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Museu Victor Meirelles abre exposição em homenagem a artista catarinense

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), se junta a outros museus catarinenses nas celebrações pelos 50 anos de carreira da artista catarinense Eli Heil e, no dia 22 de fevereiro, abre a exposição Eli Heil em Branco e Preto, às 11h, com o tradicional Encontro com a Artista e, em seguida, a abertura da mostra. A entrada é franca.

Mulheres Dançando (1998): grafite sobre papel de Eli Heil

Mulheres Dançando (1998): grafite sobre papel de Eli Heil

Eli Heil em Banco e Preto, em cartaz até 8 de maio, reúne desenhos realizados pela artista entre os anos 1960 e 1990. Todos eles possuem suporte em papel, em várias gramaturas e tamanhos e, em sua maioria, os materiais utilizados são grafite, nanquim e caneta esferográfica.

O traço de Eli, entretanto, se revela além do preto e do branco na medida em que alguns desenhos são invadidos por azuis e amarelos, que transbordam pela escala de cinzas, desorganizando o jogo da cor predominante em sua poética.

Diversidade
Uma das suas principais características é que, como artista, Eli Heil utiliza mais de 200 técnicas de produção. Além disso, as suas atividades artísticas transitam com facilidade entre a pintura, o desenho, a cerâmica, a tapeçaria, e escultura e ainda a poesia.

No seu museu e ateliê, O Mundo Ovo, que fica em sua residência em Florianópolis, estão mais de três mil obras, de vários tamanhos, formatos e materiais, inclusive muitas delas na área externa da casa, como que protegendo, guardando mesmo a propriedade.

As festividades em torno do cinquentenário de produção da artista começaram em novembro do ano passado e várias outras instituições têm eventos programados para todo este ano de 2014, ano em que Eli completa 85 anos de idade. No museu, a data escolhida homenageia também o falecimento de Victor Meirelles (1832-1903), ocorrido em 23 de fevereiro. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram
Última atualização: 19.2.2014

Museu comunitário de Belo Horizonte leva exposição para a Itália

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, visitou na segunda-feira (16) duas iniciativas de museologia social em Belo Horizonte (MG): Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu) e o Ponto de Memória Museu do Taquaril. Oswaldo foi acompanhado do vereador Arnaldo Godoy (PT), ex-secretário de Cultura de Belo Horizonte, que propôs a visita.

Muquifu impressionou o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo (dir.)

O trabalho realizado pelo Museu de Favelas e Quilombos Urbanos será conhecido também fora do Brasil: sua Primeira Mostra Itinerante chegará até a cidade de Pádua (Itália), entre 15 de janeiro a 28 de fevereiro de 2014.

A mostra reunirá imagens de moradores das comunidades do Aglomerado Santa Lúcia (Vila Esperança e Vila São Bento) e tem como curador um dos fundadores do Muquifu, o Padre Mauro, que além de pároco da favela é museólogo formado pela Universidade de Pádua.

Localizado na comunidade da Barragem Santa Lúcia, o Muquifu impressionou o presidente do Ibram por seu trabalho de museografia, coleta de objetos e resgate da memória local. “É um museu admirável”, reconheceu.

Memória social
Angelo Oswaldo conheceu também as exposições concebidas pelo museu por ocasião da 7ª Primavera dos Museus (2013), cujo tema foi Museus, Memória e Cultura Afro-Brasileira.

A montagem das exposições envolveu a comunidade, através da doação de objetos, fotografias e histórias que fizeram parte do acervo ali exposto, além dos alunos do 5º período do curso de Museologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que tiveram a oportunidade de realizar um trabalho de campo na área da museologia social.

Já no Ponto de Memória Museu do Taquaril, o presidente do Ibram, acompanhado de lideranças da comunidade, teve contato com o trabalho de memória social realizado no maior bairro da periferia de Belo Horizonte. O Museu do Taquaril é uma das doze iniciativas pioneiras do Programa Pontos de Memória, desenvolvido pelo Ibram. “O trabalho deles tem um grande impacto na autoestima da comunidade”, avaliou Angelo Oswaldo.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Museu de Arqueologia de Itaipu abre mostra sobre novo projeto de educação

Amanhã (5), a partir das 14h, o Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), em Niterói (RJ), em parceria com a Escola Municipal Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, inaugura a exposição As minhas, as suas, as nossas coisas e memórias.

Capa do livro que tem lançamento amanhã (5) no  MAI/Ibram

Capa do livro que tem lançamento amanhã (5) no MAI/Ibram

A exposição, em cartaz até dia 13 de dezembro, é resultado do primeiro esboço de mais um programa de educação museal do MAI, que tem o nome provisório de projeto museu-escola. O objetivo é familiarizar as crianças com os aspectos teóricos e práticos da museologia.

Para tanto, os funcionários do museu e os professores da escola realizam encontros periódicos para tratar com os alunos questões que vão desde memória e patrimônio até a conservação de acervo e montagem de exposições.

Às 16h, está programado o lançamento da publicação Aos Pés da Serra da Tiririca: uma história de todos nós. Trata-se de um livro que surgiu da parceria entre MAI e o Grupo de Estudos Interdisciplinares do Ambiente (GEIA), da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

No livro são abordados aspectos ambientais, históricos e culturais da Serra da Tiririca, área de preservação ambiental que envolve o MAI e abrange boa parte dos municípios de Niterói e Maricá. Saiba mais sobre o museu.

Texto e imagem: Divulgação MAI

Museu da República e MNBA participam da 1ª Bienal Internacional da Caricatura

Cavalcante retrata personagens emblemáticos do país…

Teve início  no dia 27 de novembro, a 1ª Bienal Internacional da Caricatura. Idealizada pelo caricaturista e historiador Luciano Magno, o evento, que segue até 30 de março de 2014, traz 30 mostras históricas e contemporâneas em vários estados brasileiros. Os museus da República e Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ), vinculados ao Ibram/MinC, participam desta edição.

…como a presidenta da República, além de personagens da cultura nacional

No Museu da Republica, a exposição Te vi Guidacc, em cartaz até 20 de fevereiro de 2014, acontece na galeria principal do Jardim Histórico do antigo Palácio do Catete, e apresenta caricaturas do artista gráfico de Manaus (AM), Jorge Guidacci, que notabilizou-se como um dos mais combativos desenhistas de humor dos anos 70.

Além da exposição, o museu receberá neste fim de semana (dias 7 e 8), às 18h, diversos artistas do desenho e pesquisadores. Durante os encontros, eles vão trocar impressões sobre seus trabalhos e refletir sobre as múltiplas questões que envolvem a profissão.

Cavalcante no MNBA
Os traços inconfundíveis de Cavalcante inauguram um capítulo importante da Bienal de Caricatura, a partir de sexta- feira (6), no MNBA/Ibram. Com 25 anos de carreira e uma longa trajetória na imprensa, Paulo Cavalcante, nesta sua primeira exposição retrospectiva, reunindo 114 trabalhos, vai mostrar caricaturas, charges, pinturas, desenhos, e esboços artísticos inéditos. A exposição segue até 9 de março de 2014.

A programação da 1ª Bienal Internacional da Caricatura, que conta também com o apoio do Centro Cultural Justiça Federal e outras instituições culturais brasileiras, inclui ainda mostras com obras de artistas como Manoel de Araújo Porto-Alegre (patrono da caricatura brasileira), Calixto Cordeiro, Hermé, Zé Andrade, Glen Batoca, e outros. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

Exposição sobre CLT abre dia 15 no Museu da República no RJ

Em 2013, completam-se 70 anos da promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), marco na luta dos trabalhadores pela conquista e reconhecimento de direitos trabalhistas e sociais no Brasil. Para celebrar a data, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre na sexta-feira (15), data também de seu aniversário de criação, a mostra Trabalho, Luta e Cidadania: 70 anos da CLT.

O trabalho das mulheres também é tema da exposição

O trabalho das mulheres também é tema da exposição

Espalhada por três salas expositivas, a exposição aborda a questão do trabalho desde meados do século XIX até os dias de hoje, descrevendo as conquistas e dificuldades dos trabalhadores e debatendo questões a partir de objetos e documentos que pertenceram a ex-presidentes e trabalhadores e integram o acervo da instituição – alguns deles nunca expostos.

Entre os itens inéditos apresentados, que fica em cartaz até 18 de maio de 2014, estão a primeira Carteira de Trabalho emitida no Brasil, cujo titular era o presidente Getúlio Vargas; o primeiro exemplar impresso da CLT e o capacete e óculos que foram presenteados ao ex-presidente Lula em visita oficial a um poço petrolífero na bacia de Campos, em 2007.

A exposição mostra o início das lutas dos trabalhadores, as reivindicações acerca do trabalho feminino e infantil e as primeiras leis conquistadas no contexto da Revolução de 1930. Questões atuais também são colocadas, como a exploração da mão de obra infantil e o trabalho escravo, os trabalhadores domésticos e suas recentes conquistas, o novo papel da mulher nas relações produtivas, as consequências da desregulamentação trabalhista, os trabalhadores informais, as mudanças na CLT e o efeito da Internet e da globalização no mundo formal do trabalho.

Texto e foto: divulgação Museu da República

Exposição do Museu Imperial em Brasília pode ser vista até domingo (20)

Quem ainda não visitou a exposição O Império em Brasília: 190 anos da Assembleia Constituinte de 1823, que exibe parte do acervo do Museu Imperial/Ibram no Congresso Nacional, tem até o domingo (20) para conhecer.

A exposição apresenta peças de acervo do Museu Imperial/Ibram

A exposição apresenta peças de acervo do Museu Imperial/Ibram

Dividida em cinco módulos temáticos, a exposição traz pinturas, esculturas, objetos decorativos, armas, condecorações e manuscritos da época do Império, que abordam o período em que o Congresso elaborou a primeira Constituição do Brasil como nação soberana.

Os diferentes ambientes falam sobre a Transferência da Corte Portuguesa para a América, O Processo da Independência do Brasil, A Formação do Estado Nacional – O Papel do Legislativo, A Consolidação do Império no Brasil e Os Símbolos da Ordem Monárquica.

Gratuita e acessível a todos os públicos, a exposição está no Salão Negro do Congresso Nacional, das 9h às 17h. Saiba mais.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu do Diamante promove Sarau Afro neste sábado

O Museu do Diamante/Ibram promove uma série de atividades ligadas à temática afro-brasileira neste sábado (5).

Às 16h será lançado o livro “O menino coração de tambor” (foto), de Nilma Lino Gomes, com ilustrações de Mauricio Negro (Mazza Edições). O livro infantil foi baseado na história de vida do diamantinense bailarino, coreógrafo e pesquisador em cultura afro-brasileira Evandro Passos.

Para o lançamento foi organizado um Sarau Afro, quando várias pessoas recitarão poemas, textos e poesias de autores afro-brasileiros e africanos como Adão Ventura, Nilma Lino, Cuti, Madu Costa, Bete Guedes, Conceição Evaristo, Léa Gonzales, Mia Couto e outros.

No mesmo dia, acontece e abertura da exposição de fotos “Ancestralidade: Memória de Negros Diamantinenses – Irmandade, idealizada” e organizada por Evandro Passos. A mostra homenageia a presença do negro na formação da identidade cultural diamantinense, levando o público a refletir sobre a presença e a contribuição dos negros na construção da cidade.

Exposição Ciência e Arte é inagurada no MART, em Cabo Frio

Gilmario_SantanaMART_SETAcontece nesta quarta-feira, (25), no Museu de Arte Religiosa e Tradicioal de Cabo Frio (RJ), a abertura da exposição Ciência e Arte do artista baiano radicado em Armação dos Búzios (RJ), Gilmário Santana. São peças esculpidas em madeira, em diferentes proporções, que ficarão em frente à fachada do antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos. A mostra tem curadoria de José Antônio J. Mendes e fica em exibição até o dia 24 de novembro.

O evento de abertura contará ainda com o lançamento do livro de Nilma Teixeira Accioli: “José Gonçalves da Silva à nação brasileira: o tráfico ilegal de escravos no antigo Cabo Frio”. Nilma Teixeira Accioli é historiadora e museóloga, doutoranda pela UFRJ, pesquisadora da escravidão africana na região do litoral norte fluminense há 10 anos.

A programação se encerra com a apresentação de jongo comandada pelo grupo Griot – Pesquisa, Difusão e Memória em Tradições Brasileira. Criado em 2008, o grupo Griot atua da região dos Lagos fluminense transmitindo tradições e conhecimentos com enfoque na cultura e história afro.

Exposição de Emmanuel Nassar no Museu da Chácara do Céu (RJ)

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugurou no dia 6 de setembro, a segunda exposição da edição de 2013 do projeto Os amigos da gravura com a obra de Emmanuel Nassar. A exposição poderá ser visitada, gratuitamente, até 25 de novembro.

A obra criada por Emmanuel Nassar para o projeto é um múltiplo, formado por 50 peças, mas é ao mesmo tempo uma obra única. Trata-se de um díptico composto de uma tela e uma madeira MDF, pintados um a um, em cores e combinações diferentes. Todos levam as iniciais do nome do artista, EN, a numeração e o ano da tiragem.

A exposição, composta por um grande painel com os 50 dípticos será, aos poucos, desfeita, na medida em que as obras forem sendo compradas e, portanto, retiradas do painel, sofrendo mutações e perdas contínuas. A obra de Nassar trata das mudanças, percursos e transitoriedades, conciliando geografia, luz e os sons da cidade, remetendo à atmosfera urbana de suas fotos e pinturas em chapas metálicas.

O artista
O paraense Emmanuel Nassar (Capanema, 1949) formou-se em arquitetura e foi redator e diretor de arte em agências de publicidade em Belém.

Na década de 1980 passa a ser conhecido por sua pintura sobre tela, madeira e chapas metálicas, com citações e apropriações marcadas pela precariedade e ironia, que vão do universo da cultura popular a diversas correntes da arte contemporânea, notadamente a pop art, numa versão brasileira.

Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais. Participou de bienais de São Paulo (1989 e 1998), da coletiva UAB-C Stedelijk Museum de Amsterdã, entre outras. Em 2011 participou da 8a Bienal do Mercosul. Possui obras em acervos de diversos museus brasileiros.

Saiba mais sobre os Museus Castro Maya, o projeto Os amigos da gravura e como chegar.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu
Edição: Ascom/Ibram

Olímpiadas 2016: exposição com acervo de museu suíço abre no MHN

Entre os dias 13 de setembro e 1º de dezembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a exposição interativa Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A exposição, antes de chegar ao Rio, esteve na capital paulista

Após passar por São Paulo (SP), o acervo do Museu Olímpico de Lausanne, na Suíça, chega ao Rio de Janeiro (RJ) em uma mostra inédita no Brasil. Nela, o público poderá conhecer, gratuitamente, cerca de 300 peças que marcaram e representam a trajetória dos Jogos da Era Moderna.

Uma parte do material exposto pertence ao Comitê Olímpico Internacional (COI), detentor do principal arquivo do mundo sobre o tema, e outra ao COB. Já servindo como ‘aquecimento’ para os Jogos Olímpicos 2016, na capital fluminense, a mostra apresenta ao público os valores dos Jogos Olímpicos.

“Como sede da próxima edição, temos a responsabilidade de contribuir para o processo de educação olímpica das pessoas, que vai muito além de conhecer as regras das 28 modalidades do maior evento esportivo do mundo”, destaca o presidente do COB, e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

Interação
A exposição é dividida em nove módulos: Jogos da Antiguidade, O Sonho de Coubertin, Acendendo a Tocha, Cerimônias, Esportes e Medalhas, Mascotes, Rio 2016, Memorabília e Time Brasil, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

Interatividade da exposição envolve tanto adultos quanto crianças

Além de conhecer de perto tochas, medalhas e mascotes de diversas edições, os visitantes poderão apreciar objetos raros, empunhar a tocha dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, tirar fotos ao lado da famosa mascote Mischa (Moscou, 1980) e participar de uma simulação de salto em distância.

A mostra do Rio de Janeiro ainda traz uma novidade: peças marcantes da Coca-Cola,  patrocinadora dos Jogos Olímpicos desde 1928, serão incluídas na seção Memorabília.

Interações educativas estarão disponíveis em uma sala de cinema, onde também serão exibidos vídeos do acervo do COI. Saiba mais sobre o MHN.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Márcia Alves/Approach/COB

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