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Exposição ‘San Sebastiano’ homenageia o Rio de Janeiro, no MNBA

San Sebastiano_de Guido Reni_Musei Capitolini

San Sebastiano, tela de Guido Reni, acervo do Musei Capitolini.

Nesta sexta-feira (27), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre para o público a exposição San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro, prosseguindo com as comemorações pelos 450 anos do município.

A mostra é composta por duas telas que retratam o padroeiro da cidade – o santo cristão (256 d.C. – 286 d.C) morto durante a perseguição promovida pelo imperador romano Diocleciano. A pintura San Sebastiano, de Guido Reni, integra a coleção do Musei Capitolini e San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, pertence à Pinacoteca Nazionale di Bolonha.

Reni pintou uma representação do momento do martírio das flechas enfrentadas por um corajoso São Sebastião, enquanto que Guercino se concentra na piedade de Santa Irene e acompanhantes amparando quem sofre.

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

Sobre os autores das obras

Guido Reni (1575-1642), nascido na Bolonha, perseguiu uma perfeição pictórica, tendo conquistado grande prestigio como pintor, produzindo obras para os reis de Espanha e para a rainha da Inglaterra, entre outros.

Giovanni Francesco Barbieri, conhecido como Guercino (1591-1666), teve origem humilde, mas era dotado de grande talento artístico e habilidade narrativa e colocou-se a serviço de famílias poderosas como Médici, Gonzaga e Mantua. Em seguida trabalhou para o Papa Gregório XIV, tendo produzido obras para então Catedral de São Pedro, hoje Musei Capitolini. De qualidade incomparável, o trabalho de Guercino alcançou projeção e reconhecimento.

 

SERVIÇO

Exposição: San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro
Período:  27 de novembro de 2015 até 13 de março de 2016.
Visitação:  De terça a sexta-feira, de 10h às 18h; sábado, domingo e feriado de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 
Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 Cinelândia
Tel: (21) 3299-0600
www.mnba.gov.br ou  www.facebook.com/MNBARio

Texto: Assessoria de Comunicação do Museu Nacional de Belas Artes
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

Chiquinho da Sucata – Reciclando é a nova exposição do MART

19.11chiquinhoNesta quinta-feira (19), o Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Ibram, em Cabo Frio, inaugura exposição do artista Chiquinho da Sucata – Reciclando.

Francisco de Assis Marques, o Chiquinho da Sucata, é um artista espontâneo e contemporâneo.  Trabalhando com ferro (matéria prima) e sucata (restos inúteis), prova que do próprio excesso industrial pode-se abrir uma janela para a sublimação e a transformação da realidade em arte.

Pelas mãos deste artista popular, engrenagens, correntes, tanques de combustível ou simples alicates, transformam-se em objetos com novos significados, alçando voos nas pás de um helicóptero, ou nas asas de um pássaro.

Prática e técnica aliam-se ao talento deste mestre serralheiro, que há mais de 35 anos transforma peças em desuso em obras de arte.   Em sua sabedoria o mestre Chiquinho nos ensina que a sua arte surge de forma espontânea, quando a peça encontrada em meio a tantas outras, se apresenta a ele transformando-se em um novo objeto.

A exposição estará aberta de 19 de novembro de 2015 a 17 de fevereiro de 2016, de segunda a sexta-feira das 10 às 17 horas, no MART, antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos, em Cabo Frio.

Duas mostras estão em cartaz no Museu Regional de São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram está com duas exposições em cartaz: Memórias de Infância e Concerto.

Concerto do artista Guido Boletti, fica em cartaz no museu até o dia 29 de novembro. O trabalho do artista faz referência à relação entre a música e a pintura por meio da arte abstrata. O “músico das cores” expõe 22 obras que exibem o seu olhar no diálogo entre notas musicais e tintas que são retratadas em telas e esculturas.

Memórias da Infância é resultado do projeto de pesquisa e extensão de mesmo nome. Foram realizadas pesquisas e oficinas com funcionários do Museu Regional, estudantes do curso de Pedagogia da UFSJ e seus familiares, recuperandos da APAC e crianças albergadas na Casa Lar. A exposição conta, ainda, com a participação especial do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte. O objetivo do projeto é rememorar práticas culturais que caíram no esquecimento à medida em que o processo de industrialização se impôs e os brinquedos comprados tomaram conta do universo infantil. A mostra vai até 15 de dezembro.

O Museu

Aberto à visitação pública a partir de 1963, está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu Regional de São João del-Rei apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos XVIII e XIX, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

Mestres da arte gráfica italiana no MNBA a partir do dia 10

Giovanni Batista Piranesi (La caduta di Fetone, 1747 - 1749)

Giovanni Batista Piranesi (La caduta di Fetone, 1747 – 1749)

Uma  oportunidade ímpar  para conhecer o processo de criação de alguns dos maiores nomes da história da arte, os métodos e os processos de criação de uma gravura, de poder analisar uma obra de arte, muitas delas acompanhadas de suas respectivas matrizes, as refinadas técnicas e os temas utilizados pelos artistas. É o que aguarda os visitantes da exposição Mestres da Arte Gráfica Italiana, que o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre em 10 de novembro.

São 51 trabalhos de artistas como Salvator Rosa,  Marcantonio Raimondi até Giovanni Battista Piranesi, Fillippo Palizzi, chegando até Giorgio Morandi, Carlo Carrá, Pietro Consagra, Carla Accardi,  uma das primeiras gravadoras,  Giovanni Folo, e Giovanni Volpato, entre outros, compondo um belo painel de refinada pesquisa criativa e técnica desta expressão artística italiana.

As obras pertencem à coleção da Calcoteca do Instituto Central para a Gráfica, em Roma, que concentra centenas de milhares de estampas e desenhos, fotografias, e vídeos de artistas. É um dos maiores acervos artísticos do mundo sendo que este valiosíssimo segmento aporta pela primeira vez no Brasil.

A mostra reúne matrizes de cobre gravadas pelos maiores artistas italianos e documenta de maneira inédita um percurso de 500 anos da arte daquela cultura, mais precisamente desde 1528, ou seja, da Renascença ao contemporâneo. Com isso se descortina a chance de conhecer, junto às famosas obras finais -  as gravuras expostas -, as preciosas chapas trabalhadas diretamente pelas mãos dos artistas,  em técnicas como:  buril à água-forte,  da ponta seca à água-tinta.

Discorrendo sobre a exposição Maria Antonella Fusco,  diretora do Instituto Central para a Gráfica, afirma que “A matriz,  vê, assim, exaltado o seu papel de grande metáfora da operação artística, desde a sua ideação até à produção, a réplica”.  Por outro lado,  prossegue Antonella Fusco,  “Expor matrizes, convidar à leitura delas, é, portanto, uma ousada operação do ponto de vista intelectual,  uma ousada operação do ponto de vista intelectual, refinada,  que requer do público uma coragem particular, certamente uma capacidade de ser um expectador inovador e curioso sobre imagens e técnicas”.

A mostra “Mestres da Arte Gráfica Italiana”  já passou por Nova York,  Suiça e Buenos Aires num projeto que integra as comemorações do Ano da Itália para a América Latina e é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores e a Cooperação Internacional da Itália.

Texto: Ascom MNBA

Exposição: “Mestres da Arte Gráfica Italiana”
Período:  11 de novembro até 31 de janeiro de 2016.
Visitação:  terça/sexta de 10h às 18h;  sábado, domingo e feriado de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família(para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.
Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199
– Cinelândia
Tel:  (21) 3299-0600.

www.mnba.gov.br ou  www.facebook.com/MNBARio

Museu Victor Meirelles inaugura mostra de Paulo Gaiad no dia 28

Paulo Gaiad - Heidelberg, técnica mista, 88,0 x 150,0 cm - 1994 - Coleção do Artista

Paulo Gaiad – Heidelberg, técnica mista, 88,0 x 150,0 cm – 1994 – Coleção do Artista

Anotações de sonhos e lembranças, verdadeiros ou não. Caminhos de voltas, de idas, resgate de memórias que insistem em se perder e, ao mesmo tempo, tentam se reconstruir. Um processo de junta e cola, fotografa e escreve, desenha. Sempre uma operação de se remontar, de se reencontrar, num turbilhão de apagamentos. Esse é o percurso que levou – ou trouxe – o artista Paulo Gaiad à exposição Anotações a Caminho, mostra que o Museu Victor Meirelles inaugura nesta quarta-feira, dia 28 de outubro, às 19 horas. Antes da abertura, às 18 horas, acontece o já tradicional Encontro com o Artista, quando o convidado conversa com o público sobre a exposição, sua obra e trajetória.

São ao todo 15 trabalhos, todos em técnica mista, nos quais podem ser encontrados os vestígios das viagens de Gaiad por cidades e países tão distintos quanto Amsterdã, Delft, Galícia, Gravatal, Heidelberg, Istria, Macedônia e Patagônia.

De acordo com o próprio artista tudo começou no ano de 1993 com Relato de uma Viagem não Realizada, obra mais antiga deste ciclo e que também está presente na exposição. “É uma única série de trabalhos que não cessa, uma busca quase desesperada de tentar me montar, me entender, não me perder, num processo de esquecimentos que me persegue, que me engole. Escrever caminhos para ter pra onde voltar ou onde ficar”, desvenda Gaiad.

A programação da exposição Anotações a Caminho inclui ainda a realização do seminário A Poética da Viagem: Paulo Gaiad, que ocorrerá no dia 17 de novembro, às 19 horas, também no Museu Victor Meirelles. Além da participação de Paulo Gaiad, o seminário contará com as presenças do professor Luís Felipe Soares, do Curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina, e do jornalista Fifo Lima, autor do livro Paulo Gaiad: Vida e Arte, publicado pela Tempo Editorial em 2010.

Paulo Gaiad vive e trabalha em Florianópolis desde 1981. Em 1972 iniciou o curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Brasília. Em 1974 ganhou bolsa de estudos para a Universidade de Oslo, na Noruega. Ao voltar trabalhou como colaborador junto ao arquiteto Vilanova Artigas, em São Paulo. Em 1989 ganhou o prêmio Cubo de Prata por equipe, da Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 1990 recebeu prêmio do 47º Salão Paranaense e em 1994, bolsa de multiplicadores culturais do Instituto Goethe, viajando para a Alemanha onde fez sua primeira individual fora do país. Retornou à Alemanha para desenvolver duas séries de trabalhos. Em 1996 realizou a exposição “Passagens”, no Museu Victor Meirelles. No mesmo ano, foi lançado o vídeo “Paulo Gaiad, matéria da consciência” pela Universidade do Estado de Santa Catarina e anexado ao acervo da Fundação Iochpe. Em 1997 recebeu o prêmio Cultura Viva. Em 1998 o prêmio no VIº Salão Victor Meirelles. Em 2001 participou do vídeo “O museu e a escola”, realizado pelo MASC/Fundação Vitae. Gaiad transita entre a pintura, o desenho, a fotografia, o objeto, a instalação, o vídeo e a literatura.

Projeto Memória em Trânsito

A mostra Anotações a Caminho faz parte do Projeto Memória em Trânsito que propõe estudar e divulgar as obras dos artistas catarinenses pertencentes ao acervo do Museu Victor Meirelles. O objetivo é ampliar o entendimento da poética desses artistas, estimulando a elaboração de outros discursos, produzindo e atualizando a documentação museológica referente ao artista na instituição, incluindo a gravação de depoimento em áudio e vídeo, bem como a respectiva transcrição. Esta é a terceira edição do projeto, que já contou, no ano de 2015, com as exposições “Entorno”, de Fernando Lindote, e “Ter as Costas Livres”, de Julia Amaral.


Serviço 

Anotações a Caminho, Exposição de Paulo Gaiad

Abertura no dia 28 de outubro, às 19 horas

Encontro com o Artista:  às 18 horas

Visitações de terça a sexta-feira, das 10 às 18h e aos sábados das 10 às 14h.

Até 12 de dezembro de 2015

Museu Victor Meirelles

Rua Victor Meirelles, 59, Centro, Florianópolis, SC

Informações:  48 3222-0692 / mvm@museus.gov.br

Entrada Gratuita

Texto: Ascom Museu Victor Meirelles

‘Estações’ é a nova exposição do Museu Regional de São João del-Rei

MRSJRO Museu Regional de São João del-Rei/Ibram será a primeira parada da exposição Estações do artista são-joanense Diego Mendonça. A inauguração acontece nesta sexta, 4 de setembro às 19h30. A mostra apresenta como temas a expressão, momentos, afetos, flores e prazer.

A comunidade terá oportunidade de visitar a exposição que em outubro estará no Carrossel do Louvre, na França. Além disso, A mostra se apresentará também em São Paulo e Honduras.

Diego Mendonça é vencedor de vários prêmios da pintura nacional representou o Brasil na VII Bienal de Moita em Portugal, já expôs em diversos lugares importantes do Brasil e no exterior.

 

O Museu

Aberto à visitação pública a partir de 1963, o Museu Regional de São João del-Rei está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos 18 e 19, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

Reis da África no Museu Histórico Nacional começa nesta sexta (28)

Fo Djmo Kamga de Bandjoun, Bandjoun, Província Oeste, Camarões, 2012.

Fo Djmo Kamga de Bandjoun, Bandjoun, Província Oeste, Camarões, 2012.

A partir desta sexta-feira (28) o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) exibirá, em parceria com o Museu Afro Brasil, a exposição O Espírito da África – Os Reis Africanos. Com curadoria de Emanoel Araújo, a exposição reúne 58 fotografias do austríaco Alfred Weidinger, que retratou reis e chefes contemporâneos de diversas partes do continente africano, além de oito obras de arte africanas que dialogam com as próprias fotos.

Segundo o curador, as fotos expostas têm um grande significado para a história e a memória ancestrais africana, uma vez em que os líderes tribais registrados pela câmera de Weidinger não tem mais poder político, sendo, no entanto, em sua essência, conselheiros de suas comunidades, lembrando a memória de uma África perversamente desfeita pelas novas divisões territoriais, que uniram diferentes etnias no período colonial.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, no Centro do Rio de Janeiro,  e a exposição pode ser vista até o dia 15 de novembro, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

O fotógrafo

Alfred Weidinger é um fotógrafo austríaco especializado na África, com foco em pessoas. Em 2012 retratou os remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos. Essa busca resultou em um conjunto de belos retratos da nobreza africana do século 21, intitulado Last Kings of Africa, (Os Últimos Reis da África). A composição das fotos é inspirada nas fotografias dos Reis, Chefes e Anciões africanos tiradas entre o final do século 19 e o início do século 20 que ficaram famosas em todo o mundo através de cartões postais e marcavam a curiosidade sobre a África ao mesmo tempo em que evidenciavam o início do domínio colonial europeu naquele continente, carregando o peso da subjugação da África aos poderes estrangeiros.

Museu Nacional de Belas Artes recebe duas mostras na próxima semana

Madres Adolescentes, Adriana Lestido (1988/1989)

Madres Adolescentes, Adriana Lestido (1988/1989)

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, abre duas mostras na próxima semana. No dia 3 de setembro, será inaugurada a exposição   Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil, e no dia 4 O que se vê.

Em O que se vê, 82 trabalhos em preto e branco da fotógrafa argentina Adriana Lestido, cobrindo um rico período de produção que vai de 1982 até 2005. Temas como a infância desamparada, a maternidade em situações críticas, mães presas, mães adolescentes, a relação mãe-filha, o amor e a natureza, são alguns dos focos de Adriana.

Referência na fotografia argentina,  Adriana Lestido possui extenso currículo com exposições  realizadas em países como Alemanha,  França,  Inglaterra, Escócia, México, Estados Unidos, Suécia e  Colômbia, por exemplo.  Suas obras enriquecem acervos como os do Museu de Bellas Artes (Buenos Aires),  Fondation Cartier (Paris, França), Museum of Fine Arts (Houston, Texas, EUA), Hasselblad Center (Goteborg, Suécia), entre outros, incluindo diversos acervos privados.

Antes de chegar ao Rio de Janeiro, a  exposição O que se vê, originalmente Lo que se vê,  já esteve em Buenos Aires e em seguida foi exibida no Museum Africa, em Johanesburgo (África do Sul).

Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil, proporciona um rico diálogo entre artes plásticas e poesia, tendo Helena Severo como curadora geral.   Com percurso livre, a exposição tem como objetivo oferecer múltiplas possibilidades de leitura para as obras do acervo do Santander, com o apoio narrativo de fragmentos de poemas selecionados.

Esta é a primeira exposição itinerante com obras da Coleção Santander Brasil. Entre as 54 obras de 36 artistas que fazem parte da exposição, destacam-se as de expoentes do Modernismo brasileiro, como Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, Tomie Ohtake e Cícero Dias e também alguns trabalhos recentes, de artistas como Tuca Reinés, Flavia Metzler, Fernanda Rappa e Renata de Bonis.

Músicos, Clovis Graciano (1969)

Músicos, Clovis Graciano (1969)

O poeta, filósofo e ensaísta Antonio Cicero, em parceria com o também poeta Eucanaã Ferraz, é responsável pela seleção de 48 fragmentos de poemas de 26 grandes poetas brasileiros, como Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Ferreira Gullar, Alice Ruiz, João Cabral de Melo Neto entre outros.

Outro diferencial da exposição é a inclusão de obras reproduzidas em alto relevo para vivências táteis de pessoas com deficiência visual. São cinco totens em resina de pinturas selecionadas, que poderão ser manipulados. As obras escolhidas foram Baile no Campo, de Cícero Dias; Figura, de Milton Dacosta; Paisagem, de Francisco Rebolo; Barcos, de Arcangelo Ianelli e Série Amazônica, de Ivan Serpa.

Narrativas Poéticas já passou por Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Recife, Fortaleza, Salvador e João Pessoa com registro de mais de 250 mil visitantes nas sete capitais, desde 2013. O Rio de Janeiro foi escolhido para encerrar o ciclo do projeto e marcar as comemorações de aniversário de 450 anos da cidade.

Texto: Ascom MNBA (edição Ascom Ibram)

MHN recebe mostra Hiperfoto-Rio, de Jean François Rauzier

04.08_mhnO Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura no dia 17 de agosto, segunda-feira, a exposição Hiperfoto-Rio, do fotógrafo francês Jean François Rauzier, no contexto das celebrações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, que vai até 20 de setembro.

A mostra apresenta 31 imagens de paisagens, da arquitetura e ambientes do Rio de Janeiro elaboradas através de uma técnica autoral jamais antes vista.  Para serem produzidas as hyperfotografias de Rauzier passam por um processo longo e complexo.  Manipuladas em computador, algumas delas, inclusive, alcançam um volume que pode sugerir uma escultura bidimensional.

A exposição oferece ao espectador conhecer imagens cujas intensidades ultrapassam ao normal.  Numa única obra o público pode ver tudo e, ao mesmo tempo, somente o que ele quiser.  Com seus olhos ele pode passear na imagem, ver de perto um detalhe, mover-se para trás para vê-la em sua totalidade, construindo assim a sua própria história da obra.

A obra de Jean François Rauzier dialoga com o cubismo, o mosaico, o surrealismo, o barroco e a escultura bidimensional.  Para esta exposição, o fotógrafo capturou mais de oito mil imagens em outubro 2014 na cidade do Rio de Janeiro.  O artista pesquisa a técnica da hiperfoto desde 2002.

Exposição no Museu da República integra Maratona Cultural Cidade Olímpica

O Jardim Histórico do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a partir desta sexta-feira (7), a exposição Rio – 450 anos de contemplação e cidadania. A mostra, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário da Prefeitura do RJ e com a ONG CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), faz parte da programação da Maratona Cultural Cidade Olímpica e vai até 18 de agosto.

Produzida pelos artesãos do Projeto Rio Ecosol, a exposição conta com 10 puffs retratando ícones e símbolos do Rio de Janeiro, como o estádio do Maracanã, Pão de Açúcar, Cristo Redentor, o bondinho de Santa Teresa, entre outros. Os trabalhos destes artesãos, coordenados pelo artista plástico Cocco Barçante, são peças feitas de material reciclado e enfeitados com crochê, patchwork, flores criadas a partir de pet e retalhos diversos.

O projeto Rio Ecosol tem o objetivo de fomentar e promover o desenvolvimento da economia solidária, apoiando o empreendedor a superar a linha da pobreza com cursos de formação, oficinas e seminários que incentivem a geração de alternativas de trabalho e renda.

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