Museu do Banco do Brasil abre ao público amanhã (12) em Brasília

Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania é a exposição que marca a abertura do Museu do Banco do Brasil neste dia 12 de outubro, em Brasília (DF).

Athos Bulcão, Volpi e

Obras de Athos Bulcão, Volpi e Rubem Valentim integram o acervo do novo museu em Brasília

Celebrando os 208 anos de fundação da instituição, o espaço de 12 mil m², que ocupa agora o mesmo edifício do Centro Cultural Banco do Brasil na capital federal, apresenta ao público documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. Há também peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas.

Diversidade de coleções
O acervo do novo museu conta com 1,1 mil obras na coleção de artes visuais e decorativas; 727 nomes de artistas com obras registradas; 35 mil itens de valor histórico; mais de 16 mil títulos de livros; 20 mil registros fotográficos e audiovisuais e 5 mil dossiês documentais de valor histórico.

A primeira mostra está dividida em dois módulos: História, e Cultura e Cidadania. O módulo histórico traz peças ligadas às atividades nas dependências do Banco do Brasil.  Há ainda uma instalação em homenagem aos trabalhadores da instituição nestes dois séculos – que, atualmente, conta com 109 mil funcionários.

Já o módulo Cultura e Cidadania apresenta ao público parte do acervo de arte nacional: pinturas, gravuras e esculturas públicas de grandes dimensões, abrangendo múltiplas expressões da arte brasileira do século 20, em especial da produção realizada entre as décadas de 1940 e 1980 – indo do Modernismo ao Abstracionismo.

No dia da abertura (12), a exposição poderá ser visitada das 10h às 19h. A partir do dia 13, o horário passa a ser das 13h às 19h, de quarta a segunda-feira. Mais informações pelo telefone (61) 3108.7600. Saiba mais.

Fonte/foto: Divulgação BB
Texto: Ascom/Ibram

Região Serrana do Rio recebe oficina sobre museu, memória e cidadania

O Centro Cultural Viva, de Duas Barras, e o Ponto de Cultura e Ecomuseu Rural, em Santo Antônio (Bom Jardim), no Rio de Janeiro, reconhecidos como Pontos de Memória nos últimos editais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), sediarão nos dias 21 e 22, a oficina Museu, Memória e Cidadania na Diversidade Cultural.

Ministrada por Inês Gouveia, consultora do Programa Pontos de Memória, e com participação especial de uma das sociofundadoras do Museu da Maré, Cláudia Rose Ribeiro, a oficina deve reunir agentes e gestores culturais da região serrana do estado para debater temas-base voltados para o fortalecimento e a qualificação de ações de memória social desenvolvidas por grupos locais.

Além da oficina, o objetivo ainda é convidar as iniciativas a participarem da rede de museologia social que está sendo impulsionada por várias organizações no estado do Rio de Janeiro.

A oficina propõe uma reflexão sobre o poder da memória na promoção da cidadania cultural e do fortalecimento das ações desenvolvidas por grupos, povos, comunidades e movimentos sociais. Também aborda as discussões acerca do museu como espaço vivo dinâmico, que deve estar a serviço da sociedade e ser pensado coletivamente como meio de transformação social, valorização e representação das diversas identidades e memórias que se configuram no país.

No dia 21, a oficina acontece no Centro Cultural Viva (R. Everaldo do Vale Moreira 83, Centro – Duas Barras), e no dia 22 acontece na sede do Ponto de Cultura Rural (Estrada entre São Pedro da Serra  e Santo Antonio), sempre das 9h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 98058.7203 ou pelo endereço eletrônico pontosdememoria@museus.gov.br.

Texto: Programa Pontos de Memória

Novo volume da coleção Museus, Memória e Cidadania tem lançamento no RJ

No dia 2 de abril, às 18h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB/RJ), será lançado o livro Marcas da clandestinidade: memórias da ditadura militar brasileira, de Carolina Dellamore.

Nono volume da coleção Museu, Memória e Cidadania, publicada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), o lançamento faz parte da cerimônia de entrega da 24ª Medalha Chico Mendes de Resistência 2012, promovida pelo grupo Tortura Nunca Mais. O evento tem entrada franca.

“A vida militante clandestina é uma experiência ainda pouco estudada e permeada de silêncios”, conta a autora na Apresentação do livro. “O objetivo deste trabalho é analisar as diferentes faces da clandestinidade e as marcas deixadas por essa experiência vivida por militantes políticos de oposição à Ditadura Militar”.

A OAB/RJ localiza-se à Av. Marechal Câmara, 150, 9º andar, Castelo. Outras Informações pelos telefones (21) 2286.8762 ou 2526. 2491.

Texto: Ascom/Ibram

Museu de Favela inaugura galeria de arte a céu aberto

O Museu de Favela (MUF), localizado na comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro, inaugurou nesta quinta-feira, dia 16, o Circuito das Casas-Telas, uma galeria de arte a céu aberto feita por artistas locais.

O presidente da ONG Museu de Favela, o grafiteiro ACME, apresentou a mostra permanente, que fica ao longo dos caminhos da favela. As telas, realizadas nas fachadas das casas dos próprios moradores, mostram a memória da comunidade e as transformações políticas, sociais e culturais sofridas ao longo dos anos.

O presidente do Ibram/MinC, José do Nascimento Junior, e o diretor do Departamento de Processos Museais, Mário Chagas, acompanharam a inauguração e reafirmaram o compromisso do Ibram na continuidade do projeto. O projeto Circuito Casas-Telas teve recursos fornecidos pelo Edital Modernização de Museus, do Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico e Nacional (Demu/Iphan), que em janeiro de 2009 deu origem ao Ibram/MinC.

Comunidade do Coque vai criar Museu do Mangue

Moradores do Coque, em Recife, estão se articulando para criar o Museu do Mangue, que será gerido e representado pela própria comunidade. O bairro é uma das 12 localidades do país que vem sendo apoiada do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram/Ministério da Cultura, por meio do Programa Pontos de Memória, para trabalhar a memória local como ferramenta de valorização da identidade e como forma de revelar os aspectos positivos do bairro.
Como parte das etapas para consolidação do Ponto de Memória do Coque, nesta segunda e terça-feira, 21 e 22 de junho, às 19h, representantes do Ibram vão ministrar a oficina Museu, Memória e Cidadania, a primeira dentre outras que serão oferecidas para o conselho gestor do museu. A oficina acontecerá na Escola Novo Mangue (Av. Central, s/nº, Coque – Recife –PE).

Segundo o morador e um dos articuladores da iniciativa no Coque, Rildo Fernandes, o local onde mora é um ponto turístico que precisa ser revitalizado e ter a sua história contada. “Acredito que com o Museu do Mangue do Coque esse quadro vai mudar para o homem-caranguejo”, enfatiza.

Coque – É uma comunidade localizada na Ilha de Joana Bezerra, próximo a áreas ricas, como o bairro de Boa Viagem e o pólo médico da Ilha do Leite. Seus moradores sofrem o estigma de viverem em um lugar “perigoso”, de “gente violenta”. Dentre outros aspectos, a história do Coque é marcada pela relacão com o mangue e a luta pela terra.

Pontos de Memória: – Pautado na gestão participativa e no protagonismo comunitário, o Programa Pontos de Memória trabalha com o empoderamento social daqueles grupos que ainda não tiveram a oportunidade de contar suas histórias e memórias através dos museus, incentivando a apropriação desse equipamento pelas comunidades, de forma que se sintam representadas. É resultado de parceria do Ibram/MinC, com o Programa Mais Cultura e Cultura Viva, do Ministério da Cultura, Programa Nacional de Segurança com Cidadania – Pronasci, do Ministério da Justiça,e com a Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.

Ponto de Memória do Jacintinho (Maceió-AL)

Conselho gestor participará da oficina Museu Memória e Cidadania

Jacintinho, o bairro mais populoso de Maceió – AL (cerca de 200 mil habitantes), conhecido também pelo maracatu, capoeira, côco de roda, Hip Hop, dança afro e contemporãnea, escola de samba e teatro popular, vem sendo apoiado pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram/MinC, por meio do Programa Pontos de Memória, para ter um museu gerido e representado pela própria comunidade. Nos dias 5 e 6 junho, os consultores do Programa Wélcio de Toledo e Inês Golveia vão realizar a oficina Museu, Memória e Cidadania, a primeira dentre outras que serão oferecidas pelo Ibram/MinC para o conselho gestor do museu.
A oficina acontecerá no Centro de Estudos e Pesquisas Afro Alagoanas Quilombo C.E.P.A ( Rua Santa Luzia, 28, Jacintinho). No sábado, das 9h às 18h, e no domingo, das 9h às 13h.

Jacintinho – Segundo o pesquisador da história do bairro José Ademir, o nome é uma alusão ao primeiro proprietário, Jacinto Athayde, descendente de portugueses, que construiu seu casarão no Poço e a ladeira de pedra que dava acesso ao sítio.  A partir da década de 60, a região foi crescendo desordenadamente com a população que chegava do interior do Estado.

Atualmente o bairro possui cerca de 200 mil habitantes e é conhecida pelas dezenas de grupos culturais que realizam eventos ligados à história, cultura e identidade da comunidade, tal como o Mirante Cultural, que reúne apresentações de todo tipo de manifestação artística.

Pontos de Memória: Pautado na gestão participativa e no protagonismo comunitário, o programa vem apoiando, além da cidade de Maceió – AL, a consolidação de museus comunitários nas cidades de Belém – PA , Belo Horizonte – MG, Brasília – DF, Curitiba – PR, Fortaleza – CE, Maceió – AL, Porto Alegre – RS, Recife – PE, Rio de Janeiro, Salvador – BA, São Paulo – SP.

A iniciativa trabalha a favor do empoderamento social daqueles grupos que ainda não tiveram a oportunidade de contar suas histórias e memórias através dos museus, incentivando a apropriação desse equipamento pelas comunidades, de forma que se sintam representadas. É resultado de parceria do Ibram com o Programa Mais Cultura e Cultura Viva, do Ministério da Cultura, com o Programa Nacional de Segurança com Cidadania – Pronasci, do Ministério da Justiça, e com a Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.
Mais informações com Sara Schuabb no (61) 2024 6211/ 9977 2067/ Programa Pontos de Memória/Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.