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Museu da República apresenta a exposição Paisagem x Retrato

A Galeria do Lago do Museu da República expõe, até 17 de julho, a mostra Paisagem x Retrato, da artista francesa Berthe Salegos.

Convidada a participar do programa Um Olhar de Fora, Berthe realizou extensa pesquisa sobre as figuras mais representativas do período republicano do Brasil. Com olhos de estrangeira, destacou 21 personagens, entre políticos, artistas e cientistas que com seus talentos modificaram a nossa  história, entre eles: Machado de Assis, Pereira Passos, Santos Dumont, Getúlio Vargas, Marc Ferrez, Tarsila do Amaral (no retrato acima), Nair de Teffé e Dilma Rousseff.

Em sua instalação, Berthe apresenta, as imagens/retratos que são submetidos à ação do tempo, tendo como agente catalisador a água e a atmosfera em geral. À medida em que se velam  e revelam imagens, são evocadas a memória e  imaginação.

A curadora da exposição, Martha Niklaus, diz que, ao lidar com a memória e a imaginação a partir de imagens históricas, Berthe Salegos cria uma metáfora do que se pode chamar de museu.

Paisagem x Retrato usa fotografia com uma abordagem diferente ao criar um trabalho sobre a representação da memória e as múltiplas interpretações da história.

Vinte e um retratos de personalidades republicanas estreitamente ligadas com as grandes transformações políticas, urbanas e sociais foram escolhidas nos arquivos do Museu da República.

O período escolhido pela artista foi de 1889 a 1960 que, de alguma forma,  também traça a história da fotografia. O enquadramento da imagem, as variações de tons de preto e branco ou as cores nas fotos mostram uma temporalidade que descreve as distintas características de opções políticas e estéticas na sociedade neste período de tempo. Posicionada no tempo, a imagem é catalisada nas bacias com líquido preto que estarão na galeria, onde serão depositadas as fotos, ao longo do período da exposição.

Exposição Paisagem x Retrato, da artista francesa Berthe Salegos

Programa Um olhar de fora, da Galeria do Lago, que recebe artistas estrangeiros

Local: Galeria do Lago do Museu da República. Rua do Catete, 153 – Catete – RJ

Visitação: até 17 de julho, de terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 18h. Entrada franca

Informações: www.museudarepublica.org.br e telefone (21) 3235-5160

Museu de S. João del-Rei mostra biodiversidade dos insetos

O Museu Regional de São João del-Rei inaugura a exposição “Biodiversidade do Campo das Vertentes: libélulas, abelhas e outros insetos”, como parte das comemorações da Semana do Meio Ambiente. A exposição apresenta parte dos resultados das novas pesquisas do Projeto Biota Minas, evidenciando a riqueza da diversidade na Mata do Baú e ressaltando a importância da conservação desse fragmento de vegetação natural na manutenção da biodiversidade desses artrópodes e de outros grupos de seres vivos para o estado de Minas Gerais; a exposição também conta com a coleção entomológica da Universidade Federal de Lavras.

Museu de Itaipu comemora Semana do Meio Ambiente

O Museu de Arqueologia de Itaipu/Museu SocioAmbiental de Itaipu (MAI/MUSAI) comemora a Semana do Meio Ambiente de 27 de maio a 5 de junho.  No dia 29, o museu participa do projeto Limpa Lagoa de Itaipu II com a exposição do projeto de “Diagnóstico e Monitoramento da Saúde Lagunar e dos Recursos Pesqueiros de Itaipu” do Programa de Educação Ambiental do MAI/MUSAI.

Os eventos da semana têm como objetivo o incentivo às práticas de educação ambiental através da realização de atividades como mutirão de restauração florestal, trilhas interpretativas, palestras e exposições.

Museu Nacional, de Brasília, expõe “O Brasil na arte popular”

O Museu Nacional do Conjunto Cultural da República apresenta de 18 de maio a 26 de junho a exposição “O Brasil na Arte Popular”. Serão apresentadas cerca de 1.500 obras de arte popular brasileira, de 70 artistas populares oriundos de 13 estados. Estão presentes a arte pioneira de Mestre Vitalino e sua escola do Alto do Moura (PE), as formas femininas das moringas, bonecas e noivas do Vale do Jequitinhonha (MG), as embarcações do São Francisco, além de esculturas que contemplam as mais diversas manifestações da vida cotidiana do Brasil.

O acervo é do Museu Casa do Pontal.

A exposição poderá ser vista de terça a domingo, das 9h às 18h30. Entrada franca.

Chácara do Céu expõe belezas do Rio

De 16 de maio a 19 de setembro, o Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa (RJ), apresenta ao público uma homenagem à cidade do Rio de Janeiro sob a visão de artistas do século XIX e XX com a exposição “Bonito por natureza: Rio ontem e hoje”. O Museu selecionou obras de alguns pintores estrangeiros que se renderam às belezas da cidade, deixando marcas de seus personagens e da sua paisagem durante o século XIX.  São trabalhos de profissionais como os alemães Emil Bauch e Friedrich Hagedorn, ou de artistas amadores, como o inglês Richard Bate e o oficial naval norte-americano Melanchton Brooks Woolsey. Suas obras nos deixam a versão de um Rio de Janeiro visto e pensado pelo olhar do outro.

“No século XIX, armados de pincel e lápis, os pintores viajantes colheram os flagrantes do Rio que eternizaram na memória a grandiosidade da paisagem natural da cidade. No século XXI, são os fotógrafos que, armados de câmeras digitais, produzem as imagens que nos fazem acreditar que o Rio de Janeiro continua lindo; O Rio de Janeiro continua sendo; O Rio de Janeiro, fevereiro e março”, segundo a curadora da exposição, Anna Paola Baptista.

Em uma visão contemporânea e atualizada, são apresentadas as fotografias de Almir Reis e Jaime Acioli. Almir tem mais interesse nas paisagens e tipos urbanos, manipulando digitalmente as imagens a fim de sublinhar suas intenções. Tendo como cenários certos ícones cariocas, é possível perceber a presença do fotógrafo como narrador que confere sentido de movimento à imagem. Jaime tem formação em Agronomia, e é profundamente interessado nas questões da natureza, dedicando-se a um trabalho serial de elementos naturais em seu habitat e em estúdio.  Tal qual Claude Monet, que passou os últimos 30 anos de vida abrindo a porta de casa e pintando o próprio jardim, Jaime fotografa a mesma paisagem na mesma hora do dia, mostrando a cidade mais entregue à natureza do que às pessoas.

“Ao apresentarmos aqui uma seleção de nossa coleção de Brasiliana, ao lado das fotografias contemporâneas de Almir Reis e Jaime Acioli, oferecemos ao público uma mostra em que passado e presente dialogam através das imagens”, declara Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya.

Sobre os Museus Raymundo Ottoni de Castro Maya

Castro Maya criou a Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya em 1962, tendo como sede sua antiga residência no Alto da Boa Vista aberta ao público em 1964 como Museu do Açude. Em 1968, doou à fundação a sua residência de Santa Teresa – Chácara do Céu – com todo seu acervo histórico-artístico, visando a criação de outro museu. Em 1983, a Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya foi incorporada pelo Governo Federal. O tombamento dos prédios ocorreu em 1974 e neles estão, em exposição permanente, as 22 mil peças dessa rica herança ao povo carioca.

Museu da Chácara do Céu

A casa de Santa Teresa, herdada por Castro Maya em 1936, tornou-se Museu Chácara do Céu, um dos mais belos locais da cidade do Rio de Janeiro, onde o visitante encontra arte européia e brasileira dos séculos XIX e XX.  São pinturas, desenhos e gravuras de artistas consagrados como Matisse, Picasso, Dali, Seurat, Miró; uma coleção de arte brasileira, formada principalmente por trabalhos de artistas modernos, entre eles Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira, além de importante conjunto de obras de Portinari, hoje considerado o maior acervo público desse artista.  A coleção de Brasiliana, uma das mais expressivas, inclui mapas dos séculos XVII e XVIII, pinturas a óleo, aquarelas, guaches, desenhos e gravuras de viajantes do século XIX, como Rugendas, Chamberlain e Taunay, destacando-se os mais de 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris, em 1939 e 1940. 

SERVIÇO:

Exposição “Bonito por natureza: Rio ontem e hoje”, de 16 de maio até 19 de setembro.

Diariamente, exceto terças-feiras, das 12 às 17 horas

Ingresso: R$ 2,00

Gratuidades: maiores de 65, menores de12, grupos escolares em visita programada, membros do ICOM, professores e guias de turismo em serviço

Quartas-feiras: gratuito para todos

Museu Histórico Nacional/Ibram homenageia garis

O Dia do Gari é comemorado no dia 16 de maio e durante todo o mês de maio o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro (RJ) estará de portas abertas a todos os garis que queiram visitar a instituição. O museu, na exposição “Cidadania em Construção”, incluiu um uniforme de gari ao lado de outros trajes ligados ao trabalho. Essa exposição tem como objetivo a reflexão sobre o processo de construção da cidadania, a partir dos direitos individuais, políticos e sociais.

Museu da Inconfidência expõe gravuras de Lasar Segall

O Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), preparou uma série de atividades para a 9ª Semana Nacional de Museus e dentre elas está mostra Imagens do Brasil – Gravuras de Lasar Segall. A exposição, com curadoria de Margareth Monteiro e Janine Ojeda, é resultado de parceria com o Museu Lasar Segall, SP, que emprestará 35 gravuras, e o Museu Nacional de Belas Artes, RJ, de onde virão uma escultura e uma tela. As obras abrangem o período de 1924 a 1930, época de grande concentração de imagens do Brasil na obra de Segall, inclusive na sua produção gráfica. Lasar Segall era lituano e se mudou definitivamente para o Brasil em 1923.

A programação completa do Museu da Inconfidência na 9ª Semana Nacional de Museus está disponível no blog http://museudainconfidencia.wordpress.com

Oscar Oiwa estréia no Rio com individual no MNBA/Ibram

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram exibe a partir desta terça, 3/5, a primeira mostra individual do pintor Oscar Oiwa no Rio de Janeiro.

O artista produz uma obra situada num mundo pós-apocalíptico, que prescinde da presença humana. Nesta mostra, reunindo 15 telas,  um dos destaques é a grande tela Nest,  pintada em verde e medindo 222 cm x 555 cm,  que estampa a impetuosidade da natureza engolfando resquícios de civilização, objetos de design que ficam imprestáveis pela força da natureza. 

A recente devastação causada pelo terremoto e pelo tsunami que se seguiu a ele no Japão parece ter sido profetizada na série CAOS (2005-06), integrada pela obra Nest, que Oiwa apresentou há dois anos no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, e em seguida em Fukushima, uma das cidades mais atingidas pela recente catástrofe. As marcas do sofrimento também percorrem a exposição, representadas através de pedaços de carne que esboçam  o contorno de países atingidos pelas guerras.

Cidadão cosmopolita, residindo em Nova York, aos 45 anos Oscar Oiwa participou do circuito artístico de cidades como Paris, Londres, Beijing e Tóquio. Nos Estados unidos, o artista realizou em 2007 exposição individual no Museu da Universidade do Estado do Arizona. Suas obras integram importantes acervos no Brasil e no exterior.

Exposição de Oscar Oiwa

Abertura: 3 de maio, às 18:30h, na sala Bernardelli

Visitação: de 4 de maio até 20 de junho, de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados,  das 12h às 17h.  Ingresso: R$ 5. Entrada grátis aos domingos. 

Endereço do MNBA: Av. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2219-8474. www.mnba.gov.br

Brinquedo: o mensageiro das infâncias em mostra na PUC-Rio

Termina na próxima quinta-feira, 28, a exposição Brinquedo: o mensageiro das infâncias. Instalada no Solar Grandjean de Montigny, espaço cultural da PUC-Rio, a mostra reúne brinquedos, brincadeiras e memórias de infâncias de comunidades do estado do Rio de Janeiro.

Horto, Rocinha e Vale do Café são representados de maneira lúdica e interativa, sob a ótica de suas crianças e de suas brincadeiras.

A exposição pode ser visitada das 10h às 17h. O Solar Grandjean de Montigny fica na Gávea, na rua Marquês de São Vicente, 225. A organização da mostra é do Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha, em parceria com o CIESPI.

Dia do Índio no Memorial dos Povos Indígenas

Em comemoração ao Dia do índio (19/4) e os 51 anos do aniversário de Brasília, o Memorial dos Povos Indígenas (MPI) promove a I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas. Na programação: exposição indígena, concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, mesa de debates e exibição de filmes indígenas. O evento é gratuito e aberto ao público. A Feira vai de 18 a 23 de abril, na sede do Memorial dos Povos Indígenas.

No Dia do Índio serão inauguradas exposições indígenas, além de uma palestra sobre economia solidária para os povos indígenas e um Concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Naciobal Claudio Santoro em homenagem aos povos indígenas, às 20h, na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional. Entrada franca mediante lotação da sala.

A I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas é uma realização da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal (GDF) e tem o apoio da Casa da Cultura da América Latina, do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (UnB), da Fundação Nacional do Índio, do Laboratório de Linguas Indígenas da UnB , Instituto Brasileiro de Museus, do Instituto do Patrimônio, Histórico, Artístico e Cultural e da Secretaria de Economia Solidária do GDF. 

Programe-se: I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas, de 18 a 23/04, no Memorial dos Povos Indígenas (Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK). Entrada Franca. Mais Informações: 3325-1157 ou 1154.

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