‘República dos Professores’ debate Canudos no Museu da República

canudos1-300x211Fato histórico trágico que marcou os primeiros momentos da República Federativa do Brasil, a Guerra de Canudos é o tema da próxima edição do “República dos Professores” – programa de palestras coordenado pelo setor educativo do Museu da República que é voltado para professores das redes de ensino públicas e privadas do município e do estado do Rio de Janeiro.

“Canudos: lugar de memória” vai trazer uma reflexão sobre a Guerra de Canudos a partir de três eixos: a figura de Antônio Conselheiro e o modo de vida comunitário dos canudenses; a república recém instaurada e as quatro expedições militares contra Canudos; e as narrativas de Flávio de Barros (fotógrafo de guerra) e Euclides da Cunha (repórter e escritor de “Os Sertões”, obra emblemática sobre o tema).

O encontro, que acontece na próxima quarta-feira (12) a partir das 14h, vai trazer como palestrante a historiadora Carla Costa, mestre em Memória Social e pesquisadora do Museu da República. A reserva de vaga e material pode ser feita pelos telefones (21) 2127 0345/0332, ou ainda pelo e-mail mr.educa@museus.gov.br.

Acervo fotográfico sobre Canudos no Museu da República (RJ)

No mês em que completa 52 anos, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre espaço para recordar a Guerra de Canudos, conflito ocorrido entre 1896 e 1897, no sertão baiano, e que opôs militares e civis.

A exposição temporária Canudos: Memória do Mundo vai abordar o trágico episódio da história republicana. A abertura aconteceu no dia 15 de novembro, data do aniversário do museu, e fica em cartaz até fevereiro de 2013.

Realizada em parceria com o SENAI-RJ, a exposição apresenta 69 fotografias de autoria de Flávio de Barros e que compõem o Acervo Canudos, parte do Arquivo Histórico do Museu da República – reconhecido, em 2009, pelo Programa Memória do Mundo da Unesco. Saiba mais.

Pioneirismo
O movimento messiânico em Canudos, liderado pelo beato Antônio Conselheiro, foi derrotado pelas tropas do exército na quarta expedição militar que, contando com um contingente de mais de 5 mil soldados armados e artilharia moderna, destruíram Canudos e fizeram do Arraial de Belo Monte terra arrasada.

Precursor de outros fotógrafos que posteriormente também registraram o conflito, Flávio de Barros chegou a Canudos em 26 de setembro de 1897, acompanhando a Divisão de Artilharia Canet. Das suas fotografias originais, além das presentes no Museu da República/Ibram, são conhecidas mais duas coleções pertencentes ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e a Casa de Cultura Euclides da Cunha de São José do Rio Pardo (SP).

Saiba horários, como chegar e outras informações sobre o Museu da República.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Memória do Mundo: Museu da República exibe acervo fotográfico sobre Canudos

No mês em que completa 52 anos, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre espaço para recordar a Guerra de Canudos, conflito ocorrido entre 1896 e 1897, no sertão baiano, e que opôs militares e civis.

Imagens históricas de Canudos compõem a exposição

A exposição temporária Canudos: Memória do Mundo vai abordar o trágico episódio da história republicana. A abertura acontece no dia 15 de novembro, data do aniversário do museu, ficando em cartaz durante 3 meses.

Realizada em parceria com o SENAI-RJ, a exposição apresenta 69 fotografias de autoria de Flávio de Barros e que compõem o Acervo Canudos, parte do Arquivo Histórico do Museu da República – reconhecido, em 2009, pelo Programa Memória do Mundo da Unesco. Saiba mais.

Pioneirismo
O movimento messiânico em Canudos, liderado pelo beato Antônio Conselheiro, foi derrotado pelas tropas do exército na quarta expedição militar que, contando com um contingente de mais de 5 mil soldados armados e artilharia moderna, destruíram Canudos e fizeram do Arraial de Belo Monte terra arrasada.

Precursor de outros fotógrafos que posteriormente também registraram o conflito, Flávio de Barros chegou a Canudos em 26 de setembro de 1897, acompanhando a Divisão de Artilharia Canet. Das suas fotografias originais, além das presentes no Museu da República/Ibram, são conhecidas mais duas coleções pertencentes ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e a Casa de Cultura Euclides da Cunha de São José do Rio Pardo (SP).

Saiba horários, como chegar e outras informações sobre o Museu da República.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram