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Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a banda Nirvana

nirvana-imagDe hoje (22 ) a 22 de agosto, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a exposição internacional “Nirvana: Taking Punk To The Masses”. Esta é a primeira vez que a exposição sai do The Museum Of Pop Culture de Seattle (EUA) para ganhar outras regiões. A iniciativa é realizada pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada a exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com a realização do Instituto Dançar.

A mostra traz ao Brasil mais de 200 peças que marcaram a trajetória da banda. Sob curadoria de Jacob Mc Murra, a exposição reúne peças únicas e objetos exclusivos utilizados pela banda, entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes e cartazes, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.

Os ingressos custam R$25 (R$12,50 meia-entrada) de terça a quinta-feira e R$35 (R$17,50 meia-entrada), de sexta a domingo. Os ingressos podem ser adquiridos online.

Museu Regional de São João del-Rei abre nova mostra nesta quinta (13)

Convite - AnaO Museu Regional de São João del-Rei/Ibram inaugura, na próxima quinta-feira (13),  às 19 horas, a exposição Art’quitetura, da artista Ana Bello.  Serão apresentadas mais de 14 obras feitas a partir de ilustrações de revistas, jornais, fotos, desenhos e croquis com o objetivo de levar ao público uma observação mais detalhada do conteúdo expressivo da obra de arte.

As obras foram feitas a partir de figuras cortadas ou rasgadas, distribuídas sobre um suporte laminado de superfície lisa, facilitando a colagem. Para o processo de criação foi necessário à atenção a harmonia de cores, formas e texturas para a distribuição harmoniosa. O trabalho de Ana distingui-se pela forma como vê o modo em que a arte se articula à sociedade. A mostra quer evidenciar um processo artístico contemporâneo, de valorização da arquitetura e do design como uma linguagem artística, que, de uma maneira ou outra, trabalham numa engrenagem de funcionamento e estética.

Ana Bello, nascida e criada em São João del-Rei, é pintora e arquiteta. Durante seus mais de 30 anos do trajeto artístico aprendeu a trabalhar com as mais diversas técnicas e materiais. Foi aluna de importantes nomes da arte, como João Quaglia e Frederico Bracher e já apresentou seu trabalho em diversas exposições por Minas Gerais.

Museu da Inconfidência inaugura mostra sobre a influência chinesa no barroco mineiro

Igreja de Santa Efigênia - Eduardo Tropia

Igreja de Santa Efigênia

O Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG) inaugura nesta sexta-feira (31) a mostra Barroco X Chinesice – A influência chinesa no Barroco Mineiro – Fotografias e Objetos. A Sala Manoel da Costa Athaide, Anexo I, receberá objetos do acervo e de coleções particulares, bem como fotografias do mineiro Eduardo Tropia, com o objetivo de analisar a presença da China no Brasil por meio de diferentes manifestações artísticas, entre fins do século XVI a início do século XIX, período em que o Barroco estampava os retábulos sacros, as pinturas, as esculturas e o mobiliário, revelando costumes da vida social de uma “elite” conduzida pelo comércio colonial português.

Os elementos decorativos de origem chinesa observados em diversas igrejas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Ouro Branco, Sabará e Tiradentes, inspiraram o processo criativo de Tropia, que utilizou a sobreposição de imagens em uma proposta contemporânea, colocando em destaque os motivos orientais manifestados nas suas fotografias. Em 2016, um dos principais trabalhos que integram a mostra, que utiliza a imagem da Igreja de Santa Efigênia de Ouro Preto como suporte, representou o Brasil na 6th Jinan International Photography, bienal de fotografia da China, com o tema O retorno à sabedoria oriental. A visitação é gratuita e ocorrerá de terça a domingo, das 10 às 18h, até o dia 30 de abril.

Texto: Ascom Museu da Inconfidência
Foto: Eduardo Tropia (Divulgação Museu da Inconfidência)

Museu Histórico Nacional recebe mostra Quando o mar virou Rio

Quando o mar virou Rio em cartaz no MHN

Quando o mar virou Rio: exposição fica em cartaz no MHN até 28 de maio

Entre os dias 24 de março e 28 de maio, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, vai “estender a canga e abrir o guarda sol” para receber a exposição Quando o mar virou Rio.

Ao todo são 130 obras de 25 artistas, entre gravuras, fotografias, instalações e pinturas, organizadas em nove temas que resgatam a história da relação dos moradores do Rio de Janeiro com a praia – desde a origem, quando os médicos receitavam banhos de mar para curar doenças de pele ou respiratórias, até os dias atuais – incluindo a moda, os esportes e o ideal de ‘carioquice’ que ganhou fama no mundo.

Uma parte significativa dessa coleção veio de acervos: 11 artistas e 24 obras são do próprio Museu Histórico Nacional; 26 obras das coleções dos fotógrafos Augusto Malta (1864-1957) e Alair Gomes (1921-1992) pertencem à Biblioteca Nacional; e há mais 5 imagens do Augusto Malta que compõem o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Trajetória entrelaçada
“A curadoria gosta de pensar que a exposição é uma ode ao movimento da cidade, que começa com a vinda dos primeiros índios que buscavam a terra sem males, passa pelos navegantes portugueses e é porto de partida e chegada de produtos, pessoas e influências de além mar”, explica o curador Diogo Rezende, até quando o Rio se volta literalmente para a praia, desaguando numa paixão do carioca por ocupar a orla de diferentes maneiras”.

Para Letícia Stallone, também curadora, a mostra “apresenta parte da história dessa cidade, conhecida no mundo inteiro como Rio, mas que tem uma trajetória tão entrelaçada ao mar que a sua própria identidade está vinculada à imensidão da água salgada, ao sol, à areia e tudo que pertence a esse ambiente. Tudo isso num mesmo gingado que a gente que se mete nessa geografia acaba adquirindo”.

A mostra foi idealizada e produzida pelo estúdio M´Baraká e pela produtora Logorama, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura – Lei do ISS, e da Multi Terminais, copatrocínio da E.T.T. First RH e a Shift Gestão de Serviços e apoio do Control Lab e do Consulado Francês.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom Ibram
Foto: Júlio Bittencourt/Divulgação

Exposição no Museu do Diamante traz imagens do Vale do Jequitinhonha em MG

O Museu do Diamante, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Diamantina (MG), exibe imagens do fotógrafo e vídeo-documentarista Lori Figueiró entre os dias 22 de março a 4 de abril.

Exposição traz 28  imagens do Vale do Jequitinhonha (MG)

Exposição traz 28 imagens do Vale do Jequitinhonha (MG)

A exposição Memória da Cultura Jequitinhonha é parte do projeto Vale: Vida – memórias da Cultura Jequitinhonha, premiado em 2014 pelo Programa Pontos de Memória do Ibram.

São 28 imagens que, segundo o curador Jorge Dikamba, revelam instantâneos do cotidiano valês, onde o conceito de “mineiridade” se destaca, agregando sentimentos de religiosidade, simplicidade e alegria de viver.

Para Dikamba, o Jequitinhonha seria um “estado de espírito” para os que nele vivem ou dele se originam. Gestos, formas e cores refletem saberes, usos, costumes e crenças que, nas fotografias, compõem um mosaico atemporal das relações societárias da “gente do Vale”.

Lori Figueiró é fotógrafo autodidata, vídeo-documentarista e membro fundador do Centro de Cultura Memorial do Vale. Já realizou outras exposições fotográficas, publicou diversos livros com a temática do Vale do Jequitinhonha e ainda ministra oficinas e promove espetáculos cênicos sobre as manifestações da cultura mineira.

No dia 23 de março, às 18h30, acontece o lançamento de livros de Figueiró, além de uma roda de conversa com a cantora, compositora e escritora Déa Trancoso e a doutora em Literatura Juliana Leal. A entrada é franca.

O Museu do Diamante está localizado na Rua Direita, 14, centro de Diamantina, e funciona de terça a sábado, das 10h às 17h. Domingos e feriados, das 9h às 13h. Mais informações pelo telefone (38) 3531.1382.

Texto: Ascom/Ibram
Foto:  Lori Figueiró/Divulgação

 

Museu Victor Meirelles inaugura mostra O jardim colaborativo de Fritz Müller

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC),  inaugura nesta quarta-feira (22) a exposição O jardim colaborativo de Fritz Müller, de Yara Guasque. A data foi escolhida para homenagear  o pintor Victor Meirelles (1832-1903) pela passagem de 114 anos do seu falecimento – ocorrido em um dia 22 de fevereiro.

Exposição apresenta espécimes vegetais coletadas em SC

Exposição traz intervenção artística sobre espécimes vegetais coletados em SC no século XIX

A abertura é às 19h e antes, às 18h30, acontece o Encontro com a Artista, momento em que a pesquisadora conversa com o público sobre a sua obra e trajetória.

O Encontro terá ainda a participação de Kaue Costa, coautor da videoinstalação O jardim colaborativo de Fritz Müller em OpenFrameworks.

Müller e Darwin
O jardim colaborativo de Fritz Müller é um diminuto inventário da flora catarinense do século XIX, formado através do corpo de três instalações e cinco fotografias.

As imagens, sobre os espécimes da flora catarinense enviados ao exterior, testemunham a interlocução entre dois naturalistas da época: Fritz Müller, de Santa Catarina, e Charles Darwin, da Inglaterra, destacando as redes de colaboração do passado e do presente.

Na exposição a artista mostra o processo de transplantação do espécime vivo em uma inscrição abstrata, e vice-versa, e chama a atenção para a disputa dos direitos autorais travada pelos institutos de pesquisa. Também propicia ao visitante o reconhecimento dos espécimes que ainda hoje podem ser encontrados na natureza.

A exposição faz parte do Projeto Memória em Trânsito, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre os artistas catarinenses dos quais o Museu Victor Meirelles possui obras em seu acervo, numa tentativa de ampliar o entendimento da poética que envolve a produção desses artistas.

Yara Guasque é artista e pesquisadora independente. Licenciada em Artes Plásticas (FAAP/SP), mestre em Literatura (UFSC), doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e pós-doutora Estética e Comunicação pela Universidade de Arhus (Dinamarca).

A mostra é gratuita e fica em cartaz no Museu Victor Meirelles até 15 de abril. O Museu está localizado na Rua Rafael Bandeira nº41 – Centro de Florianópolis. Saiba mais.

Texto e fotos: Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles homenageia artista plástico Paulo Gaiad em SC

De 14 a 18 de fevereiro, o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC) realiza a exposição Paisagem – Viagem em Paulo Gaiaduma homenagem ao artista falecido em outubro do ano passado.

A abertura da exposição acontece no dia 14, às 19 h, e vai ser precedida do tradicional Encontro com o Curador, às 18h30, com as participações de Juliana Crispe e Rosângela Cherem.

Trabalho de Gaiad que esteve em exposição em 2015 no Museu Victor Meirelles

Trabalhos de Gaiad estiveram em exposição no Museu Victor Meirelles em 2015

Em novembro de 2015, o Museu Victor Meirelles recebeu a exposição Anotações a Caminho, de Paulo Gaiad. O evento era parte do Projeto Memória em Trânsito e tinha por objetivo aprofundar as pesquisas em torno das obras dos artistas que vivem e trabalham em Santa Catarina, pertencentes ao acervo do Museu Victor Meirelles.

Paulo Gaiad
Nascido em 1953, na cidade de Piracicaba (SP), em 1972 ingressa em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Brasília (UnB). Dois anos depois, inicia curso de desenho na Pontifícia Universidade de Campinas (PUC/Campinas) e recebe bolsa de estudos para frequentar o curso de Planejamento Urbano da Universidade de Oslo (Noruega).

Entre 1975 e 1977, estuda arquitetura em São Paulo, e em 1980 cursa desenho livre na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em 1981, fixa residência em Florianópolis, onde passa a trabalhar com arquitetura e artes plásticas . Em 1984, ganha a Bolsa de Multiplicadores Culturais do Instituto Goethe (Alemanha).

Realiza sua primeira exposição individual em 1987. Recebe, em 1989, o prêmio Cubo de Prata da Bienal Internacional de Arquitetura, em Buenos Aires. Em 2006, participa do projeto Pinte um Futuro, liderado pela artista plástica holandesa Hetty van der Linden, que atua junto a comunidades que vivem em situação de risco. Saiba como chegar ao Museu Victor Meirelles.

Texto e imagem: Museu Victor Meirelles/Divulgação

Obras de Portinari no MNBA integram exposição inédita em Roma

Café, 1935

Obra de Candido Portinari (Café, 1935) está em Roma para a exposição “A mão infinita”

Um recorte da coleção do artista Candido Portinari no acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) vai integrar a exposição que a Embaixada do Brasil em Roma inaugura no dia 7 de fevereiro.

A mostra é uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Com curadoria do MNBA, A Mão Infinita é a primeira mostra de Portinari realizada na capital italiana.

Serão expostos desenhos, pinturas, matrizes e fotografias, num total de 26 obras. O destaque é a tela Café, pintada em 1935.

Nascido em Brodowski, interior de São Paulo, Portinari (1903-1962) era filho de imigrantes italianos e estudou posteriormente na Itália. Suas obras retratam a gente da sua terra.

Para a diretora do MNBA, Monica Xexéo, “a mostra reforça os laços culturais entre dois povos irmãos”. A Embaixada do Brasil em Roma está localizada na Piazza Navona, uma das principais zonas turísticas da cidade. A mostra será realizada na galeria Cândido Portinari, no próprio prédio da embaixada.

A exposição faz parte das comemorações dos 80 anos de criação do MNBA e fica em cartaz na Embaixada Brasileira  da Itália, em Roma, até 22 de abril. Leia mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/divulgação

Tríplice Fronteira é tema de debate no Museu Victor Meirelles em SC

O Museu Victor Meirelles (MVM), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Florianópolis (SC), promove no dia 28 de dezembro (quarta-feira), às 16h, a mesa-redonda Tríplice Fronteira: Brasil, Argentina e Paraguai – Memória e Contemporaneidade.

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Os convidados são Maurício Ferreira Junior, professor e diretor do Museu Imperial, unidade museológica do Ibram em Petrópolis (RJ); Sérgio Medeiros, professor de literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a artista Fran Favero.

A mesa-redonda acontece na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles, que está funcionando em sua sede provisória à Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro da capital catarinense. A entrada é gratuita.

O evento faz parte das atividades da mostra Y/Rembe’y, em exibição no Museu Victor Meirelles, com trabalhos de Favero. A exposição é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artistas e tem como proposta a reflexão acerca daquela região fronteiriça.

Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, também com entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Texto: Ascom/Ibram
foto: MVM/Divulgação

Diáspora: exposição no MAb reúne ícones da cultura afro-brasileira

Trazer à tona a história social e cultural afro-brasileira com destaque para o legado dos inúmeros criadores da chamada diáspora negra nos domínios da música, artes plásticas e ativismo político do Brasil, entre outras searas: esta é a busca que motivou durante quatro anos pesquisa do artista plástico brasiliense Josafá Neves.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional

Resultado deste trabalho e já vista por grande público em outras cidades, a exposição Diáspora chega ao Museu da Abolição/Ibram, em Recife (PE), nesta sexta-feira (16).

A mostra apresenta 30 obras – entre painéis, telas e esculturas – que retratam personalidades negras com legado imensurável para a formação da cultura nacional. O patrimônio imaterial e símbolos da religiosidade de matriz africana também estão representados.

Todo o prédio que abriga o Museu da Abolição, situado em casarão do século XVII pertencente a antigo engenho de açúcar, foi mobilizado para receber a exposição, em que retratos de ícones como Pixinguinha, Elza Soares, Itamar Assumpção, Milton Santos, Luiz Gonzaga e Mãe Stella de Oxóssi dividem espaço com esculturas de orixás e telas que retratam antigos navios negreiros, entre outros temas.

Das raízes ancestrais e míticas à atualidade, com passagem crítica sobre uma história de violência, racismo e silenciamento, a exposição permite entrever como a dispersão dos negros pelo Brasil frutificou uma suntuosa herança cultural que se traduz em inúmeras expressões.

Diáspora fica em cartaz até 27 de maio de 2017, no Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena), na capital pernambucana.

Texto: Ascom/IbramFoto: Divulgação

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