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Museu Regional de São João del-Rei abre exposição sobre arte e herança indígena

Convite Cultura IndigenaComo parte das comemorações pelo Dia do Índio (19 de abril), o Museu Regional de São João del-Rei inaugura na próxima quinta-feira (17) a exposição “Brasil Indígena – Herança e Arte”.

Dedicada à arte e cultura dos povos nativos brasileiros, a exposição apresenta ao público 52 itens, entre adornos corporais, móveis, cerâmicas, cestos, armas e utilitários, manufaturados por índios de 17 diferentes etnias dos Estados de Mato Grosso, Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia.

Além das peças, a mostra também conta com diversas fotografias que ilustram o dia-a-dia das sociedades indígenas, que tanto contribuíram para a construção da sociedade atual.

Para o curador da exposição, Evandro Baccara Kelmer, conhecer as peças possibilita ao visitante uma melhor interação com a cultura dos índios brasileiros, bem como a possibilidade de desfrutar momentos de reflexão e observação.

“Este trabalho é o reflexo claro do reconhecimento do que é nosso, da capacidade criativa e inigualável do nosso povo. Mas também comprova que a beleza extrapola as regras, conhecimento científico e a tecnologia. Vem da alma do ser humano”.

A exposição “Brasil Indígena – Herança e Arte” ficará em cartaz até 1º de maio e poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h. O Museu Regional de São João del-Rei está situado à Rua Marechal Deodoro, 12, no centro da cidade histórica mineira.

A boemia dos cabarés nas pinceladas de Lígia Vellasco

cabare2Na próxima quinta-feira (18), o Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram) recebe a exposição de pinturas Cabaret, da artista plástica Lígia Vellasco. A pintora, que realizou sua primeira mostra há quase 60 anos no Museu Regional, traz 12 quadros para esta nova exposição, que aborda o estilo sedutor e sensual de mulheres que usam do corpo – e da alma – para ganhar a vida. A mostra pode ser vista pelo público de 19 de fevereiro a 04 de março.

Em contraste ao modo de vida tradicional de São João del-Rei, a “mais antiga das profissões” adentra o espaço da arte e se mistura à História, numa exposição que trata da boemia nos cabarés do final do século XIX. Os grandes decotes e as roupas curtas de cores vibrantes se contrapõem à formalidade dos ternos e das cartolas, em ambientes da Belle Èpoque, período de otimismo e estabilidade

Natural de São João del-Rei, Lígia Vellasco pinta e expõe seu trabalho desde 1958. Já morou no Rio de Janeiro e em Ouro Preto e foi aluna de importantes artistas como João Quaglia e Jair Inácio. Ao todo foram mais de 25 exposições individuais e dezenas de coletivas, feitas pela artista no Brasil e exterior.

Museu da República comemora 100 anos de Clóvis Bornay com exposição

Clovis BornayO Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura na próxima terça-feira (26), às 18h, exposição comemorativa ao centenário de nascimento do museólogo, carnavalesco, ator, cantor, pesquisador, professor, organizador de exposições, criador de bailes de fantasia, agitador cultural e militante do movimento LGBT Clóvis Bornay (1916-2005).

Clóvis Bornay – 100 anos vai trazer ao público fantasias originais, croquis, fotografias, livros, manuscritos e homenagens recebidas pelo artista, parte de seu acervo pessoal que foi incorporada ao Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro.

Filho de mãe espanhola e pai suíço, Bornay era o caçula de doze irmãos. Frequentador, ainda menino, dos bailes do Fluminense Futebol Clube, já manifestava interesse e vocação para a vida de folião. Em pouco tempo, se transformou num mestre das fantasias de carnaval com reconhecimento nacional e internacional.

Bornay foi carnavalesco de escolas de samba como Salgueiro, Unidos de Lucas, Portela, Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos da Tijuca. Foi campeão com a Portela em 1970, com o enredo Lendas e Mistérios da Amazônia.

Como museólogo, trabalhou no Museu Histórico Nacional – que, a exemplo do Museu da República, é vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) – onde chefiou várias seções.

A exposição poderá ser visitada nas salas de exposições temporárias do Museu da República (Rua do Catete, 153 – Catete) de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e ao sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h.

‘Múltiplos’ reúne obras de coleções públicas e particulares no Museu Victor Meirelles

cadeau_webO Museu Victor Meirelles/Ibram inaugurou a exposição Múltiplos, na noite de ontem (16), em Florianópolis (SC). Além da abertura da exposição o museu promoveu ainda uma conversa com a editora do caderno Plural do jornal Notícias do Dia e co-curadora da exposição, Dariene Pasternak, a artista e curadora da exposição, Letícia Cardoso, a galerista Myrine Vlavianos e a pesquisadora, professora e colecionadora Regina Melim.

A exposição apresenta os desdobramentos do conceito de “múltiplos” nas artes visuais. Múltiplos são trabalhos artísticos produzidos com uma tiragem limitada. Aqui, a ideia do “original” é substituída pela de “série” e de “reprodução”. Com isso, amplia-se a possibilidade de aquisição e da formação de coleções. A exposição, que também busca fomentar a prática do coleccionismo, mostra 45 artistas de diversas partes do mundo que estarão em cartaz junto aos cinco múltiplos produzidos especialmente para as páginas do jornal Notícias do Dia.

A exposição possui dois módulos. O primeiro, intitulado Ao correr da máquina - inspirado em texto de Clarice Lispector sobre o hábito de escrever para jornais -, é uma parceria entre o Museu Victor Meirelles, o jornal Notícias do Dia e o Clube do Múltiplo da Associação de Amigos do Museu Victor Meirelles. Sempre às terças-feiras, nos dias 22, 29 de dezembro de 2015 e 5 de janeiro de 2016, serão publicados trabalhos especialmente realizados para as páginas impressas do jornal. Os artistas convidados são Letícia Cardoso e Alexandre Sequeira (dia 22 de dezembro), Fran Favero e Raquel Stolf (dia 29 de dezembro) e Franzoi (dia 5 de janeiro).

O segundo módulo, intitulado Múltiplos em coleção, apresenta trabalhos artísticos provindos de coleções públicas, como a do próprio Museu Victor Meirelles, que exibirá obras de Carlos Scliar, Leonilson e Waltércio Caldas, e de coleções particulares de Célia Faria, Lucila Vilela, Myrine Vlavianos, Regina Melim e Ylmar Corrêa Neto que incluem obras de Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles e Yoko Ono, entre outros.

A mostra fica em cartaz até o dia 20 de fevereiro de 2016. As visitas podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 10 às 18h e aos sábados, das 10 às 14h. A entrada é franca. Visitações mediadas podem ser agendadas pelo e-mail mvm.educativo@museus.gov.br ou pelo telefone (48) 3222-0692.

Imagem: Man Ray: Cadeau, 1921 (edição de 1974) Ferro, 16,5 x 10 x 8 cm. Coleção Particular.

Museu Regional comemora 302 anos de São João del-Rei

Tela de Divino Silva, na exposição ‘Caminhos e Diversidades’

Tela de Divino Silva, na exposição ‘Caminhos e Diversidades’

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram) inaugurou na quinta-feira (3) a exposição Caminhos e Diversidades, do artista Divino Silva. A mostra integra a comemoração dos 302 anos de São João del-Rei e exibe casarões, igrejas e arte contemporânea reunidas em um conjunto de aproximadamente 40 telas. A exposição fica em cartaz até o dia 28 de fevereiro de 2016.

Enquanto a arte dos casarios apresenta os pontos turísticos de São João del-Rei, a arte contemporânea faz um alerta ao desmatamento. A preocupação do artista é retratar a beleza da cidade e também sua preocupação com o meio ambiente. São-joanense, o artista plástico autodidata retrata casarios e igrejas históricas desde 1980. Nesta exposição, Divino Silva traz, também, diversificados trabalhos e experimentos da arte moderna contemporânea.

O Museu

Aberto à visitação pública a partir de 1963, está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu Regional de São João del-Rei apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos XVIII e XIX, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

SERVIÇO:

Caminhos e Diversidades
Visitação: De 03 de dezembro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016.
Entrada gratuita.

Museu Regional de São João Del Rei
Tel.: (32) 3371-7663

Imagem: Tela de Divino Silva, na exposição ‘Caminhos e Diversidades’.
Informações: Museu Regional de São João del-Rei.
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus.

Museu da Inconfidência recebe mostra sobre a Guerra da Tríplice Aliança

La Paraguaya. Reprodução da tela de Juan Manoel Blanes, 1879, pertencente ao acervo do Museo Nacional de Artes Visuales, Uruguai. Reprodução de imagem: Eduardo Baldizan

La Paraguaya. Reprodução da tela de Juan Manoel Blanes, 1879, pertencente ao acervo do Museo Nacional de Artes Visuales, Uruguai. Reprodução de imagem: Eduardo Baldizan

O Museu da Inconfidência (Ibram/MinC) inaugura a mostra 150 anos da Guerra da Tríplice Aliança: Distintas Visões, nesta sexta-feira (4), na Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I. Estarão expostos objetos, documentos e imagens vindos dos Museus Nacional de Belas Artes, Histórico Nacional, Casa de Benjamin Constant, Museu Imperial e Centro Cultural de La Republica Cabildo, do Paraguai. A iniciativa faz parte do projeto de integração cultural que o Inconfidência está desenvolvendo com o país vizinho. A visitação é gratuita e ocorrerá de terça a domingo, das 10 às 18h, até 28 de fevereiro de 2016.

Entre os destaques estão diversas fotografias originais da época, que retratam detalhes do conflito armado ocorrido na América do Sul, de 1864-1870, entre o Paraguai e a Tríplice Aliança – Brasil, Argentina e Uruguai. É possível observar nas imagens a destruição e o ambiente hostil da batalha que massacrou cerca de 90% da população masculina paraguaia. A reprodução da tela La Paraguaya (1879), do pintor uruguaio Juan Manoel Blanes, exemplifica as consequências e traz à tona a atuação das Residentas – mulheres sobreviventes que arcaram com a missão de reerguer a pátria política, social e economicamente.

O Conflito

A Guerra do Paraguai (dezembro de 1864 a março de 1870) foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul, travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança – Brasil, Argentina e Uruguai. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza), na Argentina e Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai. O conflito iniciou-se com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López.

O ataque paraguaio ocorreu após uma intervenção armada do Brasil no Uruguai, em 1863, que pôs fim à guerra civil uruguaia ao depor o presidente Atanasio Aguirre, do Partido Blanco, e empossar seu rival colorado, Venancio Flores. Solano López temia que o Império brasileiro e a República Argentina viessem a desmantelar os países menores do Cone Sul. Para confrontar essa suposta ameaça, Solano López esperava contar com o apoio dos blancos, no Uruguai, e dos caudilhos do norte da Argentina.

SERVIÇO

Exposição 150 anos da Guerra da Tríplice Aliança: Distintas visões

Visitação: De 4 de dezembro de 2015 a 28 de fevereiro de 2016. De terça a domingo, 10 às 18h,

Onde: Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I do Museu da Inconfidência (Rua Vereador Antônio Pereira, 33, Centro Histórico | Ouro Preto – MG)

Exposição de cerâmica japonesa, no Museu Histórico Nacional

06 No 43 Bent shapeO Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) inaugura no dia 02 de dezembro, quarta-feira, a exposição Cerâmica do Japão: a geração emergente do forno tradicional japonês. A mostra, que fica em cartaz até o dia 20 de dezembro, é realizada em parceria com a Fundação Japão e o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e faz parte dos eventos em comemoração aos 120 anos de amizade Brasil-Japão.

A exposição conta com obras de 35 ceramistas mais representativos em atividade nas sete regiões  dos fornos do Japão. Com diferentes orientações, alguns mantém a tradição de longa data enquanto almejam novos valores nos padrões de seus feitos, outros buscam a criação individual de obras para explorar novas formas. São todos artistas promissores, tendendo a liderar a próxima geração da arte da cerâmica do Japão.

O público também poderá vivenciar a experiência de fazer um Ikebana – arranjo floral japonês – nas oficinas que serão realizadas nos dias 04, 05, 06, 12 e 13 de dezembro, das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30.  Para participar, os interessados devem fazer sua inscrição na sala de exposições, por ordem de chegada, nos dias e horários acima mencionados.

O Museu Histórico Nacional fica localizado na Praça Marechal Âncora, no Centro do Rio de Janeiro (RJ).

SERVIÇO:

Cerâmica do Japão: a geração emergente do forno tradicional japonês

VISITAÇÃO: De 02 a 20 de dezembro de 2015. De terça a sexta, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

OFICINAS DE IKEBANA: Dias 04, 05, 06, 12 e 13 de dezembro de 2015. Das 14h às 15h e das 15h30 às 16h30. Inscrições por ordem de chegada na sala de exposição.

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL
Praça Marechal Âncora, s/n – Centro | Rio de Janeiro – RJ
Tel.: 3299-0324

Informações e foto: Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro – divulgação.
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus.

MHN apresenta exposição ´Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo´

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), exibe, até 17 de janeiro de 2016, a mostra Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo. Com curadoria de Marcio Alves Roiter, do Instituto Art Déco Brasil, e de Paulo Knauss, diretor do MHN, a exposição faz parte do evento Rio como Destino.

Divulgação www.riocomodestino.com.br

Divulgação www.riocomodestino.com.br

A mostra traz 40 cartazes, que levaram 40 anos para serem reunidos. Encontrados em leilões e galerias de arte de diversos pontos do mundo, sobretudo Paris, Londres e Nova York, os exemplares pertencem à Coleção Berardo e retratam o período em que o Rio de Janeiro foi porta de entrada da América Latina para os viajantes que vinham da Europa e dos Estados Unidos.

Para conquistar cada vez mais novos turistas, as companhias marítimas e aéreas usavam a beleza da cidade como artifício: contratavam artistas para pintar paisagens maravilhosas em cartazes divulgados mundo afora.

Nas primeiras décadas do século 20, muitos cartazes e cartões-postais foram produzidos para levar o espírito do Rio para outras cidades e países.  “Eram companhias estrangeiras, na maioria, com a exceção da Panair e da Varig, vendendo o Rio para viajantes. Isso fica claro nos diferentes idiomas utilizados nos cartazes, que nem sempre acompanham a origem da companhia aérea ou marítima”, explicou Marcio Alves Roiter, curador da mostra.

Exposição ‘San Sebastiano’ homenageia o Rio de Janeiro, no MNBA

San Sebastiano_de Guido Reni_Musei Capitolini

San Sebastiano, tela de Guido Reni, acervo do Musei Capitolini.

Nesta sexta-feira (27), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre para o público a exposição San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro, prosseguindo com as comemorações pelos 450 anos do município.

A mostra é composta por duas telas que retratam o padroeiro da cidade – o santo cristão (256 d.C. – 286 d.C) morto durante a perseguição promovida pelo imperador romano Diocleciano. A pintura San Sebastiano, de Guido Reni, integra a coleção do Musei Capitolini e San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, pertence à Pinacoteca Nazionale di Bolonha.

Reni pintou uma representação do momento do martírio das flechas enfrentadas por um corajoso São Sebastião, enquanto que Guercino se concentra na piedade de Santa Irene e acompanhantes amparando quem sofre.

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

San Sebastiano curato da Irene, tela de Guercino, acervo da Pinacoteca Nazionale di Bolonha

Sobre os autores das obras

Guido Reni (1575-1642), nascido na Bolonha, perseguiu uma perfeição pictórica, tendo conquistado grande prestigio como pintor, produzindo obras para os reis de Espanha e para a rainha da Inglaterra, entre outros.

Giovanni Francesco Barbieri, conhecido como Guercino (1591-1666), teve origem humilde, mas era dotado de grande talento artístico e habilidade narrativa e colocou-se a serviço de famílias poderosas como Médici, Gonzaga e Mantua. Em seguida trabalhou para o Papa Gregório XIV, tendo produzido obras para então Catedral de São Pedro, hoje Musei Capitolini. De qualidade incomparável, o trabalho de Guercino alcançou projeção e reconhecimento.

 

SERVIÇO

Exposição: San Sebastiano: uma homenagem da Itália ao Rio de Janeiro
Período:  27 de novembro de 2015 até 13 de março de 2016.
Visitação:  De terça a sexta-feira, de 10h às 18h; sábado, domingo e feriado de 12h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 
Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes: Avenida Rio Branco, 199 Cinelândia
Tel: (21) 3299-0600
www.mnba.gov.br ou  www.facebook.com/MNBARio

Texto: Assessoria de Comunicação do Museu Nacional de Belas Artes
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

Chiquinho da Sucata – Reciclando é a nova exposição do MART

19.11chiquinhoNesta quinta-feira (19), o Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Ibram, em Cabo Frio, inaugura exposição do artista Chiquinho da Sucata – Reciclando.

Francisco de Assis Marques, o Chiquinho da Sucata, é um artista espontâneo e contemporâneo.  Trabalhando com ferro (matéria prima) e sucata (restos inúteis), prova que do próprio excesso industrial pode-se abrir uma janela para a sublimação e a transformação da realidade em arte.

Pelas mãos deste artista popular, engrenagens, correntes, tanques de combustível ou simples alicates, transformam-se em objetos com novos significados, alçando voos nas pás de um helicóptero, ou nas asas de um pássaro.

Prática e técnica aliam-se ao talento deste mestre serralheiro, que há mais de 35 anos transforma peças em desuso em obras de arte.   Em sua sabedoria o mestre Chiquinho nos ensina que a sua arte surge de forma espontânea, quando a peça encontrada em meio a tantas outras, se apresenta a ele transformando-se em um novo objeto.

A exposição estará aberta de 19 de novembro de 2015 a 17 de fevereiro de 2016, de segunda a sexta-feira das 10 às 17 horas, no MART, antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos, em Cabo Frio.

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