Página 18 de 32« Primeira...10...1617181920...30...Última »

Forte Defensor Perpétuo homenageia memória da ciranda em Paraty (RJ)

Os mestres cirandeiros cantam uma cultura esquecida. Com a migração para a cidade, os antigos bailes da roça se tornaram cada vez mais raros. Essa memória musical da gente de Paraty está sendo homenageada até janeiro no Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram, em Paraty (RJ), com fotografias, vídeos e objetos pessoais.

A exposição Os Nomes da Ciranda é o principal produto do projeto Paraty Ciranda, que envolve pesquisa e mapeamento da ciranda no município, realizado pelo Instituto Colibri e patrocinado pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro.

Um painel com mais de 100 nomes levantados pela pesquisa, realizada pela equipe do Ibram em Paraty, ilustra o salão principal da exposição, aberta ao público no último dia 28 de setembro.

O projeto prevê um encontro mensal com os cirandeiros em datas a serem definidas. Os vídeos exibidos na exposição podem ser acessados no blogue do projeto Paraty Ciranda.

Avalie o Museu Forte Defensor Perpétuo no portal TripAdvisor.

Texto: Divulgação Museu Forte Defensor Perpétuo
Fotos: Joana França

Museu do Açude (RJ) inaugura exposição “Castro Maya e a Natureza do Rio”

O Museu do Açude, que integra a estrutura do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), inaugurou neste domingo (23) a exposição de longa duração  Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio.

A mostra registra o envolvimento de Castro Maya com a natureza em duas dimensões: a de colecionador de imagens sobre a paisagem natural do Rio de Janeiro e a de gestor da Floresta da Tijuca (de 1943 a 1946), com sua atuação em favor da preservação do patrimônio natural da cidade. Paisagem e patrimônio formam, portanto, o fio condutor da seqüência de imagens expostas em duas salas da Galeria Rugendas, localizada no Museu.

São 81 imagens, reproduzidas a partir do acervo dos Museus Castro Maya, que revelam a primorosa iconografia de obras dos artistas viajantes europeus do séc. XIX, e uma série de fotografias em preto e branco, que serviram de registro para o seu trabalho de recuperação das áreas degradadas da Floresta da Tijuca, devolvendo à cidade um legado paisagístico e ambiental revitalizado.

“A ideia foi valorizar Castro Maya, sua obra de colecionador e sua paixão pelo Rio de Janeiro”, explicou o curador da exposição, Paulo Sá (foto ao lado). “São imagens do relevo, da beleza natural da cidade, da floresta que Castro Maya tanto gostava”, completou ele.

Presente ao evento, o presidente do Ibram, José do Nascimento Junior, lembrou que a inauguração coincide com o início da 6ª Primavera dos Museus: “É importante lançar a Primavera no Museu do Açude com a reabertura do último pavilhão fechado por causa das chuvas de 2010 e com uma mostra tão significativa da vida de Castro Maya”.

A 6ª Primavera dos Museus (veja a programação completa) segue até o dia 30 de setembro com a participação de 803 instituições que realizarão 2.045 atividades em 364 municípios de todos os estados do país.

Serviço:

O quê: ExposiçãoCastro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio
Quando: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h.
Onde: Museu do Açude (Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista)
Mais informações:
Ingresso: R$ 2,00. Entrada franca às quintas-feiras. Gratuidade para menores de 12 anos, maiores de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros da Associação dos Amigos do Museu e do ICOM. Tel: 21 3433.4990 ou 21 3433.4984 (para agendamento de visitas orientadas).

Texto: Museu do Açude e Ascom Ibram
Fotos: Rita de Cássia Barga (Núcleo Educativo/Museu do Açude)

Relação de Castro Maya com natureza do Rio é tema no Museu do Açude

Como parte da programação da 6ª Primavera dos Museus, o Museu do Açude, vinculado ao Ibram, inaugura no próximo domingo (23), ao meio-dia, a exposição de longa duração “Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio”.

A mostra, que ocupa duas salas da Galeria Rugendas do museu, revela a relação do patrono da instituição, Raymundo Ottoni de Castro Maya, com a natureza carioca em duas dimensões: o colecionador de imagens sobre a paisagem natural do Rio de Janeiro e sua gestão em favor da preservação do patrimônio natural da cidade como administrador da Floresta da Tijuca de 1943 a 1946.

São 81 imagens, reproduzidas a partir do acervo dos Museus Castro Maya, que revelam a primorosa iconografia de obras dos artistas viajantes europeus do séc. XIX, e uma série de fotografias em preto e branco que serviram de registro para o seu trabalho de recuperação das áreas degradadas da Floresta da Tijuca, devolvendo à cidade um legado paisagístico e ambiental revitalizado.

A exposição, que é aberta no ano em que o Rio celebra o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido pela UNESCO pela excelência de sua paisagem cultural, ressalta a figura de Castro Maya como um notável carioca que, em vida, sempre esteve empenhado em valorizar o patrimônio natural e humano da cidade do Rio de Janeiro.

“Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio” poderá ser vista a partir deste domingo diariamente, exceto às terças-feiras, das 11 às 17h.

SERVIÇO

O quê: Exposição “Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio”
Quando: Abertura neste domingo, das 12 às 16h. Visitação diariamente, exceto às terças-feiras, das 11 às 17h.
Ingresso: R$ 2,00. Entrada franca às quintas-feiras. Gratuidade: para menores de 12 anos, maiores de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros da Associação dos Amigos do Museu e do ICOM.
Endereço: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista | Rio de Janeiro – RJ

Como chegar
Ônibus: do Centro e da Barra da Tijuca – Linhas 221, 225, 233 e 234.
Saltar na Rua Boa Vista, próximo ao quartel do Corpo de Bombeiros.
Carro: por São Conrado, subir a Estrada das Canoas; pela Tijuca, subir pela Av. Edson Passos.
Estacionamento: gratuito no próprio museu.
Informações: (21) 3433.4984 | mdac@museus.gov.br | www.museuscastromaya.com.br

 

 

 

MAM-BA suspende visitação ao Solar do Unhão e exposição até sexta-feira (14)

Devido à realização de um evento internacional relacionado à Copa do Mundo de 2014, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) informa que, até sexta-feira (14/09), a visitação à mostra Jorge Amado e Universal e o acesso às dependências do Solar do Unhão estão suspensos.

Apesar do fechamento, todas as ações educativas estão mantidas, entre elas as visitas de escolas já agendadas e as oficinas. Também está confirmada a programação de atividades que têm relação com a mostra: na quinta-feira (13/09), às 15h, a Companhia das Letras inicia o curso Jorge Amado: Interpretações e ressonâncias, no Cinema do MAM; na sexta-feira, também às 15h, acontece a palestra Arte Contemporânea, corpo, linguagens e mídias: Diálogos com Caetano Dias, que faz parte do Ciclo de debates sobre arte e será ministrada pela professora e doutora em semiótica Christine Mello. Os eventos são abertos ao público e gratuitos.

Confira a programação completa no blog http://bahiamam.org/

texto: divulgação MAM-BA

Museu Victor Meirelles (SC) celebra 180 anos de nascimento do artista

No dia 18 de agosto, aconteceu a abertura da exposição Tributo a Victor Meirelles: 180 Anos de Nascimento do Artista. A exposição apresenta obras do artista pertencentes a coleções particulares, instituições públicas e ao acervo do próprio museu. É composta por telas de sua autoria e também por obras realizadas por seus mestres e discípulos.

Estudos de Traje Italiano (1853) estarão expostos no Museu Victor Meirelles (SC)

A mostra vai possibilitar ao público ainda a apreciação de vários trabalhos de Victor Meirelles que integram os seus famosos Estudos de Traje Italiano, série produzida entre os anos de 1852 e 1854, quando o artista realizava os estudos na Itália. Saiba da programação completa aqui.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto de Capa: Museu Nacional de Belas Artes

Edição: Ascom/Ibram

Museus Ibram prorrogam exposições sobre relação artística Brasil-Itália

Aspecto da exposição "Artistas Italianos no Brasil Imperial"

Devido ao grande sucesso de público, o Museu  Imperial, vinculado ao Ibram, decidiu prorrogar a exposição Artistas  Italianos no Brasil Imperial, que seria encerrada no dia 5 de agosto,  para até o dia 30 de setembro.

Inaugurada em 16 de março, a exposição já recebeu mais de 117 mil  visitantes e integra as comemorações oficiais do Momento Itália-Brasil 2011-2012. A mostra tem curadoria de Maurício Vicente Ferreira Jr., diretor do Museu Imperial, e traz obras de artistas da península itálica que vieram ao Brasil e/ou retrataram aspectos brasileiros durante o século XIX. Saiba mais.

A exposição Artistas Italianos no Brasil Imperial está aberta de terça-feira a domingo, das 11h às 18h, na Sala de Exposições Temporárias do Museu. A entrada está incluída no ingresso de visitação ao Museu, que custa R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia, para estudantes, professores e maiores de 60 anos).

Quem ainda não conferiu a mostra Artistas brasileiros na Itália, do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) também terá mais algumas semanas para fazer uma visita. A exposição, que seguiria em cartaz até 26 de agosto, teve sua exibição prorrogada até 4 de novembro.

Elaborada a partir da coleção de arte brasileira do MNBA, a mostra proporciona uma fruição e reflexão a respeito do fazer artístico dos séculos XIX, XX, alcançando até o século XXI, a partir de experiências estéticas vivenciadas por um grupo de artistas que assimilou a cultura italiana na construção de seu legado artístico.

A mostra reúne nomes como Victor Meirelles, Agostinho da Mota, João Zeferino da Costa, Rodolfo Bernardelli, José Pancetti, Carlos Oswald, Bruno Giorgi, Maria Bonomi, Iberê Camargo e Darel Valença Lins, dentre outros, e também compõe o Momento Itália-Brasil. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Última atualização: 13.8.2012

Museu Histórico Nacional comemora 90 anos com abertura de exposição

Cerca de 1.200 pessoas, entre funcionários e ex-funcionários, diretores de museus, cônsules, representantes da comunidade acadêmica, gestores culturais, ex-alunos de cursos e integrantes da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, entre outros, participaram da cerimônia comemorativa dos 90 anos da instituição, que aconteceu na noite desta quinta-feira (2) na cidade do Rio de Janeiro.

A cerimônia, que contou com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., foi marcada pela abertura de exposição temática sobre a história do museu e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia que dá acesso a parte do vasto acervo do MHN.

Em sua fala ao público presente, a diretora do MHN, Vera Tostes, enfatizou o comprometimento das equipes do museu ao longo da trajetória de nove décadas, enfrentando desafios e superando as dificuldades para o cumprimento da missão da instituição.

Entre os convidados, mereceu destaque a presença de D. Nair de Moraes Carvalho, funcionária do Museu Histórico Nacional contemporânea de Gustavo Barroso, fundador da instituição, tendo sido aluna de uma das primeiras turmas do Curso de Museus que funcionou no MHN.

A exposição “Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias” revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922 pelo Presidente Epitácio Pessoa no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de Museologia do Brasil e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional. Saiba mais.

Museu Histórico Nacional completa 90 anos com programação especial no RJ

Sediado no Rio de Janeiro (RJ) e vinculado ao Ibram/MinC, o Museu Histórico Nacional (MHN) completa 90 anos de existência no dia 2 de agosto.

Para celebrar a data, o MHN preparou uma programação especial que inclui exposição temática e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia.

Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias, será aberta no dia 2, às 18h30, com a participação da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., e da diretora do MHN, Vera Tostes.

A exposição revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922, pelo Presidente Epitácio Pessoa, no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras – como a criação da primeira escola de Museologia do país e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.

Selo e aplicativo

Fotografia da Capela da Jaqueira em Recife (PE)

No dia 2 de agosto, também parte da programação dos 90 anos do MHN/Ibram,  a exposição Arte Barroca e Rococó no Brasil – fotografias de Alex Salim será aberta ao público. O fotógrafo mineiro selecionou 42 imagens para a exposição que representam uma síntese da produção artística brasileira do ciclo barroco-rococó.

Durante a abertura, serão lançados o selo e o carimbo comemorativos dos 90 anos do MHN produzidos pelos Correios. Foram produzidos, sob encomenda, 12 mil exemplares, que estarão à venda na loja do museu.

O MHN vai lançar ainda aplicativo gratuito e disponível para iPhone, iPad e iPod Touch, com vasto conteúdo multimídia (áudio, fotos e vídeos). O aplicativo estará disponível para download via internet. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MHN
Última atualização: 1º de agosto de 2012

MNBA abre retrospectiva da artista Anna Letycia com mais de 80 gravuras

Uma artista que moldou sua carreira a partir de expressivos mas sóbrios traços geométricos e cores, Anna Letycia ganha retrospectiva, a partir do dia 17 de julho, no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram. A exposição pode ser vista gratuitamente até 9 de setembro no Rio de Janeiro.

A exposição retrospectiva no MNBA vai percorrer meio século de produção de Anna Letycia

Serão exibidas 80 obras em Anna Letycia: gravuras – indo de técnicas como gravura em metal água-tinta e água-forte até relevo e ponta-seca – cuja produção abrange trabalhos do início da década de 1950 até 2008.

Histórico
Gravadora fluminense nascida em Teresópolis, em 1929, o escritor Anibal Machado dizia que de seus trabalhos emanava uma “atmosfera de silêncio”. Já o critico Frederico Moraes apontava “um máximo de despojamento nas obras, uma espécie de minimalismo gráfico, que revela uma sensibilidade muito apurada e uma beleza serena”.

Aluna de mestres da gravura como Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo, na década de 1950, a artista dedicou-se ao ensino por mais de 20 anos. Desde 1956, ano de sua primeira exibição, Anna Letycia já realizou dezenas de exposições individuais e participou de outras tantas coletivas ao longo das últimas décadas.

Mais recentemente, realizou a exposição Gravuras de Anna Letycia, no Instituto Tomie Ohtake (SP), e, em 2009, na Caixa Cultural Brasília, seguindo-se mostra no Museu de Arte Aloísio Magalhães no Recife. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram

Museu da Inconfidência abre exposição sobre imigração italiana em MG

Em comemoração ao Ano da Itália no Brasil (2011-2012) e o 301° aniversário de Vila Rica, O Museu da Inconfidência/Ibram inaugura, no dia 13 de julho, às 20h30, na Sala Manoel da Costa Athaide, a exposição De Gênova a Ouro Preto: A rota dos Fontana.

Procissão de Corpus Christi em Ouro Preto fotografada por Fontana

A mostra retrata a imigração italiana no país e em Minas Gerais a partir da vinda da família do fotógrafo ouropretano Luiz Fontana ao Brasil, no final do século XIX.

Fontana deixou seu legado histórico, entre as décadas de 1920 e 1948, nos registros fotográficos que constituem patrimônio da Prefeitura Municipal, sob guarda do Instituto de Filosofia, Arte e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto.

A mostra tem curadoria geral de Janine Ojeda e Margareth Monteiro e foi idealizada em parceria com a Prefeitura de Ouro Preto, que lançará site com a coleção de imagens digitalizadas da obra de Fontana.

Também estarão expostos objetos, fotografias e imagens relativos à imigração e serão identificadas famílias ouropretanas com descendência italiana. “Fontana foi objeto de mais de uma exposição local, mas ainda não se conseguiu fazer uma mostra realmente renovadora e instigante como a que o Museu pretende realizar”, salienta o diretor do Museu da Inconfidência, Rui Mourão.

A exposição tem entrada gratuita e pode ser vista de terça a domingo, das 12 às 18h, até 26 de agosto de 2012. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu da Inconfidência

Página 18 de 32« Primeira...10...1617181920...30...Última »