Página 10 de 32« Primeira...89101112...2030...Última »

70 anos da CLT: Museu da República desenvolve ação educativa com CIEP

O Museu da República (MR/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), vem desenvolvendo, desde 12 de março, o projeto Educação e trabalho: uma ação de cidadania, com alunos do Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja) do Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) Tancredo Neves – vizinho ao museu no bairro do Catete.

Alunos do CIEP visitam Museu da República no Rio

O projeto é realizado a partir da exposição Trabalho, luta e cidadania: 70 anos da CLT, que está nas salas de exposição de curta duração do Museu da República  desde 15 de novembro de 2013 – e fica em cartaz até 18 de maio de 2014.

O objetivo da ação é desenvolver atividades de caráter educativo relacionados ao tema Trabalho, dirigidas a 240  homens e mulheres trabalhadores que chegam para as aulas noturnas após um dia de trabalho, ávidos por informações que possam contribuir para seu desenvolvimento pessoal. A maior parte deles são trabalhadores informais, camelôs, empregados domésticos e taxistas.

Etapas
Antecedendo a visita dos alunos, os professores do Peja/CIEP encontram com os educadores do MR, participam de palestra e fazem visita programada com o curador da exposição Trabalho, Luta e Cidadania: 70 anos da CLT, Marcus Vinicius Rodrigues.

Em um segundo momento, todos os alunos, no horário noturno, vistam todo o museu e suas exposições, e retornam, divididos em turmas, para conhecerem a exposição da CLT. A maioria não conhece o Museu da República nem nenhum outro museu.

Como resultado final de todas as ações, será montada no MR uma exposição sobre a memória do projeto, prevista para ser inaugurada no dia 5 de maio, chamada Trabalho e Cidadania.

O Museu da República define-se como um espaço de cidadania e tem como missão preservar, investigar e comunicar os testemunhos vinculados à História da República Brasileira. Mais informações pelo telefone (21) 2127.0324 ou pelo endereço eletrônico mr@museus.gov.br.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

 

 

Hiperbólico: Museu Histórico Nacional abre exposição de designer no RJ

O designer carioca Brunno Jahara completa 10 anos de carreira este ano e realiza sua primeira exposição retrospectiva, com curadoria de Marcelo Vasconcellos (Galeria MeMo). A mostra abre ao público amanhã (21), no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), e pode ser visitada até 4 de maio.

Uso diversificado de materiais marca a produção de Jahara

Materiais diversos marcam a produção do designer carioca

Com 750m², a exposição Hiperbólico ocupa três galerias do museu e apresentará as principais peças e coleções do designer, além de croquis e desenhos técnicos, informações sobre os processos de produção e referências criativas.

Com influências de cada um dos lugares em que viveu ou passou, a obra de Jahara possui forte influência do Brasil, a natureza do país e sua cultura. De acordo com o designer, isso resulta em peças que mesclam diferentes materiais como alumínio, madeira, latão, porcelana, vidro, plástico, e papel.

Experiência internacional
Após seis anos na Europa, onde colaborou com designers e marcas como Heineken, Melissa, Fabrica, St. James e a fábrica de porcelanas portuguesa Vista Alegre, Jahara voltou ao Brasil onde abriu estúdios em São Paulo e Rio de Janeiro.

A primeira exposição internacional do designer aconteceu em Tokyo, em 2003, seguida da participação em mostras e espaços culturais na Itália e França.

O Museu Histórico Nacional localiza-se à Praça Marechal Âncora – próximo à Praça XV, no Centro do Rio. Está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. A entrada custa R$ 8. Aos domingos, a entrada é franca. Saiba mais.

 

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Museu da Inconfidência abre exposição de artista mineiro autodidata

Exposição de Luchesi fica em cartaz até 27 de abril

Exposição de Lucchesi fica em cartaz até 27 de abril

A exposição Fernando Lucchesi: imagens e objetos, com criações do artista mineiro, será aberta amanhã (21), às 20h30, na Sala Manoel da Costa Athaíde (Anexo I) do Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG). A entrada é franca.

O público poderá contemplar, até 27 de abril, um pouco do trabalho do artista autodidata que centra suas pesquisas nas texturas e formas arquitetônicas coloniais.

O movimento Barroco, as artes e tradições populares são forte influência, presentes na arte composta, em sua maioria, por formas geométricas sobrepostas. As experiências cotidianas em Belo Horizonte, Ouro Preto, Nova Lima e viagens pelo Brasil e exterior também se refletem no colorido de sua pintura.

O artista
Fernando Lucchesi nasceu em Belo Horizonte em 1955. Residiu em Ouro Preto, onde teve atelier, e atualmente mora em Nova Lima. Artista autodidata, Lucchesi tem participado, desde a década de 70, de diversas exposições coletivas e individuais em MG e outras cidades brasileiras.

Foi premiado no salão do Conselho do Estado da Cultura BH/MG (1980-83), e possui obras no acervo da Fundação Clóvis Salgado (MG), MAM-RJ, Minas das Artes e Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados (Brasília, DF).

Sobre sua obra, foi publicado, em 1999, o livro-depoimento Fernando Lucchesi, dentro da coleção Circuito Atelier, e o livro Fernando Lucchesi (2000), organizado por Aracy Amaral, ambos pela editora C/Arte. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da Inconfidência
Edição: Ascom/Ibram

Portinari e Vale Cultura: presidente do Ibram cumpre agenda em Belo Horizonte

O presidente do Ibram/MinC, Angelo Oswaldo, está em Belo Horizonte (MG), nos dias 18 e 19, cumprindo agenda oficial em eventos em dois museus mineiros.

Grupo de meninas brincando (1940), de Portinari, integra exposição

A pintura “Grupo de meninas brincando” (1940), de Portinari, integra exposição

Na noite de hoje (18), no Museu Inimá de Paula ( Rua da Bahia, 1201 – Centro), Oswaldo participa com a secretária de Cultura do Estado de Minas Gerais, Eliane Parreiras, da abertura da exposição Portinari na Coleção Castro Maya, com 59 obras em pinturas, desenhos e gravuras realizadas entre 1938 e 1958 pelo pintor modernista brasileiro – que fazem parte de acervos dos museus Castro Maya/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ).

Além da obra gráfica, a mostra apresenta ainda correspondências, documentos e fotos que contam a história entre Candido Portinari e Raymundo Ottoni de Castro Maya.

“A exposição enfoca a obra de Portinari pelo viés das relações tecidas entre o artista e o colecionador, dois importantes atores do cenário artístico brasileiro do século 20”, explica Vera Alencar, diretora dos museus Castro Maya – que também comparece ao evento na capital mineira.

Com patrocínio da Petrobras, por meio do Edital de Circulação de Exposições, a exposição itinerante, antes de chegar a Belo Horizonte, já pasou por Brasília, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Vitória e Belém.

Vale-Cultura
Amanhã (19), às 10h, no Museu de Artes e Ofícios (Praça da Estação – Centro), o presidente do Ibram participa, ao lado da ministra da Cultura, Marta Suplicy, da entrega simbólica de cartões Vale-Cultura da Caixa.

O banco é tanto empresa beneficiária quanto operadora do programa. Como beneficiária, foi uma das primeiras a se cadastrar no Vale-Cultura para proporcionar, aos seus empregados, acesso a eventos e produtos culturais. Como operador, o banco tem mais de 40 mil estabelecimentos comerciais, em todo o Brasil, habilitados a receber os cartões emitidos às empresas cadastradas. Saiba mais sobre o Vale-Cultura.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação museus Castro Maya

Obra de Lasar Segall integra mostra nos EUA sobre Arte Degenerada

O quadro Eternos caminhantes, de autoria do pintor Lasar Segall (1891-1957), nascido na Lituânia e naturalizado brasileiro, é uma das atrações da mostra Degenerate Art: The Attack on Modern Art in Nazi Germany, 1937 (Arte Degenerada: o Ataque à Arte Moderna na Alemanha Nazista, 1937), que a Neue Galerie, de Nova Iorque (EUA), inaugura no dia 13 de março.

Eternos Caminhantes (1919): quadro de Segall integra exposição em Nova Iorque

O óleo sobre tela, produzido por Lasar Segall em 1919 e adquirido em 1920 pelo Museu da Cidade de Dresden, na Alemanha, foi uma das milhares de obras confiscadas pelo regime nazista de Adolf Hitler e uma das 650 expostas em Munique, em 1937, na famosa Exposição de Arte Degenerada, que pretendia desqualificar a arte moderna – tema da exposição nova-iorquina.

Da Alemanha para o Brasil
Durante a Segunda Guerra Mundial, a tela, um dos exemplos do expressionismo construtivo de Segall, permaneceu, como tantas, confinada nos depósitos oficiais alemães.

Terminado o conflito, a pintura foi localizada em uma coleção particular europeia e a pedido da viúva do artista judeu, Jenny Klabin Segall, adquirida e trazida para o Brasil em caráter definitivo. Foi incorporada ao acervo do Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), em 1967.

Para esta exibição, o quadro seguiu para os Estados Unidos no dia 26 de fevereiro, acompanhado pela museóloga Pierina Camargo, do Museu Lasar Segall. “Estamos há praticamente dois anos preparando esta viagem, que tem tudo para dar certo. Segall está sendo privilegiado no elenco dos artistas que representam esta mostra”, comemorou o diretor do museu, Jorge Schwartz.

A exposição seguirá em cartaz na Neue Galerie até o dia 30 de junho. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Museu Victor Meirelles abre exposição em homenagem a artista catarinense

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), se junta a outros museus catarinenses nas celebrações pelos 50 anos de carreira da artista catarinense Eli Heil e, no dia 22 de fevereiro, abre a exposição Eli Heil em Branco e Preto, às 11h, com o tradicional Encontro com a Artista e, em seguida, a abertura da mostra. A entrada é franca.

Mulheres Dançando (1998): grafite sobre papel de Eli Heil

Mulheres Dançando (1998): grafite sobre papel de Eli Heil

Eli Heil em Banco e Preto, em cartaz até 8 de maio, reúne desenhos realizados pela artista entre os anos 1960 e 1990. Todos eles possuem suporte em papel, em várias gramaturas e tamanhos e, em sua maioria, os materiais utilizados são grafite, nanquim e caneta esferográfica.

O traço de Eli, entretanto, se revela além do preto e do branco na medida em que alguns desenhos são invadidos por azuis e amarelos, que transbordam pela escala de cinzas, desorganizando o jogo da cor predominante em sua poética.

Diversidade
Uma das suas principais características é que, como artista, Eli Heil utiliza mais de 200 técnicas de produção. Além disso, as suas atividades artísticas transitam com facilidade entre a pintura, o desenho, a cerâmica, a tapeçaria, e escultura e ainda a poesia.

No seu museu e ateliê, O Mundo Ovo, que fica em sua residência em Florianópolis, estão mais de três mil obras, de vários tamanhos, formatos e materiais, inclusive muitas delas na área externa da casa, como que protegendo, guardando mesmo a propriedade.

As festividades em torno do cinquentenário de produção da artista começaram em novembro do ano passado e várias outras instituições têm eventos programados para todo este ano de 2014, ano em que Eli completa 85 anos de idade. No museu, a data escolhida homenageia também o falecimento de Victor Meirelles (1832-1903), ocorrido em 23 de fevereiro. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram
Última atualização: 19.2.2014

Museu comunitário de Belo Horizonte leva exposição para a Itália

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, visitou na segunda-feira (16) duas iniciativas de museologia social em Belo Horizonte (MG): Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu) e o Ponto de Memória Museu do Taquaril. Oswaldo foi acompanhado do vereador Arnaldo Godoy (PT), ex-secretário de Cultura de Belo Horizonte, que propôs a visita.

Muquifu impressionou o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo (dir.)

O trabalho realizado pelo Museu de Favelas e Quilombos Urbanos será conhecido também fora do Brasil: sua Primeira Mostra Itinerante chegará até a cidade de Pádua (Itália), entre 15 de janeiro a 28 de fevereiro de 2014.

A mostra reunirá imagens de moradores das comunidades do Aglomerado Santa Lúcia (Vila Esperança e Vila São Bento) e tem como curador um dos fundadores do Muquifu, o Padre Mauro, que além de pároco da favela é museólogo formado pela Universidade de Pádua.

Localizado na comunidade da Barragem Santa Lúcia, o Muquifu impressionou o presidente do Ibram por seu trabalho de museografia, coleta de objetos e resgate da memória local. “É um museu admirável”, reconheceu.

Memória social
Angelo Oswaldo conheceu também as exposições concebidas pelo museu por ocasião da 7ª Primavera dos Museus (2013), cujo tema foi Museus, Memória e Cultura Afro-Brasileira.

A montagem das exposições envolveu a comunidade, através da doação de objetos, fotografias e histórias que fizeram parte do acervo ali exposto, além dos alunos do 5º período do curso de Museologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que tiveram a oportunidade de realizar um trabalho de campo na área da museologia social.

Já no Ponto de Memória Museu do Taquaril, o presidente do Ibram, acompanhado de lideranças da comunidade, teve contato com o trabalho de memória social realizado no maior bairro da periferia de Belo Horizonte. O Museu do Taquaril é uma das doze iniciativas pioneiras do Programa Pontos de Memória, desenvolvido pelo Ibram. “O trabalho deles tem um grande impacto na autoestima da comunidade”, avaliou Angelo Oswaldo.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Museu de Arqueologia de Itaipu abre mostra sobre novo projeto de educação

Amanhã (5), a partir das 14h, o Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), em Niterói (RJ), em parceria com a Escola Municipal Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, inaugura a exposição As minhas, as suas, as nossas coisas e memórias.

Capa do livro que tem lançamento amanhã (5) no  MAI/Ibram

Capa do livro que tem lançamento amanhã (5) no MAI/Ibram

A exposição, em cartaz até dia 13 de dezembro, é resultado do primeiro esboço de mais um programa de educação museal do MAI, que tem o nome provisório de projeto museu-escola. O objetivo é familiarizar as crianças com os aspectos teóricos e práticos da museologia.

Para tanto, os funcionários do museu e os professores da escola realizam encontros periódicos para tratar com os alunos questões que vão desde memória e patrimônio até a conservação de acervo e montagem de exposições.

Às 16h, está programado o lançamento da publicação Aos Pés da Serra da Tiririca: uma história de todos nós. Trata-se de um livro que surgiu da parceria entre MAI e o Grupo de Estudos Interdisciplinares do Ambiente (GEIA), da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

No livro são abordados aspectos ambientais, históricos e culturais da Serra da Tiririca, área de preservação ambiental que envolve o MAI e abrange boa parte dos municípios de Niterói e Maricá. Saiba mais sobre o museu.

Texto e imagem: Divulgação MAI

Museu da República e MNBA participam da 1ª Bienal Internacional da Caricatura

Cavalcante retrata personagens emblemáticos do país…

Teve início  no dia 27 de novembro, a 1ª Bienal Internacional da Caricatura. Idealizada pelo caricaturista e historiador Luciano Magno, o evento, que segue até 30 de março de 2014, traz 30 mostras históricas e contemporâneas em vários estados brasileiros. Os museus da República e Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ), vinculados ao Ibram/MinC, participam desta edição.

…como a presidenta da República, além de personagens da cultura nacional

No Museu da Republica, a exposição Te vi Guidacc, em cartaz até 20 de fevereiro de 2014, acontece na galeria principal do Jardim Histórico do antigo Palácio do Catete, e apresenta caricaturas do artista gráfico de Manaus (AM), Jorge Guidacci, que notabilizou-se como um dos mais combativos desenhistas de humor dos anos 70.

Além da exposição, o museu receberá neste fim de semana (dias 7 e 8), às 18h, diversos artistas do desenho e pesquisadores. Durante os encontros, eles vão trocar impressões sobre seus trabalhos e refletir sobre as múltiplas questões que envolvem a profissão.

Cavalcante no MNBA
Os traços inconfundíveis de Cavalcante inauguram um capítulo importante da Bienal de Caricatura, a partir de sexta- feira (6), no MNBA/Ibram. Com 25 anos de carreira e uma longa trajetória na imprensa, Paulo Cavalcante, nesta sua primeira exposição retrospectiva, reunindo 114 trabalhos, vai mostrar caricaturas, charges, pinturas, desenhos, e esboços artísticos inéditos. A exposição segue até 9 de março de 2014.

A programação da 1ª Bienal Internacional da Caricatura, que conta também com o apoio do Centro Cultural Justiça Federal e outras instituições culturais brasileiras, inclui ainda mostras com obras de artistas como Manoel de Araújo Porto-Alegre (patrono da caricatura brasileira), Calixto Cordeiro, Hermé, Zé Andrade, Glen Batoca, e outros. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

Exposição sobre CLT abre dia 15 no Museu da República no RJ

Em 2013, completam-se 70 anos da promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), marco na luta dos trabalhadores pela conquista e reconhecimento de direitos trabalhistas e sociais no Brasil. Para celebrar a data, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre na sexta-feira (15), data também de seu aniversário de criação, a mostra Trabalho, Luta e Cidadania: 70 anos da CLT.

O trabalho das mulheres também é tema da exposição

O trabalho das mulheres também é tema da exposição

Espalhada por três salas expositivas, a exposição aborda a questão do trabalho desde meados do século XIX até os dias de hoje, descrevendo as conquistas e dificuldades dos trabalhadores e debatendo questões a partir de objetos e documentos que pertenceram a ex-presidentes e trabalhadores e integram o acervo da instituição – alguns deles nunca expostos.

Entre os itens inéditos apresentados, que fica em cartaz até 18 de maio de 2014, estão a primeira Carteira de Trabalho emitida no Brasil, cujo titular era o presidente Getúlio Vargas; o primeiro exemplar impresso da CLT e o capacete e óculos que foram presenteados ao ex-presidente Lula em visita oficial a um poço petrolífero na bacia de Campos, em 2007.

A exposição mostra o início das lutas dos trabalhadores, as reivindicações acerca do trabalho feminino e infantil e as primeiras leis conquistadas no contexto da Revolução de 1930. Questões atuais também são colocadas, como a exploração da mão de obra infantil e o trabalho escravo, os trabalhadores domésticos e suas recentes conquistas, o novo papel da mulher nas relações produtivas, as consequências da desregulamentação trabalhista, os trabalhadores informais, as mudanças na CLT e o efeito da Internet e da globalização no mundo formal do trabalho.

Texto e foto: divulgação Museu da República

Página 10 de 32« Primeira...89101112...2030...Última »