras desde sua apreensão, em abril do ano passado, com o objetivo de mantê-las preservadas até o encerramento legal do processo de perdimento. O lote traz obras de artistas nacionais, como Beatriz Milhazes e Cildo Meireles, e estrangeiros, como Anish Kapoor e Antony Gormley.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Museu da República comemora 54 anos de criação amanhã (15) no RJ

Criado no dia 15 de novembro de 1960, o Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), comemora 54 anos neste sábado (15). Para celebrar a data, o museu vinculado ao Ibram preparou uma programação especial que, seguindo um conceito que tem orientado a instituição há mais de cinco décadas, combina atrações culturais dentro do palácio e ao ar livre com reflexão sobre a história republicana do Brasil.

Jardins do Museu da República no Catete

Jardins do Museu da República no Catete

A programação tem início com a inauguração da exposição Presidentes do Catete: traços e troças, que ocupará a aleia do jardim do museu. A mostra exibirá uma sátira de sentidos e contradições da experiência republicana brasileira.

Às 11h, o pátio interno do museu será palco para concerto da Orquestra Villa-Lobos e as crianças, com obras de Bach, Tchaikovsky, Villa-Lobos, Geraldo Vandré, Guerra-Peixe e outros.

No mesmo local, às 15h, o jornalista e historiador Alberto Moby Ribeiro da Silva profere palestra Sinal fechado – a MPB sob censura, um passeio pela vida cultural do Estado Novo e do regime ditatorial pós-1964, sob a vigência do Ato Institucional nº5, do ponto de vista das canções vigiadas pela censura. Na sequência, no coreto do jardim do museu, haverá declamação de poemas com apresentação musical.

O duo AssuntoGrave, formado pelo contrabaixista Ricardo Vasconcelos e pela pianista Francisca Aquino, encerra a programação do dia com a apresentação Um passeio musical pelos 125 anos do Brasil República, a partir das 17h.

O Museu da República está localizado na Rua do Catete, 153, no bairro do Catete, no Rio de Janeiro (RJ). Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

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