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MART completa 35 anos de abertura nesta sexta

Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio

Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART), situado em Cabo Frio (RJ) e vinculado à rede Ibram, comemora 35 anos de abertura ao público nesta sexta-feira (15).

O museu ocupa o antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos, edificação considerada um valioso exemplar da arquitetura franciscana e colonial brasileira, e abriu as portas ao público em 15 de dezembro de 1982 com acervo constituído, em sua maior parte, por imagens religiosas dos séculos XVII, XVIII e XIX – várias delas entregues ao museu por moradores da região.

Em 2017, a antiga edificação religiosa completou 331 anos e o MART lançou o livro “Cabo Frio – 400 Anos de História (1615-2015)”, disponível para download gratuito, que reúne textos de historiadores locais sobre a Baixada Litorânea Fluminense, o Convento Nossa Senhora dos Anjos e o museu.

Confira episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu de Arte Religiosa e Tradicional.

MART aposta na integração entre sua memória e comunidade de Cabo Frio

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio, situado em antiga edificação religiosa que completou 331 anos no início de agosto.

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (RJ), situado em antiga edificação religiosa que completou 331 anos no início de agosto.

Poucos museus brasileiros encarnam tanta história, em sua estrutura física, quanto o Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART), vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e situado em Cabo Frio (RJ).

Inaugurada em 1686 para sediar o Convento Nossa Senhora dos Anjos, a edificação é considerada um valioso exemplar da arquitetura franciscana e colonial brasileira. Durante dois séculos, suas paredes abrigaram frades portugueses e brasileiros, além de uma escola de noviciado.

A escassez de religiosos levou ao fim das atividades conventuais e abandono temporário do local até seu tombamento como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1957.

As ruínas do convento, então há quase um século desocupado pelos franciscanos, passaram à época por processo de reconstrução a partir de memória iconográfica, sendo reconstituídas para abrigar um museu de arte sacra. Concebido a partir de diálogo com a comunidade local, o MART abriu as portas ao público em 1982 com acervo constituído, em sua maior parte, por imagens religiosas dos séculos XVII, XVIII e XIX – várias delas entregues ao museu por moradores da região.

História oral e personagens
O diálogo com a comunidade de Cabo Frio e com profissionais que atuam no MART, além de participantes envolvidos em exposições e os membros da Ordem Franciscana Secular – que funciona até hoje no antigo convento, realizando suas atividades em comunhão com as do museu – é agora o foco de iniciativa da instituição voltada à preservação de sua própria memória.

O “Programa Conversadeira – Laboratório de História Oral” objetiva registrar as memórias dos grupos envolvidos na dinâmica institucional do MART, que realiza coleta contínua de depoimentos sobre suas atividades e metamorfoses – como a recente obra de requalificação do edifício, vivenciada nos anos de 2014 a 2015. Além disso, todas as atividades desenvolvidas pelo museu são registradas em suporte audiovisual.

O artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012, que chegou a viver no antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos nos anos 1950.

O artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012, que chegou a viver no antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos nos anos 1950.

O resgate da história oral em torno da antiga edificação religiosa – que no início de agosto completou 331 anos – revela, por exemplo, os novos tipos de ocupação e aproveitamento urbano que as ruínas e seu entorno testemunharam ao longo do século XX. Os depoimentos também mostram que o atual MART foi cenário para personagens locais.

É o caso do artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012 – que, recém-chegado à cidade para trabalhar como telegrafista, chegou a viver no antigo convento nos anos 1950; e da andarilha Otília, lembrada pela memória local como alguém que percorria a cidade carregando uma cruz, dizendo ser “dona” do convento, e quando falecida foi enterrada junto aos membros da Ordem Franciscana Secular, no cemitério que integra o monumento.

Memória integrada à região
Diversas atividades realizadas pelo MART hoje buscam diálogo com a história do local. O projeto “Música no Convento” aproveita a excelente acústica da igreja conventual, antes útil às laudes e vésperas que os frades franciscanos entoavam, para divulgar a atual produção musical da região. E se os frades praticavam a contemplação da natureza, o museu incentiva a observação dos astros com o projeto “Astronomia no Museu”.

“Desenvolvemos uma forma lúdica para trabalhar a memória do espaço em integração com a região, o que vem atraindo pessoas de todas as idades, refletindo positivamente no incremento do público do museu”, explica a diretora do MART, Maria Fernanda Pinheiro de Oliveira.

Este ano, o MART lançou a publicação Cabo Frio – 400 Anos de História (1615-2015), reunindo textos de historiadores locais sobre a Baixada Litorânea Fluminense, o Convento Nossa Senhora dos Anjos e o museu. O livro está disponível para download gratuito.

A importância de preservar e revelar as memórias dos museus brasileiros é o mote da 11ª Primavera dos Museus, que traz como tema Museus e suas memórias e acontece de 18 a 24 de setembro.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MART/Divulgação

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MART lança livro sobre a história de Cabo Frio

Capa da publicação lançada pelo Mart

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART/Ibram), em Cabo Frio (RJ) lançou, na última sexta-feira (19) , livro sobre a história da cidade.

Organizado pelos historiadores Flávia Maria Franchini Ribeiro e Luiz Guilherme Scaldaferri Moreira, Cabo Frio – 400 anos de História (1615-2015) traz uma reflexão sobre a cidade que é resultado de aproximação entre o museu e comunidade acadêmica, que contribui para o debate crítico sobre a construção histórica de sua realidade atual.

Inaugurado em 1982 nas dependências do antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos, que começou a ser edificado em 1686, o MART é um marco histórico da colonização de Cabo Frio. Valioso exemplar da arquitetura franciscana, o museu foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1957.

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araujo, participou da cerimônia de lançamento na sede do museu, que contou com mesa-redonda com a participação dos organizadores e os autores José Francisco de Moura, Nilma Teixeira Accioli e Paulo Roberto Araújo. A versão online do livro está disponível na página do Ibram.

Texto: Ascom/Ibram

Ibram abre licitação para inspeção predial em museus de MG e RJ

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em parceria com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), publicou na última sexta-feira (27) Aviso de Licitação destinado à contratação de serviços de engenharia voltados à inspeção predial em três unidades museológicas que integram a sua rede.

Instalado em antigo convento que começou a ser edificado no século XVII, o Museu de Arte Tradicional de Cabo Frio (MART), será uma das unidades a passar por inspeção predial.

Instalado em antigo convento que começou a ser edificado no século XVII, o Museu de Arte Tradicional de Cabo Frio (MART) será uma das unidades a passar por inspeção predial.

A consultoria especializada a ser contratada abarca a realização de inspeções prediais no Museu de Arqueologia/Socioambiental de Itaipu (MAI), em Niterói (RJ); no Museu de Arte Tradicional de Cabo Frio (Mart), também no Rio de Janeiro; e na Casa Borba Gato (vinculada ao Museu do Ouro), em Sabará (MG).

O objetivo da contratação é realizar análise técnica de estruturas e instalações das três unidades, a qual permitirá a identificação de possíveis riscos a usuários, meio ambiente e patrimônio cultural envolvido, definindo prioridades para a posterior execução de reparos e manutenção.

Os três museus estão instalados em imóveis históricos tombados e não projetados originalmente para esta finalidade – o que impõe a adoção de princípios rigorosos de preservação dos elementos e materiais originais, assim como de intervenção física mínima, quando necessária.

A licitação será realizada na modalidade pregão presencial com data de abertura programada para o próximo dia 9 de fevereiro, às 10h, na sede da OEI (Setor Hoteleiro Sul, Quadra 06, Bloco C, Sala 919, Ed. Brasil 21) em Brasília (DF).

O edital e seus anexos encontram-se disponíveis na página da OEI. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3321.9955 ou pelo endereço eletrônico compras@oei.org.br.

MART realiza Oficina Livre de Choro a partir desta quinta (9)

Começa nesta quinta-feira, 9 de junho, a Oficina Livre de Choro no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio/Ibram. Em parceria com o Maestro Angelo Budega, que irá ministrar as aulas, a oficina é voltada para jovens e adultos e acontece todas as quintas-feiras, das 16h às 18h.

O choro é um gênero musical nascido no Rio de Janeiro, que ganhou as ruas e hoje é símbolo da cultura brasileira. Sua história começa lá pelo ano 1870 com o flautista Joaquim Callado Jr. e um grupo de músicos conhecidos como Choro do Callado. Instrumentos como violão, flauta, cavaquinho dão à música um tom sentimental, até melancólico e “choroso”, com um estilo peculiar de interpretar diversos outros gêneros musicais.

No século XIX, muitos gêneros europeus como a polca, a valsa, o schottisches, a quadrilha, entre outros, eram tocados pelos chorões de maneira original. Desse estilo de tocar consolidou-se o “gênero” do choro. Foi a partir de 1880 que o choro popularizou-se nos salões de dança e no subúrbio carioca. Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga foram os primeiros compositores que deram características próprias firmando-o como gênero musical.

O primeiro encontro é gratuito e a taxa mensal para aqueles que se interessarem em fazer a oficina é de R$80,00 por quatro encontros. Mais informações pelo telefone (22) 2646-7340.

Folia de Reis no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio

06.1martO Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Ibram, em parceria com a Secretaria de Cultura de Cabo Frio, receberá no dia 6 de janeiro, a partir das 20 horas os grupos de Folias de Reis de Cabo Frio.  Os  Reis de Bois de Moisés Senos, Folia de Reis de São Cristóvão, Estrela Guia do Manoel Correa, Estrela d´alva da Praia do Siqueira, se apresentarão no Adro do Museu, com seus tambores, reco-recos, flautas e violas, saudando a imagem do Menino Jesus, representada pelo presépio do Artista Gilmário Santana.

A Folia de Reis é uma festa religiosa tradicional, de origem portuguesa, presente no Brasil desde o período colonial.  Os grupos de cantadores e instrumentistas,  percorrem as ruas em visitas a casas de devotos, promesseiros ou presépios, entoando versos anunciando o nascimento do menino Jesus e homenageando os Reis Magos.

A folia fecha o ciclo natalino, e expressa a devoção dos homens em seus diferentes personagens – festeiro, mestre, magos, palhaços e bandeireiro, que, com suas roupas coloridas, agradecem e pedem proteção ao Menino Jesus.

Texto e foto: MART

Chiquinho da Sucata – Reciclando é a nova exposição do MART

19.11chiquinhoNesta quinta-feira (19), o Museu de Arte Religiosa e Tradicional/Ibram, em Cabo Frio, inaugura exposição do artista Chiquinho da Sucata – Reciclando.

Francisco de Assis Marques, o Chiquinho da Sucata, é um artista espontâneo e contemporâneo.  Trabalhando com ferro (matéria prima) e sucata (restos inúteis), prova que do próprio excesso industrial pode-se abrir uma janela para a sublimação e a transformação da realidade em arte.

Pelas mãos deste artista popular, engrenagens, correntes, tanques de combustível ou simples alicates, transformam-se em objetos com novos significados, alçando voos nas pás de um helicóptero, ou nas asas de um pássaro.

Prática e técnica aliam-se ao talento deste mestre serralheiro, que há mais de 35 anos transforma peças em desuso em obras de arte.   Em sua sabedoria o mestre Chiquinho nos ensina que a sua arte surge de forma espontânea, quando a peça encontrada em meio a tantas outras, se apresenta a ele transformando-se em um novo objeto.

A exposição estará aberta de 19 de novembro de 2015 a 17 de fevereiro de 2016, de segunda a sexta-feira das 10 às 17 horas, no MART, antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos, em Cabo Frio.

MART é palco de atividades da Mostra de Filmes MADrE

MADrE Cartaz dia 7 (3)Entre 4 e 7 de novembro, a Mostra de Filmes MADrE terá uma edição ampliada, com filmes, palestras, debates, oficinas, rally, exposição e projeção de fotos, tendo como destaque uma feira de produtos agroecológicos e artesanais com grupos de oito municípios (Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Araruama).

A Feira será montada no sábado dia 7, nos jardins do Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart/Ibram), no Largo de Santo Antônio, entre 14h e 18h. Serão quatro grandes tendas, com 15 grupos expositores.

Com o lema Famílias no campo, saúde no prato e natureza em todo lugar, a feira pretende apresentar ao público cabo-friense a diversidade de produtos agroecológicos e artesanais de comunidades quilombolas e da agricultura familiar da região da Baixada Litorânea.

Segundo Rosa Peralta, coordenadora da Mostra, esses grupos são verdadeiros guardiões do patrimônio histórico, cultural e ambiental da região. Seus saberes tradicionais são passados de geração em geração e contribuem para uma vida mais saudável e para a proteção do meio ambiente .

Às 20h, Jair Guerra  fechará a programação com uma projeção de fotos na fachada do MART, mostrando diferentes ângulos de Cabo Frio, que nesse mês comemora 400 anos.

Esta terceira edição da Mostra MADrE é um dos projetos contemplados pelo Proedi, programa de fomento à cultura da Prefeitura Municipal de Cabo Frio, e integrará o calendário de atividades dos 400 anos da cidade.

Serviço:

Feira da Agroecologia

Data: 7 de novembro de 2015

Local: Em frente ao Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART), Lago de Santo Antônio, Centro de Cabo Frio

Horário: 14h às 18h

Contato: Rosa Peralta (22) 3053-0306 / 99286-5232 / 99733-1072 (whatsapp)
Texto: MART

Museu de Arte Religiosa e Tradicional realizada Oficina de Arqueologia

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart/Ibram) programou uma série de atividades durante a 9ª Primavera dos Museus. Dentre elas, a Oficina de Arqueologia: Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho, que será ministrada pela arqueóloga Jeanne Cordeiro.

A memória indígena em Cabo Frio está literalmente enterrada: se nada resta na superfície, o trabalho agora é de escavar os diversos sambaquis que conseguiram resistir à especulação imobiliária e trazer à tona tais vestígios.

Mais de 60 sítios já foram inventariados na Região dos Lagos, entre o cabo de Armação dos Búzios e Saquarema, e revelam, ainda que agonizantemente, a intensa ocupação desse litoral pelos sambaqueiros. Chamados por especialistas de “pescadores-coletores-caçadores”, os sambaquieiros viviam perto do mar, em locais que integravam diversos ecossistemas, como restinga, lagoas, florestas e mangues.

O Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho foi localizado em 2007, quando da realização de estudos de impacto ambiental para o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários na área do Novo Portinho. Já em 2011, com a retomada dos trabalhos de escavação arqueológica em outra área do terreno, surgiram importantes achados, entre eles, a ‘Boop’ – o esqueleto de aproximadamente dois mil anos de uma indígena que revela o intercâmbio de duas culturas: a Sambaquieira e a Una.

O esqueleto da Boop encontra-se provisoriamente guardado no museu, e não se trata somente de uma fonte documental, mas a protagonista de uma história hoje enterrada, mas passível de ser contada e compartilhada.

Nesse sentido, a Oficina de Arqueologia: Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho irá trazer à tona a discussão sobre a ocupação dessa região e os impactos que a ocupação, muitas vezes desordenada do nosso espaço pode ocasionar. Pretende-se proporcionar aos participantes a ampliação de conhecimentos sobre o patrimônio arqueológico da cidade e da região a partir do achado arqueológico “Boop”: a investigação e os sítios arqueológicos, a importância das pesquisas arqueológicas e da preservação dos sítios, para que possam atuar como disseminadores deste importante capítulo da história de Cabo Frio.

A Oficina, que é gratuita, será realizada no dia 25 de setembro, no Mart. O participante poderá escolher realizar a oficina ou pela manhã, das 10 às 12h, ou pela tarde, das 15:30 às 17:30h. Será, ainda, conferido certificado de participação aos presentes.

As inscrições devem ser feitas através do e-mail mart@museus.gov.br ou do telefone (22) 2646-7340, informando nome completo, telefone para contato e o turno em que pretende participar (Manhã ou Tarde).

Texto: MART

Cabo Frio é tema de encontro com pesquisadores no MART

Fachada.MartAs transformações por que passou Cabo Frio nestes 400 anos e a preservação de elementos que caracterizam a cidade desde antes de sua fundação têm sido debatidas ao longo do ano em palestras com especialistas das mais variadas áreas. No mês de setembro, o Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART) sediará os eventos, que são realizados pelo Centro de Memória Márcio Werneck do IFF – Campus Cabo Frio. Os encontros serão sempre às 18 horas.

Na sexta, dia 11, o historiador Walter Luiz Pereira falará sobre a Companhia Nacional de Álcalis. Segunda, dia 14, será a vez do arquiteto Ivo Barreto que explanará sobre o conjunto paisagístico de Cabo Frio. No dia 25, sexta, o ambientalista Ernesto Galiotto ministrará palestra sobre a cultura da região por terra e ar.

Encerrando o ciclo de palestras no mês de setembro, e em meio às atividades da Primavera dos Museus no MART que neste ano tem por temática “Museus e Memória Indígena”, o historiador Luís Guilherme Scaldaferri falará de aldeamentos indígenas em São Pedro e em Armação dos Búzios.

As palestras são parte do projeto deflagrado no primeiro semestre de 2015 em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Estão previstos encontros até o final do ano, sendo que em novembro, dia 09 (segunda-feira), os interessados poderão conhecer mais sobre o antigo Convento N. S. Anjos, sede do MART, e as atividades do museu vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em visita mediada por Maria Fernanda Pinheiro, diretora da instituição.

O Ciclo de Palestras Cabo Frio 400 Anos tem o apoio da FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) e da ANPUH-RJ (Associação Nacional de História Seção Rio de Janeiro).

O endereço do MART, local dos eventos relacionados, é Largo Santo Antônio, s/nº (antigo Convento N. S. dos Anjos) – Centro, Cabo Frio (RJ). Informações pelo telefone (22) 2646-7340.

Confira a programação:

Dia 11/09 (sexta-feira)    Walter Luiz C. M. Pereira

Estado e empresa estatal: o caso da Companhia Nacional de Álcalis

Dia 14/09 (segunda-feira)    Ivo Barreto

O Conjunto Paisagístico de Cabo Frio: valores, lacunas e perspectivas de preservação

Dia 25/09 (sexta-feira)    Ernesto Galiotto

A cultura da Região dos Lagos por terra e ar

Dia 28/09 (segunda-feira)    Luís G. Scaldaferri Moreira

Os índios aldeados de São Pedro de Cabo Frio e a tentativa de criação da Armação de Búzios (1740)

Dia 09/11 (segunda-feira)    Maria Fernanda Pinheiro

O MART e a preservação do antigo Convento N. S. dos Anjos

 

 

Texto: MART

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