Museu Forte Defensor Perpétuo em Paraty ganha nova canoa caiçara

Mestre canoeiro

Mestre canoeiro pode produzir até quatro canoas com o tronco do guapuruvu

Devido a queda acidental de uma árvore guapuruvu (Schizolobium parahyba), por causa de uma ventania, o Museu Forte Defensor Perpétuo/Ibram, em Paraty (RJ), convidou um mestre canoeiro para construir novas canoas com o tronco de 13 metros da árvore.

O mestre autodidata Milton Espírito Santo Almeida, de 59 anos, morador da Praia da Cajaíba, começou nesta semana o corte da madeira.

A primeira canoa, que será parte do acervo do museu, já está sendo entalhada pelo canoeiro no mesmo local onde estava plantado o guapuruvu. Outras canoas construídas a partir da mesma árvore poderão ser concluídas em oficinas pedagógicas no Forte.

A madeira do guapuruvu é pouco resistente, mas é usada na confecção de embarcações como canoas exatamente pela leveza e facilidade de entalhe. Nativa das Américas Central e do Sul, no Brasil ocorre da Bahia até Santa Catarina na floresta pluvial da encosta atlântica. Saiba mais sobre os museus Ibram em Paraty.

Texto e foto: Divulgação Museu Forte Defensor Perpétuo


Queda de árvore impede comemoração no Museu Casa de Benjamin Constant

Em razão da queda de uma árvore de grande porte na terça-feira (11),  o evento BrincaRio, programado para celebrar os 29 anos do Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, precisou ser cancelado pela instituição.

Desta forma, o museu permanecerá fechado por tempo indeterminado até que sejam restabelecidos a energia elétrica, o acesso seguro dos visitantes e o muro de contenção danificados pelo acidente.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3970. 1177. Saiba mais sobre o museu aqui.