Ibram dá início a contratações para restauro da Casa Histórica de Alcântara

MCHA está instalado num sobrado colonial do séc. XIX tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

MCHA está instalado num sobrado colonial do séc. XIX tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou na última quarta-feira (30) edital destinado à seleção via pregão eletrônico, a acontecer no próximo dia 13, de empresa para a realização de levantamentos e projetos com foco no Museu Casa Histórica de Alcântara (MCHA), no Maranhão. A contratação será o primeiro passo para a realização de obras de restauração na unidade.

Caberá à empresa selecionada elaborar projeto executivo de restauro, projeto estrutural e projetos de instalações prediais, comunicação visual e paisagismo, que serão utilizados como base para a execução da obra de restauração do museu – instalado num sobrado colonial do séc. XIX tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A elaboração de projeto executivo, que ficará a cargo de técnicos em Arquitetura e Engenharia, incluirá levantamento cadastral, mapeamento de danos e projeto de intervenção, além de projetos complementares. A ideia é que o restauro compatibilize o prédio às necessidades atuais do MCHA, inclusive quanto à atualização tecnológica, respeitando os critérios de intervenção mínima previstos no tombamento do imóvel.

A obra incluirá intervenção física no interior, fachada e cobertura do edifício e em suas instalações de energia, iluminação, telefonia, segurança, hidráulicas e sanitárias, além da execução de novos projetos de prevenção e combate a incêndio, sinalização, paisagístico, luminotécnico e expográfico. O prazo previsto para a realização dos levantamentos e projetos é de 180 dias.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MCHA/Divulgação

Palácio Rio Negro fechará ao público excepcionalmente nesta sexta (9)

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Mudança na expografia motiva suspensão temporária da visitação

Localizado em Petrópolis (RJ) e vinculado ao Museu da República/Ibram, o Palácio Rio Negro estará fechado ao público, em caráter excepcional, nesta sexta-feira (9).

O motivo do fechamento é a mudança na expografia dos quartos principais do palácio, que será realizada pela equipe do museu.

Construído em 1889 para ser a residência do Barão do Rio Negro, rico comerciante de café, o Palácio Rio Negro foi incorporado pelo Governo Federal em 1903 e passou a ser a residência oficial de verão dos presidentes da República em Petrópolis. Além desta função, o espaço é dedicado à memória da República na antiga “cidade imperial”.

O museu, que funciona de terça a sábado, das 10h às 17h, reabre para visitação normal no sábado (10).

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Banco de Imagens Ibram

Após reforma, Museu das Bandeiras reabre ao público em Goiás

Após ficar cerca de um ano fechado ao público por conta de obras de restauração, o Museu das Bandeiras, localizado no município de Goiás (antes Cidade de Goiás), será reaberto ao público neste sábado (20).

Fachada do Museu das Bandeiras após reforma: abertura ao público acontece amanhã (20)

O museu foi entregue ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no início de novembro, após obras de restauração realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Poucos dias depois, foi nomeada sua nova diretora, Stélia Braga Castro, selecionada através de chamada pública para ocupar a direção dos museus da rede Ibram situados no estado de Goiás – que inclui, além do Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, também no município de Goiás, e o Museu Casa da Princesa, em Pilar de Goiás.

As obras de restauração incluíram a execução de ações emergenciais (cobertura e drenagem), essenciais (estabilização e revisão estrutural, revisão das instalações, adequação das instalações de detecção e combate ao incêndio, substituição de reboco e repintura) e serviços estratégicos, como projetos executivos de restauração.

A intervenção, que proporcionou ao museu condições adequadas para a guarda do acervo e atendimento ao público, foi realizada pela empresa Marsou Engenharia e contratada pelo valor de R$ 798.750,92.

Antes de ser reaberto à visitação do público, o museu deu início a um processo de revisão expográfica sob orientação da museóloga Célia Corsino, que será implantado de forma gradual, de modo a valorizar a comunicação e o interesse dos visitantes.

Criado em 1954, o museu está instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Boa de Goiás, então sede do governo da capitania goiana, e narra a história do ciclo do ouro em Goiás. Abriga ainda coleção de documentos públicos dos séculos XVIII e XIX produzidos na região. Construído em 1766, o prédio foi tombado pelo Iphan em 1951 como exemplo da arquitetura civil portuguesa.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Iphan