Saiba como foi a abertura da exposição O império em Brasília no Congresso

Foi aberta, na quarta-feira (7), no Congresso Nacional, a exposição O império em Brasília, com obras do acervo do Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ).

O presidente do Ibram representou a ministra da Cultura. Ao lado, Celita Procópio e Henrique Alves

O evento contou com a presença do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, do presidente do Ibram/MinC, Angelo Oswaldo, representando a ministra da Cultura, Marta Suplicy, da presidente do Conselho de Curadores da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Celita Procópio de Carvalho, entre outras autoridades.

Angelo Oswaldo destacou a singularidade da mostra e os 190 anos também da ideia da construção da capital, chamada Brasília, por José Bonifácio. Segundo ele, “as peças trazidas do Museu Imperial retratam momentos importantes da nossa história e repercutem ainda hoje”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, ressaltou a importância do Parlamento como “casa legitima e transparente dos poderes republicanos”. Alves destacou ainda que “comemorar 190 anos é uma honra para esta casa. Todos nós que estivemos, estamos e estaremos no parlamento somos representantes do povo brasileiro”.

A exposição fica em cartaz no Congresso Nacional até 20 de outubro

A mostra, que tem curadoria de Ricardo Oriá, Clarissa Castro e Maurício Ferreira, é resultado do trabalho conjunto entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal em parceria com o Museu Imperial, o Ibram e a FAAP, e integra as comemorações dos 190 anos da Constituinte de 1823.

Com entrada franca, a exposição pode ser visitada todos os dias da semana, inclusive feriados, das 9h às 17h, até o dia 20 de outubro. Saiba mais sobre a exposição e veja mais fotos da abertura.

Texto e fotos: Ascom/Ibram

2º Congresso Nacional de Samba ocupa Museu da República no Rio de Janeiro

Nos dias 1º e 2 de dezembro, passistas, ritmistas e foliões abrem alas e pedem passagem no Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ). É o 2º Congresso Nacional do Samba, evento que promete reunir personalidades do carnaval e da cultura negra e popular.

Congresso se propõe também a revisar a Carta do Samba (1962)

Os participantes estarão reunidos em mesas redondas que têm como um dos objetivos a revisão e atualização da Carta do Samba, formulada em 1962, há 50 anos portanto, durante o primeiro congresso – que instituiu ainda o dia 2 de dezembro como Dia Nacional do Samba.

A abertura, no dia 30 de novembro, será na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em sessão solene na qual serão homenageados o escritor Haroldo Costa, o pesquisador musical José Ramos Tinhorão e o jornalista Sérgio Cabral, os únicos representantes ainda vivos remanescentes do primeiro encontro.

Neste segundo encontro nacional, a intenção dos participantes é ainda refletir sobre a diversidade do samba e do carnaval e a expressão de ambos como patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro.

Programação
Serão debatidas também durante o primeiro dia questões relacionadas aos direitos autorais de músicos e compositores. Haverá roda de samba no mesmo dia, a partir das 21h, no Cais do Valongo (Rua Barão de Tefé -Saúde).

No dia 2, acontece a conferência sobre samba e territorialidade, com início previsto para as 10h. Antes, às 7h, tem ritual de lavagem da Pedra do Sal, seguida de visita guiada pelo circuito da herança africana, das 10 às 18 horas, na Rua São Francisco da Prainha – também no bairro da Saúde.

Em seguida, nova roda de samba no mesmo local, com direito a feira de gastronomia e artesanato, fechando as atividades com uma feijoada e shows de sambistas e ritmistas no Largo São Francisco da Prainha, a partir das 15 horas. Saiba mais sobre o Museu da República.

Texto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram