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Exposição Ciência e Arte é inagurada no MART, em Cabo Frio

Gilmario_SantanaMART_SETAcontece nesta quarta-feira, (25), no Museu de Arte Religiosa e Tradicioal de Cabo Frio (RJ), a abertura da exposição Ciência e Arte do artista baiano radicado em Armação dos Búzios (RJ), Gilmário Santana. São peças esculpidas em madeira, em diferentes proporções, que ficarão em frente à fachada do antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos. A mostra tem curadoria de José Antônio J. Mendes e fica em exibição até o dia 24 de novembro.

O evento de abertura contará ainda com o lançamento do livro de Nilma Teixeira Accioli: “José Gonçalves da Silva à nação brasileira: o tráfico ilegal de escravos no antigo Cabo Frio”. Nilma Teixeira Accioli é historiadora e museóloga, doutoranda pela UFRJ, pesquisadora da escravidão africana na região do litoral norte fluminense há 10 anos.

A programação se encerra com a apresentação de jongo comandada pelo grupo Griot – Pesquisa, Difusão e Memória em Tradições Brasileira. Criado em 2008, o grupo Griot atua da região dos Lagos fluminense transmitindo tradições e conhecimentos com enfoque na cultura e história afro.

Exposição de Emmanuel Nassar no Museu da Chácara do Céu (RJ)

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugurou no dia 6 de setembro, a segunda exposição da edição de 2013 do projeto Os amigos da gravura com a obra de Emmanuel Nassar. A exposição poderá ser visitada, gratuitamente, até 25 de novembro.

A obra criada por Emmanuel Nassar para o projeto é um múltiplo, formado por 50 peças, mas é ao mesmo tempo uma obra única. Trata-se de um díptico composto de uma tela e uma madeira MDF, pintados um a um, em cores e combinações diferentes. Todos levam as iniciais do nome do artista, EN, a numeração e o ano da tiragem.

A exposição, composta por um grande painel com os 50 dípticos será, aos poucos, desfeita, na medida em que as obras forem sendo compradas e, portanto, retiradas do painel, sofrendo mutações e perdas contínuas. A obra de Nassar trata das mudanças, percursos e transitoriedades, conciliando geografia, luz e os sons da cidade, remetendo à atmosfera urbana de suas fotos e pinturas em chapas metálicas.

O artista
O paraense Emmanuel Nassar (Capanema, 1949) formou-se em arquitetura e foi redator e diretor de arte em agências de publicidade em Belém.

Na década de 1980 passa a ser conhecido por sua pintura sobre tela, madeira e chapas metálicas, com citações e apropriações marcadas pela precariedade e ironia, que vão do universo da cultura popular a diversas correntes da arte contemporânea, notadamente a pop art, numa versão brasileira.

Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais. Participou de bienais de São Paulo (1989 e 1998), da coletiva UAB-C Stedelijk Museum de Amsterdã, entre outras. Em 2011 participou da 8a Bienal do Mercosul. Possui obras em acervos de diversos museus brasileiros.

Saiba mais sobre os Museus Castro Maya, o projeto Os amigos da gravura e como chegar.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu
Edição: Ascom/Ibram

Olímpiadas 2016: exposição com acervo de museu suíço abre no MHN

Entre os dias 13 de setembro e 1º de dezembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a exposição interativa Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A exposição, antes de chegar ao Rio, esteve na capital paulista

Após passar por São Paulo (SP), o acervo do Museu Olímpico de Lausanne, na Suíça, chega ao Rio de Janeiro (RJ) em uma mostra inédita no Brasil. Nela, o público poderá conhecer, gratuitamente, cerca de 300 peças que marcaram e representam a trajetória dos Jogos da Era Moderna.

Uma parte do material exposto pertence ao Comitê Olímpico Internacional (COI), detentor do principal arquivo do mundo sobre o tema, e outra ao COB. Já servindo como ‘aquecimento’ para os Jogos Olímpicos 2016, na capital fluminense, a mostra apresenta ao público os valores dos Jogos Olímpicos.

“Como sede da próxima edição, temos a responsabilidade de contribuir para o processo de educação olímpica das pessoas, que vai muito além de conhecer as regras das 28 modalidades do maior evento esportivo do mundo”, destaca o presidente do COB, e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

Interação
A exposição é dividida em nove módulos: Jogos da Antiguidade, O Sonho de Coubertin, Acendendo a Tocha, Cerimônias, Esportes e Medalhas, Mascotes, Rio 2016, Memorabília e Time Brasil, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

Interatividade da exposição envolve tanto adultos quanto crianças

Além de conhecer de perto tochas, medalhas e mascotes de diversas edições, os visitantes poderão apreciar objetos raros, empunhar a tocha dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, tirar fotos ao lado da famosa mascote Mischa (Moscou, 1980) e participar de uma simulação de salto em distância.

A mostra do Rio de Janeiro ainda traz uma novidade: peças marcantes da Coca-Cola,  patrocinadora dos Jogos Olímpicos desde 1928, serão incluídas na seção Memorabília.

Interações educativas estarão disponíveis em uma sala de cinema, onde também serão exibidos vídeos do acervo do COI. Saiba mais sobre o MHN.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Márcia Alves/Approach/COB

Chácara do Céu inaugura exposição com obra do paraense Emmanuel Nassar

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura dia 6 de setembro, às 12h, a segunda exposição da edição de 2013 do projeto Os amigos da gravura com a obra de Emmanuel Nassar. A exposição poderá ser visitada, gratuitamente, até 25 de novembro.

Projeto Amigos da Gravura foi criado nos anos 50 e reeditado pelo museu Chácara do Céu nos anos 90

A obra criada por Emanuel Nassar para o projeto é um múltiplo, formado por 50 peças, mas é ao mesmo tempo uma obra única.

Trata-se de um díptico composto de uma tela e uma madeira MDF, pintados um a um, em cores e combinações diferentes. Todos levam as iniciais do nome do artista, EN, a numeração e o ano da tiragem.

A exposição, composta por um grande painel com os 50 dípticos será, aos poucos, desfeita, na medida em que as obras forem sendo compradas e, portanto, retiradas do painel, sofrendo mutações e perdas contínuas. A obra de Nassar trata das mudanças, percursos e transitoriedades, conciliando geografia, luz e os sons da cidade, remetendo à atmosfera urbana de suas fotos e pinturas em chapas metálicas.

O artista
O paraense Emmanuel Nassar (Capanema, 1949) formou-se em arquitetura e foi redator e diretor de arte em agências de publicidade em Belém.

Na década de 1980 passa a ser conhecido por sua pintura sobre tela, madeira e chapas metálicas, com citações e apropriações marcadas pela precariedade e ironia, que vão do universo da cultura popular a diversas correntes da arte contemporânea, notadamente a pop art, numa versão brasileira.

Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais. Participou de bienais de São Paulo (1989 e 1998), da coletiva UAB-C Stedelijk Museum de Amsterdã, entre outras. Em 2011 participou da 8a Bienal do Mercosul. Possui obras em acervos de diversos museus brasileiros.

Saiba mais sobre os Museus Castro Maya, o projeto Os amigos da gravura e como chegar.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu
Edição: Ascom/Ibram

Design de móveis em exposição no Museu Histórico Nacional (RJ)

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles abre a exposição Livros na quarta (21) em Florianópolis

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), promove na quarta-feira (21), às 19h, a abertura da exposição Livros, de Giba Duarte, com curadoria de Fernando Boppré.

Exposição fica em cartaz em Florianópolis até 27 de outubro

A exposição fica em cartaz no Museu Victor Meirelles até 27 de outubro e é uma atividade da Agenda Cultural do museu, que conta com o patrocínio da Tractebel Energia, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A entrada é gratuita.

Às 18h, antes da abertura oficial, acontece a atividade Encontro com o Artista, evento que dá oportunidade para que o público converse com o artista sobre a sua obra, o processo de criação e sua trajetória.

Devido a abertura, no mesmo dia, da exposição Persona, de Carlos Asp, na Galeria Municipal Pedro Paulo Vecchietti, que fica próximo ao Museu Victor Meirelles, o Encontro terá a participação dos dois artistas, Giba Duarte e Carlos Asp, que dividirão o espaço na Sala de Exposições.

O artista
Nascido Em Santa Maria (RS), Giba é radicado em Florianópolis. Seu trabalho tem como ponto de partida a imagem que transita por vários experimentos como vídeo, intervenções, manipulações digitais, desenho ou mesmo pela simples composição fotográfica. “A superfície fotográfica é um fator determinante para mim. Mas a minha busca é pelo resultado final, que são as texturas, as camadas e suas múltiplas aplicações”, define.

O público visitante poderá conferir os trabalhos Dá para Escrever em Dias Negros, realizado entre 2011 e 2013, e Ramblas ou Quase Respiro, de 2013. Ambas são produções realizadas entre o Uruguai, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde o artista fotografa lugares, realiza comentários (áudio-) visuais sobre a imagem e constrói uma seriação possível de pequenas narrativas ou “historinhas”, como ele próprio gosta de dizer. Saiba mais sobre o museu e sua programação.

Texto e imagem: Divulgação MVM

Design brasileiro de móveis é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Projetos de Guto Índio da Costa e Sergio Rodrigues expostos no MHN

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

“O design tem uma atuação muito ampla, mas as cadeiras, poltronas e outros assentos são um de seus viéses mais expressivos historicamente”, explica Zanini de Zanine

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo.

“Nosso objetivo foi combinar móveis clássicos dos dois períodos, já bastante conhecidos, com outros que vão surpreender o público”, conta Marcelo Vasconcellos. “A homenagem à Aida  é oportuna porque ela tem um trabalho de enorme consistência e grande reconhecimento para quem é do ramo, mas é pouco lembrada publicamente”. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Saiba como foi a abertura da exposição O império em Brasília no Congresso

Foi aberta, na quarta-feira (7), no Congresso Nacional, a exposição O império em Brasília, com obras do acervo do Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ).

O presidente do Ibram representou a ministra da Cultura. Ao lado, Celita Procópio e Henrique Alves

O evento contou com a presença do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, do presidente do Ibram/MinC, Angelo Oswaldo, representando a ministra da Cultura, Marta Suplicy, da presidente do Conselho de Curadores da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Celita Procópio de Carvalho, entre outras autoridades.

Angelo Oswaldo destacou a singularidade da mostra e os 190 anos também da ideia da construção da capital, chamada Brasília, por José Bonifácio. Segundo ele, “as peças trazidas do Museu Imperial retratam momentos importantes da nossa história e repercutem ainda hoje”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, ressaltou a importância do Parlamento como “casa legitima e transparente dos poderes republicanos”. Alves destacou ainda que “comemorar 190 anos é uma honra para esta casa. Todos nós que estivemos, estamos e estaremos no parlamento somos representantes do povo brasileiro”.

A exposição fica em cartaz no Congresso Nacional até 20 de outubro

A mostra, que tem curadoria de Ricardo Oriá, Clarissa Castro e Maurício Ferreira, é resultado do trabalho conjunto entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal em parceria com o Museu Imperial, o Ibram e a FAAP, e integra as comemorações dos 190 anos da Constituinte de 1823.

Com entrada franca, a exposição pode ser visitada todos os dias da semana, inclusive feriados, das 9h às 17h, até o dia 20 de outubro. Saiba mais sobre a exposição e veja mais fotos da abertura.

Texto e fotos: Ascom/Ibram

Gravura e arte contemporânea no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), apresenta duas exposições que, com temas e formatos distintos, expressam sua vocação para a gravura e a arte contemporânea.

Reunindo 64 obras entre gravuras, desenhos e livros originais editados no Brasil e na Alemanha, com a curadoria de Samuel Titan Jr., a exposição Noites brancas: Dostoiévski ilustrado propõe lançar nova luz sobre o diálogo formal e temático que Segall (1891-1957) e Oswaldo Goeldi (1895-1961) mantiveram com o Expressionismo alemão, representado na exposição por uma série de obras de nomes ligados ao movimento.

A mostra, que traz no total obras de 12 artistas, em sua maioria expostas pela primeira vez no Brasil, foram trazidas de dois museus da Alemanha: o Gabinete de Gravuras de Dresden e o Museu Lindenau, de Altenburg.

A outra exposição marca a 7ª edição do projeto Intervenções, em que artistas contemporâneos são convidados para expor obras inéditas nos jardins da instituição.

Desta vez, o convidado é o artista plástico Marcelo Moscheta, que vai apresentar a obra Inverno. Elaborada especialmente para o Museu Lasar Segall, a proposta é explorar a memória do espaço.

As duas exposições ficam em cartaz até 29 de setembro e podem ser visitadas diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 19h. A entrada é franca. Saiba mais sobre o museu.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Artista faz intervenção e palestra no Museu Victor Meirelles em Florianópolis

Nesta quarta-feira (7), o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), abre espaço para a intervenção da artista Raquel Stolf.

Artista trata do "ruído na obra" com intervenção no museu catarinense

A obra apresentada, Situação nº1, foi premiada no 1º Salão Luiz Henrique Schwanke de Arte Contemporânea, em 2002, e foi emprestada pelo Centro Cultural de Jaraguá do Sul (Scar).

A instalação discute os ruídos gerados na obra, ao apresentá-la numa instituição como o Museu Victor Meirelles, que está instalado num típico sobrado do final do século XVIII, tombado como patrimônio histórico nacional em 1950.

Já no dia 15 de agosto, Raquel Stolf faz a palestra Sentidos de Vazio, abordando as intervenções de arte contemporâneas em arquiteturas de outras épocas. A entrada é gratuita.

A artista é mestre e doutora em Artes Visuais (Poéticas Visuais) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora adjunta nos cursos de graduação e Mestrado em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).  Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Texto e foto: Divulgação MVM

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