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Museu Regional de São João del-Rei exibe peças do período colonial brasileiro

Fragmento de retábulo do Século XVIII está em exposição

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram abre ao público, entre 11 de maio e 30 de setembro, a exposição Mestres, Artífices, Oficiais e Aprendizes – a Escultura e a Talha nos Séculos XVIII e XIX. Ela pode ser visitada diariamente, no horário das 9h às 18h, à Rua Marechal Deodoro, nº 12, Centro.

A coleção do museu reúne fragmentos de retábulos, pilastras, colunas, imagens e peças de mobiliário, esculpidas e entalhadas em madeira, que fazem referência à arte colonial brasileira dos períodos Barroco e Rococó.

Introduzido no Brasil no início do século XVII por missionários católicos, como instrumento de doutrinação cristã, o Barroco nos deixou um legado importante relacionado à arte sacra. As peças entalhadas e cobertas por folhas de ouro apresentam decoração cujo tema são as folhas de parreira e de acanto, espalhando-se, e cobrindo todo o conjunto, em perfeita harmonia com anjos e aves entre outros.

A exposição apresenta o trabalho de mestres, artífices, oficiais e aprendizes que se apropriaram da arte erudita européia. São escultores que evoluíram tecnicamente no exercício de seus ofícios, e que através da singularidade de seus estilos como Antonio Francisco Lisboa, conhecido pela alcunha de Aleijadinho, tornaram-se mundialmente conhecidos.

Texto e imagem: Divulgação MRSJDR

Museu da Inconfidência abre exposição sobre mitos para público infanto-juvenil

O Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG), antecipa o  início da 10ª Semana de Museus inaugurando a exposição Mitos: Metamorfoses na Biblioteca, às 20h do dia 11 de maio. A visitação gratuita poderá ser feita até 17 de junho.

Realiza em parceria com a Via Social Projetos Culturais, a exposição, voltada para o público infanto-juvenil, é composta pela representação de mitos clássicos e populares, que colaboraram no processo de formação da cultura nacional, tanto em suas versões originais quanto na apropriação literária do tema – com ênfase na mitologia greco-romana e ameríndia.

O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura com patrocínio do Itaú e da Eletrobrás. A concepção geral, pesquisa e textos são de Leonardo José Magalhães Gomes. Para ilustrar a exposição, o designer Flávio Vignoli e o artista plástico Roberto Marques desenvolveram projeto visual original que envolverá o público de forma mágica e lúdica.

Como peça gráfica, será disponibilizado ao público um almanaque com o conteúdo da exposição, material que auxiliará os visitantes a conhecer a fundo os mistérios dos mitos clássicos e populares. A distribuição será gratuita para grupos escolares pré-agendados. Saiba mais.

Texto: Divulgação Museu da Inconfidência

Último fim de semana da exposição Modigliani no Museu Nacional de Belas Artes

Pintando em 1917, Jovem Mulher está em exposição no MNBA até 6 de maio

Mais de 50 mil pessoas já visitaram a mostra Modigliani: Imagens de uma Vida, desde que foi inaugurada, em janeiro deste ano, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro.

A exposição estará em cartaz até o domingo, 6 de maio, e, para facilitar, os horários de visitação foram ampliados excepcionalmente esta semana (quarta a sexta-feira, das 10h às 20h; e no sábado e domingo, das 11h até às 18h). A entrada é gratuita.

Na tarde de sábado (5), o MNBA promove oficinas gratuitas direcionadas às crianças. Inspirada na vida do artista, o objetivo é estimular a reflexão sobre as influências que cada um recebe no seu cotidiano e como se pode pensar e produzir de forma original a partir daí.

Composta por obras que circulam pela primeira vez na América Latina, a mostra Modigliani: Imagens de uma Vida reúne 230 peças, sendo 54 pinturas, 5 esculturas originais, 55 desenhos, 2 livros e 1 litografia, além de documentos, fotos, diários e manuscritos de Amedeo Modigliani (1884-1920) e de importantes artistas da sua época. Saiba mais.

Fonte: Portal MinC
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA/Ibram

Você Que Faz Versos em exibição no Museu Victor Meirelles (SC)

Você Que Faz Versos é o título da exposição, do artista Walmor Corrêa, que o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), exibe até 13 de junho. A entrada é gratuita e a visitação acontece de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas.

Walmor Corrêa utiliza nas peças ferro, plástico, vidro, papel, borracha, biscuit e madeira, tudo em composição com a técnica da taxidermia, criando animais que possuem corpo de pássaro e cabeça de rato.

O artista lembra que os animais utilizados para a realização deste trabalho foram adquiridos em empresas especializadas em taxidermia ou são oriundos de doações. Sua maior preocupação desde a criação do trabalho foi convencer esteticamente e não cientificamente, conforme ele mesmo ressalta.

Catarinense de Florianópolis, Walmor Corrêa atualmente vive e trabalha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É graduado em Publicidade e Propaganda e em Arquitetura e Urbanismo e tem participações em mostras individuais em várias cidades brasileiras e coletivas no exterior. Leia mais.

Texto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto: Letícia Remião

Taxidermia na arte é um dos temas de exposição no Museu Victor Meirelles

Você Que Faz Versos é o título da exposição, do artista Walmor Corrêa, que o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), exibe de 26 de abril a 13 de junho. A entrada é gratuita e a visitação acontece de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas. A abertura no dia 26 contará com a presença do artista, a partir das 18h, que conversará com o público sobre os trabalhos apresentados.

Walmor Corrêa utiliza nas peças ferro, plástico, vidro, papel, borracha, biscuit e madeira, tudo em composição com a técnica da taxidermia, criando animais que possuem corpo de pássaro e cabeça de rato.

O artista lembra que os animais utilizados para a realização deste trabalho foram adquiridos em empresas especializadas em taxidermia ou são oriundos de doações. Sua maior preocupação desde a criação do trabalho foi convencer esteticamente e não cientificamente, conforme ele mesmo ressalta.

Catarinense de Florianópolis, Walmor Corrêa atualmente vive e trabalha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É graduado em Publicidade e Propaganda e em Arquitetura e Urbanismo e tem participações em mostras individuais em várias cidades brasileiras e coletivas no exterior. Leia mais.

Texto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto: Letícia Remião

120 imagens da etnia Hereros no Museu Histórico Nacional (RJ)

Vista por mais de 185 mil pessoas em Brasília e São Paulo, com temporadas em Lisboa (Portugal) e Luanda (Angola), a mostra Hereros – Angola, do fotógrafo Sérgio Guerra, está em exibição no Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), até o dia 8 de julho.

Com curadoria do artista plástico e diretor do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, a bem-sucedida mostra, originada do livro homônimo do artista (Editora Maianga, 2010) apresenta 120 fotos em diversos formatos, acompanhadas por uma cenografia repleta de vestimentas, adereços e objetos de uso tradicional e ritualístico da etnia, traçando um amplo registro de seu modo de vida e tradições.

Dono de um grande acervo de imagens da cultura angolana, Sérgio Guerra exibe no Rio de Janeiro um panorama minucioso de suas expedições ao país africano, mais propriamente de seus registros dos Hereros – o mais antigo grupo étnico do continente.

Fruto da paixão que o fotógrafo desenvolveu pela cultura do país africano, quando ficou à frente da comunicação do governo angolano, há mais de 15 anos, a exposição traz ainda depoimentos em vídeo colhidos entre homens, mulheres e jovens hereros sobre a sua cultura.

Divulgação: MHN/Ibram

Exposição Poéticas do Mangue no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), iniciou seu programa de exposições 2012 com Poéticas do Mangue. A mostra fica em exibição até 17 de junho e reúne um conjunto expressivo de cerca de 100 obras, entre desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas, do período que perpassa a década de 1920 até meados de 1960.

Um dos grandes temas do Expressionismo Alemão, a prostituição feminina encontrou no Brasil um habitat quase ‘natural’ na região do mangue, nas proximidades do cais do porto no Rio de Janeiro. Na arte moderna brasileira, o tema foi abordado por vários artistas.

A mostra traz Lasar Segall (1891-1957) e Di Cavalcanti (1897-1976), os que mais registros fizeram da paisagem do meretrício carioca, e outros importantes nomes como Antonio Gomide (1895-1967), Poty Lazzaroto (1924-1998), Otto Lange (1879-1944) e Walter Jacob (1893-1964).

No dia 19 de maio, às 17h, será o lançamento do catálogo/livro Poéticas do Mangue, quando ocorrerá uma mesa redonda com especialistas. A mesa fará parte das atividades da 10ª Semana de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio – evento promovido anualmente pelo Ibram/MinC. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

250 obras de Visconti no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) exibe, até 24 de junho, Eliseu Visconti – a modernidade antecipada, exposição com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e objetos realizados pelo artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram
Atualizada em 9 de maio 2012

Evolução Humana em exposição no Museu de Biologia Mello Leitão (ES)

A exposição Evolução Humana, projeto do Museu de ciências da Vida da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) em parceria com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão/Ibram, será aberta ao público no dia 30 de março, em Santa Teresa (ES).

Modelos realísticos de esqueletos e fósseis de diversos primatas e hominídeos, que contam um pouco da história da evolução humana de 7 milhões de anos até os tempos modernos, estarão em exibição até 31 de julho de 2012.

Na abertura, será realizado o Encontro de Evolução Humana, organizado pela Profª. Aurélia Fernandes, do Departamento de Morfologia da UFES, e com apoio da FAPES, que terá a participação de pesquisadores que abordarão questões relacionadas a origem do ser humano, sua trajetória e adaptações até os tempos contemporâneos. Saiba mais aqui.

Texto: Divulgação Museu de Biologia Prof. Mello Leitão

Exposição no Museu Lasar Segall reúne cerca de 100 obras modernistas

Mangue foi realizado por Di Cavalcanti em 1929

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), inicia seu programa de exposições 2012, no dia 31 de março, com Poéticas do Mangue, e tem como convidado para curadoria o professor Fábio Magalhães.

A mostra fica em exibição até 17 de junho e reúne um conjunto expressivo de cerca de 100 obras, entre desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas, do período que perpassa a década de 1920 até meados de 1960.

Um dos grandes temas do Expressionismo Alemão, a prostituição feminina encontrou no Brasil um habitat quase ‘natural’ na região do mangue, nas proximidades do cais do porto no Rio de Janeiro. Na arte moderna brasileira, o tema foi abordado por vários artistas.

A mostra traz Lasar Segall (1891-1957) e Di Cavalcanti (1897-1976), os que mais registros fizeram da paisagem do meretrício carioca, e outros importantes nomes como Antonio Gomide (1895-1967), Poty Lazzaroto (1924-1998), Otto Lange (1879-1944), Walter Jacob (1893-1964).

No dia 19 de maio, às 17h, será o lançamento do catálogo/livro Poéticas do Mangue, quando ocorrerá uma mesa redonda com especialistas. A mesa fará parte das atividades da 10ª Semana de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio – evento promovido anualmente pelo Ibram/MinC.

Intervenções
No mesmo dia 31 de março, o museu inaugura a quarta edição do Projeto Intervenções, evento em que há ocupação de diferentes áreas da instituição com instalações ou intervenções.

A convidada é a artista plástica Mônica Nador, que inspirada na xilogravura de Segall, Cabeça de negro (1929), realiza um trabalho de justaposição desta imagem, com um autorretrato realizado em 2004 por um morador da periferia de São Paulo que participa do Jardim Miriam Arte Clube (Jamac). Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

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