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Museu Nacional, de Brasília, expõe “O Brasil na arte popular”

O Museu Nacional do Conjunto Cultural da República apresenta de 18 de maio a 26 de junho a exposição “O Brasil na Arte Popular”. Serão apresentadas cerca de 1.500 obras de arte popular brasileira, de 70 artistas populares oriundos de 13 estados. Estão presentes a arte pioneira de Mestre Vitalino e sua escola do Alto do Moura (PE), as formas femininas das moringas, bonecas e noivas do Vale do Jequitinhonha (MG), as embarcações do São Francisco, além de esculturas que contemplam as mais diversas manifestações da vida cotidiana do Brasil.

O acervo é do Museu Casa do Pontal.

A exposição poderá ser vista de terça a domingo, das 9h às 18h30. Entrada franca.

Chácara do Céu expõe belezas do Rio

De 16 de maio a 19 de setembro, o Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa (RJ), apresenta ao público uma homenagem à cidade do Rio de Janeiro sob a visão de artistas do século XIX e XX com a exposição “Bonito por natureza: Rio ontem e hoje”. O Museu selecionou obras de alguns pintores estrangeiros que se renderam às belezas da cidade, deixando marcas de seus personagens e da sua paisagem durante o século XIX.  São trabalhos de profissionais como os alemães Emil Bauch e Friedrich Hagedorn, ou de artistas amadores, como o inglês Richard Bate e o oficial naval norte-americano Melanchton Brooks Woolsey. Suas obras nos deixam a versão de um Rio de Janeiro visto e pensado pelo olhar do outro.

“No século XIX, armados de pincel e lápis, os pintores viajantes colheram os flagrantes do Rio que eternizaram na memória a grandiosidade da paisagem natural da cidade. No século XXI, são os fotógrafos que, armados de câmeras digitais, produzem as imagens que nos fazem acreditar que o Rio de Janeiro continua lindo; O Rio de Janeiro continua sendo; O Rio de Janeiro, fevereiro e março”, segundo a curadora da exposição, Anna Paola Baptista.

Em uma visão contemporânea e atualizada, são apresentadas as fotografias de Almir Reis e Jaime Acioli. Almir tem mais interesse nas paisagens e tipos urbanos, manipulando digitalmente as imagens a fim de sublinhar suas intenções. Tendo como cenários certos ícones cariocas, é possível perceber a presença do fotógrafo como narrador que confere sentido de movimento à imagem. Jaime tem formação em Agronomia, e é profundamente interessado nas questões da natureza, dedicando-se a um trabalho serial de elementos naturais em seu habitat e em estúdio.  Tal qual Claude Monet, que passou os últimos 30 anos de vida abrindo a porta de casa e pintando o próprio jardim, Jaime fotografa a mesma paisagem na mesma hora do dia, mostrando a cidade mais entregue à natureza do que às pessoas.

“Ao apresentarmos aqui uma seleção de nossa coleção de Brasiliana, ao lado das fotografias contemporâneas de Almir Reis e Jaime Acioli, oferecemos ao público uma mostra em que passado e presente dialogam através das imagens”, declara Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya.

Sobre os Museus Raymundo Ottoni de Castro Maya

Castro Maya criou a Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya em 1962, tendo como sede sua antiga residência no Alto da Boa Vista aberta ao público em 1964 como Museu do Açude. Em 1968, doou à fundação a sua residência de Santa Teresa – Chácara do Céu – com todo seu acervo histórico-artístico, visando a criação de outro museu. Em 1983, a Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya foi incorporada pelo Governo Federal. O tombamento dos prédios ocorreu em 1974 e neles estão, em exposição permanente, as 22 mil peças dessa rica herança ao povo carioca.

Museu da Chácara do Céu

A casa de Santa Teresa, herdada por Castro Maya em 1936, tornou-se Museu Chácara do Céu, um dos mais belos locais da cidade do Rio de Janeiro, onde o visitante encontra arte européia e brasileira dos séculos XIX e XX.  São pinturas, desenhos e gravuras de artistas consagrados como Matisse, Picasso, Dali, Seurat, Miró; uma coleção de arte brasileira, formada principalmente por trabalhos de artistas modernos, entre eles Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira, além de importante conjunto de obras de Portinari, hoje considerado o maior acervo público desse artista.  A coleção de Brasiliana, uma das mais expressivas, inclui mapas dos séculos XVII e XVIII, pinturas a óleo, aquarelas, guaches, desenhos e gravuras de viajantes do século XIX, como Rugendas, Chamberlain e Taunay, destacando-se os mais de 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris, em 1939 e 1940. 

SERVIÇO:

Exposição “Bonito por natureza: Rio ontem e hoje”, de 16 de maio até 19 de setembro.

Diariamente, exceto terças-feiras, das 12 às 17 horas

Ingresso: R$ 2,00

Gratuidades: maiores de 65, menores de12, grupos escolares em visita programada, membros do ICOM, professores e guias de turismo em serviço

Quartas-feiras: gratuito para todos

Museu Histórico Nacional/Ibram homenageia garis

O Dia do Gari é comemorado no dia 16 de maio e durante todo o mês de maio o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro (RJ) estará de portas abertas a todos os garis que queiram visitar a instituição. O museu, na exposição “Cidadania em Construção”, incluiu um uniforme de gari ao lado de outros trajes ligados ao trabalho. Essa exposição tem como objetivo a reflexão sobre o processo de construção da cidadania, a partir dos direitos individuais, políticos e sociais.

Museu da Inconfidência expõe gravuras de Lasar Segall

O Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), preparou uma série de atividades para a 9ª Semana Nacional de Museus e dentre elas está mostra Imagens do Brasil – Gravuras de Lasar Segall. A exposição, com curadoria de Margareth Monteiro e Janine Ojeda, é resultado de parceria com o Museu Lasar Segall, SP, que emprestará 35 gravuras, e o Museu Nacional de Belas Artes, RJ, de onde virão uma escultura e uma tela. As obras abrangem o período de 1924 a 1930, época de grande concentração de imagens do Brasil na obra de Segall, inclusive na sua produção gráfica. Lasar Segall era lituano e se mudou definitivamente para o Brasil em 1923.

A programação completa do Museu da Inconfidência na 9ª Semana Nacional de Museus está disponível no blog http://museudainconfidencia.wordpress.com

Oscar Oiwa estréia no Rio com individual no MNBA/Ibram

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram exibe a partir desta terça, 3/5, a primeira mostra individual do pintor Oscar Oiwa no Rio de Janeiro.

O artista produz uma obra situada num mundo pós-apocalíptico, que prescinde da presença humana. Nesta mostra, reunindo 15 telas,  um dos destaques é a grande tela Nest,  pintada em verde e medindo 222 cm x 555 cm,  que estampa a impetuosidade da natureza engolfando resquícios de civilização, objetos de design que ficam imprestáveis pela força da natureza. 

A recente devastação causada pelo terremoto e pelo tsunami que se seguiu a ele no Japão parece ter sido profetizada na série CAOS (2005-06), integrada pela obra Nest, que Oiwa apresentou há dois anos no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, e em seguida em Fukushima, uma das cidades mais atingidas pela recente catástrofe. As marcas do sofrimento também percorrem a exposição, representadas através de pedaços de carne que esboçam  o contorno de países atingidos pelas guerras.

Cidadão cosmopolita, residindo em Nova York, aos 45 anos Oscar Oiwa participou do circuito artístico de cidades como Paris, Londres, Beijing e Tóquio. Nos Estados unidos, o artista realizou em 2007 exposição individual no Museu da Universidade do Estado do Arizona. Suas obras integram importantes acervos no Brasil e no exterior.

Exposição de Oscar Oiwa

Abertura: 3 de maio, às 18:30h, na sala Bernardelli

Visitação: de 4 de maio até 20 de junho, de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados,  das 12h às 17h.  Ingresso: R$ 5. Entrada grátis aos domingos. 

Endereço do MNBA: Av. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2219-8474. www.mnba.gov.br

Brinquedo: o mensageiro das infâncias em mostra na PUC-Rio

Termina na próxima quinta-feira, 28, a exposição Brinquedo: o mensageiro das infâncias. Instalada no Solar Grandjean de Montigny, espaço cultural da PUC-Rio, a mostra reúne brinquedos, brincadeiras e memórias de infâncias de comunidades do estado do Rio de Janeiro.

Horto, Rocinha e Vale do Café são representados de maneira lúdica e interativa, sob a ótica de suas crianças e de suas brincadeiras.

A exposição pode ser visitada das 10h às 17h. O Solar Grandjean de Montigny fica na Gávea, na rua Marquês de São Vicente, 225. A organização da mostra é do Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha, em parceria com o CIESPI.

Dia do Índio no Memorial dos Povos Indígenas

Em comemoração ao Dia do índio (19/4) e os 51 anos do aniversário de Brasília, o Memorial dos Povos Indígenas (MPI) promove a I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas. Na programação: exposição indígena, concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, mesa de debates e exibição de filmes indígenas. O evento é gratuito e aberto ao público. A Feira vai de 18 a 23 de abril, na sede do Memorial dos Povos Indígenas.

No Dia do Índio serão inauguradas exposições indígenas, além de uma palestra sobre economia solidária para os povos indígenas e um Concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Naciobal Claudio Santoro em homenagem aos povos indígenas, às 20h, na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional. Entrada franca mediante lotação da sala.

A I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas é uma realização da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal (GDF) e tem o apoio da Casa da Cultura da América Latina, do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (UnB), da Fundação Nacional do Índio, do Laboratório de Linguas Indígenas da UnB , Instituto Brasileiro de Museus, do Instituto do Patrimônio, Histórico, Artístico e Cultural e da Secretaria de Economia Solidária do GDF. 

Programe-se: I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas, de 18 a 23/04, no Memorial dos Povos Indígenas (Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK). Entrada Franca. Mais Informações: 3325-1157 ou 1154.

Leo Fisscher no Museu Nacional de Belas Artes

A cor e o geometrismo se impõem nas telas do pintor holandês Leo Fisscher, com intrigantes possibilidades líricas de cor, manchas e signos gráficos.  É o que promete a exposição A Lírica da Cor,  sob curadoria do poeta Carlos Dimuro, que o Museu nacional de Belas Artes, do Rio, inaugura no dia 14 de abril.

Uma das virtudes apontadas no trabalho de Fisscher é o apurado fazer gráfico e o seu domínio cromático, gerando uma “linguagem rica de ambiguidades e vibrações”, avalia o crítico Ferreira Gullar.  Nesta mostra estarão presentes 20 obras, em acrílica sobre tela, de médio e pequeno formato.

Leo Fisscher, um renomado fotógrafo, logo cedo imigrou para os EUA, lapidando seus dons artísticos em Nova York. De lá partiu rumo ao Brasil, fazendo escala em Brasília para depois pousar no Rio de Janeiro. Por aqui, seu círculo de amigos inclui o fotógrafo Walter Firmo e a falecida gravadora Fayga Ostrower, que lhe deu grande incentivo na carreira.  

A arte de Leo Fisscher já foi exibida nas cidades de Amsterdã, Paris, Nova York e no Rio de Janeiro, entre outras.  A exposição A Lírica da Cor fica em cartaz até 15 de maio.

Exposição A Lírica da Cor, de Leo Fisscher

Quando: abertura: 14 de abril, quinta-feira, às 18h. Visitação de 15 de abril até 15 de maio. De terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados,  das 12h às 17h.  Ingresso: R$ 5,00 (e grátis aos domingos). 

Onde: Sala Clarival Valladares do MNBA. Av. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro. Tel.: (21)2219-8474

Informações: www.mnba.gov.br

Ibram participa de exposição no Planalto

A exposição Mulheres, artistas e brasileiras será aberta nesta quarta-feira, 23 de março, pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em Brasília. Idealizada pela Presidência da República em comemoração ao Mês da Mulher, a exposição tem curadoria da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e estará aberta ao público a partir de 24 de março. O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) participa da exposição. Dezoito das cerca de 80 obras da mostra foram cedidas pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Museus Castro Maya e Museu da República, todos vinculados ao Ibram/MinC. A seleção inclui artistas como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Georgina de Albuquerque, Djanira, Fayga Ostrower, Lygia Pape e Tomie Ohtake, entre outras.

Uma das obras emprestadas pelos museus do Ibram é Auto-retrato ou Le manteau rouge, de Tarsila do Amaral. Pertencente ao MNBA, o quadro foi o mais admirado pelo presidente norte-americano Barack Obama em sua visita à exposição, no último sábado, acompanhado da presidenta Dilma.

A obra foi pintada em 1923 por Tarsila. O “casaco vermelho” a que se refere o título foi efetivamente usado pela artista em uma recepção para Santos Dumont em Paris. Elogiada na ocasião pela beleza e elegância, Tarsila decidiu retratar-se usando a peça. Em 1969, o retrato foi incorporado ao acervo do MNBA. O quadro retornará ao museu após o encerramento da exposição, em maio.

A mostra Mulheres, artistas e brasileiras exibirá ainda Abaporu, também de Tarsila. A obra integra a coleção permanente do Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba) e foi cedido especialmente para a exposição por seu proprietário, o colecionador argentino Eduardo Constantini. A curadoria da mostra é de José Luis Hernándes Alfonso, do Museu de Arte Brasileira da FAAP.

Mais informações:
Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus/MinC: ascom@museus.gov.br
Tatiana Beltrão: (61) 2024-4035 e 9619-5445
Isabela Fonseca: (61) 2024-4011
Soraia Costa: (61) 2024-4400

Exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras
Período de visitação: de 24/3 a 5/5/2011
Horário: todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h
Local: Salão Oeste do Palácio do Planalto
Endereço: Praça dos Três Poderes – Brasília (DF)
Agendamento de visitas para grupos e escolas: (61) 3033-2929
Entrada franca

Museu Regional de Caeté completa 32 anos

O Museu Regional de Caeté (MG) completa 32 anos no próximo dia 17 de fevereiro. As comemorações começam nesta sexta-feira (11/2) com a exposição Palmas Barrocas, da artista Neuza Chagas de Sabará, e se encerram no dia 17, com recital de violão comandado pelo músico Sidney do Vale, servidor do Museu.  A programação também faz parte das festividades de 297 anos da cidade de Caeté (MG).

O Museu está instalado em um prédio histórico de estilo colonial, datado de 1765, localizado no centro da cidade de Caeté, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). O seu acervo é composto, principalmente, de mobiliário e peças sacras, com destaque para a Capela de São Manoel e a coleção de oratórios e imagens de santos em exposição.

Programação:
11 de fevereiro
15h – Abertura da exposição Palmas Barrocas – artista Neuza Chagas – aberta até 28/2
19h30min – Show musical com o saxofonista Fernando Nascimento, acompanhado pelos músicos Braulinho Santiago e Wilson (Cabecinha).

16 de fevereiro
Exibição de filme para estudantes do EJA (evento fechado).

17 de fevereiro
Recital de Violão com Sidney do Vale.

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