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120 imagens da etnia Hereros no Museu Histórico Nacional (RJ)

Vista por mais de 185 mil pessoas em Brasília e São Paulo, com temporadas em Lisboa (Portugal) e Luanda (Angola), a mostra Hereros – Angola, do fotógrafo Sérgio Guerra, está em exibição no Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), até o dia 8 de julho.

Com curadoria do artista plástico e diretor do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, a bem-sucedida mostra, originada do livro homônimo do artista (Editora Maianga, 2010) apresenta 120 fotos em diversos formatos, acompanhadas por uma cenografia repleta de vestimentas, adereços e objetos de uso tradicional e ritualístico da etnia, traçando um amplo registro de seu modo de vida e tradições.

Dono de um grande acervo de imagens da cultura angolana, Sérgio Guerra exibe no Rio de Janeiro um panorama minucioso de suas expedições ao país africano, mais propriamente de seus registros dos Hereros – o mais antigo grupo étnico do continente.

Fruto da paixão que o fotógrafo desenvolveu pela cultura do país africano, quando ficou à frente da comunicação do governo angolano, há mais de 15 anos, a exposição traz ainda depoimentos em vídeo colhidos entre homens, mulheres e jovens hereros sobre a sua cultura.

Divulgação: MHN/Ibram

Exposição Poéticas do Mangue no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), iniciou seu programa de exposições 2012 com Poéticas do Mangue. A mostra fica em exibição até 17 de junho e reúne um conjunto expressivo de cerca de 100 obras, entre desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas, do período que perpassa a década de 1920 até meados de 1960.

Um dos grandes temas do Expressionismo Alemão, a prostituição feminina encontrou no Brasil um habitat quase ‘natural’ na região do mangue, nas proximidades do cais do porto no Rio de Janeiro. Na arte moderna brasileira, o tema foi abordado por vários artistas.

A mostra traz Lasar Segall (1891-1957) e Di Cavalcanti (1897-1976), os que mais registros fizeram da paisagem do meretrício carioca, e outros importantes nomes como Antonio Gomide (1895-1967), Poty Lazzaroto (1924-1998), Otto Lange (1879-1944) e Walter Jacob (1893-1964).

No dia 19 de maio, às 17h, será o lançamento do catálogo/livro Poéticas do Mangue, quando ocorrerá uma mesa redonda com especialistas. A mesa fará parte das atividades da 10ª Semana de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio – evento promovido anualmente pelo Ibram/MinC. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

250 obras de Visconti no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) exibe, até 24 de junho, Eliseu Visconti – a modernidade antecipada, exposição com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e objetos realizados pelo artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram
Atualizada em 9 de maio 2012

Evolução Humana em exposição no Museu de Biologia Mello Leitão (ES)

A exposição Evolução Humana, projeto do Museu de ciências da Vida da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) em parceria com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão/Ibram, será aberta ao público no dia 30 de março, em Santa Teresa (ES).

Modelos realísticos de esqueletos e fósseis de diversos primatas e hominídeos, que contam um pouco da história da evolução humana de 7 milhões de anos até os tempos modernos, estarão em exibição até 31 de julho de 2012.

Na abertura, será realizado o Encontro de Evolução Humana, organizado pela Profª. Aurélia Fernandes, do Departamento de Morfologia da UFES, e com apoio da FAPES, que terá a participação de pesquisadores que abordarão questões relacionadas a origem do ser humano, sua trajetória e adaptações até os tempos contemporâneos. Saiba mais aqui.

Texto: Divulgação Museu de Biologia Prof. Mello Leitão

Exposição no Museu Lasar Segall reúne cerca de 100 obras modernistas

Mangue foi realizado por Di Cavalcanti em 1929

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), inicia seu programa de exposições 2012, no dia 31 de março, com Poéticas do Mangue, e tem como convidado para curadoria o professor Fábio Magalhães.

A mostra fica em exibição até 17 de junho e reúne um conjunto expressivo de cerca de 100 obras, entre desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas, do período que perpassa a década de 1920 até meados de 1960.

Um dos grandes temas do Expressionismo Alemão, a prostituição feminina encontrou no Brasil um habitat quase ‘natural’ na região do mangue, nas proximidades do cais do porto no Rio de Janeiro. Na arte moderna brasileira, o tema foi abordado por vários artistas.

A mostra traz Lasar Segall (1891-1957) e Di Cavalcanti (1897-1976), os que mais registros fizeram da paisagem do meretrício carioca, e outros importantes nomes como Antonio Gomide (1895-1967), Poty Lazzaroto (1924-1998), Otto Lange (1879-1944), Walter Jacob (1893-1964).

No dia 19 de maio, às 17h, será o lançamento do catálogo/livro Poéticas do Mangue, quando ocorrerá uma mesa redonda com especialistas. A mesa fará parte das atividades da 10ª Semana de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio – evento promovido anualmente pelo Ibram/MinC.

Intervenções
No mesmo dia 31 de março, o museu inaugura a quarta edição do Projeto Intervenções, evento em que há ocupação de diferentes áreas da instituição com instalações ou intervenções.

A convidada é a artista plástica Mônica Nador, que inspirada na xilogravura de Segall, Cabeça de negro (1929), realiza um trabalho de justaposição desta imagem, com um autorretrato realizado em 2004 por um morador da periferia de São Paulo que participa do Jardim Miriam Arte Clube (Jamac). Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Imagens de Raymond Asséo no Museu da Inconfidência (MG)

O repórter fotográfico francês Raymond Asséo, radicado no Brasil, é alvo de uma retrospectiva de sessenta anos dedicados à fotografia. Trata-se da mostra Raymond Asséo – Fotografias e cromografias, sob curadoria de Margareth Monteiro e Janine Ojeda, que está no Museu da Inconfidência/Ibram até 29 de abril.

O público poderá conferir, gratuitamente, fotografias em preto e branco e cromografias de artistas ou personalidades, como o cantor e compositor mineiro Milton Nascimento (foto), rostos anônimos, cenas de rua, objetos e paisagens. “A exposição retraça instantes que despertaram a emoção de um contato entre minha sensibilidade e o que observei a meu redor pelo mundo”, destaca Asséo, que já expôs em museus, dentre outros, de Paris, Londres, Genebra – cidade da qual foi fotógrafo oficial de 1962 a 1973.

Raymond Asséo iniciou sua carreira de repórter em 1960. Colaborou ativamente para grandes revistas, como Life, Esquire e Vogue, e organizações internacionais, entre elas Cruz vermelha, UNESCO e ONU, documentando fatos marcantes do mundo. De 1967 a 1973, cobriu as guerras que agitaram o Oriente Médio. Tendo inclinação particular pelas artes, Raymond Asseo é autor de vários livros e reportagens neste domínio. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da Inconfidência

MNBA prepara retrospectiva de Eliseu Visconti com obras nunca exibidas

A pintura Gioventú (1898), do acervo MNBA, estará em exposição

Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) inaugura no dia 3 de abril, a exposição Eliseu Visconti – A modernidade antecipada, com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e documentos do artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

Artista com grande presença na transição do Brasil Imperial para o Brasil Republicano, Eliseu Visconti antecipou a modernidade na arte brasileira, sem, no entanto, romper com suas origens nem com os artistas que o antecederam. Assim, a exposição tem por propósito redimensionar o legado de Visconti, situando-o como agente capital de tal modernização.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

Dentre as pinturas, destacam-se na exposição 25 autorretratos, dentre os mais de 40 que Visconti criou em seus 60 anos de produção. A exposição conta ainda com memorabilia variada (cadernos de apontamentos, documentos, fotografias e estudos), cenografia do ateliê do artista (cavalete, pincéis e paleta) e cronologia ilustrada.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram

Imagens do Japão após terremoto no Museu Histórico Nacional (RJ)

Para marcar um ano da tragédia ocorrida no Japão em 2011, quando o Grande Terremoto do Leste devastou algumas áreas da região de Tohoku, o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e o Museu Histórico Nacional/Ibram realizam uma exposição com cerca de 100 imagens em painéis fotográficos, apresentando detalhes inéditos do episódio. A exposição ficará patente ao público entre 9 de março e 13 de maio.

As fotos mostram como as cidades ficaram devastadas pelo terremoto e tsunami e as respectivas reconstruções de cada região. A exposição mostra também imagens dos encantos da região de Tohoku, sua culinária regional, sua paisagem, artesanato e arquitetura, proporcionando um interessante panorama de vários aspectos da cultura japonesa.

Complementando o evento, será oferecida ao público, com entrada gratuita, uma mostra de filmes japoneses em apoio à região afetada pelo terremoto, que acontecerá no auditório do Museu Histórico Nacional entre os dias 8 e 16 de março. Veja a programação completa das exibições. Mais informações sobre o MHN aqui.

Fonte: Divulgação Museu Histórico Nacional

Norfini e Rian em exposição no Museu Forte Defensor Perpétuo (RJ)

O Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram, localizado em Paraty (RJ), exibe, a partir de 20 de março, duas novas exposições: Imagens do Brasil: História de Todos Nós, com desenhos e aquarelas do artista italiano Alfredo Norfini; e A República no Traço de Rian, com caricaturas de Nair de Teffé, que assinava seus trabalhos como Rian.

A primeira é uma exposição itinerante produzida pelo Museu Histórico Nacional/Ibram em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC), reunindo reproduções da coleção de aquarelas, desenhos a lápis e bico-de-pena de Alfredo Norfini (1867-1944), que percorreu cidades históricas brasileiras registrando a paisagem rural e urbana.

A exposição conta também com retábulos de madeira e instrumentos utilizados na talha e douramento dessas peças durante o Brasil Colônia, bem como mobiliário do período.

As obras de Norfini, que integram o acervo do MHN desde 1930, retratam o Brasil dos séculos XVII ao XIX. A maior parte delas focaliza Minas Gerais, revelando padrões de vida conhecidos e vividos em quase todo o país durante o ciclo colonial. A exposição pode ser vista até 10 de maio.

Nair de Teffé, conhecida artisticamente como Rian (Nair ao contrário), é considerada a primeira caricaturista mulher no Brasil e no mundo, segundo o historiador e crítico de arte mexicano Bernardo G. Barros, em publicação de 1916.

A exposição está dividida em dois segmentos: o traço político – retrato caricatural de personalidades ligadas à política (na imagem, Juscelino Kubitschek) – e o traço social, caricatura de costumes, que retrata personalidades, cenas e fatos da vida social. A exposição fica em cartaz até 4 de abril.

O Museu Forte Defensor Perpétuo funciona de terça a domingo, de 9h às 12h e de 13h às 17h no Centro Histórico de Paraty.

Divulgação: Museu Forte Defensor Perpétuo

Museu Imperial abre mostra de artistas italianos no Brasil do século XIX

Como parte das comemorações do Momento Itália-Brasil 2011-2012, o Museu Imperial/Ibram apresenta a exposição Artistas Italianos no Brasil Imperial. Com pinturas, gravuras, joias, esculturas, livros e objetos, entre outras peças, a mostra expõe obras de artistas da península itálica que vieram ao Brasil e/ou retrataram aspectos brasileiros durante o século XIX.

A exposição será inaugurada às 15h30 do dia 16 de março, data em que são comemorados os 69 anos da inauguração do Museu Imperial e o aniversário da cidade de Petrópolis. A exposição permance aberta até 5 de agosto – de terça-feira a domingo, das 11h às 18h, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Imperial.

Com curadoria de Maurício Vicente Ferreira Jr., diretor do Museu Imperial, a exposição apresenta 31 obras de autores consagrados, como Nicolao Fachinetti, Edoardo de Martino e Alessandro Cicarelli, e desconhecidos do grande público, dentre eles Natale Schiavoni, Umberto Cavina, Giovanni Pagani e Carlo Ferrario.

Na mostra, destacam-se ainda obras do príncipe-artista Luigi di Borbonne, o conde d´Áquila, príncipe das Duas Sicílias e cunhado do imperador d. Pedro II. Também é possível conferir as charges políticas de Angelo Agostini, editor de célebres jornais ilustrados da segunda metade do século XIX.

“É uma oportunidade para conhecer a contribuição de artistas da península itálica ao panorama cultural da corte do Rio de Janeiro durante a segunda metade do século XIX, influência intensificada após o casamento do imperador d. Pedro II com d. Teresa Cristina, princesa do Reino de Nápoles e Duas Sicílias, em 1843”, afirma Maurício Ferreira. Saiba mais.

Fonte: Divulgação Museu Imperial

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