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Tríplice Fronteira é tema de debate no Museu Victor Meirelles em SC

O Museu Victor Meirelles (MVM), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Florianópolis (SC), promove no dia 28 de dezembro (quarta-feira), às 16h, a mesa-redonda Tríplice Fronteira: Brasil, Argentina e Paraguai – Memória e Contemporaneidade.

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Os convidados são Maurício Ferreira Junior, professor e diretor do Museu Imperial, unidade museológica do Ibram em Petrópolis (RJ); Sérgio Medeiros, professor de literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a artista Fran Favero.

A mesa-redonda acontece na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles, que está funcionando em sua sede provisória à Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro da capital catarinense. A entrada é gratuita.

O evento faz parte das atividades da mostra Y/Rembe’y, em exibição no Museu Victor Meirelles, com trabalhos de Favero. A exposição é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artistas e tem como proposta a reflexão acerca daquela região fronteiriça.

Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, também com entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Texto: Ascom/Ibram
foto: MVM/Divulgação

Diáspora: exposição no MAb reúne ícones da cultura afro-brasileira

Trazer à tona a história social e cultural afro-brasileira com destaque para o legado dos inúmeros criadores da chamada diáspora negra nos domínios da música, artes plásticas e ativismo político do Brasil, entre outras searas: esta é a busca que motivou durante quatro anos pesquisa do artista plástico brasiliense Josafá Neves.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional

Resultado deste trabalho e já vista por grande público em outras cidades, a exposição Diáspora chega ao Museu da Abolição/Ibram, em Recife (PE), nesta sexta-feira (16).

A mostra apresenta 30 obras – entre painéis, telas e esculturas – que retratam personalidades negras com legado imensurável para a formação da cultura nacional. O patrimônio imaterial e símbolos da religiosidade de matriz africana também estão representados.

Todo o prédio que abriga o Museu da Abolição, situado em casarão do século XVII pertencente a antigo engenho de açúcar, foi mobilizado para receber a exposição, em que retratos de ícones como Pixinguinha, Elza Soares, Itamar Assumpção, Milton Santos, Luiz Gonzaga e Mãe Stella de Oxóssi dividem espaço com esculturas de orixás e telas que retratam antigos navios negreiros, entre outros temas.

Das raízes ancestrais e míticas à atualidade, com passagem crítica sobre uma história de violência, racismo e silenciamento, a exposição permite entrever como a dispersão dos negros pelo Brasil frutificou uma suntuosa herança cultural que se traduz em inúmeras expressões.

Diáspora fica em cartaz até 27 de maio de 2017, no Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena), na capital pernambucana.

Texto: Ascom/IbramFoto: Divulgação

Museu Victor Meirelles recebe exposição Y/Rembe’y de Fran Favero

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), inaugurou na quarta-feira (14), a exposição Y/Rembe’y de Fran Favero. Antes  aconteceu o tradicional Encontro com o Artista, quando Favero conversou com o público sobre a sua trajetória e seus trabalhos.

Foto: Fran Favero. Como falar entre fronteiras – Cómo hablar entre fronteras – Rembe’y apytépe, 2015 / divulgação Museu Victor Meirelles.

Uma das imagens de Fran Favero que estão expostas no Museu Victor Meirelles

Y/Rembe’y é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artista, trabalhos propostos a partir de um lugar fronteiriço, complexo, um espaço de encontros, tanto no sentido de reunião quanto de confronto presente neste termo: a tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Rembe em guarani significa margem, borda, orla. Já o termo Y significa água, rio, sendo rembe’y a fronteira, a margem do rio.

Sentidos múltiplos
Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

Além de orla, rembe também pode significar lábios. Nesse sentido, as aproximações entre os três países criam uma zona em que podem existir idiomas mesclados, atravessados, como o ‘portunhol’ ou o ‘jopara’ (mistura entre espanhol e guarani ou português e guarani).

Fran Favero vive e trabalha em Florianópolis. É bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com intercâmbio para a Université du Québec à Montréal no Canadá, e Formada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Participa de exposições coletivas desde 2010.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, na sede temporária do Museu Victor Meirelles (Rua Rafael Bandeira, 41, Centro). A entrada é gratuita.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação

Exposição Joaquim Lebreton e a Missão Francesa está em cartaz no MNBA

Apoteose de São Nicola

Apoteose de São Nicola: obra está em exposição no MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, inaugurou ontem (14), a exposição Joaquim Lebreton – do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro.

A mostra comemorativa dos 200 anos da chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil reúne cerca de 50 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e documentos.

O MNBA responde pela maioria das obras expostas, porém trabalhos relevantes da coleção do Museu Histórico Nacional/Ibram, da Fundação Biblioteca Nacional e do Museu D. João VI(EBA/UFRJ), completam a exposição.

Dividida em quatro módulos, a exposição congrega alguns importantíssimos acervos públicos, destacando a presença de obras de Taunay, Leandro Joaquim, Marc Ferrez, Pradier, Marc Ferrez, Grandjean de Montigny e Corrado Giaquinto, entre outros e poderá ser vista até 12 março de 2017. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/Divulgação

Museu da República inaugura exposição em homenagem a Clarice Lispector

Imagem: Obra de Pedro Gandra para a exposição ‘Somos todos Clarice’, no Museu da República/Ibram.

Obra de Pedro Gandra para a exposição Somos Todos Clarice

Em comemoração à data de nascimento da escritora Clarice Lispector (1920-1977), o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura neste sábado (10), a exposição Somos Todos Clarice, na Galeria do Lago.

Com curadoria de Isabel Portella, a exposição reúne o trabalho de mais de 20 artistas do cenário carioca inspirados nos textos da escritora.

São pinturas acrílicas, aquarelas, fotografias e fotomontagens, além de performances e leituras de textos. Na área externa, uma grande instalação montada pelo grupo Aluga-se, composto por dez artistas, vai ocupar o coreto, com móveis e objetos que fazem referência aos poemas de Clarice.

A mostra ficará aberta ao público até o dia 10 de março de 2017. A classificação indicativa é livre e a entrada é franca. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153 – Catete. Confira os horários de visitação e saiba como chegar ao Museu da República.

Antiga Vizinha
Clarice Lispector já foi vizinha do Palácio do Catete, que abriga o Museu da República desde 1970. Em 1940, após a morte de seu pai Pedro Lispector, Clarice e sua irmã Elisa se mudam para a residência da irmã Tania, que se casara em 1938 com William Kaufmann, situada à Rua Silveira Martins, na vila chamada de Condomínio Bairro Saavedra, vizinha ao hoje museu. Neste período a escritora, que já havia tido um conto seu publicado em um jornal semanário, estava se dedicando fortemente à escrita.

Texto e foto: Museu da República/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Exposição exibe resultado de curso sobre memória afro-brasileira em SC

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Exposição é resultado de curso que utilizou, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram

Será aberta nesta sexta-feira (18), no Museu Histórico de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), a exposição Vozes que pulsam – Memória e cultura afro-brasileira em Santa Catarina.

A exposição é resultado do curso Museu, Memória e Cultura Afro-brasileira, iniciado em agosto pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), numa parceria com o Sistema Estadual de Museus catarinense, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

O curso utilizou pela primeira vez, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram, e foi voltado a 30 profissionais atuantes em museus, Pontos de Memória e Pontos de Cultura, além de pesquisadores na área do Patrimônio Cultural. As atividades a distância possibilitadas pela ferramenta foram complementadas por encontros presenciais mensais.

Participação e mesa-redonda
A exposição Vozes que pulsam foi elaborada num processo de curadoria compartilhada e educação colaborativa entre os participantes do curso. A partir de metodologias como o inventário participativo, o grupo reuniu pesquisas e registros que preservam e difundem iniciativas culturais sobre o patrimônio afro-brasileiro em território catarinense.

Referências culturais e patrimônios afro-brasileiros foram inventariados nas sete regiões museológicas do estado e serão apresentados em forma de imagens, fotos e vídeos. O conteúdo foi dividido em quatro módulos: Objetos e saberes, Formas de expressão, Lugares e Celebrações.

Para a abertura da exposição, estão programadas mesa-redonda sobre o tema Políticas Públicas e os negros no Brasil, a partir das 14h, e apresentação do Grupo de Capoeira Projeto Social do Mont Serrat, a partir das 15h30.

A mostra fica em cartaz no Palácio Cruz e Sousa, que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina, até o próximo dia 25. A ideia é que, ao final deste período, torne-se itinerante, percorrendo diversos municípios catarinenses. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Exposição no MNBA comemora os 200 anos da Escola de Belas Artes no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), inaugura nesta quinta-feira (10), às 18h, a exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos anos construindo a arte brasileira. 

Menino de Brodósqui, 1951 - Cândido Portinari

Menino de Brodósqui, 1951 – Cândido Portinari

A mostra faz um recorte da produção artística da instituição que formou – e ainda forma – centenas de artistas das mais diferentes gerações da arte brasileira.

Segundo a curadora da exposição, Angela Ancora da Luz, que dirigiu a EBA entre os anos de 2002 e 2010, “a presença da escola no contexto da sociedade brasileira revelou sua identidade por aspectos pouco conhecidos, mas de grande interesse social e político, além de seu princípio norteador fundamental: o ensino artístico”.

O eixo curatorial enfatizou a Escola de Belas Artes como instituição que mantém e preserva uma preocupação social, política e intelectual das diferenças individuais, o que não impede a formação de um corpo e de uma ‘identidade’. Buscou-se evidenciar as diferenças e afinidades em desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, instalações, vídeos e performances.

De escola a museu
Criada por Decreto Real em 12 de agosto de 1816, a primeira sede da Escola de Belas Artes foi na Travessa das Belas Artes, próxima a Praça Tiradentes. O prédio, de Grandjean de Montigny, foi projetado para receber a então Academia Imperial das Belas Artes e foi inaugurado em 5 de novembro de 1826.

“Foi uma escola de grande peso no Império e que esteve aberta a todos os que desejassem buscar o caminho das artes, sendo aceitos pelos grandes mestres dos ateliês”, conta a curadora. “O que contava na hora da seleção era o talento, sem restrição ao grau cultural, à raça ou situação econômica”.

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 - hoje MNBA

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 – hoje MNBA

Em 1908, já com o nome de Escola Nacional de Belas Artes, a instituição transferiu-se para seu segundo prédio, com projeto de Morales de los Rios, na Avenida Rio Branco – onde hoje situa-se o MNBA. Em 1975, a escola mudou-se em definitivo para o prédio da reitoria UFRJ na Cidade Universitária, compartilhado com a Faculdade de Arquitetura.

A mostra segue em cartaz até 12 de fevereiro de 2017. O MNBA fica na Avenida Rio Branco 199, – Cinelândia e funciona de terça a sexta das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h. Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA

 

Ingressos para a mostra The Art of the Brick no MHN começam a ser vendidos

O Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe, a partir do dia 17 de novembro, a exposição The Art of the Brick, que fica em cartaz até 15 de janeiro de 2017, e reúne as criações de Nathan Sawaya a partir de blocos de LEGO. A venda de ingressos para a mostra começa nesta segunda-feira (7) via internet.

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

A exposição apresenta reconstruções em 3D de obras de arte mundialmente conhecidas, entre as quais a “Vênus de Milo”, “O Pensador”, de Rodin, “O Grito”, de Edvard Munch, e “O Beijo”, de Gustav Klimt.

Outros objetos e personagens serão expostos, como o impressionante esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 blocos. Para o total das peças expostas, o artista utilizou mais de um milhão de peças LEGO.

Outra mostra temporária será inaugurada no dia 11. Manguinhos Revelado: Um lugar de Ciência, que fica em cartaz até 29 de janeiro de 2017.

A mostra traz um importante acervo fotográfico extraído por um conjunto de negativos de vidro: origens da Fundação Oswaldo Cruz, cotidiano das atividades de produção de soros e vacinas, de pesquisa e de ensino entre 1903 e 1946, e mudanças urbanas no Rio de Janeiro, com destaque para Manguinhos e suas imediações. Este acervo foi reconhecido em 2012 pelo Programa Memória do Mundo da Unesco como patrimônio documental brasileiro.

Novos horários
O MHN funciona, desde o dia primeiro de novembro, das 13h às 17h aos sábados, domingos e feriados; e de terça a sexta-feira, entre as 10h e 17h30. O valor do ingresso individual para o circuito de exposições de longa duração do MHN é de R$ 10,00 (dez reais) de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é gratuita a todos os públicos. As exposições temporárias podem ter condições de preço e gratuidade diferenciadas.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Exposição em Brasília apresenta acervo dos Museus Castro Maya

A exposição Henri Matisse – Jazz, em cartaz na Caixa Cultural Brasília, traz colagens do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse (1869-1954), que integram o acervo dos Museus Castro Maya/Ibram, Rio de Janeiro (RJ).

Coleção Jazz de Matisse está em cartaz na Caixa Cultural Brasília

Coleção Jazz de Matisse está em cartaz na Caixa Cultural Brasília

Com curadoria da museóloga Anna Paola Baptista, a mostra reúne 20 pranchas originais impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o livro Jazz, publicado em 1947. Foram impressos 250 álbuns, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras ora apresentadas pertencem ao exemplar 196.

O conjunto de desenhos feitos com tesoura utiliza-se da técnica desenvolvida por Matisse no início da década de 1940.

Obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas, quando se recuperava de uma delicada cirurgia, o pintor primeiro dedicou-se ao desenho e à ilustração e, depois, foi mais longe, combinando desenho e pintura, em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache.

A exposição fica em cartaz até 23 de dezembro e tem entrada franca. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Museus Castro Maya/Divulgação

Museu Lasar Segall abre exposição com trabalhos de Liuba Wolf em São Paulo

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), apresenta, a partir do sábado (29), a mostra Liuba – esculturas e relevos da artista Liuba Wolf (1923-2005).

Esculturas e relevos de Liuba podem ser vistos até fevereiro de 2017

Serão apresentadas obras produzidas entre os anos 1960 e 1980, com ênfase nas peças da década de 1970. A seleção, com curadoria de Jorge Schwartz e Marcelo Monzani, foi organizada pensando-se na relação entre as características dos trabalhos e os espaços do museu.

Inicialmente figurativa, a artista passou a operar a partir dos anos 1960 uma relevante mudança formal: a modelagem ganha, de modo progressivo, novos contornos e surgem “seres” e formas orgânicas, entre a figura e o abstrato, entre o real e o surreal.

Liuba, nascida na Bulgária e radicada no Brasil desde os anos 1950, está inserida na tradição da escultura moderna, sendo considerada uma das pioneiras entre as artistas mulheres que se dedicaram à arte de esculpir – como Pola Rezende, Maria Martins, Mary Vieira, Felícia Leiner, Sonia Ebling e Zélia Salgado.

A mostra fica em cartaz até fevereiro de 2017. O Museu Lasar Segall situa-se na Rua Berta nº 111, Vila Mariana, São Paulo e funciona de quarta a segunda-feira, das 11h às 19h, com entrada franca. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Lasar Segall/Divulgação

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