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Documentário revela a trajetória do mecenas Raymundo de Castro Maya

Já está disponível na internet o documentário Castro Maya, dirigido pelo cineasta carioca Sylvio Tendler, que conta a relação de Raymundo Ottoni de Castro Maya (1884-1968) com a cultura e as artes no Rio de Janeiro.

Ottoni de Castro Maya no Museu do Açude

Raymundo de Castro Maya no Museu do Açude

Industrial, editor de livros, esportista, defensor do patrimônio histórico, artístico e natural cariocas e, especialmente, colecionador de arte, seu rico e diverso acervo deu origem a duas instituições que hoje integram a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) na cidade do Rio: Museu da Chácara do Céu e Museu do Açude – reunidos nos Museus Castro Maya.

No curta-metragem, produzido para as celebrações dos 450 anos do Rio, Tendler reconta, por meio de imagens de arquivo e atuais, a história do rico empresário e sua dedicação sem fronteiras à cultura brasileira: do projeto de reformulação e urbanização da Floresta da Tijuca a edições ilustradas de clássicos da literatura voltadas para bibliófilos.

Portinari e Debret
A diversidade dos interesses artísticos de Castro Maya alcança tanta a cultura oriental quanto a arte moderna– com grande interesse pelo trabalho de Candido Portinari, de quem adquiriu cerca de 200 obras.

As aquarelas de Jean Baptiste Debret, feitas no Brasil durante o século 19, foram uma das grandes descobertas do colecionador em uma de suas viagens à França. Atualmente, 72 destes trabalhos encontram-se expostos em Paris em uma mostra comemorativa pelos 200 anos da Missão Artística Francesa. Saiba mais.

Dentre as entrevistadas para o documentário, estão a diretora Vera Alencar e a curadora Anna Paola Batista, dos Museus Castro Maya/Ibram. Assista ao documentário.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museus Castro Maya/Divulgação

Museu do Açude completa 50 anos e prevê projeto de modernização

Museu do Açude (RJ)

50 anos do Museu do Açude (RJ): aquisições e modernização em pauta

Conhecido por aliar cultura e natureza, o Museu do Açude, no Rio de Janeiro (RJ), completou 50 anos de criação no dia 22 de março. Para celebrar a data, o museu, vinculado ao Ibram/MinC, lança selo e publicação comemorativas, e prepara ainda um projeto de modernização.

O projeto prevê o incremento da infraestrutura e acessibilidade, além da adequação dos espaços arquitetônicos. Financiado via Lei de Incentivo à Cultura, inclui a melhoria das instalações elétricas e hidráulicas e um projeto topográfico que viabilizará a pavimentação de caminhos e o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais.

Serão construídos ainda um pavilhão de convenções, sala de exposições temporárias, restaurante e cafeteria. “O projeto de modernização foi elaborado com todo critério, está formatado e orçado para ser encaminhado para aprovação”, explica a diretora dos Museus Castro Maya, Vera de Alencar.

Ainda segundo a diretora, a história e legado do Museu do Açude serão celebrados durante a 12ª Semana de Museus, que acontece de 12 a 18 de maio, com o lançamento de uma publicação com a cronologia dos 50 anos da instituição.

“Expandir as oportunidades de fruição desse acervo que retrata cultural e artisticamente uma parte expressiva da história do Brasil, e do Rio de Janeiro em particular, é uma missão que os Museus Castro Maya vêm empreendendo com entusiasmo e determinação”, esclarece. Estão previstas também, segundo Vera Alencar, encomendas de novas obras a artistas contemporâneos.

Natureza e arte
Localizado numa área de 151.132m² no Alto da Boa Vista, na Floresta da Tijuca, o Museu do Açude deve sua criação ao industrial, colecionador e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). O museu foi criado em 1964 no mesmo dia do aniversário de Castro Maya.

Proprietário original do imóvel neocolonial em que está situado e de seu acervo, o empresário doou o conjunto à Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya – que, além do Museu do Açude, agrega o Museu Chácara do Céu. Em 1983, ambos foram incorporados pela União.

São destaques do acervo a Coleção de Arte Oriental, a Coleção de Artes Aplicadas e a Coleção de Azulejaria e Louça do Porto. O museu se destaca também por seu Espaço de Instalações Permanentes, que segue a filosofia do “patrimônio integral”.

Dedicado à arte contemporânea e integrando acervos natural e cultural, o circuito a céu aberto conta com obras de circuito as obras de Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Helio Oiticica, Lygia Pape, Nuno Ramos, José Rezende, Piotr Uklanski e Eduardo Coimbra.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo/Ibram

Exposição de Emmanuel Nassar no Museu da Chácara do Céu (RJ)

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugurou no dia 6 de setembro, a segunda exposição da edição de 2013 do projeto Os amigos da gravura com a obra de Emmanuel Nassar. A exposição poderá ser visitada, gratuitamente, até 25 de novembro.

A obra criada por Emmanuel Nassar para o projeto é um múltiplo, formado por 50 peças, mas é ao mesmo tempo uma obra única. Trata-se de um díptico composto de uma tela e uma madeira MDF, pintados um a um, em cores e combinações diferentes. Todos levam as iniciais do nome do artista, EN, a numeração e o ano da tiragem.

A exposição, composta por um grande painel com os 50 dípticos será, aos poucos, desfeita, na medida em que as obras forem sendo compradas e, portanto, retiradas do painel, sofrendo mutações e perdas contínuas. A obra de Nassar trata das mudanças, percursos e transitoriedades, conciliando geografia, luz e os sons da cidade, remetendo à atmosfera urbana de suas fotos e pinturas em chapas metálicas.

O artista
O paraense Emmanuel Nassar (Capanema, 1949) formou-se em arquitetura e foi redator e diretor de arte em agências de publicidade em Belém.

Na década de 1980 passa a ser conhecido por sua pintura sobre tela, madeira e chapas metálicas, com citações e apropriações marcadas pela precariedade e ironia, que vão do universo da cultura popular a diversas correntes da arte contemporânea, notadamente a pop art, numa versão brasileira.

Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais. Participou de bienais de São Paulo (1989 e 1998), da coletiva UAB-C Stedelijk Museum de Amsterdã, entre outras. Em 2011 participou da 8a Bienal do Mercosul. Possui obras em acervos de diversos museus brasileiros.

Saiba mais sobre os Museus Castro Maya, o projeto Os amigos da gravura e como chegar.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu
Edição: Ascom/Ibram

Chácara do Céu inaugura exposição com obra do paraense Emmanuel Nassar

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura dia 6 de setembro, às 12h, a segunda exposição da edição de 2013 do projeto Os amigos da gravura com a obra de Emmanuel Nassar. A exposição poderá ser visitada, gratuitamente, até 25 de novembro.

Projeto Amigos da Gravura foi criado nos anos 50 e reeditado pelo museu Chácara do Céu nos anos 90

A obra criada por Emanuel Nassar para o projeto é um múltiplo, formado por 50 peças, mas é ao mesmo tempo uma obra única.

Trata-se de um díptico composto de uma tela e uma madeira MDF, pintados um a um, em cores e combinações diferentes. Todos levam as iniciais do nome do artista, EN, a numeração e o ano da tiragem.

A exposição, composta por um grande painel com os 50 dípticos será, aos poucos, desfeita, na medida em que as obras forem sendo compradas e, portanto, retiradas do painel, sofrendo mutações e perdas contínuas. A obra de Nassar trata das mudanças, percursos e transitoriedades, conciliando geografia, luz e os sons da cidade, remetendo à atmosfera urbana de suas fotos e pinturas em chapas metálicas.

O artista
O paraense Emmanuel Nassar (Capanema, 1949) formou-se em arquitetura e foi redator e diretor de arte em agências de publicidade em Belém.

Na década de 1980 passa a ser conhecido por sua pintura sobre tela, madeira e chapas metálicas, com citações e apropriações marcadas pela precariedade e ironia, que vão do universo da cultura popular a diversas correntes da arte contemporânea, notadamente a pop art, numa versão brasileira.

Ao longo de sua carreira realizou diversas exposições individuais. Participou de bienais de São Paulo (1989 e 1998), da coletiva UAB-C Stedelijk Museum de Amsterdã, entre outras. Em 2011 participou da 8a Bienal do Mercosul. Possui obras em acervos de diversos museus brasileiros.

Saiba mais sobre os Museus Castro Maya, o projeto Os amigos da gravura e como chegar.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu
Edição: Ascom/Ibram

Museu da Chácara do Céu (RJ) apresenta gravuras de seu acervo

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugurou no dia 27 de junho, a exposição Coleção Castro Maya: Gravura Estrangeira em Destaque. A mostra conta com 64 gravuras do acervo dos museus Castro Maya, entre serigrafias, litografias, xilogravuras e gravuras em metal, e pode ser visitada até 28 de outubro.

Entre as obras estão trabalhos de Rugendas e Debret, representantes dos viajantes oitocentistas, além de gravuras de Picasso (imagem), Chagall e Matisse, mostrando temáticas e técnicas modernas.

A diretora do museu, Vera de Alencar, destaca que a instituição tem promovido exposições que colocam em destaque porções determinadas de seu acervo. Em Gravura estrangeira em destaque, ao mesmo tempo em que se lança luz sobre a arte da gravura, também se reflete sobre o processo de constituição desta coleção, exibindo a riqueza de sua diversidade.

O Museu da Chácara do Céu localiza-se à Rua Murtinho Nobre, 93,  no bairro de Santa Teresa. A visitação é diária, exceto terças, das 12h às 17h. Saiba mais sobre os museus Castro Maya.

Texto e imagem: Divulgação museus Castro Maya

Gravura estrangeira é destaque em exposição do Museu da Chácara do Céu

O Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura no dia 27 de junho (quinta-feira), a exposição Coleção Castro Maya: Gravura Estrangeira em Destaque. A mostra conta com 64 gravuras do acervo dos museus Castro Maya, entre serigrafias, litografias, xilogravuras e gravuras em metal, e pode ser visitada até 28 de outubro.

Prancha do livro Picasso Toros (1960) estará em exposição

Entre as obras estão trabalhos de Rugendas e Debret, representantes dos viajantes oitocentistas, além de gravuras de Picasso, Chagall e Matisse, mostrando temáticas e técnicas modernas.

A diretora do museu, Vera de Alencar, destaca que a instituição tem promovido exposições que colocam em destaque porções determinadas de seu acervo. Em Gravura estrangeira em destaque, ao mesmo tempo em que se lança luz sobre a arte da gravura, também se reflete sobre o processo de constituição desta coleção, exibindo a riqueza de sua diversidade.

O Museu da Chácara do Céu localiza-se à Rua Murtinho Nobre, 93,  no bairro de Santa Teresa. A visitação é diária, exceto terças, das 12h às 17h. Saiba mais sobre os museus Castro Maya.

Texto e imagem: Divulgação museus Castro Maya

Museus Castro Maya criam Comissão Curatorial com caráter consultivo

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 7 de fevereiro, portaria que cria a Comissão Curatorial dos Museus Raymundo Ottoni Castro Maya (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ).

Escultura de Iole de Freitas, que agora integra comissão curatorial, na Chácara do Céu

A comissão tem caráter consultivo e deverá opinar sobre o escopo das ações relativas ao espaço de instalações permanentes do Museu do Açude; espaço de instalações com exposições temporárias do Museu do Açude e projeto Os amigos da gravura do Museu da Chácara do Céu – além de outros assuntos que a direção julgue necessários.

Subordinada à direção dos museus, a comissão será composta por cinco membros, com mandato de dois anos, escolhidos dentre profissionais da área da cultura que possuem notória experiência e afinidade com a instituição.

Claudia Saldanha, Fernando Cocchiarale, Iole de Freitas, Marcio Doctors e Paulo Venâncio Filho são os primeiros componentes do corpo consultivo. As reuniões serão semestrais, podendo ser convocadas em caráter extraordinário e as deliberações tomadas por maioria simples, com um mínimo de 03 membros presentes. Conheça os Museus Castro Maya.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museus Castro Maya

 

Exposição em Brasília mostra obras de Debret presentes no acervo Castro Maya

Responsáveis pelo maior acervo de obras de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) sobre o Brasil, os museus Castro Maya (Ibram/MinC), do Rio de Janeiro (RJ), têm exposta, desde o dia 6 de outubro, parte de sua coleção na Caixa Cultural de Brasília (DF).

A mostra Debret – Viagem ao Sul do Brasil, que ocupa duas galerias do centro cultural, traz 40 obras, entre desenhos e aquarelas: 30 trabalhos representam as paisagens e costumes das províncias meridionais da década de 1820; outros 10 retratam aspectos da vida na capital da corte. As obras são parte do conjunto de 564 trabalhos do artista francês adquiridos por Raymundo Castro Maya para sua coleção de arte.

Cidade do Bananal (1827) é uma das aquarelas de Debret em exposição

Jean-Baptiste Debret chegou ao Brasil em 1816 como integrante da Missão Artística Francesa destinada à constituição de uma Academia Imperial de Belas Artes. Permaneceu no país até 1831.

“Estas imagens, hoje reconhecidas como uma das principais fontes da memória da sociedade brasileira na primeira metade do século XIX, puderam atingir um alcance antes inimaginável principalmente devido ao esforço de Castro Maya em repatriá-las e divulgá-las a partir dos anos 1940”, explica Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya, no catálogo da exposição.

Originalmente residências do colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya, o Museu do Açude e Museu da Chácara do Céu, os chamados Museus Castro Maya, foram criados em 1983, quando os imóveis foram incorporados pela União. Ambos são hoje vinculados ao Instituto Brasileiro de Museus.

A mostra Debret – Viagem ao Sul do Brasil, que marca a reabertura da Caixa Cultural em Brasília após reformas, permanece em cartaz até 18 de novembro, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h, com entrada franca. Saiba mais sobre a exposição.

Texto: Ascom/Ibram

Relação de Castro Maya com natureza no Museu do Açude (RJ)

A mostra revela a relação do patrono da instituição, Raymundo Ottoni de Castro Maya, com a natureza carioca em duas dimensões: o colecionador de imagens sobre a paisagem natural do Rio de Janeiro e sua gestão em favor da preservação do patrimônio natural da cidade como administrador da Floresta da Tijuca de 1943 a 1946.

São 81 imagens, reproduzidas a partir do acervo dos Museus Castro Maya, que revelam a primorosa iconografia de obras dos artistas viajantes europeus do séc. XIX.

A exposição, que é aberta no ano em que o Rio de Janeiro celebra o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido pela UNESCO, ressalta a figura de Castro Maya como um notável carioca que, em vida, esteve empenhado em valorizar o patrimônio natural e humano da cidade. Saiba mais aqui.

Fonte: Divulgação Museu do Açude

Relação de Castro Maya com natureza do Rio é tema no Museu do Açude

Como parte da programação da 6ª Primavera dos Museus, o Museu do Açude, vinculado ao Ibram, inaugura no próximo domingo (23), ao meio-dia, a exposição de longa duração “Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio”.

A mostra, que ocupa duas salas da Galeria Rugendas do museu, revela a relação do patrono da instituição, Raymundo Ottoni de Castro Maya, com a natureza carioca em duas dimensões: o colecionador de imagens sobre a paisagem natural do Rio de Janeiro e sua gestão em favor da preservação do patrimônio natural da cidade como administrador da Floresta da Tijuca de 1943 a 1946.

São 81 imagens, reproduzidas a partir do acervo dos Museus Castro Maya, que revelam a primorosa iconografia de obras dos artistas viajantes europeus do séc. XIX, e uma série de fotografias em preto e branco que serviram de registro para o seu trabalho de recuperação das áreas degradadas da Floresta da Tijuca, devolvendo à cidade um legado paisagístico e ambiental revitalizado.

A exposição, que é aberta no ano em que o Rio celebra o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido pela UNESCO pela excelência de sua paisagem cultural, ressalta a figura de Castro Maya como um notável carioca que, em vida, sempre esteve empenhado em valorizar o patrimônio natural e humano da cidade do Rio de Janeiro.

“Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio” poderá ser vista a partir deste domingo diariamente, exceto às terças-feiras, das 11 às 17h.

SERVIÇO

O quê: Exposição “Castro Maya e a Natureza do Rio: paisagem e patrimônio”
Quando: Abertura neste domingo, das 12 às 16h. Visitação diariamente, exceto às terças-feiras, das 11 às 17h.
Ingresso: R$ 2,00. Entrada franca às quintas-feiras. Gratuidade: para menores de 12 anos, maiores de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros da Associação dos Amigos do Museu e do ICOM.
Endereço: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista | Rio de Janeiro – RJ

Como chegar
Ônibus: do Centro e da Barra da Tijuca – Linhas 221, 225, 233 e 234.
Saltar na Rua Boa Vista, próximo ao quartel do Corpo de Bombeiros.
Carro: por São Conrado, subir a Estrada das Canoas; pela Tijuca, subir pela Av. Edson Passos.
Estacionamento: gratuito no próprio museu.
Informações: (21) 3433.4984 | mdac@museus.gov.br | www.museuscastromaya.com.br

 

 

 

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