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Obras de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

Duas novas exposições estão em cartaz  no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ): Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink.

Esta é a primeira vez que a obra A Primeira Missa no Brasil, executada por Portinari, está sendo exibida ao público. Com dimensões de 271 cm X 501 cm, a tela foi produzida em 1948 para a sede do Banco Boa Vista e foi adquirida, no final de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Saiba mais.

Na exposição, o público poderá ver também o quadro de Victor Meirelles (tela com 270 cm x 357 cm, realizada entre 1858 e 1860), que foi inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha, e retrata o mesmo momento histórico. Também serão exibidos estudos, fotos, documentos e objetos que ajudam a contextualizar as criações das duas obras. A mostra pode ser vista até 9 de junho.

Capela Mayrink
Em simultâneo, outras quatro obras de Cândido Portinari, doadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA/Ibram, também estão em em exposição no MNBA.

Portinari e os painéis da Capela Mayrink apresenta as obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório, realizadas pelo artista em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink – localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, propriedade do ICMBio. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA
Última atualização: 4.6.2013

Ministras da Cultura e Meio Ambiente abriram exposições no Rio de Janeiro

No último sábado (20), as ministras da Cultura, Marta Suplicy, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, inauguraram as exposições Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ). As duas exposições permanecem abertas para visitação até o dia 9 de junho.

Marta Suplicy e o painel de Portinari ao fundo: relevância do pintor modernista

Na cerimônia as duas ministras, a presidente interina do Instituto Brasileiro de Museus, Eneida Braga, e a diretora do MNBA, Mônica Xexéo, assinaram um ato simbólico da doação das obras da Capela Mayrink pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA, oficializada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 15 de abril. Saiba mais.

“Este é um dia esplendoroso para a cultura e para o Museu Nacional de Belas Artes”, afirmou a ministra Marta Suplicy ao ressaltar a relevância da incorporação das obras ao acervo do museu, principalmente pela importância de Candido Portinari para a pintura modernista no país.

A ministra agradeceu ao ministério do Meio Ambiente (MMA) pela doação e declarou ainda que é preciso estimular a exposição ao público de coleções particulares, seja por meio de doações ou de empréstimos a museus.

Levantamento e doação

Ministra do Meio Ambiente prometeu novas doações para museus brasileiros

A ministra Izabella Teixeira se disse emocionada com a formalização da doação dos painéis da Capela Mayrink para o MNBA, afirmando que a cooperação do MMA com o MinC não se limitará a esta doação.

A ministra pediu que o Ibram faça um levantamento de todo o patrimônio artístico do MMA: “aqui começa uma nova travessia e esse patrimônio todo será doado ao Ibram para que os museus possam ampliar seus acervos”, concluiu.

Já a presidente interina do Ibram, Eneida Braga, afirmou que “tais doações simbolizam o esforço do governo brasileiro, inclusive com ações interinstitucionais, em cumprir uma das premissas da Política Nacional de Museus: a preservação e aquisição de acervos a fim de garantir acesso da população à produção artística nacional.

Também estiveram presentes na cerimônia o Deputado Federal Alessandro Molón; o Presidente do Instituto Chico Mendes, Roberto Ricardo Vizentin; o diretor do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro (Inepac), Paulo Vidal; a Diretora do Projeto Portinari, Maria Duarte, os diretores dos museus Imperial, Maurício Ferreira Jr., e Vera Tostes, do Histórico Nacional, entre outros convidados.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Alexandre Arruda/MinC

Museu Imperial recebe doação de fragmentos de trajes usados por imperadores

O Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ), receberá, da historiadora e arqueóloga Valdirene Ambiel, a doação de fragmentos dos trajes com os quais os imperadores d. Pedro I e d. Leopoldina foram enterrados.

Valdirene é responsável pela pesquisa que levou à exumação dos imperadores d. Pedro I, d. Leopoldina e d. Amélia e reuniu uma equipe interdisciplinar da USP, que incluiu 12 cientistas de especialidades diferentes. Intitulado Estudos de Arqueologia Forense Aplicados aos Remanescentes Humanos dos Primeiros Imperadores do Brasil Depositados no Monumento à Independência, o estudo será publicado pelo Museu Imperial, conforme anunciou o diretor do MIMP, Maurício Vicente Ferreira Junior.

Fragmentos de galões do imperador d.Pedro I

Serão doadas partes do manto da imperatriz d. Leopoldina – também utilizado por ela na cerimônia de coroação do marido – e do traje do imperador, bem como o salto de sua bota.

“Nós retiramos esses fragmentos para análise e uma parte ‘sobrou’. Eu queria doar a uma instituição pública para ser pesquisado e preservado e escolhi o Museu Imperial, que, além de uma instituição de pesquisa, funciona na antiga casa do filho de d. Pedro I e d. Leopoldina”, destacou a pesquisadora. Ela complementou que, no caso de d. Amélia, o fragmento retirado foi muito pequeno e, por isso, foi todo utilizado nas análises.

O diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr., ressaltou a importância da doação e do simbolismo das peças. “O salto da bota de d. Pedro I é emblemático porque, durante seu período como imperador do Brasil, ele sempre fez questão de ser retratado como um cavaleiro. Não há imagens do imperador em que ele não apareça calçando botas. No caso de d. Leopoldina, ela foi enterrada com o mesmo traje usado na coroação do marido”, lembrou.

As peças serão higienizadas e pesquisadas pela equipe do Museu Imperial. Em seguida, serão expostas ao público.

Aquisição de acervo
As peças vão se somar a outras 2.664 que foram incorporadas ao acervo do Museu Imperial nos últimos dez anos.

Painel de Portinari no MNBA: exposição deve acontecer em março

Um levantamento do Ibram junto aos museus vinculados ao Instituto constatou que, desde 2003, cerca de 75 mil itens foram incorporados aos seus acervos por meio de doação, compra, ou transferência.

A compra do quadro A Primeira Missa, de Cândido Portinari, que está no Museu Nacional de Belas Artes (RJ), e de uma pintura religiosa, Nossa Senhora da Soledade, atribuída ao Mestre Ataíde, para o Museu da Inconfidência (MG), são as aquisições mais recentes, feitas em dezembro de 2012.

O Museu da Abolição (PE) também recebeu, por meio de doação, a escultura Samburu Dance I, da artista holandesa Marianne Houtkamp. A obra foi apreendida pela Receita Federal após tentativa de importação com uso de documentos falsos, em 2012. Saiba mais.

Escultura foi doada ao Museu da Abolição/Ibram (PE)

Dentre as aquisições, diversas coleções, objetos que fazem parte da história do Brasil, animais e plantas. O Museu que mais incorporou peças ao acervo foi o Museu de Biologia Professor Mello Leitão (ES): foram 37.431 itens. Os museus Lasar Segall (SP), Histórico Nacional (RJ) e Belas Artes também têm um número alto de aquisições.

A preservação e ampliação dos acervos dos museus fazem parte da Política Nacional de Museus. Implementada em 2003, ela tem, como um de seus pilares, a valorização do patrimônio cultural sob a guarda dos museus e o incentivo a programas e ações que viabilizem a conservação, a preservação e a sustentabilidade do patrimônio cultural submetido a processo de musealização.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Lançamento de livro encerra exposição sobre Luiz Gonzaga no MNBA

O lançamento do livro O Rei e o Baião marca o encerramento da exposição O imaginário do rei: visões sobre o universo de Luiz Gonzaga, neste domingo (24), no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram). O lançamento será a partir das 15h e a entrada é franca.

Além de obras originais, exposição traz objetos e imagens antigas de Luiz Gonzaga

Organizado por Bené Fonteles, que também é o curador da exposição, o livro contém ensaios de Antonio Risério, Elba Braga Ramalho, Gilmar de Carvalho, Hermano Vianna e Sulamita Vieira, além de apresentação de Gilberto Gil.

Pelo viés da antropologia cultural, os textos analisam a herança cultural nordestina recriada por Luiz Gonzaga e seus parceiros, suas conquistas e desdobramentos, assim como a relação com o imaginário do povo brasileiro. A edição é ilustrada por xilogravuras de diversos artistas, pintura de Ciça Fittipaldi e ensaio fotográfico de Gustavo Moura.

Ainda na programação, Fonteles vai proferir a palestra Poética gonzagueana: inspirações e parceiros, como também fará visita guiada à exposição em cartaz.

A mostra reúne mais de 160 obras em varias técnicas e linguagens de expressão criadas por 60 artistas de todas as regiões do país, quase todas concebidas especialmente para a ocasião, como também fotografias históricas e raras de Luiz Gonzaga, livros e discos. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MNBA

Museu Nacional de Belas Artes (RJ) reabre galeria de arte brasileira

A galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea, uma das principais mostras permanentes do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, reabriu ao público no dia 10 de janeiro, após reformas estruturais iniciadas em setembro passado.

Situada no 3º Piso do MNBA, a galeria abriga uma da raras mostras no Brasil onde se pode descortinar, num só espaço, um relevante percurso artístico que vai do início do século XX até os dias atuais.

Na nova exposição, que chega atualmente a 205 peças, há obras de Candido Portinari, Willys de Castro, Décio Vieira, Maria Bonomi, Fayga Ostrower, Gilvan Samico, Celso Antonio, entre outros artistas brasileiros.

Com 1.800 metros quadrados, divididos em dois andares, a galeria exibirá no primeiro andar, o movimento da Abstração na gravura, e no segundo, a importância da gravura na produção artística brasileira das décadas de 1980 à contemporaneidade, assim como esculturas de artistas como Farnese de Andrade e Rubens Gerchman.

O MNBA fica aberto de terça a sexta, de 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados de 12h às 17h. Mais informações na página do museu.

Texto e foto: Divulgação MNBA

Jornada Mundial da Juventude: obras do Vaticano serão expostas no MNBA

Delegação brasileira está na Itália acertando detalhes para exposição durante JMJ Rio2013

Está confirmado: ainda este ano, o Brasil recebe pela primeira vez uma mostra oficial do Estado do Vaticano, que vai trazer ao país mais de 100 obras de grandes expoentes das artes italianas.

Os detalhes para a realização da exposição foram acertados durante visita a Itália do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), José do Nascimento Jr., e da diretora do Museu Nacional de Belas (MNBA/Ibram), Monica Xexéo, iniciada na última terça-feira (15).

O museu do Rio de Janeiro, vinculado ao Ibram, vai abrigar a mostra, que integra a programação da Jornada Mundial da Juventude 2013 (JMJ Rio2013), entre os dias 11 de junho e 15 de setembro.

A missão, que segue até o domingo, inclui uma série de reuniões técnicas entre os integrantes dadelegação brasileira e representantes do setor de Atos Culturais da JMJ Rio2013, Fundação João Paulo II para a Juventude, Pontifício Conselho para Leigos (PCL), Pontifícia Sacristia Secreta, Fábrica de São Pedro e museus envolvidos

O objetivo é definir aspectos da exposição e seu cronograma, além do manuseio, logística e transporte das peças que seguirão da Itália para o Rio de Janeiro. A visita inclui ainda ida a museus do Vaticano para conhecer alguns dos objetos que estarão na mostra.

Arte e fé
A exposição Nas pegadas do Senhor – obras primas dos museus italianos e do Vaticano vai trazer ao Brasil mais de 100 pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças que contam parte da história da arte e da Igreja Católica.

Entre as obras estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico, dentre outros.

Em março de 2012, uma delegação italiana responsável pela organização da Jornada Mundial da Juventude 2013 já havia visitado o MNBA. Os organizadores estimam que o Rio de Janeiro receba cerca de 2 milhões de pessoas durante o evento, que contará com a presença do Papa Bento XVI.

Texto e foto: Ascom/Ibram

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Mostra no Museu Nacional de Belas Artes marca centenário de Luiz Gonzaga

No mês em que se comemora os 100 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram abre no dia 17 de dezembro, às 19h, a exposição O imaginário do rei: visões sobre o universo de Luiz Gonzaga, com curadoria de Bené Fonteles – que recebeu com a mostra o Prêmio Centenário Luiz Gonzaga da Funarte/ MinC.

Além de obras originais, exposição traz objetos e imagens antigas de Luiz Gonzaga

A exposição reúne mais de 160 obras em varias técnicas e linguagens de expressão criadas por 60 artistas de todas as regiões do país, quase todas concebidas especialmente para a ocasião. Traz ainda fotografias históricas e raras de Luiz Gonzaga, livros e discos sobre Luiz Gonzaga, compondo uma rica e diversificada iconografia sobre a vida e obra do “Rei do Baião”.

Também serão exibidos quatro filmes relacionados ao artista: Viva São João!, de Andrucha Waddington; O Milagre de Santa Luzia, de Sergio Roizenblitz; O Homem que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira; e Luiz Gonzaga – A Luz dos Sertões, de Rose Maria. Veja a programação completa e horários.

A mostra  já foi vista por mais de 200 mil pessoas em Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Brasília (DF). A exposição no MNBA pode ser visitada até 24 de fevereiro de 2013 e tem entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Nacional de Belas Artes.

Texto: Divulgação MNBA
Foto: Divulgação

Última atualização: 17.01.2013

 

Luz na Cidade: aos 75 anos, Museu Nacional de Belas Artes ganha iluminação

Desde o dia 18 de junho, o festival de iluminação urbana Luz na Cidade transformou o centro histórico da capital do Rio de Janeiro. A primeira edição brasileira do festival traz 15 instalações e iluminações que podem ser vistas até o dia 29 de junho, entre a Praça Tiradentes e a Lapa, formando um percurso luminoso na região.

Luz na cidade: projeto de iluminação para o MNBA

Um dos prédios que receberá iluminação especial é o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). No local, a iluminação será integrada às festividades em comemoração aos 75 anos do museu e ficará em definitivo, realçando assim a fachada do prédio construído em 1908. O design de luz é assinado por Milton Giglio.

O projeto conta com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), também vinculado ao MinC, e patrocínio da Eletrobrás. Ele faz parte do plano da Prefeitura Municipal de revitalizar o centro histórico do Rio, reforçando seu potencial de pólo de convivência e turismo.

Sustentabilidade
Além de embelezar uma área fundamental, o festival mostrará aos cariocas que a cidade pode ser bem iluminada com um custo bem mais baixo, graças ao uso da tecnologia.

O trabalho é realizado com produtos inovadores e eficientes, dentro do espírito de sustentabilidade da Rio+20, que continuará ocorrendo na capital do Rio ao mesmo tempo que a iniciativa Luz na Cidade. Para a execução do trabalho, as lâmpadas terão potência e consumo energético limitados, em respeito às normas em vigor e utilização de produtos reciclados. Leia mais.

Texto: Portal MinC
Edição: Ascom/Ibram

250 obras de Visconti no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) exibe, até 24 de junho, Eliseu Visconti – a modernidade antecipada, exposição com cerca 250 obras, entre pinturas, desenhos, cerâmicas e objetos realizados pelo artista.

Após 63 anos da última retrospectiva do artista nos seus espaços, o museu exibirá obras que nunca foram vistas pelo público, nem mesmo por especialistas brasileiros em história da arte, que pertencem a 15 instituições e a 80 colecionadores particulares. O maior acervo de obras do artista, contudo, pertence ao MNBA.

A produção de Eliseu Visconti é apresentada em toda sua extensão, desde o início de sua carreira, em 1888, época em que ainda fazia parte da Academia Imperial de Belas-Artes, até o seu falecimento, em 1944.

A retrospectiva é dividida por períodos e temas, em consonância com os trabalhos desenvolvidos pelo pintor e também designer. Entre eles estão paisagens, cenas de família, retratos, nus, temas históricos, painéis decorativos e objetos de design, além de desenhos e aquarelas.

A mostra tem curadoria dos historiadores de arte Rafael Cardoso e Mirian Seraphim, e de Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista e responsável pelo Projeto Eliseu Visconti, criado em 2005 para preservar e divulgar a memória do pintor. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MNBA/Ibram
Atualizada em 9 de maio 2012

Mostra de artes visuais ocupará MNBA durante Jornada Mundial da Juventude

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu, no dia 6 de março a visita de uma delegação de italianos (foto) responsáveis pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 – evento internacional organizado pelo Vaticano que deve reunir jovens de todo o mundo na cidade, entre os dias 23 e 28 de julho de 2013.

Durante o encontro, que contou com a participação da diretora do MNBA, Monica Xexéo, foram acertados detalhes para a realização de uma grande mostra de artes visuais programada para acontecer no MNBA em paralelo ao evento católico. A mostra vai trazer ao Brasil obras de expoentes das artes italianas como Michelangelo e Rafael.

Junto à direção do MNBA, o grupo, formado ainda por representantes do comitê organizador local do JMJ Rio 2013, do Comitê Governamental e do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, definiu quais serão as galerias, localizadas no segundo piso do museu, que irão receber a mostra.

Os organizadores da Jornada Mundial da Juventude 2013 esperam receber cerca de 4 milhões de pessoas no evento, que contará com a presença do Papa Bento XVI.

Texto: Divulgação MNBA

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