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MAST revela os caminhos de Albert Einstein em terras brasileiras

A participação do Brasil na descoberta da Teoria da Relatividade é o assunto de “ASTROmania – Einstein e a relatividade”, que acontece neste domingo (21) no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) a partir das 16h. O evento vai revelar os caminhos do cientista, que visitou as dependências do museu, na época sede do Observatório Nacional, em 1925 – três anos após sua inauguração.

Antes, neste sábado (20), a origem mítica de Saturno será o tema de mais um ”Contando Mitos”. Por meio de esquetes teatrais, o visitante vai conhecer a origem, os mistérios e toda a mitologia que envolve a história do planeta. Um passeio feito com o monitoramento de um guia apresentará todo o conjunto arquitetônico e histórico do museu, a coleção de instrumentos científicos e as cúpulas de observação do espaço.

Mais informações pelo site: www.mast.br

Biblioteca Rocambole (RJ) tem programação especial em agosto

A Biblioteca Rocambole, biblioteca infantil do Museu Imperial, terá uma programação especial em agosto. Ao longo do mês, o público poderá participar de contações de histórias, cjogos e oficinas com o objetivo de incentivar a leitura entre as crianças, além da possibilidade de levar livros emprestados para casa.

Em 10 e 24 de agosto, às 13h30, haverá a “Hora do conto” com o livro “Lendas de Amor dos índios brasileiros”, de Katia Canton. Nos dias 12 e 31, às 14h30, será oferecida a oficina de adivinhações, trava-línguas e parlendas, voltada para grupos escolares do 1º ao 4º ano do ensino fundamental com, no máximo, 25 alunos.

Em comemoração à Semana do Folclore, no dia 17, às 15h, haverá uma apresentação das lendas do Saci-pererê, do Lobisomem e do Curupira, extraídas do livro “Viagem pelo Brasil em 52 Histórias”, de Silvana Salerno, que reúne lendas e contos populares tradicionais de nosso país. Em seguida, será realizado um jogo criativo de expressão oral a partir do enredo das três lendas.

Nos dias 19 e 26, às 14h30, será a vez da oficina de brincadeiras e brinquedos populares, voltada para alunos do 1º ao 4º ano do ensino fundamental. Na atividade, serão apresentadas brincadeiras e brinquedos tradicionais, como amarelinha, bola de gude, as cinco Marias e escravos de Jó. As crianças poderão conhecer a história de cada brincadeira, como também brincar em grupo.

Todas as atividades são voltadas para instituições escolares e devem ser previamente agendadas junto ao setor de Educação do Museu Imperial, através do telefone (24) 2245-7735.

SERVIÇO

Biblioteca Rocambole
Funcionamento: de quarta a sexta-feira, das 9h às 12h (consultas e empréstimos) e das 14h às 17h (atividades com grupos escolares agendados)
Local: Museu Imperial
Informações: (24) 2245-4182 / (24) 2245-4162
Agendamento para grupos escolares: (24) 2245-7735 (setor de Educação)

Fonte: Ascom Museu Imperial

Museu de Astronomia promove evento para chegada do inverno

Você sabia que o Sol nem sempre nasce no Leste e se põe no Oeste? Que é possível ver as explosões no Sol? O Museu de Astronomia e Ciências Afins vai celebrar a chegada do inverno com atividades durante todo o dia 21 de junho. Os visitantes vão construir relógios, fazer observação das manchas solares e conhecer instrumentos raros e técnicas antigas utilizados para estudar o Sol. “O dia em que o Sol parou” terá toda a programação gratuita e acontecerá no Museu, a partir de 10h, na Rua General Bruce, 586.

“O Solstício de Inverno, que marca a chegada da estação, acontece quando o Sol nasce e se põe no ponto mais afastado ao Norte dos Pontos Cardeais Leste e Oeste. Neste dia, ele para de se afastar para o Norte e volta a nascer e se por cada vez mais ao Sul. Aliás, Solstício significa Sol parado, em latim. É também neste dia que, no Hemisfério Sul, temos o dia mais curto e a noite mais longa do ano”, explica Eugênio Reis, astrônomo da Coordenação de Educação do MAST.

Com a observação do Sol durante este fenômeno, é possível medir a hora exata. Pensando nisso, mediadores do Museu vão construir, junto com os visitantes, um relógio de Sol, onde as pessoas usarão a própria sombra para determinar o horário. Além disso, será possível medir o comprimento da sombra, ao meio-dia solar verdadeiro, de uma das miras fixadas no campus para determinar a declinação do Sol, a medida da inclinação do eixo da Terra em relação ao plano de sua órbita. Neste período, é observada a maior sombra que um objeto pode projetar sobre a superfície da Terra durante todo o ano.

Em um telescópio especial, chamado Hidrogênio-alfa, quem vier ao Museu poderá ver explosões solares. Os visitantes vão  aprender também como funciona um Astrolábio, instrumento do Observatório Nacional (ON), recordista em observações do Sol e o último do seu tipo em funcionamento. Em português, o astrônomo italiano Constantino Sigismondi fará uma demonstração do funcionamento do instrumento, dando noções da medição do diâmetro solar.

Sérgio Boscardin, recém doutor em astronomia pelo ON, levará os visitantes para conhecer um Heliômetro, instrumento que mede o diâmetro do Sol e que foi construído por pesquisadores da instituição. Não existe outro instrumento igual a este no mundo e ele foi feito para aumentar a precisão na medição do diâmetro do Sol.

As linhas meridianas

Costantino Sigismondi, astrônomo italiano da Universidade de Roma, dará uma palestra, em português, sobre as linhas meridianas construídas em igrejas do século XV, que funcionam como gigantescos observatórios solares.

Os astrônomos desenhavam linhas retas no chão até o início do século XIX, orientadas para os pontos Norte e Sul do planeta, chamadas de linhas meridianas. O Sol entra por um orifício, localizado no alto da igreja, e ilumina, com um ponto circular, algum lugar no chão. Quando este ponto passa pela linha, é possível determinar a hora exata, inclinação do eixo da Terra e até comprovar da 1ª Lei de Kepler, das Órbitas Elípticas.

“Esta é a maneira mais antiga de estudar o Sol e possui uma precisão impressionante até mesmo hoje. Muitas igrejas e observatórios na Itália possuem linhas meridianas”, conta Sigismondi

Programação
10h

  • Oficina de Construção de um relógio de Sol analêmico no campus do MAST: este modelo de Relógio de Sol possui uma escala de horas em formato de elipse e no centro da elipse uma outra escala, vertical, com os meses do ano. No Relógio de Sol analêmico, o gnômon (objeto que projeta a sua sombra para a marcação das horas) é qualquer pessoa que se posiciona na escala do centro da elipse. Ou seja, a pessoa faz parte do relógio e sua sombra indica a hora.
  • Observação do Sol e de manchas solares: observação o Sol através de filtros de mão, um telescópio Hidrogênio-alfa, onde é possível se ver a Cromosfera do Sol.
  • Visita à cúpula do Astrolábio Solar, com o astrônomo italiano Constantino Sigismondi: o Astrolábio Solar do Observatório Nacional é o último de seu tipo ainda em funcionamento e o recordista em observações do Sol pelo Método das Alturas Iguais, desde 1997.
  • Visita à cúpula do Heliômetro com Dr. Sérgio Boscardin

12h 

  • Medida do comprimento da sombra de uma das miras ao meio-dia solar verdadeiro

15h

  • Palestra: Linhas Meridianas nas Igrejas: uma história de precisão desde 1475
    Astrônomo e historiador italiano Costantino Sigismondi, da Universidade de Roma

Essas linhas são instrumentos conhecidos como meridianas, e estão orientadas na direção Norte-Sul. O Sol passa por cima dessa linha quando atinge a sua altura máxima no céu. Por isso, tal passagem é designada como passagem meridiana do Sol e corresponde ao meio-dia solar verdadeiro. A imagem do Sol é projetada sobre esta linha no chão através de um pequeno orifício no teto das igrejas e funcionam como gigantescos observatórios solares. Na história destas Linhas Meridianas está seu uso como relógios solares (para ajuste dos relógios mecânicos e do calendário), determinação da inclinação do eixo da Terra e até a comprovação da 1ª Lei de Kepler, das Órbitas Elípticas.

Museu de Astronomia e Ciências Afins- MAST
Rua General Bruce, 586, São Cristóvão – Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 3514-5200
Site: www.mast.br

Museu Théo Brandão no clima de São João

 O Museu Théo Brandão (MTB) da Universidade Federal de Alagoas promove, no dia 17, o lançamento do livro “A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina”, do professor do Instituto de Ciências Sociais da UFAL, Elder Maia e a abertura, nas salas de exposições temporárias, da exposição de pinturas do artista plástico e sanfoneiro Vicente Ferreira de Lima.

De 14 a 17 de junho o museu oferece oficina de forró,  com a facilitadora Joyce dos Santos, das 16h30 às 18h, no MTB. As inscrições estão abertas até o dia 14 de junho pelos telefones. As vagas são limitadas.

Na sexta-feira, dia 17 de junho a partir das 18h, haverá o arraial do Museu Théo Brandão com apresentações do Trio “São João no Forró”, roda de coco com a presença dos artistas Rogério Dias e Fagner Dubrown da banda “Poesia Musicada no Pandeiro”, Jurandir Bôzo do “Clube do Coco”, cantador de pagode Lourinho, mestre embolador Jaçanã e Telma César, formação de quadrilha improvisada, além de barracas com comidas e bebidas típicas e brincadeiras para as crianças.

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