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Gravuras de Segall, Goeldi e Iberê no Museu Lasar Segall

O Museu Lasar Segall, em conjunto com a Fundação Iberê Camargo, apresenta, de 24 de abril até 10 de julho, a mostra Cálculo da expressão: Goeldi, Segall e Iberê. Com curadoria de Vera Beatriz Siqueira, a exposição é um convite ao diálogo e à confrontação da produção de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo.

As gravuras que compõem Cálculo da expressão exemplificam a trajetória artística e pessoal de cada um de seus produtores. A montagem no museu conta com 22 gravuras e duas matrizes de Iberê Camargo, 19 gravuras e duas matrizes de Goeldi, e 15 gravuras e três matrizes de Segall.

O horário de visitação é de terça a sábado, das 14h às 19h, domingos e feriados das 14h às 18h. Na inauguração haverá, ainda, palestra com a curadora a partir das 16h.

O Museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111, Vila Mariana, São Paulo-SP. Informações: (11) 5574-7322 ou www.museusegall.org.br.

Museu de Astronomia e Ciências Afins reabre exposição de Leonardo da Vinci

Neste mês, quando completa 25 anos, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) reabre no Salão Nobre de seu edifício sede a exposição Leonardo da Vinci: Maravilhas Mecânicas.

Montada pela primeira vez em 2002, a mostra surpreende o público ao revelar que, além de artista, Da Vinci foi um gênio da mecânica. Antevendo o que só viria a ser criado séculos mais tarde, ele desenvolveu projetos e esboços de helicópteros, submarinos, pára-quedas, máquinas voadoras, turbinas, metralhadoras e outras engenhosidades.

Alguns desses projetos – transformados em réplicas confeccionadas pelo engenheiro italiano Roberto Guatelli – compõem parte da exposição montada no museu. O Ornitóptero, por exemplo, uma máquina de voar, foi idealizada por Da Vinci para que um homem pudesse se sustentar no ar batendo os braços como se fossem asas e acionando um mecanismo de pedalar ao mesmo tempo. Metralhadora tripla, churrasqueira automática e alguns outros inventos que fazem alusão a princípios da Física também tambem podem vistos.

Os interessados em conferir podem ir ao MAST de terça a domingo, na Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro-RJ. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre. Informações: (21) 2589-4965.

MNBA expõe obras de Walter Goldfarb

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) apresenta a primeira mostra individual do artista carioca Walter Goldfarb, D+Lirium Camaleônico, do dia 9 de abril até 30 de maio. Sob curadoria de Paulo Herkenhoff, serão expostas 32 pinturas de grandes dimensões que foram produzidas entre 2006 e 2010.

Parte deste conjunto foi mostrado no Museum of Latin American Art (MOLAA), em Long Beach, Califórnia, de outubro de 2007 a maio de 2008, com curadoria de Agustin Arteaga, diretor do Museu de Ponce, Puerto Rico e ex-diretor e curador do MALBA, Buenos Aires. A estas telas foram acrescentadas produções de 2009 e 2010, selecionadas por Herkenhoff, que está escrevendo um livro sobre os 15 anos de carreira do artista.

A mostraD+Lirium Camaleônico faz parte da séria Lisérgica, iniciada em 2004, e é a terceira fase da Trilogia do Êxtase. O movimento hippie, a ideologia de paz e amor, a moda e a indumentária hindu formam a base da paleta lisérgica, feita da mistura do nanquim com anilinas alcoólicas, que mudam de acordo com a luminosidade. Outra característica da pigmentação das lonas pela tinta lisérgica é a metamorfose das cores durante o tempo de vida da tela, em função da irradiação e temperatura da luz

A Exposição está aberta de terça a sexta-feira, 10h às 18h, e sábado e domingo, das 12h às 17h. Ingressos a R$ 5 e R$ 2 e gratuito aos domingos.

O MNBA fica na Av. Rio Branco, 199 – Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro-RJ. Informações: (21) 2240-0068 / 2219-8474 ou http://www.mnba.gov.br/

MNBA expõe obras de Walter Goldfarb

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) apresenta a primeira mostra individual do artista carioca Walter Goldfarb, D+Lirium Camaleônico, do dia 9 de abril até 30 de maio. Sob curadoria de Paulo Herkenhoff, serão expostas 32 pinturas de grandes dimensões que foram produzidas entre 2006 e 2010.

Parte deste conjunto foi mostrado no Museum of Latin American Art (MOLAA), em Long Beach, Califórnia, de outubro de 2007 a maio de 2008, com curadoria de Agustin Arteaga, diretor do Museu de Ponce, Puerto Rico e ex-diretor e curador do MALBA, Buenos Aires. A estas telas foram acrescentadas produções de 2009 e 2010, selecionadas por Herkenhoff, que está escrevendo um livro sobre os 15 anos de carreira do artista.

A mostraD+Lirium Camaleônico faz parte da séria Lisérgica, iniciada em 2004, e é a terceira fase da Trilogia do Êxtase. O movimento hippie, a ideologia de paz e amor, a moda e a indumentária hindu formam a base da paleta lisérgica, feita da mistura do nanquim com anilinas alcoólicas, que mudam de acordo com a luminosidade. Outra característica da pigmentação das lonas pela tinta lisérgica é a metamorfose das cores durante o tempo de vida da tela, em função da irradiação e temperatura da luz

A Exposição está aberta de terça a sexta-feira, 10h às 18h, e sábado e domingo, das 12h às 17h. Ingressos a R$ 5 e R$ 2 e gratuito aos domingos.

O MNBA fica na Av. Rio Branco, 199 – Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro-RJ. Informações: (21) 2240-0068 / 2219-8474 ou http://www.mnba.gov.br/

Einstein chega ao Museu Histórico Nacional

A exposição internacional Einstein estreia dia 7 abril, no Museu Histórico Nacional (MHN), e promete despertar o espírito questionador que existe em cada criança, jovem e adulto. Vista por mais de 2 milhões de pessoas no mundo, a mostra é fruto de uma parceria entre o Instituto Sangari e o American Museum of Natural History (AMNH), em Nova York.

A exibição desvenda o universo de um dos maiores gênios do século 20 por meio de 10 seções: Vida e tempo, Luz, Tempo, Átomos, Energia, Gravidade, Guerra e Paz, Cidadão Global, Legado e Einstein no Brasil. Com elas, o visitante conhece não somente o homem por trás da ciência como também se aproxima de suas complexas teorias. Tudo isso apresentado por meio de objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas, manuscritos e uma série de instalações interativas.

Um cinema 3D, que leva o espectador a uma incrível viagem pelo espaço, e uma mesa high-tech, que abre buracos negros quando é tocada, estão entre os atrativos. Durante todo o período expositivo, haverá ainda um Encontro de Educadores e visitas guiadas que podem ser previamente agendadas.

O visitante terá acesso a trechos do diário pessoal de Einstein e registros de sua viagem ao Brasil. O cientista não somente visitou o Rio de Janeiro, em 1925, como teve no Brasil uma das maiores descobertas de todos os tempos: foi na cidade de Sobral-CE, em 1919, que um eclipse solar confirmou o que previa a Teoria da Relatividade Geral.

Para descobrir a percepção da figura de Einstein no imaginário brasileiro, o Instituto Sangari convidou 11 renomados artistas nacionais que o representaram utilizando diferentes técnicas como grafite, pintura a óleo, colagem, entre outras. A trilha sonora da mostra foi criada pelo saudoso maestro Silvio Barbato.

O Museu Histórico Nacional fica na Pça. Marechal Ancora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro–RJ. Informações: (11) 3883-9090, exposicao@divertecultural.com.br, Site do Instituto Sagari, Site do Museu Histórico Nacional, ou no site do Einstein Brasil. Einstein chega ao Museu Histórico Nacional A exposição internacional Einstein estreia dia 7 abril, no Museu Histórico Nacional (MHN), e promete despertar o espírito questionador que existe em cada criança, jovem e adulto. Vista por mais de 2 milhões de pessoas no mundo, a mostra é fruto de uma parceria entre o Instituto Sangari e o American Museum of Natural History (AMNH), em Nova York.

A exibição desvenda o universo de um dos maiores gênios do século 20 por meio de 10 seções: Vida e tempo, Luz, Tempo, Átomos, Energia, Gravidade, Guerra e Paz, Cidadão Global, Legado e Einstein no Brasil. Com elas, o visitante conhece não somente o homem por trás da ciência como também se aproxima de suas complexas teorias. Tudo isso apresentado por meio de objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas, manuscritos e uma série de instalações interativas.

Um cinema 3D, que leva o espectador a uma incrível viagem pelo espaço, e uma mesa high-tech, que abre buracos negros quando é tocada, estão entre os atrativos. Durante todo o período expositivo, haverá ainda um Encontro de Educadores e visitas guiadas que podem ser previamente agendadas.

O visitante terá acesso a trechos do diário pessoal de Einstein e registros de sua viagem ao Brasil. O cientista não somente visitou o Rio de Janeiro, em 1925, como teve no Brasil uma das maiores descobertas de todos os tempos: foi na cidade de Sobral-CE, em 1919, que um eclipse solar confirmou o que previa a Teoria da Relatividade Geral.

Para descobrir a percepção da figura de Einstein no imaginário brasileiro, o Instituto Sangari convidou 11 renomados artistas nacionais que o representaram utilizando diferentes técnicas como grafite, pintura a óleo, colagem, entre outras. A trilha sonora da mostra foi criada pelo saudoso maestro Silvio Barbato.

O Museu Histórico Nacional fica na Pça. Marechal Ancora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro–RJ. Informações: (11) 3883-9090, exposicao@divertecultural.com.br, Site do Instituto Sagari, Site do Museu Histórico Nacional, ou no site do Einstein Brasil.

Confira a exposição Profissão Fotógrafo no Museu Lasar Segall

A exposição Profissão Fotógrafo Hildegard Rosenthal e Horacio Coppola, está aberta para visitação gratuita até o dia 4 de abril no Museu Lasar Segall. A mostra traz 45 imagens em preto e branco do argentino Horacio Coppola e da fotojornalista alemã Hildegard Rosenthal. Os registros feitos em São Paulo e Buenos Aires revelam as semelhanças das metrópoles e as grandes transformações das décadas 30 e 40 do século passado.

Sobre os fotógrafos:

Após estudar na França e na Alemanha, Hildegard Baum Rosenthal transfere-se para São Paulo em 1937 por conseqüência do regime nazista. Documentou São Paulo, Rio de Janeiro, o interior paulista e cidades do sul do Brasil, além de retratar diversas personalidades da cena cultural paulistana, como o pintor Lasar Segall (1891 – 1957) e o escritor Guilherme de Almeida (1890 – 1969). Já Horacio Coppola começou a fotografar em 1927. Cinco anos depois foi estudar na escola Alemã Bauhaus, fechada pelos nazistas em 1935. Registrou formas geométricas e funcionais de edifícios, vitrines e outdoors, mas dedicou-se ainda aos personagens, assim como a fotojornalista Hildegard.

O museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111, São Paulo-SP. Informações: (11) 5574-7322.

Clique aqui e saiba mais sobre a exposição

MAB apresenta exposição de Arte Modernista baiana

Está aberta no Museu de Arte da Bahia (MAB) a mostra Revisitando Um Acervo de Arte Baiana, que reúne obras da história modernista contada entre as décadas de 50 e 80. A exposição faz parte do acervo da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) e revela, por meio de desenhos, tapeçarias, esculturas e pinturas, os desdobramentos do movimento modernista no estado. Foram selecionadas obras de trinta artistas baianos, dentre eles, Genaro de Carvalho, Mário Cravo Júnior, Carlos Bastos, Caribe, Jenner Augusto, Rubem Valentim e Lygia Sampaio.

A mostra Revisitando Um Acervo de Arte Baiana possui entrada franca e está disponível para visitação de terça à sexta-feira, das 14h às 19h e sábado e domingo, das 14h30 às 18h30.

Conheça mais sobre o acervo do Desenbahia aqui

O Museu de Arte da Bahia (MAB) fica na Av. Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória, BA. Informações: (71) 3336-5642.

Exposição Panáfrica exibe peças africanas do século 20

O Centro Cultural Solar Ferrão, em Salvador, apresenta um dos maiores e mais importantes acervos de arte africana do Brasil na exposição Panáfrica, que conta com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/IPAC/Secult – Ba).

A montagem de longa duração trará mais de 860 peças que apontam a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressa em objetos como máscaras, estatuetas e utensílios de uso cotidiano ou ritualístico. As obras foram doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004, pelo industrial italiano Claudio Masella.

Com curadoria do diretor de Museus do IPAC, Daniel Rangel, e do arquiteto André Vainer, que também assina o projeto expográfico, Panáfrica representa o resultado de uma longa caminhada de trabalho, que teve como último e importante passo a montagem da exposição Sete Áfricas, em dezembro de 2008, que ficou em cartaz até janeiro deste ano.

Visitas especializadas

Desde o dia 2 de março, sempre as terça-feiras, às 15h, o historiador Ademir Ribeiro Junior está ministrando visitas especializadas, espontâneas ou agendadas. Organizada pelo Núcleo de Arte e Educação da Dimus (NAE/Dimus), a atividade aponta aspectos importantes da cultura africana e afro-brasileira, além de apresentar ao público, de forma mais detalhada, a história da Coleção Claudio Masella.

As visitas podem ser agendadas pelo (71)3116-6740. Mais informações no blog da Dimus. O Centro Cultural Solar Ferrão fica na Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador-BA

Como você vê o seu bairro? MUPE convida estudantes a descrever o Sítio Cercado

Estudantes da Escola Guilherme Lacerda Braga Sobrinho e da Escola Municipal Madre Teresa de Calcutá, ambas no Sítio Cercado, em Curitiba, foram convidados a colocar no papel como eles veem seu bairro. O resultado foram cerca de 150 desenhos e redações, que revelam características locais presentes no imaginário dos alunos, dentre elas o grande adensamento habitacional, o trânsito de automóveis, a violência urbana e os equipamentos de lazer das escolas, como gangorras e escorregadores.

O material, que já foi exposto no primeiro encontro Teia da Memória, em dezembro de 2009, em Salvador, foi reproduzido fotograficamente e transcrito pela equipe do Museu de Periferia – MUPE seguindo critérios museolólgicos de documentação e arquivamento e agora pode ser acessado no portal do museu http://acervomupe.wordpress.com/

Através da exposição do material na internet, o MUPE pretende aprimorar os critérios de catalogação e publicação dos desenhos, em diálogo com Instituto Brasileiro de Museus – ibram, e reunir colaborações de historiadores, psicólogos, pedagogos, museólogos e demais profissionais que possam contribuir na implementação do projeto.

O projeto “ Como você vê o seu bairro” é uma iniciativa do Museu de Periferia – MUPE, que pretende estimular a discussão sobre a “memória viva” nas escolas do Sítio Cercado, incentivando os estudantes a perceber seu território, sua cultura e as características de seu ambiente. Para a composição da memória do bairro, também está prevista a realização de entrevistas com os moradores mais antigos do bairro.

MUPE – O Museu da Periferia vem sendo organizado por moradores do bairro Sítio Cercado, em Curitiba, desde abril de 2009. A ideia foi inspirada na experiência dos Pontos de Memória Museu da Maré (na Favela da Maré) e o MUF – Museu de Favela (no Cantagalo Pavão-Pavãozinho), ambos na cidade do Rio de Janeiro.

Em setembro de 2009, a pedido da comunidade, foi realizada a oficina Museu, Memória e Cidadania, ministrada pelo diretor do Departamento de Processos Museais do Ibram, Mário Chagas, para a instalação do Ponto de Memória. A iniciativa também recebeu apoio de artistas, entidades, associação de moradores, Associação Cultural de Negritude e Ação Popular e de articuladores do Museu da Maré e MuF.

O MUPE integra o projeto Pontos de Memória, uma parceria entre os Programas Mais Cultura, do Ministério da Cultura, através do Ibram, e do Pronasci, do Ministério da Justiça, com apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.

Sítio Cercado – O bairro era praticamente uma área rural até o final da década de 70 e teve um crescimento gigantesco nos últimos 30 anos. Fica na zona sul da cidade e concentra cerca de 150 mil habitantes.

Exposição revela participação da comunidade no Museu de Itaipu

O Museu de Arqueologia de Itaipu – MAI, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, após a conclusão das obras de restauração e modernização do prédio histórico onde está instalado, vai oferecer ao público uma nova exposição de longa duração: “Percursos do Tempo – Revelando Itaipu”, a ser inaugurada no dia 27 de janeiro de 2010, às 19h. As questões centrais da mostra referem-se à ocupação humana em Itaipu e às suas manifestações culturais como a pesca, os sítios arqueológicos o antigo Recolhimento de Santa Teresa e a criação do MAI, todas elas em harmonia com os ecossistemas locais.

Percursos do Tempo – Revelando Itaipu pretende evidenciar a relação intrínseca de participação da comunidade pesqueira local e de pesquisadores na idealização de um museu que vem se erguendo e se configurando integralmente em meio às ruínas do Recolhimento de Santa Teresa, aos sítios arqueológicos Duna Grande, Duna Pequena e Sambaqui de Camboinhas, em um ambiente circunscrito por mar, laguna, montanha e floresta.

Foto: Ricardo Bhering

Visitação:
Terça a sexta, das 10h às 17h.
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
Visitas orientadas: segunda a sexta, das 9h às 17h.

Ingresso: R$ 2,00 (meia entrada para estudantes)

Mais Informações:
Museu de Arqueologia de Itaipu – Setor Educativo
Praça de Itaipu, s/n – Itaipu – Niterói-RJ
Telefones: (21) 3701.2994 / 3701.2966

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