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Exposição sobre reuso de patrimônio histórico chega a São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre, nesta segunda (9), às 19h30, a exposição Reuso na Holanda: reciclagem de patrimônio histórico – do arquiteto holandês Paul Meurs.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei/Ibram (MG)

A mostra traz painéis com informações sobre 12 projetos arquitetônicos de edifícios holandeses que, após serem abandonados, foram recuperados e destinados a novos usos.

A exposição aponta para a discussão e reflexão do lugar do passado na paisagem urbana do futuro. A reutilização ou reuso é colocada como uma alternativa à demolição e consequente perda da memória e capital cultural.

Paul Meurs é arquiteto e diretor do escritório SteenhuisMeurs em Roterdã (Holanda). Especialista em arquitetura e urbanismo brasileiros desde 1986, publicou vários artigos e livros sobre conservação, desenvolvimento do patrimônio e reuso.

De 2006 a 2016 foi professor da disciplina Patrimônio e Valores Culturais na Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), onde atualmente é professor convidado. Meurs estará presente na abertura para um bate-papo com o público.

A exposição é gratuita e pode ser visitada até 22 de outubro de segunda a sexta, das 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h.

O Museu Regional de São João del-Rei fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto e foto: MRSJDR/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Ouro Preto homenageia ex-diretor do Museu da Inconfidência, Rui Mourão

Rui Mourão, diretor do Museu da Inconfidência por 43 anos.

Rui Mourão, diretor do Museu da Inconfidência por 43 anos.

O dia 05 de outubro, quinta-feira, receberá uma série de atividades que marcam as boas-vindas à nova diretora do Museu da Inconfidência (Ibram/MinC), a arquiteta restauradora Deise Cavalcanti Lustosa, e a despedida do romancista e ensaísta Rui Mourão, que ocupou o posto durante 43 anos. Haverá cerimonial de posse, sessão solene organizada pelos vereadores na Câmara Municipal de Ouro Preto, lançamento de livro e abertura de exposição.

A primeira cerimônia começa às 17h, no Auditório, Anexo I, com transmissão oficial do cargo pelo presidente do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, Marcelo Mattos Araújo, seguida de homenagem dos servidores. Às 19h, a Câmara Municipal reverenciará Rui Mourão, com entrega de placa em Honra ao Mérito pelo Vereador Chiquinho de Assis. O encerramento se dará com o lançamento do livro de contos Caderno de Viagem, de Lucas Carvalho Rôla Santos, no Auditório do Museu, e inauguração de mostra com o mesmo nome na Sala Manoel da Costa Athaide.

EXPOSIÇÃO – Os 32 desenhos que compõem a exposição Caderno de Viagem são produzidos em nanquim sobre papel, dentro da perspectiva do “Realismo Fantástico”, apresentando situações cotidianas, mas com alguma ruptura surreal, que conduzem a um novo significado das situações retratadas. As obras, todas de autoria de Lucas Carvalho Rôla Santos, trazem para o primeiro plano o absurdo, mas de maneira naturalizada.

As imagens tecem diálogo com a vida, cujo dia-a-dia também guarda seus absurdos, velados pela lida irrefletida com a rotina e as exigências que ela impõe. Na superfície da série, viram, todavia, objeto de reflexão e causam o espanto pelo real. As ilustrações expostas também integram livro de contos de igual nome, no qual aparecem como contos imagéticos, autônomos, figurando entre páginas para que estejam a serviço da imaginação do leitor.

Texto: Ascom Museu da Inconfidência

Foto: Janine Ojeda

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles celebra os 185 anos de nascimento do seu patrono

O Naufrágio da Medusa - Victor Meirelles (1857/1858) - óleo sobre papel colado em cartão - 35,9 x 52,5cm

O Naufrágio da Medusa: Victor Meirelles (1857/1858) – óleo sobre papel colado em cartão – 35,9 x 52,5cm / Divulgação: Museu Victor Meirelles/Ibram

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), comemora os 185 de nascimento do seu patrono nesta sexta-feira (18), com a abertura da exposição Victor em 4D – Segundo Módulo: A Dimensão Histórica, a partir das 19h.

A programação inclui a realização de uma mesa-redonda, às 16h, com o professor Mário César Coelho, do curso de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e com o curador Pedro Xexéo.

Mário César é graduado em Arquitetura e Urbanismo, com mestrado e doutorado em História Cultural pela UFSC, e falará sobre as coleções de Estudos de Embarcações de Victor Meirelles.

Pedro Xexéo é museólogo e crítico de arte, tendo integrado o corpo técnico do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, em Minas Gerais, e atuado como coordenador técnico do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro. O tema do seu painel será A Batalha dos Guararapes de Victor Meirelles na 25ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1879.

No mesmo dia, será realizada também a cerimônia da assinatura dos documentos de transferência definitiva de um conjunto de obras do Museu Nacional de Belas Artes, enviadas para o MVM em 1952, 1961 e 1983. As obras passarão a integrar o acervo permanente do Museu Victor Meirelles e farão parte da exposição em cartaz.

A exposição Victor em 4D – A Dimensão Histórica fica em cartaz até o dia 11 de novembro de 2017. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro. A entrada é gratuita.

Texto: Ascom/Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom Ibram

Nova exposição e horários especiais no Museu Regional de São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre na segunda (14), às 19h, a exposição Paisagens internas e externas, do artista plástico José Renato Sartori Inchausti.

O trabalho apresenta distorções de paisagens, tanto de ambientes interiores quanto exteriores, tendo cidades históricas e litorâneas como tema. O artista projeta em suas paisagens interiores referências geográficas. Segundo Inchausti, essas paisagens possuem uma “exposição frontal de algum sentimento humano”.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Trabalhando com artes plásticas há cerca de 40 anos, José Renato já participou de 18 mostras -  entre salões coletivos e exposições individuais. Atualmente mora em São João del-Rei, onde desenvolve um trabalho interessado na abstração do sentimento por meio da paisagem.

A exposição fica em cartaz até 24 de setembro. A visitação é gratuita. O museu funciona de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, de 9h às 16h.

Feriado local
No dia 15 de agosto (terça-feira) é feriado em São João del-Rei (Assunção de Nossa Senhora) e, por isso, o MRSJDR tem horário especial para o feriado prolongado.

No sábado e domingo (dias 12 e 13), funciona das 9h às 13h. Já na segunda e terça (14 e 15) funciona das 9h às 16h. O museu reabre às 19h no dia 14 apenas para receber o público na nova exposição. Já na quarta (16), o museu fecha para manutenção – voltando ao seu horário normal a partir do dia 17 de agosto.

Aberto ao público em 1963,  o Museu Regional de São João del-Rei apresenta, em sua exposição permanente, aspectos dos modos de vida e costumes mineiros dos séculos XVII ao XX, a partir de peças de mobiliário, objetos de arte sacra e imaginária oitocentista.

O MRSJDR está localizado na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663 ou endereço eletrônico mrsjdr@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MRSJDR/Divulgação

Exposição fotográfica homenageia o Cardeal do Rio de Janeiro

Fotos para exposição - Orani,O Pastor da UnidadeO Museu Nacional de Belas Artes/Ibram , em parceria com o Vicariato para Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, abre nesta quinta-feira (6) a exposição fotográfica “Que todos sejam Um”.

A mostra reúne cerca de 130 imagens e alguns objetos que fazem parte da história do Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, que completou 20 anos de ordenação episcopal e oito anos à frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Para o co-curador da mostra e pesquisador do MNBA, Amândio Miguel, “a exposição é uma crônica fotográfica de Dom Orani Tempesta e a cidade do Rio de Janeiro”.

“A exposição será dividida em quatro módulos, que mostrarão o incansável trabalho deste paulista de São José do Rio Pardo(1950) nos mais diversos contrastes e realidades da cidade, segundo a ótica e pelas lentes do fotógrafo carioca Gustavo de Oliveira”, explica o cônego Marcos Willian Bernardo, assessor da Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese do Rio.

Na mostra, o público vai poder apreciar imagens de Dom Orani no seu relacionamento com a comunidade, um outro segmento apresenta sua Ordenação de Bispo; o cardeal no seu cotidiano; e a temática específica da Jornada Mundial da Juventude, evento realizado no Rio de Janeiro em 2013.  A exposição fica em cartaz até setembro.

Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a banda Nirvana

nirvana-imagDe hoje (22 ) a 22 de agosto, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a exposição internacional “Nirvana: Taking Punk To The Masses”. Esta é a primeira vez que a exposição sai do The Museum Of Pop Culture de Seattle (EUA) para ganhar outras regiões. A iniciativa é realizada pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada a exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com a realização do Instituto Dançar.

A mostra traz ao Brasil mais de 200 peças que marcaram a trajetória da banda. Sob curadoria de Jacob Mc Murra, a exposição reúne peças únicas e objetos exclusivos utilizados pela banda, entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes e cartazes, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.

Os ingressos custam R$25 (R$12,50 meia-entrada) de terça a quinta-feira e R$35 (R$17,50 meia-entrada), de sexta a domingo. Os ingressos podem ser adquiridos online.

Museu Regional de São João del-Rei abre nova mostra nesta quinta (13)

Convite - AnaO Museu Regional de São João del-Rei/Ibram inaugura, na próxima quinta-feira (13),  às 19 horas, a exposição Art’quitetura, da artista Ana Bello.  Serão apresentadas mais de 14 obras feitas a partir de ilustrações de revistas, jornais, fotos, desenhos e croquis com o objetivo de levar ao público uma observação mais detalhada do conteúdo expressivo da obra de arte.

As obras foram feitas a partir de figuras cortadas ou rasgadas, distribuídas sobre um suporte laminado de superfície lisa, facilitando a colagem. Para o processo de criação foi necessário à atenção a harmonia de cores, formas e texturas para a distribuição harmoniosa. O trabalho de Ana distingui-se pela forma como vê o modo em que a arte se articula à sociedade. A mostra quer evidenciar um processo artístico contemporâneo, de valorização da arquitetura e do design como uma linguagem artística, que, de uma maneira ou outra, trabalham numa engrenagem de funcionamento e estética.

Ana Bello, nascida e criada em São João del-Rei, é pintora e arquiteta. Durante seus mais de 30 anos do trajeto artístico aprendeu a trabalhar com as mais diversas técnicas e materiais. Foi aluna de importantes nomes da arte, como João Quaglia e Frederico Bracher e já apresentou seu trabalho em diversas exposições por Minas Gerais.

Museu da Inconfidência inaugura mostra sobre a influência chinesa no barroco mineiro

Igreja de Santa Efigênia - Eduardo Tropia

Igreja de Santa Efigênia

O Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG) inaugura nesta sexta-feira (31) a mostra Barroco X Chinesice – A influência chinesa no Barroco Mineiro – Fotografias e Objetos. A Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I, receberá objetos do acervo e de coleções particulares, bem como fotografias do mineiro Eduardo Tropia, com o objetivo de analisar a presença da China no Brasil por meio de diferentes manifestações artísticas, entre fins do século XVI a início do século XIX, período em que o Barroco estampava os retábulos sacros, as pinturas, as esculturas e o mobiliário, revelando costumes da vida social de uma “elite” conduzida pelo comércio colonial português.

Os elementos decorativos de origem chinesa observados em diversas igrejas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Ouro Branco, Sabará e Tiradentes, inspiraram o processo criativo de Tropia, que utilizou a sobreposição de imagens em uma proposta contemporânea, colocando em destaque os motivos orientais manifestados nas suas fotografias. Em 2016, um dos principais trabalhos que integram a mostra, que utiliza a imagem da Igreja de Santa Efigênia de Ouro Preto como suporte, representou o Brasil na 6th Jinan International Photography, bienal de fotografia da China, com o tema O retorno à sabedoria oriental. A visitação é gratuita e ocorrerá de terça a domingo, das 10 às 18h, até o dia 30 de abril.

Texto: Ascom Museu da Inconfidência
Foto: Eduardo Tropia (Divulgação Museu da Inconfidência)

Museu Histórico Nacional recebe mostra Quando o mar virou Rio

Quando o mar virou Rio em cartaz no MHN

Quando o mar virou Rio: exposição fica em cartaz no MHN até 28 de maio

Entre os dias 24 de março e 28 de maio, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, vai “estender a canga e abrir o guarda sol” para receber a exposição Quando o mar virou Rio.

Ao todo são 130 obras de 25 artistas, entre gravuras, fotografias, instalações e pinturas, organizadas em nove temas que resgatam a história da relação dos moradores do Rio de Janeiro com a praia – desde a origem, quando os médicos receitavam banhos de mar para curar doenças de pele ou respiratórias, até os dias atuais – incluindo a moda, os esportes e o ideal de ‘carioquice’ que ganhou fama no mundo.

Uma parte significativa dessa coleção veio de acervos: 11 artistas e 24 obras são do próprio Museu Histórico Nacional; 26 obras das coleções dos fotógrafos Augusto Malta (1864-1957) e Alair Gomes (1921-1992) pertencem à Biblioteca Nacional; e há mais 5 imagens do Augusto Malta que compõem o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Trajetória entrelaçada
“A curadoria gosta de pensar que a exposição é uma ode ao movimento da cidade, que começa com a vinda dos primeiros índios que buscavam a terra sem males, passa pelos navegantes portugueses e é porto de partida e chegada de produtos, pessoas e influências de além mar”, explica o curador Diogo Rezende, até quando o Rio se volta literalmente para a praia, desaguando numa paixão do carioca por ocupar a orla de diferentes maneiras”.

Para Letícia Stallone, também curadora, a mostra “apresenta parte da história dessa cidade, conhecida no mundo inteiro como Rio, mas que tem uma trajetória tão entrelaçada ao mar que a sua própria identidade está vinculada à imensidão da água salgada, ao sol, à areia e tudo que pertence a esse ambiente. Tudo isso num mesmo gingado que a gente que se mete nessa geografia acaba adquirindo”.

A mostra foi idealizada e produzida pelo estúdio M´Baraká e pela produtora Logorama, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura – Lei do ISS, e da Multi Terminais, copatrocínio da E.T.T. First RH e a Shift Gestão de Serviços e apoio do Control Lab e do Consulado Francês.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom Ibram
Foto: Júlio Bittencourt/Divulgação

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