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Mais de 1,2 mil itens do acervo MNBA estão disponíveis online

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) é uma das 15 instituições brasileiras a participar do projeto O que é Arte Contemporânea? – lançado pelo Google Arts & Culture na última semana. O MNBA integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus no Rio de Janeiro (RJ).

Café, 1935

O quadro Café (1935), de Portinari, está entre os itens mais populares na coleção MNBA no novo projeto Google Arts & Culture

O museu traz para o projeto 10 histórias, narrativas em torno de um personagem ou tema, e 1.251 itens de seu acervo, distribuídos em uma centena de coleções.

Entre os artistas brasileiros, a coleção Renina Katz é a que traz mais itens digitalizados (87). Já entre os artistas estrangeiros, destaque para o francês Eugène Boudin com 35 itens.

Também é possível encontrar coleções a partir de uma técnica específica, como Tinta Acrílica ou Água-Forte, ou movimento artístico – Barroco ou Art Nouveau, por exemplo.

É possível ainda agrupar os itens mais populares ou ver todas as coleções em uma linha do tempo. Confira a galeria com as coleções MNBA no Google Arts & Culture.

No total, participam do projeto O que é Arte Contemporânea? 51 instituições de todo o mundo. São mais de 500 obras capturadas pela Art Camera do Google, que gera imagens em ultra-resolução.

A Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake e unidades do Centro Cultural Banco do Brasil são algumas das outras instituições brasileiras no projeto. Todas as coleções são gratuitas tanto na web quanto no aplicativo Google Arts & Culture para Android e IOS. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/Divulgação

MHN apresenta exposição ´Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo´

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), exibe, até 17 de janeiro de 2016, a mostra Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo. Com curadoria de Marcio Alves Roiter, do Instituto Art Déco Brasil, e de Paulo Knauss, diretor do MHN, a exposição faz parte do evento Rio como Destino.

Divulgação www.riocomodestino.com.br

Divulgação www.riocomodestino.com.br

A mostra traz 40 cartazes, que levaram 40 anos para serem reunidos. Encontrados em leilões e galerias de arte de diversos pontos do mundo, sobretudo Paris, Londres e Nova York, os exemplares pertencem à Coleção Berardo e retratam o período em que o Rio de Janeiro foi porta de entrada da América Latina para os viajantes que vinham da Europa e dos Estados Unidos.

Para conquistar cada vez mais novos turistas, as companhias marítimas e aéreas usavam a beleza da cidade como artifício: contratavam artistas para pintar paisagens maravilhosas em cartazes divulgados mundo afora.

Nas primeiras décadas do século 20, muitos cartazes e cartões-postais foram produzidos para levar o espírito do Rio para outras cidades e países.  “Eram companhias estrangeiras, na maioria, com a exceção da Panair e da Varig, vendendo o Rio para viajantes. Isso fica claro nos diferentes idiomas utilizados nos cartazes, que nem sempre acompanham a origem da companhia aérea ou marítima”, explicou Marcio Alves Roiter, curador da mostra.

Acesso: primeiro volume da coleção Museus do Ibram está disponível

Museu de Arqueologia de Itaipu (RJ)

MAI é tema do primeiro volume da coleção Museus do Ibram

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI), também chamado Museu Socioambiental de Itaipu, é tema do primeiro volume da coleção Museus do Ibram. A instituição integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus e localiza-se em Niterói (RJ).

Disponível online para consulta ou download, em versão de menor resolução, o livreto apresenta a história do museu e a sua temática, contextualiza-o em relação à localidade e à comunidade em que está inserido.

A coleção, que prevê a publicação de 19 volumes no total, é destinada a um público diverso. Por isso, seus livros utilizam linguagem simples, trazem fotos, plantas dos museus e áreas que ocupam. Possíveis percursos de visita e lugares relacionados com as instituições também estão incluídos.

A ideia é que o grande público se familiarize com as unidades museológicas do Ibram e que tal conhecimento contribua para ações que promovam o estudo, a preservação, a valorização e a divulgação do patrimônio cultural sob a guarda dessas instituições.

O MAI é um museu que documenta vestígios da ocupação humana pré-histórica da região, e está instalado nas ruínas de um dos primeiros conventos erguidos no litoral fluminense, o antigo Recolhimento de Santa Teresa.

Criado em 1977, o museu tem a missão ainda de comunicar aos seus visitantes o valor do patrimônio cultural e ambiental da região, os costumes e tradições das comunidades pesqueiras que vivem em seu entorno. Conheça outros museus do Ibram.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Banco de Imagens Ibram

Livro Acessibilidade a Museus tem lançamento no Museu Histórico Nacional

No dia 24 de abril (quarta-feira), às 16h, no auditório do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), será lançado o livro Acessibilidade a Museus, com a presença das autoras Regina Cohen, Cristiane Duarte e Alice Brasileiro.

O livro, uma publicação do Ibram/MinC, é o segundo volume da Coleção Cadernos Museológicos. O novo volume procura orientar os profissionais dos museus brasileiros sobre a necessidade de adaptação dos espaços para torná-los acessíveis às pessoas com deficiência.

As autoras são arquitetas e professoras pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Projeto Sobre Acessibilidade e Desenho Universal – Núcleo Pró-Acesso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A tiragem da obra será de 3,5 mil exemplares que serão distribuídos para os museus do país. No lançamento, as autoras farão uma breve exposição sobre o contéudo livro e distribuirão 100 unidades autografadas.

A primeira publicação da Coleção Cadernos Museológicos, lançada em agosto de 2012, foi sobre segurança em museus e está disponível para baixar. O novo volume deverá estar  disponível online no final do mês de maio.

O lançamento é aberto ao público. O MHN/Ibram localiza-se à Praça Marechal Âncora S/N – Centro.  Saiba mais sobre o museu.

Texto: Ascom/Ibram

Museu Villa-Lobos lança novo volume de série dedicada ao compositor

Villa-Lobos e sua esposa Arminda - tema de novo volume da coleção sobre o compositor

Arminda Villa-Lobos, principal guardiã e difusora da memória do compositor brasileiro, é a grande homenageada do 14º volume da série Presença de Villa-Lobos. O lançamento será no dia 17 de dezembro, às 18h, no Museu Villa-Lobos/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ).

Presença de Villa-Lobos – vol. 14: 100 anos de Arminda é dividido em duas partes. A primeira reúne artigos sobre Arminda, escritos por personalidades que a conheceram e por técnicos do museu.

A segunda é dedicada a estudos que abordam o folclore, a cultura popular e a identidade nacional na obra de Villa-Lobos, com ênfase na participação do compositor na Semana de Arte Moderna, que em 2012 completou 90 anos.

O lançamento contará com um recital do Trio D’Ambrosio, formado por Aizik Geller (violino), Maria Helena de Andrade (piano) e Maria Célia Machado (harpa). No repertório, músicas de Villa-Lobos dedicadas à companheira Arminda, com quem viveu durante mais de 20 anos. O Museu Villa-Lobos localiza-se à Rua Sorocaba, 200, Botafogo. Conheça mais o museu.

Texto e foto: Divulgação Museu Villa-Lobos/Ibram

 

Novo volume da coleção Museus, Memória e Cidadania tem lançamento no RJ

No dia 2 de abril, às 18h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB/RJ), será lançado o livro Marcas da clandestinidade: memórias da ditadura militar brasileira, de Carolina Dellamore.

Nono volume da coleção Museu, Memória e Cidadania, publicada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), o lançamento faz parte da cerimônia de entrega da 24ª Medalha Chico Mendes de Resistência 2012, promovida pelo grupo Tortura Nunca Mais. O evento tem entrada franca.

“A vida militante clandestina é uma experiência ainda pouco estudada e permeada de silêncios”, conta a autora na Apresentação do livro. “O objetivo deste trabalho é analisar as diferentes faces da clandestinidade e as marcas deixadas por essa experiência vivida por militantes políticos de oposição à Ditadura Militar”.

A OAB/RJ localiza-se à Av. Marechal Câmara, 150, 9º andar, Castelo. Outras Informações pelos telefones (21) 2286.8762 ou 2526. 2491.

Texto: Ascom/Ibram

MNBA prepara retrospectiva de Eliseu Visconti com obras nunca exibidas

A pintura Gioventú (1898), do acervo MNBA, estará em exposição

Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) inaugura no dia 3 de abril, a exposição Eliseu Visconti – A modernidade antecipada, com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e documentos do artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

Artista com grande presença na transição do Brasil Imperial para o Brasil Republicano, Eliseu Visconti antecipou a modernidade na arte brasileira, sem, no entanto, romper com suas origens nem com os artistas que o antecederam. Assim, a exposição tem por propósito redimensionar o legado de Visconti, situando-o como agente capital de tal modernização.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

Dentre as pinturas, destacam-se na exposição 25 autorretratos, dentre os mais de 40 que Visconti criou em seus 60 anos de produção. A exposição conta ainda com memorabilia variada (cadernos de apontamentos, documentos, fotografias e estudos), cenografia do ateliê do artista (cavalete, pincéis e paleta) e cronologia ilustrada.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram

Construção de uma coleção de arte no Museu Victor Meirelles (SC)

O que podem ter em comum uma exposição de arte e um livro sobre astrofísica e cosmologia? Essa e outras provocações, envolvendo o universo e tudo o que cabe dentro dele, estão na exposição A Cada Peça um Universo: a construção de uma coleção de arte, que o Museu Victor Meirelles/Ibram abre no dia 1º de março, às 19 horas, e fica em cartaz até 12 de abril.

Às 18h, ao invés do tradicional Encontro com o Artista, será realizada uma conversa com membros da equipe do Museu que realizaram a curadoria: Anderson Loureiro (assessor de Comunicação), Fernando Boppré (Programa de Ação Educativa e Exposições) Rafael Muniz de Moura (museólogo) e Simone Rolim de Moura (Programa de Ação Educativa).

A Cada Peça um Universo é composta de obras de arte da Coleção séculos XX e XXI, muitas delas doadas ao museu ao longo dos anos, com obras de artistas como Amílcar de Castro, Burle Marx (foto), Fayga Ostrower, Leonilson, Marcelo Grassmann e Waltércio Caldas.

A ideia da exposição surgiu em função do momento de reformulação do Plano Museológico do museu – documento que funciona como uma espécie de plano diretor das instituições museológicas. Outro instrumento em elaboração faz referência à Política de Acervos do Museu, que visa apontar as diretrizes para a aquisição e o descarte de obras.

Daí em diante toda a equipe do museu se reuniu para analisar e escolher as obras que iriam fazer parte da exposição. O resultado será mostrado através de quatro módulos ou núcleos expositivos, distribuídos na Sala de Exposições Temporárias: Um Pouco de Tudo, Diálogos com o Desterro, Livros de Artistas e Novas Aquisições. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Victor Meirelles

Museu Imperial (RJ) recebe doação de Roupas Brancas

O Museu Imperial/Ibram recebeu como doação para seu acervo 91 peças das chamadas “roupas brancas”, que consistem em roupas de uso íntimo – todas datadas do século XIX e primeiras décadas do XX.

Na coleção, existem ainda camisolas, toucas, calçolas, camisinhas de pagão, lençóis, fronhas e toalhas de mesa. Os itens são confeccionados em cambraia de linho, fustão e rendas de diversos materiais.

A doação foi feita pelo casal Eduardo e Sônia Soares Sampaio, que descende de Heloísa Leal e Joaquim Elísio Pereira Marinho, viscondessa e visconde de Guaí. Entre as peças doadas, encontram-se artigos que pertenceram à viscondessa, como uma blusa e um lenço.

Segundo Ana Luisa Alonso de Camargo, chefe do setor de Museologia do Museu Imperial, “essa doação vem enriquecer ainda mais a coleção de indumentária do Museu e, em especial, de indumentária infantil”.

As peças serão preservadas na reserva técnica do Museu, sob responsabilidade do setor de Museologia. Mais informações sobre o setor e agendamentos para consulta ao acervo podem ser feitas pelo e-mail mimp.museologia@museus.gov.br/.

Fonte: Divulgação Museu Imperial/Ibram

Museu Histórico Nacional promove seminário sobre coleções e colecionadores

Entre os dias 3 e 5 de outubro de 2011, o Museu Histórico Nacional/Ibram, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), promove o Seminário Internacional Coleções e colecionadores: a polissemia das práticas. As incrições são gratuitas.

As mesas-redondas e a conferências visam estimular reflexões e debates sobre a formação de coleções, seus usos, suas valorações, os agentes envolvidos na prática colecionista e sua patrimonialização.

Procura ainda compreender em que medida a reunião de acervos, ao ser preservada e disponibilizada em instituições públicas, em galerias de arte e em exposições, agrega valores e sentidos que contribuem para a construção de gostos, memórias coletivas e identidades culturais. A programação completa está disponível aqui.

Outras informações pelos telefones (21) 2550-9220 ou 9238 e pelos e-mails mhn.comunicacao@museus.gov.br e mhn.pesquisa@museus.com.br/.

Fonte: Ascom MHN/Ibram

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