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Memória: Política Nacional de Museus completa dez anos de lançamento

Há exatamente 10 anos, no dia 16 de maio de 2003, em meio às comemorações do Dia Internacional de Museus (18 de maio), o Ministério da Cultura (MinC) lançou a Política Nacional de Museus (PNM), em evento no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro – hoje integrante da estrutura do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Lançamento da PNM aconteceu no Museu Histórico Nacional em 2003

O principal objetivo da PNM consiste em promover a valorização, a preservação e a fruição do patrimônio museológico brasileiro a partir de sua diversidade cultural e, com isso, desenvolver e revitalizar as instituições museológicas.

A PNM define sete eixos programáticos que norteiam as ações voltadas para os museus: gestão e configuração do campo museológico; democratização e acesso aos bens culturais; formação e capacitação de recursos humanos; informatização de museus; modernização de infraestruturas museológicas; financiamento e fomento para museus; e aquisição e gerenciamento de acervos museológicos.

Como reflexo da PNM, o campo museal brasileiro fortaleceu-se institucionalmente e passou a ser prioridade de governo. Um dos primeiros desdobramentos da nova política foi a criação do Departamento de Museus e Centros Culturais, no âmbito do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC). Na sequência, foi criado o Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Em 2006, aconteceu a implantação do Cadastro Nacional de Museus (CNM), importante ferramenta para mapear e estudar os museus brasileiros. Também a política de fomento e financiamento foi reformulada e ampliada neste período. Em 20 de janeiro de 2009, foi sancionada a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Lei 11.906/2009).

Estatuto de Museus e PNSM
Em consonância com a Política Nacional de Museus foi criado o Estatuto de Museus, uma das principais ferramentas para a construção de políticas museais. Instituído pela Lei 11.904, de 14 de janeiro de 2009, o estatuto possibilitou a regulamentação e o reconhecimento público dos museus em toda a sua diversidade, sejam eles criados a partir do Estado ou a partir de iniciativas de grupos sociais diversos.

O objetivo era assegurar a implantação de conceitos e de práticas museológicas essenciais, tais como o direito à memória e a valorização da diversidade cultural, promovendo o diálogo entre os múltiplos setores que formam a sociedade.

Durante o 4º Fórum Nacional de Museus, realizado em Brasília, em 2010, outra importante ferramenta para o setor, o Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM), teve suas propostas amplamente discutidas. O resultado foi um conjunto de propostas que apontaram ações, a serem desenvolvidas até 2020, e que compuseram o Plano Nacional de Cultura (PNC).

 

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo Ascom/Ibram

Museu Imperial comemora 70 anos com programação especial em Petrópolis

O Museu Imperial (Ibram/MinC), localizado em Petrópolis (RJ), completa 70 anos de inauguração neste sábado (16). Na data, será concedida entrada franca a todos os visitantes, além de uma programação especial composta da inauguração da exposição Paisagem petropolitana e da apresentação dos espetáculos Um Sarau Imperial e Som e Luz.

Aniversário do Museu Imperial e da cidade de Petrópolis movimentam o fim de semana

Nesta sexta-feira (15), às 18h30, também haverá uma apresentação do Coral Dó Ré Mi – Coro Modelo do Projeto Canta Petrópolis, iniciando as comemorações do aniversário do Museu.

O coral terá regência do maestro Leonardo Randolfo e também comemora, nesta apresentação, os 170 anos da fundação da cidade de Petrópolis. O espetáculo será gratuito e acontece na escadaria do Museu Imperial. Pelo fato de ser ao ar livre, contudo, o evento será cancelado em caso de chuva forte.

Exposição e espetáculos
A programação do dia 16 começa às 15h, com a inauguração da exposição Paisagem petropolitana. A mostra contará com cerca de 30 obras do século XIX que retratam a cidade. São pinturas, desenhos, fotografias, litogravuras, álbuns e guias de viagem de artistas brasileiros e estrangeiros.

Um Sarau Imperial: espetáculo acontece no sábado (16)

Às 18h30, acontece a apresentação do espetáculo Um Sarau Imperial. Os ingressos custam R$ 10. Em seguida, às 20h, haverá o show Som e Luz, com entrada franca para todo o público. Os ingressos já estão sendo distribuídos na bilheteria do museu.

Na programação do sábado (16), também acontece uma homenagem ao príncipe d. Pedro Gastão (1913-2007), que este ano completaria seu centenário. Ele foi um dos maiores doadores de obras para o museu. Entre suas contribuições estão a doação do Arquivo da Casa Imperial do Brasil – conjunto de documentos que vão de 1247 a 1930, reunindo diários, correspondências da família imperial e documentos iconográficos, entre outros.

As comemorações vão se estender ao longo de todo o ano. Estão previstos, entre outros eventos, a inauguração de outra exposição e o lançamento de publicações.

O Museu Imperial localiza-se à Rua da Imperatriz, 220, Centro. Outras informações pelo telefone (24) 2245.4668. Saiba mais.

Texto e fotos: Divulgação Museu Imperial

Museu Regional Casa dos Ottoni comemora 311 anos da cidade do Serro

O Museu Casa dos Ottoni (MRCO/Ibram) preparou um sarau de poesias em comemoração ao aniversário da cidade do Serro (MG). O evento acontece nesta terça-feira (29), às 19h30, com entrada franca. Joyce Emanuelle Costa declamará poesias que contam a história da cidade mineira. A trilha sonora é de Anderson Silva, o ‘Dersinho’.

MRCO ocupa prédio do século XVIII na cidade do Serro

Sede de uma das quatro primeiras comarcas da Capitania das Minas Gerais, a antiga Vila do Príncipe do Serro Frio, hoje cidade do Serro, comemora 311 anos.

A cidade ainda guarda as características das vilas setecentistas mineiras, o que lhe valeu ser o primeiro município brasileiro a ter seu conjunto arquitetônico e urbanístico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/MinC) em abril de 1938. Saiba mais sobre a cidade.

O MRCO ocupa uma construção do século XVIII no bairro da Praia. Sua origem histórica está ligada aos Ottoni, descendentes de um ramo da família do bandeirante paulista Fernão Dias Paes Leme. Criado em 1949, o museu abriga acervo formado, principalmente, por imagens de arte católica – como imagens de roca que saíam na Procissão de Cinzas e as que pertenceram à demolida igreja de Nossa Senhora da Purificação.

Aumento de público
O Museu Regional Casa dos Ottoni fechou o ano de 2012 com crescimento de 29% no número de visitantes. Para o museu, esse incremento no número de visitantes deve-se ao maior tempo de duração das mostras e também à qualidade das exposições realizadas,   permitindo maior interação com o publico. Veja os gráficos comparativos e a programação do museu para janeiro.

O museu localiza-se à Praça Cristiano Ottoni, 72 – Praia. Outras informações pelo telefone (38) 3541.1440 ou pelo e-mail mrco@museus.gov.br.

Texto e foto: Ascom/Ibram

 

Reflexão sobre o tema Museu e Memória marcou 4º aniversário do Ibram

Como parte das comemorações pelos quatro anos de sua criação, data também lembrada pela ministra da Cultura, Marta Suplicy, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) promoveu na tarde da última quarta-feira (23), a mesa-redonda Museu, memória e cidadania.

Um auditório lotado assistiu mesa-redonda sobe "Museu, memória e cidadania". Ao centro, Claudio Fontelis (CNV).

O debate contou com a participação do coordenador da Comissão Nacional da Verdade (CNV), Cláudio Fonteles, da historiadora e escritora Carolina Dellamore, e da professora Monique Batista Magaldi, do curso de Museologia da Universidade de Brasília (UnB). A mediação foi de Cícero Almeida, diretor do DPMUS/Ibram.

Abrindo a mesa, Cláudio Fonteles falou sobre o trabalho de pesquisa que a Comissão Nacional da Verdade vem realizando nos documentos sob a guarda do Arquivo Nacional, além da coleta de depoimentos e das iniciativas de preservação da memória relacionada ao período da ditadura militar no Brasil. Ouça a palestra de Fonteles com apresentação de José Nascimento Jr. – presidente do Ibram.

Autora do livro Marcas da clandestinidade: Memórias da ditadura militar brasileira, editado pelo Ibram, a historiadora Carolina Dellamore abordou a clandestinidade durante o regime militar, citando alguns dos depoimentos que subsidiaram a produção do seu livro. Ela ressaltou que a memória é espaço de disputas políticas e destacou o desafio da musealização da memória desse período. O áudio também está disponível.

Cidadania e parceria
A professora Monique Magaldi encerrou a mesa-redonda com reflexões sobre a relação entre museus e cidadania. Monique relembrou a invasão militar ao campus da UnB em 1968 e destacou a iniciativa do curso de Museologia de criar no campus da universidade um museu de percurso sobre o episódio. A palestra de Magaldi pode ser ouvida aqui.

“A reflexão sobre esse tema é estratégica para o Ibram e de suma importância para que possamos reconstruir esses momentos e fazer uma nova leitura da história brasileira”, disse José do Nascimento Jr.

A CNV já trabalha em parceria com o Ibram na realização de pesquisa no acervo do Museu Imperial (RJ). No local, há arquivos da Casa da Morte, que existiu em Petrópolis no período de 1964 a 1985.

Alvaro Marins (CPIM/Ibram) durante apresentação da tese da professora Deomira Pinto Faria

A programação de comemoração aos quatro anos do Ibram contou ainda com o Cineclube Musas, que exibiu na tarde desta quinta-feira (24) os filmes Guernica (Alain Resnais, França, 1951) e Elegia de uma viagem (Alexander Sukorov, França, Países Baixos e Rússia, 2001).

Na sequência, a professora de Economia do Turismo do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diomira Pinto Faria, apresentou a tese Um museu: o que é desde a perspectiva econômica e do desenvolvimento regional? Uma aproximação a partir do museu-parque Inhotim.

A apresentação do trabalho foi feita por Álvaro Marins, coordenador de Pesquisa e Inovação Museal (CPIM/Ibram), e a mediação por Marcos Estevão, coordenador da de Estudos Sócio-Econômicos e Sustentabilidade (Ceses/Ibram).

Texto e fotos: Ascom/Ibram

Ibram comemora 4º aniversário com atividades abertas ao público em Brasília

No dia 20 de janeiro, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), completa quatro anos de criação. Para marcar a data, uma série de atividades está programada para acontecer nos dias 23 e 24 de janeiro no Auditório do Ibram em Brasília (Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco N – edifício CNC III – sobreloja).

No dia 23 (quarta-feira), às 15h, a mesa-redonda Museu, memória e cidadania vai tratar de um tema essencial ao exercício pleno da cidadania.

O desejo de memória e a reivindicação pelo direito à memória se ampliam em todo o mundo, em especial nos países que passaram por períodos ditatoriais.

A recente criação da Comissão Nacional da Verdade representa um dos mais significativos atos que visam garantir o Direito à Memória em nossa história, com repercussões sobre a sociedade brasileira e seus museus. Que papel a memória social desempenha na ressignificação de nosso passado? Qual a importância dos museus neste contexto? A memória é um tipo de justiça? São as questões norteadoras propostas para o diálogo entre convidados e público.

São convidados Cláudio Fonteles, coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Carolina Dellamore, autora do livro Marcas da clandestinidade: memórias da ditadura militar brasileira – publicado pelo Ibram – e Monique Batista Magaldi, professora do curso de Museologia da Universidade de Brasília (UnB). A mediação será de Cícero Almeida – diretor do Departamento de Processos Museais (DPMUS/Ibram). As inscrições gratuitas já estão abertas. Clique para se inscrever nessa atividade.

Quadro de Picasso inspirou curta-metragem de Resnais

Cinema e economia
No dia 24 de janeiro (quinta-feira), às 14h, o Ibram exibe dois filmes que dialogam com o tema Museus e Memória. Guernica (Alain Resnais, documentário, França, p&b, 13min, 1951) faz uma leitura visual do bombardeamento da cidade de Guernica pela aviação nazista, em 1937, evocada através do afresco de Pablo Picasso e de outras de suas obras.

Já o média-metragem Elegia de uma viagem (Alexsander Sukorov, experimental, França, Países Baixos, Rússia, cor, 48min, 2001) propõe uma reflexão ‘espiritual’ sobre algumas pinturas do acervo do Museu Boijmans, em Roterdã (Holanda) – uma celebração em torno de belas paisagens pintadas por artistas românticos.

Como última atividade programada para a semana de aniversário, Diomira Pinto Faria, professora de Economia do Turismo do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresenta, às 15h30, a tese Um museu: o que é desde a perspectiva econômica e do desenvolvimento regional? Uma aproximação a partir do museu-parque Inhotim. O trabalho concentra-se na relação entre Inhotim e os impactos na cidade de Brumadinho e na região metropolitana de Belo Horizonte.

A apresentação de abertura será feita por Álvaro Marins, coordenador de Pesquisa e Inovação Museal (CPIM/Ibram), e a mediação ficará por conta de Marcos Estevão, coordenador da de Estudos Sócio-Econômicos e Sustentabilidade (Ceses/Ibram). Saiba mais sobre o Instituto Brasileiro de Museus.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação

Museu das Bandeiras comemora aniversário com sarau e exposições em GO

Criado em 3 de dezembro de 1949, o Museu das Bandeiras (MUBAN), vinculado ao Ibram/MinC e localizado na Cidade de Goiás (GO), preparou uma programação especial para celebrar seus 63 anos.

Durante todo o mês, o museu promove o Sarau Eletrônico, com exibição de clipes musicais, declamação de poesias, espetáculos de dança e outras manifestações artísticas disponíveis em meio digital.

O evento também abre espaço à participação presencial e livre do público, sem necessidade de agendamento prévio. O Sarau acontece às terças e quintas, das 17h às 21h (exceto no dia 25 de dezembro) e aos domingos, das 14h às 17h.

Também estão abertas ao público duas exposições temporárias. A primeira delas, Cockparade, a parada do galinho, é resultado de ação que convidou o público do museu a pintar o galinho existente no alto da torre sineira da antiga Casa de Câmara e Cadeia, considerado símbolo do MUBAN. Já a exposição A Cadeia que virou Museu conta, através de documentos, objetos e fotografias antigas, a história do prédio histórico em que o museu está situado.

O Museu das Bandeiras fica na Praça Brasil Ramos Caiado, no centro da Cidade de Goiás. O telefone para mais informações é (62) 3371.1087.

Texto: Ascom/Ibram

Casa Cláudio de Souza tem programação dedicada ao aniversário do escritor

No dia 20 de outubro, a Casa de Cláudio de Souza do Museu Imperial, que integra a rede de museus Ibram/MinC, comemora os 136 anos de nascimento de seu titular, o escritor e teatrólogo Cláudio de Souza, com uma série de atividades gratuitas, a partir das 18h, em Petrópolis (RJ).

A celebração começa com o lançamento do projeto Conhecendo Cláudio de Souza. A iniciativa tem como objetivo divulgar a vida e a obra do autor, que, apesar de sua importância para a literatura e o teatro brasileiros, ainda é pouco conhecido pelo grande público.

Durante a solenidade, acontece a sua primeira edição, com o lançamento do vídeo Cláudio de Souza que eu conheci. A partir de novembro, o projeto acontecerá regularmente, com exibições de vídeo, visitas guiadas, palestras e outras ações.

Cooperação e dramaturgia
Em seguida, o Museu Imperial assinará um termo de cooperação com o Pen Clube do Brasil, entidade fundada por Cláudio de Souza em 1936. O documento prevê ações conjuntas para pesquisa e divulgação sobre a obra do escritor. Durante a solenidade serão anunciadas doações que a entidade fará ao Museu Imperial/Ibram, incluindo livros e objetos de Cláudio de Souza.

Por fim, acontecerá o lançamento do livro O esplendor da comédia e o esboço das ideias: dramaturgia brasileira dos anos 1910 a 1930, publicado pela Funarte. A obra reúne dez textos que traçam um painel da sociedade brasileira naquele período por meio da dramaturgia. Entre os artistas abordados, encontra-se Cláudio de Souza. Saiba mais visitando a página do Museu Imperial.

Texto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

 

Museu Casa de Benjamin Constant completa 30 anos dia 18 de outubro

O Museu Casa de Benjamin Constant, vinculado ao Ibram/MinC, comemora 30 anos de fundação no dia 18 de outubro. A instituição programa uma série de comemorações simbólicas ao longo do mês relacionadas à memória de seu patrono, que viveu no casarão onde hoje o museu está situado, no bairro carioca de Santa Teresa.

O museu vai sortear, entre os seguidores de seu perfil no Twitter e entre os fãs de sua página no Facebook, três mini-catálogos que trazem informações sobre Benjamin Constant, sua família e o museu-casa. Serão ao todo seis mini-catálogos. Os sorteios serão realizados no próprio dia 18. Saiba mais detalhes no blogue do museu.

Abolicionista, liberal e considerado um dos fundadores da República brasileira, Benjamin Constant mudou-se com a família para Santa Teresa em 1890, ocupando o casarão construído por volta de 1860. Faleceria um ano depois, na madrugada do dia 22 de janeiro de 1891, um mês antes da promulgação da Constituição da República.

A mesma Constituição, no artigo oitavo de suas Disposições Transitórias, determinou que a União adquirisse a casa onde Benjamin Constant viveu seus últimos dias. Por iniciativa do deputado Demétrio Ribeiro, foi apresentada e aprovada uma lei que transformaria a casa em museu, com usufruto da viúva até seu falecimento.

A família ocupou a casa de chácara, construída no alto de ampla área verde, até 1961, quando o imóvel foi devolvido à União. Em 18 de abril de 1982, após os preparativos de recuperação da casa e do parque, o museu foi inaugurado  com a missão de reconstituir o ambiente familiar e o contexto sócio-cultural em que viveu o Fundador da República.

Texto: Divulgação Casa Benjamin Constant

Museu Victor Meirelles (SC) celebra 180 anos de nascimento do artista

No dia 18 de agosto, aconteceu a abertura da exposição Tributo a Victor Meirelles: 180 Anos de Nascimento do Artista. A exposição apresenta obras do artista pertencentes a coleções particulares, instituições públicas e ao acervo do próprio museu. É composta por telas de sua autoria e também por obras realizadas por seus mestres e discípulos.

Estudos de Traje Italiano (1853) estarão expostos no Museu Victor Meirelles (SC)

A mostra vai possibilitar ao público ainda a apreciação de vários trabalhos de Victor Meirelles que integram os seus famosos Estudos de Traje Italiano, série produzida entre os anos de 1852 e 1854, quando o artista realizava os estudos na Itália. Saiba da programação completa aqui.

Texto e foto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto de Capa: Museu Nacional de Belas Artes

Edição: Ascom/Ibram

Museu Histórico Nacional comemora 90 anos com abertura de exposição

Cerca de 1.200 pessoas, entre funcionários e ex-funcionários, diretores de museus, cônsules, representantes da comunidade acadêmica, gestores culturais, ex-alunos de cursos e integrantes da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, entre outros, participaram da cerimônia comemorativa dos 90 anos da instituição, que aconteceu na noite desta quinta-feira (2) na cidade do Rio de Janeiro.

A cerimônia, que contou com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., foi marcada pela abertura de exposição temática sobre a história do museu e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia que dá acesso a parte do vasto acervo do MHN.

Em sua fala ao público presente, a diretora do MHN, Vera Tostes, enfatizou o comprometimento das equipes do museu ao longo da trajetória de nove décadas, enfrentando desafios e superando as dificuldades para o cumprimento da missão da instituição.

Entre os convidados, mereceu destaque a presença de D. Nair de Moraes Carvalho, funcionária do Museu Histórico Nacional contemporânea de Gustavo Barroso, fundador da instituição, tendo sido aluna de uma das primeiras turmas do Curso de Museus que funcionou no MHN.

A exposição “Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias” revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922 pelo Presidente Epitácio Pessoa no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de Museologia do Brasil e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional. Saiba mais.

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