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Brasília tem museu virtual

A capital federal ganha no dia 16 de maio, o Museu Virtual de Brasília, projeto-piloto de website de um museu vitual sobre a cidade de Brasília, com versões em português, inglês e espanhol (ainda em construção). O lançamento é parte das comemorações da 9ª Semana Nacional de Museus. O projeto é fruto de uma pesquisa de mestrado realizada no Centro de Excelência em Turismo da UnB, e apresenta contribuições conceituais, teóricas e aplicadas dos campos da museologia e do turismo. O endereço do museu virtual é www.museuvirtualbrasilia.org.br.

O tema Museu Virtual de Brasília será parte da programação da 9ª Semana de Museus, na mesa “Preservação e Memória, além dos espaços museológicos tradicionais”, que ocorrerá dia 19, às 18h30m, no auditório da Casa da Cultura da América Latina da UnB. O projeto recebeu o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF e foi desenvolvido pela equipe do Instituto Viva Capital, em parceria com a Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília (UnB) e com o Arquivo Público do DF, que cedeu grande parte do material magnético.

Exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras é prorrogada até 8 de maio

Foi prorrogada até 8 de maio a exposição Mulheres, artistas e brasileiras, que é realizada desde março no Palácio do Planalto, em Brasília. Idealizada pela Presidência da República em comemoração ao Mês da Mulher, a mostra tem curadoria da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e apoio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) na organização. Em exposição, estão obras das principais artistas brasileiras do século 20 e da contemporaneidade.

Dezoito das cerca de 80 obras da mostra foram cedidas pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Museus Castro Maya e Museu da República, todos vinculados ao Ibram/MinC. A seleção inclui artistas como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Georgina de Albuquerque, Djanira, Fayga Ostrower, Lygia Pape e Tomie Ohtake, entre outras.

Exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras
Período de visitação: de 24/3 a 8/5/2011
Horário: todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h
Local: Salão Oeste do Palácio do Planalto
Endereço: Praça dos Três Poderes – Brasília (DF)
Entrada franca

Dia do Índio no Memorial dos Povos Indígenas

Em comemoração ao Dia do índio (19/4) e os 51 anos do aniversário de Brasília, o Memorial dos Povos Indígenas (MPI) promove a I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas. Na programação: exposição indígena, concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, mesa de debates e exibição de filmes indígenas. O evento é gratuito e aberto ao público. A Feira vai de 18 a 23 de abril, na sede do Memorial dos Povos Indígenas.

No Dia do Índio serão inauguradas exposições indígenas, além de uma palestra sobre economia solidária para os povos indígenas e um Concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Naciobal Claudio Santoro em homenagem aos povos indígenas, às 20h, na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional. Entrada franca mediante lotação da sala.

A I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas é uma realização da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal (GDF) e tem o apoio da Casa da Cultura da América Latina, do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (UnB), da Fundação Nacional do Índio, do Laboratório de Linguas Indígenas da UnB , Instituto Brasileiro de Museus, do Instituto do Patrimônio, Histórico, Artístico e Cultural e da Secretaria de Economia Solidária do GDF. 

Programe-se: I Feira de Arte, Cultura e Economia Solidária dos Povos Indígenas, de 18 a 23/04, no Memorial dos Povos Indígenas (Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK). Entrada Franca. Mais Informações: 3325-1157 ou 1154.

Cadastro Nacional de Museus passa a funcionar em Brasília

O Cadastro Nacional de Museus, que desde 2006 desenvolvia suas atividades na representação do Ibram no Rio de Janeiro, passará a funcionar na sede do Instituto em Brasília nos próximos dias.
O endereço é Setor Bancário Norte, Quadra 02, lote 08, Bloco N, Edifício CNC III, 12º andar. Brasília (DF), CEP 70.040-020. Telefones: (61) 2024-4301 e 2024-4334. O e-mail continua o mesmo: cnm@museus.gov.br

O Cadastro Nacional de Museus é um instrumento do Ibram e do Sistema Brasileiro de Museus criado com o objetivo de conhecer e integrar o universo museal brasileiro e reúne dados sobre as características, atividades e serviços dos museus cadastrados.

Hélio Oiticica – Museu é o Mundo chega a Brasília

A exposição Hélio Oiticica – Museu é o Mundo está aberta ao público de Brasília desde a última terça-feira (21), no Museu Nacional Honestino Guimarães – Complexo Cultural da República, em Brasília (DF). Trata-se da maior mostra já realizada sobre Hélio Oiticica e a chegada à capital brasileira faz parte da itinerância que já passou por São Paulo e Rio de Janeiro. Após Brasília, a exposição segue para Belém (PA).
A exposição traz raríssimos penetráveis, obras monumentais de Hélio Oiticica, que serão instalados em espaços públicos, como Invenção da Luz, feito pelo artista para Brasília, no final da década de 1970, e que será visto pela primeira vez na cidade. Vai ser instalada no Eixo Monumental, em frente à Funarte.

No Museu Nacional, o público encontra alguns de seus Metaesquemas, datados de 1958. Além disso, o público, especialmente crianças, se diverte nas diversas instalações como Rhodislândia, de 1971. A exposição também traz bólides e parangolés do artista, como o Parangolé Noblau (1979/86). Há ainda vídeos, como HO (12min), de 1979, estrelado por Oiticica e dirigido por Ivan Cardoso.

A circulação das obras custará R$ 1,5 milhão, captados a partir de uma parceria estratégica estabelecida com o Ministério da Cultura, que investiu ainda mais de R$ 800 mil nos processos de higienização e restauração das obras danificadas por incêndio no ano passado. A exposição fica em Brasília, no Museu Nacional, até 20 de fevereiro de 2011, das 9h às 18h. A entrada é franca. (Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Cultura. Foto: Marina Ofugi/MinC)

Ponto de Memória da Estrutural realiza primeira ação museal

O Ponto de Memória da Estrutural (DF) realizou no último sábado, 4 de dezembro, na Casa dos Movimentos,  sua primeira ação museal na comunidade – um café-da-manhã acompanhado de uma  roda de contação de histórias sobre a região.

O evento permitiu que moradores pioneiros, como Geralda Dias e Elias Mendes, revelassem detalhes sobre como a população fazia há vinte anos para resistir e sobrevier diante da constante ameaça de remoção. “Não podíamos sair de casa nem para trabalhar, porque corríamos o risco de ter tudo derrubado. Mesmo com todas as dificuldades éramos unidos e felizes”, enfatiza Elias.

Para ele, o ponto de memória é a oportunidade de a Estrutural desenvolver um trabalho que não conte apenas fatos políticos, mas reflita a comunidade. Os moradores querem criar um museu que mostre experiências e vivências antigas e que deram origem à comunidade, mas também abrir espaço para os hábitos atuais dos moradores, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos.

“Nossa ideia é fazer um museu vivo, no qual as escolas possam trazer seus alunos para fazer pesquisas, mas também onde os moradores possam contar suas histórias e divulgar suas experiências de vida”, destaca Abadia Teixeira, líder comunitária e membro do conselho gestor do Ponto de Memória da Estrutural. Durante o evento, ela enfatizou a função positiva que o museu pode ter na comunidade e lembrou a importância do projeto dar certo na região para poder ser levado a outras localidades do País.

A valorização da memória ajuda não apenas a preservar a história dos moradores, mas também a unir a comunidade em torno de objetivos comuns na busca pelo desenvolvimento local. “Os moradores da Estrutural sempre receberam coisas materiais, principalmente vindas de políticos. Mas não adianta só receber, é preciso aprender como tudo aconteceu para despertar na comunidade a vontade de retribuir e de fazer algo pelo outro”, defende a moradora Clara Soraia Ribeiro.

Felizes por poderem contar a história da cidade pelo ponto de vista de quem dela participou, os moradores prometeram doar fotos e objetos relevantes para descrever a trajetória da comunidade.  A “roda de memória” foi gravada e, segundo o conselho gestor do ponto de memória, integrará o acervo do futuro museu.

Programa Pontos de Memória

Desde 2003, o Instituto Brasilieiro de Museus – Ibram/MinC apoia iniciativas de memória, que ajudam a fortalecer as comunidades a partir do reconhecimento de suas raízes históricas. “É importante fazer com que as experiências de memória tenham vida, tenham voz. As pessoas se sentem valorizadas. Se alguém não escreve sua história, ela será escrita por outra pessoa”, destaca Marcelle Pereira, coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram.

Atualmente, o Ibram é parceiro em 12 projetos-pilotos nas cinco regiões brasileiras. A idéia é auxiliar, por meio de apoio técnico e de consultorias, iniciativas existentes ou novas experiências comunitárias de grupos envolvidos em ações de preservação da memória local.

Além da Estrutural (DF), há pontos de memória em Belém, PA (Terra Firme); Belo Horizonte, MG (Taquaril); Curitiba, PR (Sítio Cercado); Fortaleza, CE (Grande Bom Jardim); Maceió, AL (Jacintinho); Porto Alegre, RS (Lomba do Pinheiro); Recife, PE (Coque); Rio de Janeiro, RJ (Pavão- Pavãozinho-Cantagalo); Salvador, BA (Beiru); São Paulo, SP (Brasilândia) e Vitória, ES (São Pedro).

Os projetos são resultado de parceria entre os programas Mais Cultura e Cultura Viva, do Ministério da Cultura (MinC); o Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça (MJ); e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

Brasil Africano em exposição no Conjunto Cultural da República

O Museu Nacional da República apresenta até o dia 13 de junho a exposição O Brasil Africano. Em parceira com a Universidade de Brasília (UnB) e a Petrobras, a mostra é composta por mapas e fotos pesquisados e organizados pelo professor Rafael Sanzio Araujo dos Anjos.

A exposição faz parte do Projeto Geografia Afro-Brasileira Educação & Planejamento do Território, cujo principal objetivo é caracterizar e interpretar espacialmente as estruturas existentes na formação do Brasil e da sua população, tomando como referência os aspectos geográficos da herança africana no território brasileiro.

Visitação de terça a domingo, das 9h às 18h30. O agendamento de visitas monitoradas deve ser realizado pelos telefones: (61) 3325-6410 ou 3325-5220.

O Museu Nacional do Conjunto Cultural da República fica no STRVS, Brasília-DF. Informações: quilombo@unb.br ou www.unb.br/ih/ciga

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