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Museu Victor Meirelles celebra os 185 anos de nascimento do seu patrono

O Naufrágio da Medusa - Victor Meirelles (1857/1858) - óleo sobre papel colado em cartão - 35,9 x 52,5cm

O Naufrágio da Medusa: Victor Meirelles (1857/1858) – óleo sobre papel colado em cartão – 35,9 x 52,5cm / Divulgação: Museu Victor Meirelles/Ibram

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), comemora os 185 de nascimento do seu patrono nesta sexta-feira (18), com a abertura da exposição Victor em 4D – Segundo Módulo: A Dimensão Histórica, a partir das 19h.

A programação inclui a realização de uma mesa-redonda, às 16h, com o professor Mário César Coelho, do curso de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e com o curador Pedro Xexéo.

Mário César é graduado em Arquitetura e Urbanismo, com mestrado e doutorado em História Cultural pela UFSC, e falará sobre as coleções de Estudos de Embarcações de Victor Meirelles.

Pedro Xexéo é museólogo e crítico de arte, tendo integrado o corpo técnico do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, em Minas Gerais, e atuado como coordenador técnico do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro. O tema do seu painel será A Batalha dos Guararapes de Victor Meirelles na 25ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1879.

No mesmo dia, será realizada também a cerimônia da assinatura dos documentos de transferência definitiva de um conjunto de obras do Museu Nacional de Belas Artes, enviadas para o MVM em 1952, 1961 e 1983. As obras passarão a integrar o acervo permanente do Museu Victor Meirelles e farão parte da exposição em cartaz.

A exposição Victor em 4D – A Dimensão Histórica fica em cartaz até o dia 11 de novembro de 2017. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro. A entrada é gratuita.

Texto: Ascom/Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom Ibram

Nova exposição e horários especiais no Museu Regional de São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre na segunda (14), às 19h, a exposição Paisagens internas e externas, do artista plástico José Renato Sartori Inchausti.

O trabalho apresenta distorções de paisagens, tanto de ambientes interiores quanto exteriores, tendo cidades históricas e litorâneas como tema. O artista projeta em suas paisagens interiores referências geográficas. Segundo Inchausti, essas paisagens possuem uma “exposição frontal de algum sentimento humano”.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Trabalhando com artes plásticas há cerca de 40 anos, José Renato já participou de 18 mostras -  entre salões coletivos e exposições individuais. Atualmente mora em São João del-Rei, onde desenvolve um trabalho interessado na abstração do sentimento por meio da paisagem.

A exposição fica em cartaz até 24 de setembro. A visitação é gratuita. O museu funciona de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, de 9h às 16h.

Feriado local
No dia 15 de agosto (terça-feira) é feriado em São João del-Rei (Assunção de Nossa Senhora) e, por isso, o MRSJDR tem horário especial para o feriado prolongado.

No sábado e domingo (dias 12 e 13), funciona das 9h às 13h. Já na segunda e terça (14 e 15) funciona das 9h às 16h. O museu reabre às 19h no dia 14 apenas para receber o público na nova exposição. Já na quarta (16), o museu fecha para manutenção – voltando ao seu horário normal a partir do dia 17 de agosto.

Aberto ao público em 1963,  o Museu Regional de São João del-Rei apresenta, em sua exposição permanente, aspectos dos modos de vida e costumes mineiros dos séculos XVII ao XX, a partir de peças de mobiliário, objetos de arte sacra e imaginária oitocentista.

O MRSJDR está localizado na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663 ou endereço eletrônico mrsjdr@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MRSJDR/Divulgação

Exposição fotográfica homenageia o Cardeal do Rio de Janeiro

Fotos para exposição - Orani,O Pastor da UnidadeO Museu Nacional de Belas Artes/Ibram , em parceria com o Vicariato para Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, abre nesta quinta-feira (6) a exposição fotográfica “Que todos sejam Um”.

A mostra reúne cerca de 130 imagens e alguns objetos que fazem parte da história do Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, que completou 20 anos de ordenação episcopal e oito anos à frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Para o co-curador da mostra e pesquisador do MNBA, Amândio Miguel, “a exposição é uma crônica fotográfica de Dom Orani Tempesta e a cidade do Rio de Janeiro”.

“A exposição será dividida em quatro módulos, que mostrarão o incansável trabalho deste paulista de São José do Rio Pardo(1950) nos mais diversos contrastes e realidades da cidade, segundo a ótica e pelas lentes do fotógrafo carioca Gustavo de Oliveira”, explica o cônego Marcos Willian Bernardo, assessor da Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese do Rio.

Na mostra, o público vai poder apreciar imagens de Dom Orani no seu relacionamento com a comunidade, um outro segmento apresenta sua Ordenação de Bispo; o cardeal no seu cotidiano; e a temática específica da Jornada Mundial da Juventude, evento realizado no Rio de Janeiro em 2013.  A exposição fica em cartaz até setembro.

Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a banda Nirvana

nirvana-imagDe hoje (22 ) a 22 de agosto, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a exposição internacional “Nirvana: Taking Punk To The Masses”. Esta é a primeira vez que a exposição sai do The Museum Of Pop Culture de Seattle (EUA) para ganhar outras regiões. A iniciativa é realizada pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada a exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com a realização do Instituto Dançar.

A mostra traz ao Brasil mais de 200 peças que marcaram a trajetória da banda. Sob curadoria de Jacob Mc Murra, a exposição reúne peças únicas e objetos exclusivos utilizados pela banda, entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes e cartazes, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.

Os ingressos custam R$25 (R$12,50 meia-entrada) de terça a quinta-feira e R$35 (R$17,50 meia-entrada), de sexta a domingo. Os ingressos podem ser adquiridos online.

Museu Regional de São João del-Rei abre nova mostra nesta quinta (13)

Convite - AnaO Museu Regional de São João del-Rei/Ibram inaugura, na próxima quinta-feira (13),  às 19 horas, a exposição Art’quitetura, da artista Ana Bello.  Serão apresentadas mais de 14 obras feitas a partir de ilustrações de revistas, jornais, fotos, desenhos e croquis com o objetivo de levar ao público uma observação mais detalhada do conteúdo expressivo da obra de arte.

As obras foram feitas a partir de figuras cortadas ou rasgadas, distribuídas sobre um suporte laminado de superfície lisa, facilitando a colagem. Para o processo de criação foi necessário à atenção a harmonia de cores, formas e texturas para a distribuição harmoniosa. O trabalho de Ana distingui-se pela forma como vê o modo em que a arte se articula à sociedade. A mostra quer evidenciar um processo artístico contemporâneo, de valorização da arquitetura e do design como uma linguagem artística, que, de uma maneira ou outra, trabalham numa engrenagem de funcionamento e estética.

Ana Bello, nascida e criada em São João del-Rei, é pintora e arquiteta. Durante seus mais de 30 anos do trajeto artístico aprendeu a trabalhar com as mais diversas técnicas e materiais. Foi aluna de importantes nomes da arte, como João Quaglia e Frederico Bracher e já apresentou seu trabalho em diversas exposições por Minas Gerais.

Museu da Inconfidência inaugura mostra sobre a influência chinesa no barroco mineiro

Igreja de Santa Efigênia - Eduardo Tropia

Igreja de Santa Efigênia

O Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG) inaugura nesta sexta-feira (31) a mostra Barroco X Chinesice – A influência chinesa no Barroco Mineiro – Fotografias e Objetos. A Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I, receberá objetos do acervo e de coleções particulares, bem como fotografias do mineiro Eduardo Tropia, com o objetivo de analisar a presença da China no Brasil por meio de diferentes manifestações artísticas, entre fins do século XVI a início do século XIX, período em que o Barroco estampava os retábulos sacros, as pinturas, as esculturas e o mobiliário, revelando costumes da vida social de uma “elite” conduzida pelo comércio colonial português.

Os elementos decorativos de origem chinesa observados em diversas igrejas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Ouro Branco, Sabará e Tiradentes, inspiraram o processo criativo de Tropia, que utilizou a sobreposição de imagens em uma proposta contemporânea, colocando em destaque os motivos orientais manifestados nas suas fotografias. Em 2016, um dos principais trabalhos que integram a mostra, que utiliza a imagem da Igreja de Santa Efigênia de Ouro Preto como suporte, representou o Brasil na 6th Jinan International Photography, bienal de fotografia da China, com o tema O retorno à sabedoria oriental. A visitação é gratuita e ocorrerá de terça a domingo, das 10 às 18h, até o dia 30 de abril.

Texto: Ascom Museu da Inconfidência
Foto: Eduardo Tropia (Divulgação Museu da Inconfidência)

Museu Histórico Nacional recebe mostra Quando o mar virou Rio

Quando o mar virou Rio em cartaz no MHN

Quando o mar virou Rio: exposição fica em cartaz no MHN até 28 de maio

Entre os dias 24 de março e 28 de maio, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, vai “estender a canga e abrir o guarda sol” para receber a exposição Quando o mar virou Rio.

Ao todo são 130 obras de 25 artistas, entre gravuras, fotografias, instalações e pinturas, organizadas em nove temas que resgatam a história da relação dos moradores do Rio de Janeiro com a praia – desde a origem, quando os médicos receitavam banhos de mar para curar doenças de pele ou respiratórias, até os dias atuais – incluindo a moda, os esportes e o ideal de ‘carioquice’ que ganhou fama no mundo.

Uma parte significativa dessa coleção veio de acervos: 11 artistas e 24 obras são do próprio Museu Histórico Nacional; 26 obras das coleções dos fotógrafos Augusto Malta (1864-1957) e Alair Gomes (1921-1992) pertencem à Biblioteca Nacional; e há mais 5 imagens do Augusto Malta que compõem o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Trajetória entrelaçada
“A curadoria gosta de pensar que a exposição é uma ode ao movimento da cidade, que começa com a vinda dos primeiros índios que buscavam a terra sem males, passa pelos navegantes portugueses e é porto de partida e chegada de produtos, pessoas e influências de além mar”, explica o curador Diogo Rezende, até quando o Rio se volta literalmente para a praia, desaguando numa paixão do carioca por ocupar a orla de diferentes maneiras”.

Para Letícia Stallone, também curadora, a mostra “apresenta parte da história dessa cidade, conhecida no mundo inteiro como Rio, mas que tem uma trajetória tão entrelaçada ao mar que a sua própria identidade está vinculada à imensidão da água salgada, ao sol, à areia e tudo que pertence a esse ambiente. Tudo isso num mesmo gingado que a gente que se mete nessa geografia acaba adquirindo”.

A mostra foi idealizada e produzida pelo estúdio M´Baraká e pela produtora Logorama, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura – Lei do ISS, e da Multi Terminais, copatrocínio da E.T.T. First RH e a Shift Gestão de Serviços e apoio do Control Lab e do Consulado Francês.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom Ibram
Foto: Júlio Bittencourt/Divulgação

Exposição no Museu do Diamante traz imagens do Vale do Jequitinhonha em MG

O Museu do Diamante, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Diamantina (MG), exibe imagens do fotógrafo e vídeo-documentarista Lori Figueiró entre os dias 22 de março a 4 de abril.

Exposição traz 28  imagens do Vale do Jequitinhonha (MG)

Exposição traz 28 imagens do Vale do Jequitinhonha (MG)

A exposição Memória da Cultura Jequitinhonha é parte do projeto Vale: Vida – memórias da Cultura Jequitinhonha, premiado em 2014 pelo Programa Pontos de Memória do Ibram.

São 28 imagens que, segundo o curador Jorge Dikamba, revelam instantâneos do cotidiano valês, onde o conceito de “mineiridade” se destaca, agregando sentimentos de religiosidade, simplicidade e alegria de viver.

Para Dikamba, o Jequitinhonha seria um “estado de espírito” para os que nele vivem ou dele se originam. Gestos, formas e cores refletem saberes, usos, costumes e crenças que, nas fotografias, compõem um mosaico atemporal das relações societárias da “gente do Vale”.

Lori Figueiró é fotógrafo autodidata, vídeo-documentarista e membro fundador do Centro de Cultura Memorial do Vale. Já realizou outras exposições fotográficas, publicou diversos livros com a temática do Vale do Jequitinhonha e ainda ministra oficinas e promove espetáculos cênicos sobre as manifestações da cultura mineira.

No dia 23 de março, às 18h30, acontece o lançamento de livros de Figueiró, além de uma roda de conversa com a cantora, compositora e escritora Déa Trancoso e a doutora em Literatura Juliana Leal. A entrada é franca.

O Museu do Diamante está localizado na Rua Direita, 14, centro de Diamantina, e funciona de terça a sábado, das 10h às 17h. Domingos e feriados, das 9h às 13h. Mais informações pelo telefone (38) 3531.1382.

Texto: Ascom/Ibram
Foto:  Lori Figueiró/Divulgação

 

Museu Victor Meirelles inaugura mostra O jardim colaborativo de Fritz Müller

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC),  inaugura nesta quarta-feira (22) a exposição O jardim colaborativo de Fritz Müller, de Yara Guasque. A data foi escolhida para homenagear  o pintor Victor Meirelles (1832-1903) pela passagem de 114 anos do seu falecimento – ocorrido em um dia 22 de fevereiro.

Exposição apresenta espécimes vegetais coletadas em SC

Exposição traz intervenção artística sobre espécimes vegetais coletados em SC no século XIX

A abertura é às 19h e antes, às 18h30, acontece o Encontro com a Artista, momento em que a pesquisadora conversa com o público sobre a sua obra e trajetória.

O Encontro terá ainda a participação de Kaue Costa, coautor da videoinstalação O jardim colaborativo de Fritz Müller em OpenFrameworks.

Müller e Darwin
O jardim colaborativo de Fritz Müller é um diminuto inventário da flora catarinense do século XIX, formado através do corpo de três instalações e cinco fotografias.

As imagens, sobre os espécimes da flora catarinense enviados ao exterior, testemunham a interlocução entre dois naturalistas da época: Fritz Müller, de Santa Catarina, e Charles Darwin, da Inglaterra, destacando as redes de colaboração do passado e do presente.

Na exposição a artista mostra o processo de transplantação do espécime vivo em uma inscrição abstrata, e vice-versa, e chama a atenção para a disputa dos direitos autorais travada pelos institutos de pesquisa. Também propicia ao visitante o reconhecimento dos espécimes que ainda hoje podem ser encontrados na natureza.

A exposição faz parte do Projeto Memória em Trânsito, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre os artistas catarinenses dos quais o Museu Victor Meirelles possui obras em seu acervo, numa tentativa de ampliar o entendimento da poética que envolve a produção desses artistas.

Yara Guasque é artista e pesquisadora independente. Licenciada em Artes Plásticas (FAAP/SP), mestre em Literatura (UFSC), doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e pós-doutora Estética e Comunicação pela Universidade de Arhus (Dinamarca).

A mostra é gratuita e fica em cartaz no Museu Victor Meirelles até 15 de abril. O Museu está localizado na Rua Rafael Bandeira nº41 – Centro de Florianópolis. Saiba mais.

Texto e fotos: Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles homenageia artista plástico Paulo Gaiad em SC

De 14 a 18 de fevereiro, o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC) realiza a exposição Paisagem – Viagem em Paulo Gaiaduma homenagem ao artista falecido em outubro do ano passado.

A abertura da exposição acontece no dia 14, às 19 h, e vai ser precedida do tradicional Encontro com o Curador, às 18h30, com as participações de Juliana Crispe e Rosângela Cherem.

Trabalho de Gaiad que esteve em exposição em 2015 no Museu Victor Meirelles

Trabalhos de Gaiad estiveram em exposição no Museu Victor Meirelles em 2015

Em novembro de 2015, o Museu Victor Meirelles recebeu a exposição Anotações a Caminho, de Paulo Gaiad. O evento era parte do Projeto Memória em Trânsito e tinha por objetivo aprofundar as pesquisas em torno das obras dos artistas que vivem e trabalham em Santa Catarina, pertencentes ao acervo do Museu Victor Meirelles.

Paulo Gaiad
Nascido em 1953, na cidade de Piracicaba (SP), em 1972 ingressa em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Brasília (UnB). Dois anos depois, inicia curso de desenho na Pontifícia Universidade de Campinas (PUC/Campinas) e recebe bolsa de estudos para frequentar o curso de Planejamento Urbano da Universidade de Oslo (Noruega).

Entre 1975 e 1977, estuda arquitetura em São Paulo, e em 1980 cursa desenho livre na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em 1981, fixa residência em Florianópolis, onde passa a trabalhar com arquitetura e artes plásticas . Em 1984, ganha a Bolsa de Multiplicadores Culturais do Instituto Goethe (Alemanha).

Realiza sua primeira exposição individual em 1987. Recebe, em 1989, o prêmio Cubo de Prata da Bienal Internacional de Arquitetura, em Buenos Aires. Em 2006, participa do projeto Pinte um Futuro, liderado pela artista plástica holandesa Hetty van der Linden, que atua junto a comunidades que vivem em situação de risco. Saiba como chegar ao Museu Victor Meirelles.

Texto e imagem: Museu Victor Meirelles/Divulgação

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