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Ex-funcionária doa coleção de Anais do Museu Histórico Nacional ao Cenedom

Ecyla Brandão com o Diploma de Agradecimento oferecido pelo Ibram

No dia 14 de agosto, uma comissão do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) oficializou, com um Diploma de Agradecimento, a doação de coleção com 43 exemplares dos Anais do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), entre outras publicações, realizada por Ecyla Castanheira Brandão.

O material ficará sob a responsabilidade do Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom/Ibram), localizado em Brasília.

Professora, Ecyla Brandão trabalhou na Escola de Belas Artes da UFRJ (1950-1985) e foi responsável, entre 1962 e 1982, por vários setores dos Museus Histórico Nacional, Nacional de Belas Artes e da República – todos ligados atualmente ao Ibram/MinC. À frente do Museu Histórico Nacional, empreendeu várias ações para a valorização do acervo, através da pesquisa, restauração e exposição.

Em 1940 foi lançado o primeiro volume dos Anais do Museu Histórico Nacional, organizando publicações de estudos sobre o acervo do próprio museu, como peças de numismática, vestuário e obras de arte.

As edições dos Anais e outras publicações do museu podem ser acessadas em formato digital na página do Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação Cenedom

Museu Victor Meirelles recebe doação de obras de arte em Florianópolis

Em cerimônia realizada dia 14 de agosto, na sala de exposições temporárias do Museu Victor Meirelles/Ibram, na capital catarinense, aconteceu a solenidade de entrega de duas novas obras ao acervo do museu – doadas pela historiadora Sara Regina Poyares dos Reis.

A partir da esquerda: Joceli de Souza, Lourdes Rosetto, Sara Regina e Cícero Almeida

Uma delas é a pintura Estudo de Traje Italiano, de Victor Meirelles, e outra, sem título, é de autoria de um de seus alunos, Oscar Pereira da Silva.

Os dois trabalhos farão parte da exposição Tributo a Victor Meirelles, que o museu abre no dia 18 de agosto, às 11 horas, como momento alto das comemorações dos 180 de nascimento do pintor catarinense. Leia mais.

Estiveram presentes a diretora do Museu Victor Meirelles, Lourdes Rossetto, a historiadora Sara Regina, Cícero de Almeida, diretor do Departamento de Processos Museais/Ibram e o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Joceli de Souza, representando o governador de Santa Catarina.

A diretora do Museu Victor Meirelles ressaltando o gesto de doação da historiadora “não só pela doação em si, mas também por servir de exemplo para outros colecionadores e instituições”, disse.

O presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Joceli de Souza, reiterou o apoio governo na ampliação do Museu Victor Meirelles – processo que já se estende por vários anos. Avaliou a necessidade da expansão do museu como “visível e urgente”, em razão da crescente demanda local. Confira a programação do museu aqui.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles

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Semana Victor Meirelles celebra 180 anos de nascimento do artista em SC

 

Museu Victor Meirelles (SC) celebra 180 anos de nascimento do artista

No dia 18 de agosto, aconteceu a abertura da exposição Tributo a Victor Meirelles: 180 Anos de Nascimento do Artista. A exposição apresenta obras do artista pertencentes a coleções particulares, instituições públicas e ao acervo do próprio museu. É composta por telas de sua autoria e também por obras realizadas por seus mestres e discípulos.

Estudos de Traje Italiano (1853) estarão expostos no Museu Victor Meirelles (SC)

A mostra vai possibilitar ao público ainda a apreciação de vários trabalhos de Victor Meirelles que integram os seus famosos Estudos de Traje Italiano, série produzida entre os anos de 1852 e 1854, quando o artista realizava os estudos na Itália. Saiba da programação completa aqui.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto de Capa: Museu Nacional de Belas Artes

Edição: Ascom/Ibram

Receita Federal doa escultura africana ao Museu da Abolição no Recife

O Museu da Abolição/Ibram aguarda o recebimento de uma doação histórica. Pela primeira vez, uma obra de arte apreendida pela Receita Federal do Brasil será destinada a um museu da rede Ibram – formada por 30 museus federais.

A escultora holandesa Marianne Houtkamp viveu muitos anos na África Oriental

A escultura Samburu Dance I, da artista holandesa Marianne Houtkamp, foi doada ao museu pernambucano após ser apreendida pela Receita Federal no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A peça já deixou o aeroporto e deve chegar ao Museu da Abolição neste fim de semana. A obra retrata uma mulher da tribo Samburu, do Quênia, e possui certificado de autenticidade emitido pela própria autora.

Elaborada em gesso e pátina de bronze, Samburu Dance I pesa cerca de 150Kg e possui 1,35m de altura. Levemente avariada, a peça vai passar por restauro antes de ser exibida ao público.

A direção do Museu da Abolição, Maria Elisabete Arruda, avaliou que a obra está afinada com os propósitos de valorização das tradições originárias do continente africano e sua relação com a formação da sociedade brasileira atual – tema referencial da instituição.

A artista
A escultora holandesa Marianne Houtkamp viveu muitos anos na África Oriental, especificamente Quênia e Tanzânia, de onde advém os principais temas das sua obra. Desde então, tem estudado os povos nômades da região – roupas, ornamentos, sinais de pertencimento à tribo etc. As cores de seus bronzes são fiéis às dos trajes e jóias usados.

Seu contato com a tribo queniana Samburu, por exemplo, resultou numa série de 8 obras em bronze, além da criação da fundação Watoto Samburu (filhos de Samburu), que tem como objetivo proteger a cultura e as tradições da tribo.

As obras da artista podem ser encontradas em galerias de Nova York, Paris, Lyon, Knokke, Honfleur, Saint Paul de Vence, Marbella, Oslo e Dubai.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Sociedade de Amigos doa peças para o acervo do Museu Imperial (RJ)

No dia 5 de novembro foram comemorados os 20 anos da Sociedade de Amigos do Museu Imperial (SAMI) - também Dia Nacional da Cultura. Para celebrar, foi realizada uma cerimônia na qual a associação presenteou o Museu Imperial/Ibram com peças para os acervos museológico, arquivístico e bibliográfico da instituição.

Para a Biblioteca, foi doada uma obra raríssima: Funcções do casamento de sua Magestade Imperial, o senhor Dom Pedro I° com a sereníssima senhora princesa Amelia de Leuchtenberg. O livro, datado de 1830, traz todo o serviço do casamento de d. Pedro I com sua segunda esposa, d. Amélia, além de poemas e dedicatórias escritas para os noivos.

O Museu recebeu ainda, para o setor de Museologia, um retrato de d. Leopoldina (foto), primeira imperatriz do Brasil. A pintura tem autoria e data desconhecidas, mas, pelos trajes, é possível identificar que d. Leopoldina foi retratada já como imperatriz, o que restringe o período entre 1822 e 1826, ano de seu falecimento.

Já o Arquivo Histórico foi presenteado com uma série de oito fotografias que formam um panorama em 360° de Petrópolis. As imagens foram capturadas em 1898 por Jorge Henrique Papf, a partir do Morro do Cruzeiro (conhecido atualmente como Morro dos Milionários) e incluem a cadeira na qual o imperador d. Pedro II costumava se sentar para apreciar a vista da cidade.

O presidente da SAMI, dr. Miguel Pachá, ressaltou a importância das sociedades de amigos de museus. “Essas associações são necessárias para que o museu possa desenvolver atividades além das possibilitadas pelo seu orçamento anual, como é o caso da aquisição dessas peças. Assim, mantemos os museus vivos”. Saiba mais.

Fonte: Divulgação Museu Imperial

Museu Imperial (RJ) recebe doação de Roupas Brancas

O Museu Imperial/Ibram recebeu como doação para seu acervo 91 peças das chamadas “roupas brancas”, que consistem em roupas de uso íntimo – todas datadas do século XIX e primeiras décadas do XX.

Na coleção, existem ainda camisolas, toucas, calçolas, camisinhas de pagão, lençóis, fronhas e toalhas de mesa. Os itens são confeccionados em cambraia de linho, fustão e rendas de diversos materiais.

A doação foi feita pelo casal Eduardo e Sônia Soares Sampaio, que descende de Heloísa Leal e Joaquim Elísio Pereira Marinho, viscondessa e visconde de Guaí. Entre as peças doadas, encontram-se artigos que pertenceram à viscondessa, como uma blusa e um lenço.

Segundo Ana Luisa Alonso de Camargo, chefe do setor de Museologia do Museu Imperial, “essa doação vem enriquecer ainda mais a coleção de indumentária do Museu e, em especial, de indumentária infantil”.

As peças serão preservadas na reserva técnica do Museu, sob responsabilidade do setor de Museologia. Mais informações sobre o setor e agendamentos para consulta ao acervo podem ser feitas pelo e-mail mimp.museologia@museus.gov.br/.

Fonte: Divulgação Museu Imperial/Ibram

Museu Imperial recebe doação de carta escrita pelo conde d’Eu em 1889

Recentemente, o Museu Imperial recebeu uma importante doação para seu Arquivo Histórico. O médico Nelson Ribeiro da Luz Lobo Martins doou uma carta escrita em 17 de novembro de 1889 pelo conde d’Eu para Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, que foi um magistrado, político e proprietário rural brasileiro. O Dr. Nelson é bisneto de Joaquim Delfino e recebeu a carta de seu pai, após o documento ter sido passado de geração em geração.

Como a data aponta, a carta foi escrita dois dias após a Proclamação da República. O marido da princesa Isabel estava a bordo do navio Parnaíba, que levou a família imperial até o navio Alagoas para partir para a Europa rumo ao exílio.

Na carta, o conde d’Eu solicita que Joaquim Delfino dê procedimento às obras de construção da Igreja de Nossa Senhora da Hungria, em Caxambu (MG). A igreja havia começado a ser construída em 1868, em cumprimento a uma promessa feita pela Princesa Isabel.

A correspondência passará a integrar o acervo do Arquivo Histórico, que conta com mais de 200 mil documentos, incluindo cartas, fotografias, ilustrações e outros. Interessados em consultar documentos podem agendar a visita junto ao Arquivo, através do e-mail mimp.arq.historico@museus.gov.br ou pelos telefones (24) 2245-1627 e 2245-1675.

 Fonte: Ascom Museu Imperial

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