Página 4 de 7« Primeira...23456...Última »

Museu do Açude completa 50 anos e prevê projeto de modernização

Museu do Açude (RJ)

50 anos do Museu do Açude (RJ): aquisições e modernização em pauta

Conhecido por aliar cultura e natureza, o Museu do Açude, no Rio de Janeiro (RJ), completou 50 anos de criação no dia 22 de março. Para celebrar a data, o museu, vinculado ao Ibram/MinC, lança selo e publicação comemorativas, e prepara ainda um projeto de modernização.

O projeto prevê o incremento da infraestrutura e acessibilidade, além da adequação dos espaços arquitetônicos. Financiado via Lei de Incentivo à Cultura, inclui a melhoria das instalações elétricas e hidráulicas e um projeto topográfico que viabilizará a pavimentação de caminhos e o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais.

Serão construídos ainda um pavilhão de convenções, sala de exposições temporárias, restaurante e cafeteria. “O projeto de modernização foi elaborado com todo critério, está formatado e orçado para ser encaminhado para aprovação”, explica a diretora dos Museus Castro Maya, Vera de Alencar.

Ainda segundo a diretora, a história e legado do Museu do Açude serão celebrados durante a 12ª Semana de Museus, que acontece de 12 a 18 de maio, com o lançamento de uma publicação com a cronologia dos 50 anos da instituição.

“Expandir as oportunidades de fruição desse acervo que retrata cultural e artisticamente uma parte expressiva da história do Brasil, e do Rio de Janeiro em particular, é uma missão que os Museus Castro Maya vêm empreendendo com entusiasmo e determinação”, esclarece. Estão previstas também, segundo Vera Alencar, encomendas de novas obras a artistas contemporâneos.

Natureza e arte
Localizado numa área de 151.132m² no Alto da Boa Vista, na Floresta da Tijuca, o Museu do Açude deve sua criação ao industrial, colecionador e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). O museu foi criado em 1964 no mesmo dia do aniversário de Castro Maya.

Proprietário original do imóvel neocolonial em que está situado e de seu acervo, o empresário doou o conjunto à Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya – que, além do Museu do Açude, agrega o Museu Chácara do Céu. Em 1983, ambos foram incorporados pela União.

São destaques do acervo a Coleção de Arte Oriental, a Coleção de Artes Aplicadas e a Coleção de Azulejaria e Louça do Porto. O museu se destaca também por seu Espaço de Instalações Permanentes, que segue a filosofia do “patrimônio integral”.

Dedicado à arte contemporânea e integrando acervos natural e cultural, o circuito a céu aberto conta com obras de circuito as obras de Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Helio Oiticica, Lygia Pape, Nuno Ramos, José Rezende, Piotr Uklanski e Eduardo Coimbra.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo/Ibram

Museu Imperial comemora aniversário no domingo (16) com entrada franca

No domingo (16), dois aniversários serão comemorados em Petrópolis (RJ): 171 anos da cidade e 71 anos do Museu Imperial/Ibram.

Espetáculo Som&Luz será gratuito no domingo (16)

Espetáculo Som&Luz será gratuito no domingo (16)

Para celebrar as datas,  o museu presenteia os visitantes com a visita gratuita ao antigo palácio imperial, das 11h às 18h, e a apresentação do espetáculo Som & Luz, às 19h – com possibilidade de segunda sessão, às 20h, caso haja procura por parte do público.

Para assistir ao espetáculo que utiliza efeitos especiais de iluminação e sonorização para reviver a história de d. Pedro II, é necessário a retirada do ingresso na bilheteria do museu, com o limite de dois por pessoa.

Construído entre 1845 e 1862, o palácio em Petrópolis foi uma das residências da família imperial brasileira e a preferida de d. Pedro II. Com o novo regime (República) e o consequente banimento da família, o prédio foi ocupado por dois educandários, até que, em 1940, o presidente Getúlio Vargas assinou um decreto para a criação do Museu Imperial.

Inaugurado em 16 de março de 1943, a instituição reúne peças relativas ao período imperial brasileiro e, ao longo das últimas sete décadas, acumulou expressivos conjuntos documentais, bibliográficos e de objetos, totalizando um acervo de cerca de 300 mil itens. Conheça mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

Presidente do Ibram participa de cerimônia pelos 300 anos de Serro (MG)

Museu Regional Casa dos Ottoni

Museu Regional Casa dos Ottoni

As cidades de Serro e Caeté, em Minas Gerais (MG), completam amanhã (29), 300 anos de criação. Importantes centros irradiadores da cultura e história mineiras, os municípios contam com dois emblemáticos museus da rede Ibram: o Museu Regional Casa dos Ottoni, no Serro, e o Museu Regional de Caeté.

Cidadão honorário de Serro, o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, participa neste dia 29 do encerramento das celebrações pelo 300 anos de Vila do Príncipe – fundada em 1714 em homenagem ao futuro rei D. José I, filho de D. João V.

Às 9h, acontece a entrega da comenda 300 anos de Vila do Príncipe pelo atual prefeito da cidade a 18 ex-prefeitos, e às 10h, no adro da Igreja do Carmo, será feita a abertura da urna com a memória da campanha de mobilização pela preservação do patrimônio de Serro. Angelo Oswaldo fará o discurso final como orador da cerimônia.

Museu Regional de Caeté (MG)

Museu Regional de Caeté

História
Serro foi a primeira cidade inscrita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) na lista do patrimônio histórico brasileiro, em 1938.

Um de seus principais atrativos, o Museu Casa dos Ottoni foi criado em 1949 e ocupa uma construção do século XVIII. Seu acervo é formado principalmente por imagens de arte católica, e o museu começa a ser restaurado e revitalizado dentro do PAC das Cidades Históricas. Saiba mais.

Criada na mesma data como “Vila do Ouro”, a cidade de Caeté, que reúne igrejas barrocas com peças atribuídas a Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1738–1814), também já está em festa pelos seus 300 anos. A cidade é a sede do Museu Regional de Caeté, instalado em uma casa construída em fins do século XVIII.

O museu guarda um acervo composto por mobiliário e objetos de época, além de peças de arte popular e de arte sacra de cunho popular. Também atua na preservação da riqueza cultural, dos saberes e fazeres do povo de Caeté e seus distritos, promovendo cursos e oficinas sobre técnicas artesanais tradicionais na região.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação Ibram

Embaixadora fala sobre museus mexicanos no aniversário do Ibram

Nesta terça-feira (21), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) recebeu a Embaixadora do México, Beatriz Paredes, para uma apresentação sobre os museus mexicanos em comemoração aos cinco anos da autarquia federal.

Angelo Oswaldo (esq.), Beatriz e Guilherme Palacios

Angelo Oswaldo (esq.), Beatriz Paredes e Guilherme Palacios, conselheiro da Embaixada do México

Em sua fala, Paredes enfatizou a diversidade cultural mexicana, lembrando os diversos povos que viveram naquele território e sua importância para a arte, para as tradições, para a história e para a memória do México. “Eu venho de um país que tem muito a contar”, ressaltou a Embaixadora.

Ela afirmou que o interesse dos mexicanos pelos museus é muito forte e que o país se destaca na criação de museus comunitários, muitos deles “criados por meninos e que contam as histórias de cada povo, da comunidade em que se inserem”.

Para Beatriz Paredes, o Ibram “é uma instituição emblemática e vanguardista”, pois são poucos os governos que têm órgãos específicos para tratar sobre museus, o que demonstra uma “preocupação do Brasil com sua memória”.

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, reafirmou a importância da cooperação entre os países e o trabalho que o instituto tem feito, ao longo destes primeiros cinco anos, no âmbito internacional. Para ele, é importante o intercambio de ideias, profissionais e culturas. “Isso traz novas percepções, gera conhecimento e aprendizado”, disse Oswaldo.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Ministra da Cultura participa das comemorações dos 77 anos do MNBA

Nesta segunda-feira (13), a Ministra da Cultura, Marta Suplicy e o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, participaram da celebração dos 77 anos de criação do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro.

O evento contou com a premiação dos agraciados no Prêmio Quirino Campoforito e com a doação de 205 obras de Portinari ao museu pela Finep – agência vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O Prêmio Quirino Campoforito é voltado àqueles que contribuíram ou contribuem para o desenvolvimento das artes no país. A cerimônia aconteceu no Salão Nobre do Museu Nacional de Belas Artes e foram agraciados, entre outros, a ministra Marta Suplicy, o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo Santos, o cardeal Orani Tempesta, o cônsul da Itália, Mário Panaro e o presidente da Finep, Glauco Arbix.

Durante o evento, Marta Suplicy ressaltou a importância do acervo doado ao Museu: “A doação de obras artísticas aos museus é um ato que tem acontecido no Brasil de forma significante, mas precisa ser praticada mais vezes por colecionadores e artistas para que transforme o ato num hábito brasileiro”, disse a ministra.

Com a oficialização da doação de pinturas a óleo em tela, desenhos em grafite, nanquim bico-de-pena, caneta tinteiro, gravura a água-forte e água-tinta em papel, a coleção passa a fazer parte do acervo do MNBA. Com isso, o museu é detentor do maior acervo público de Portinari, com 243 trabalhos. De acordo com a diretora do Museu de Belas Artes, Mônica Xexéo, a coleção será exposta a partir de maio desse ano.

Presente ao evento, o filho de Portinari, João Cândido, destacou que a importância da doação das obras de arte está, principalmente, no fato de torná-la acessível ao público e, em especial, no Museu Nacional de Belas Artes, que era a casa do artista. Ressaltou também o apoio da ministra Marta Suplicy em tornar o acervo de Portinari patrimônio público para fruição do grande público.

No seu discurso, a ministra salientou ainda uma das ações do MinC, que é a de recuperar os museus e incentivar o público a visitá-los.

Texto: Ascom/MinC

Edição: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes comemora 77 anos

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) comemora 77 anos nesta segunda-feira (13). Para comemorar a data, será realizada uma cerimonia de doação de 205 obras do artista plástico brasileiro Cândido Portinari (1903-1962) para o museu pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Em seguida, acontece a diplomação aos agraciados de 2013 com o Prêmio Quirino Campofiorito.

Este prêmio, instituído pelo MNBA em 2011, homenageia o professor e crítico de arte nascido em Belém do Pará, em 1902. Quirino começou sua carreira no ramo das artes aos dezoito anos, ao ingressar na Escola Nacional de Belas Artes.  Deixou trabalhos importantes que servem de ponte para o entendimento das artes plásticas no Brasil, e o prêmio que leva seu nome é conferido àqueles que contribuíram de forma relevante para preservação da arte, do patrimônio e da cultura brasileira.

O acervo do Museu Nacional de Belas Artes teve origem no conjunto de obras de arte trazidas por D. João VI de Portugal, em 1808, ampliado alguns anos mais tarde com a coleção reunida por Joachin Lebreton, que chefiou a chamada Missão Artística Francesa, formando a mais importante pinacoteca do país. Este núcleo original foi enriquecido ao longo dos anos com importantes incorporações e doações no século XIX e início do século XX.

Com a construção da nova sede da Escola Nacional de Belas Artes, em 1908, a partir do projeto do arquiteto Morales de los Rios, este acervo passou a ocupar parte do prédio, sendo o Museu criado oficialmente em 13 de janeiro de 1937.

Hoje o MNBA ocupa todo um quarteirão no centro histórico do Rio e possui o maior e mais completo conjunto de arte nacional do século XIX. O acervo conta atualmente com mais de 60 mil peças, entre obras de pintura, escultura, desenho e gravura brasileira e estrangeira, além de reunir um segmento significativo de arte decorativa, mobiliário, gliptíca, medalhística, arte popular, documentos e um conjunto de peças de arte africana.

Museu Imperial comemora 188 anos do nascimento do imperador d. Pedro II

Uma série de eventos acontece hoje (4), no Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ), em comemoração aos 188 anos de nascimento do imperador d. Pedro II (1825-1891).

Retrato do imperador d.Pedro II quando jovem

Retrato do imperador d.Pedro II quando jovem

O Cine Teatro Museu Imperial irá receber uma Sessão da CEPHAS (Comissão de Estudos e Pesquisas Históricas), do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Haverá também apresentação de palestras, lançamento de livros e da visita virtual da instituição.

O aniversário de d. Pedro II é a única ocasião do ano em que o IHGB realiza a Sessão da CEPHAS fora de suas dependências, sendo sempre no Museu Imperial.

Em seguida, terão a palavra os professores Cybelle Ipanema (IHGB), Vitor Fonseca (presidente do comitê brasileiro do Programa Memórias do Mundo da UNESCO), Noêmia Guimarães Soares (Universidade Federal de Santa Catarina) e Neibe Cristina da Costa (Museu Imperial).

Publicações e visita virtual
Na ocasião, será lançado Caderno Técnico de conservação restauração da Berlinda de Aparato do imperador d. Pedro II. O restauro da Berlinda foi concluído em dezembro de 2012, com patrocínio da empresa petropolitana GE Celma, a partir da Lei de Incentivo à Cultura, e coordenação de Eliane Zanatta, responsável pelo Laboratório de Conservação e Restauração do Museu Imperial.

Outra publicação que terá seu lançamento nesse dia é D. Pedro II: um tradutor imperial, organizado pelos professores Noêmia Guimarães Soares, Sergio Romanelli e Rosana de Souza, do Núcleo de Estudos de Processos Criativos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir de consulta ao arquivo histórico do Museu Imperial.

Ainda durante as comemorações, será lançado a Visita virtual ao Museu Imperial, através da qual qualquer pessoa poderá apreciar seu acervo 24 horas. Todo o circuito será divulgado em 360° pelo projeto Era Virtual. Saiba mais na página do Museu Imperial.

Texto: Divulgação Museu Imperial
Imagem: Divulgação

Museu Regional de São João del-Rei (MG) celebra os 300 anos da cidade

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram, em Minas Gerais, está com a exposição São João del-Rei: 300 anos de Ouro e Glórias aberta ao público até janeiro de 2014. Ela antecipa a celebração do tricentenário da histórica cidade de São João del-Rei, a ser comemorado no dia 8 de dezembro de 2013, e sua abertura, no dia 16 de maio, fez parte da programação da 11ª Semana de Museus.

No percurso da exposição a história da cidade é contada a partir do acervo da instituição, com destaque para a Serpentina do século XVIII e o retrato do Comendador João Antônio da Silva Mourão, pintado por Édouard Vienot no século XIX.

Abordando temas como a extração do ouro, a religiosidade, o comércio, a indústria e a imigração, o visitante é levado a um passeio pela São João del-Rei de três séculos, chegando aos dias de hoje.

Segundo o diretor do museu, João Luiz Domingues Barbosa, a mostra é uma forma de fortalecer os laços entre o museu e a cidade. “A exposição é sobre a cidade e para a cidade. Vamos aumentar o número de visitas, recebendo toda a comunidade são-joanense. Esperamos também, os estudantes de todos os níveis, por isso produzimos uma exposição didática. Queremos promover a total interação entre a cidade e o museu”, diz Barbosa.

A exposição pode ser vista diariamente, das 9h às 18h, e tem entrada gratuita. O museu fica à Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MRSJD

Museu da Inconfidência abre segunda (8) para o aniversário de Ouro Preto

Para marcar o feriado de aniversário da cidade de Ouro Preto (MG),  data celebrada no dia 8 de julho, o Museu da Inconfidência/Ibram abrirá para visitação na próxima segunda-feira, das 12 às 18h, com venda de ingressos até 17h30. Na terça-feira (9), o museu fecha excepcionalmente – haverá apenas expediente interno.

Localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Ouro Preto, o Museu da Inconfidência foi inaugurado em 1944 para preservar, pesquisar e divulgar objetos e documentos relacionados à Inconfidência Mineira.

O acervo de quatro mil itens reúne peças históricas e artísticas que formam um conjunto articulado de testemunhos culturais do período, refletindo a relação de Vila Rica com a conspiração. O Panteão dos Inconfidentes guarda lápides com os restos mortais de 16 inconfidentes, incluindo o poeta Tomás Antônio Gonzaga. Conheça mais.

Texto: Divulgação

Exposição em São João del-Rei antecipa 300º aniversário da cidade histórica

O Museu Regional de São João del-Rei/Ibram, em Minas Gerais, está com a exposição São João del-Rei: 300 anos de Ouro e Glórias aberta ao público até janeiro de 2014.  Ela antecipa a celebração do tricentenário da histórica cidade de São João del-Rei, a ser comemorado no dia 8 de dezembro de 2013, e sua abertura, no dia 16 de maio, fez parte da programação da 11ª Semana de Museus.

Exposição antecipa celebrações dos 300 anos de São João del-Rei

No percurso da exposição a história da cidade é contada a partir do acervo da instituição, com destaque para a Serpentina do século XVIII e o retrato do Comendador João Antônio da Silva Mourão, pintado por Édouard Vienot no século XIX.

Abordando temas como a extração do ouro, a religiosidade, o comércio, a indústria e a imigração, o visitante é levado a um passeio pela São João del-Rei de três séculos, chegando aos dias de hoje.

Segundo o diretor do museu, João Luiz Domingues Barbosa, a mostra é uma forma de fortalecer os laços entre o museu e a cidade. “A exposição é sobre a cidade e para a cidade. Vamos aumentar o número de visitas, recebendo toda a comunidade são-joanense. Esperamos também, os estudantes de todos os níveis, por isso produzimos uma exposição didática. Queremos promover a total interação entre a cidade e o museu”, diz Barbosa.

A exposição pode ser vista diariamente, das 9h às 18h, e tem entrada gratuita. O museu fica à Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MRSJD

Página 4 de 7« Primeira...23456...Última »