Museus e centros culturais podem sediar mostra Cinema e Direitos Humanos

A 8ª edição da mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul está recebendo inscrições, até 11 de outubro, de instituições e espaços culturais que tenham interesse em fazer parte do evento – que acontece entre 26 de novembro e 20 de dezembro em todo o Brasil.

Realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Universidade Federal Fluminense/Ministério da Cultura e patrocínio da Petrobras e  BNDES, o evento celebra, há oito edições, o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

A Mostra dedica-se a apresentar filmes sul-americanos que discutem temas atuais de Direitos Humanos no nosso continente e tem pontos de exibição nas 26 capitais e no Distrito Federal. Pelo primeiro ano, a mostra será realizada também em até 1.000 espaços culturais do país, assumindo um caráter descentralizador e democrático.

Como participar e programação
A participação consiste na realização de pelo menos duas sessões de cinema, não sendo vedada a realização de mais sessões. Os locais de exibição habilitados poderão também realizar, se possível, sessões acessíveis de filmes com audiodescrição, dublagem e legendas e com tradução para Libras. A ficha de inscrição está disponível.

A instituição habilitada receberá, gratuitamente, o kit contendo os filmes, inclusive os das sessões acessíveis no que se refere a audiodescrição, dublagem e legendas, a serem exibidos.

A programação compreende uma seleção de filmes contemporâneos que, desde 2008, são também selecionados por meio de chamada pública, além de uma retrospectiva histórica, homenagens e programas especiais. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (21) 2629.9763 ou (61) 2025.3732/3950 ou no blogue da mostra.

Texto: Divulgação Secretaria do Audiovisual/MinC
Edição: Ascom/Ibram

 

 

Museus e espaços culturais podem participar do Movimento Outubro Rosa

Museu Imperial em Petrópolis já se iluminou para o Outubro Rosa

O movimento popular Outubro Rosa, dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, convida os museus brasileiros a participarem da edição deste ano da campanha, marcada pela ação de iluminar de rosa monumentos, prédios e espaços públicos.

O Outubro Rosa começou na década de 1990, nos Estados Unidos, onde uma lei tornou outubro o mês nacional de prevenção do câncer de mama. O nome do movimento remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra a doença e estimula a participação da população, empresas e entidades no seu combate.

As ações do movimento buscam sublinhar a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos. A ação de iluminar de rosa monumentos surgiu depois e é hoje replicada em vários países do mundo.

Para aderir à campanha, basta que, durante o mês de outubro, os museus brasileiros iluminem de rosa suas fachadas ou parte delas, ou apenas exibam um facho de luz nesta cor. Instituições como o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Imperial, vinculados ao Ibram/MinC, já se engajaram na iniciativa em outras edições. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação Museu

Mais Cultura nas Escolas: museus e espaços culturais podem participar

O programa Mais Cultura nas Escolas, lançado pelo Ministério da Cultura (MinC) e pelo Ministério da Educação (MEC) na semana passada, contempla museus e outros espaços culturais, além de indivíduos e grupos que desenvolvem práticas e pesquisas em artes, patrimônio e cultura popular, no desenvolvimento de atividades em parceria com uma das 34 mil escolas públicas inscritas nos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador.

Os projetos devem conter um Plano de Atividade Cultural, desenvolvido em conjunto com uma das escolas participantes, e serem enviados, pelos responsáveis da escola, por meio do SiMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação), até o dia 30 de junho.

As atividades serão desenvolvidas dentro ou fora da escola, durante o período letivo e em consonância com a proposta pedagógica, por no mínimo seis e no máximo dez meses. Serão investidos R$ 100 milhões para financiar 5 mil projetos. Cada contemplado receberá entre R$ 20 mil e R$ 22 mil. Saiba mais.

Texto: Ascom/MinC

Ibram apresenta resultado de pesquisa sobre não público de museus no DF

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) divulgou esta semana o relatório da pesquisa O “não público” dos museus: levantamento estatístico sobre o “não-ir” a museus no Distrito Federal, conduzida pela Coordenação de Pesquisa e Inovação Museal do Departamento de Processos Museais (Cpim/Depmus).

Com a pergunta Quem são as pessoas que não vão a museus?, o estudo tem como objetivo oferecer subsídios para políticas públicas no setor de museus do Distrito Federal.

Do público entrevistado, 23,3% pessoas afirmaram frequentar museus e 76,67% disseram não frequentar, sendo que 36,8% disseram que não frequentam por falta de tempo. Foram 1,2 mil entrevistados, com faixa etária entre 15 e 69 anos, no Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Planaltina e Cidade Estrutural. Leia o relatório na íntegra.

Apesar do caráter piloto da pesquisa foi possível concluir, por exemplo, que a escolaridade e a renda são elementos-chave a serem considerados quando se trata de políticas públicas de acesso aos museus. O próximo passo, segundo o Ibram, seria entender melhor a relação entre escolaridade e renda e a relação com o hábito de frequentar museus.

Museus do estado de São Paulo receberão exemplares do livro

Lançamento
O livro Que público é esse? Formação de públicos de museus e centros culturais (Editora Percebe) foi lançado no dia 7 de maio, em São Paulo, e se propõe a descobrir características desses espaços, compreender melhor os visitantes e saber como planejar e executar ações educativas em exposições.

As autoras são profissionais das áreas de Biologia, Física e História, todas com pós-graduação em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), com foco em educação e museus.

Financiado pelo Instituto Votorantim por meio do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, o livro é considerado pioneiro no Brasil, dada a pouca circulação de informação nessa área em língua portuguesa. A tiragem da publicação é de 1,5 mil exemplares, que serão distribuídos gratuitamente para os museus paulistanos.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação