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Criado há 8 anos, Ibram investe no mapeamento e requalificação de museus

Criado pela Lei 11.906, de 20 de janeiro de 2009, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) comemora oito anos nesta sexta-feira (20).

Ibram_logo_baixaA autarquia é vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), sendo responsável pela consolidação da Política Nacional de Museus (PNM) e pela elaboração de políticas públicas para o desenvolvimento do setor museológico.

O Ibram também administra diretamente 30 museus federais  em nove estados: Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Pernambuco (PE), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC) e São Paulo (SP).

Sempre considerando a diversidade museal brasileira, o Ibram tem buscado estabelecer um diálogo com os cerca de 3,6 mil museus do país, número resultante de mapeamento contínuo realizado pelo instituto, levando à cabo ações de fomento e financiamento, aquisição e preservação de acervos, bem como de integração entre os diversos públicos que compõem o setor.

O que está por vir
Para 2017, três ações são consideradas prioritárias para o Ibram: a requalificação dos museus de sua rede, o novo Registro de Museus e a realização do Fórum Nacional de Museus.

A requalificação dos museus Ibram é uma ação permanente de preservação do patrimônio histórico e cultural. Atualmente, há obras em andamento em oito museus da rede Ibram. Também estão em andamento processos licitatórios para requalificação de mais sete museus.

Logo-RegMuseus-300x86O Registro de Museus, lançado em dezembro de 2016, é uma importante ferramenta da Política Nacional de Museus e foi construído de forma colaborativa, no intuito de espelhar a realidade museológica brasileira da melhor forma possível.

Sua implementação traz benefícios como a maior confiabilidade das informações e maior visibilidade dos museus. Saiba mais.

Já o Fórum Nacional de Museus (FNM) é um evento que congrega a comunidade museológica, reunindo profissionais de museus, professores e estudantes de todo o país, para discutirem políticas públicas e outros temas relevantes para os museus brasileiros. Em sua 7ª edição, este ano o FNM acontecerá na cidade de Porto Alegre (RS).

Texto: Ascom/Ibram

MNBA celebra 80 anos de criação com uma série de atividades

Divulgação MNBA

Desenho de Grandjean de Montigny que integra a nova exposição do MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes/ Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), comemora, nesta sexta-feira (13), 80 anos de sua criação e preparou uma série de eventos para celebrar a data.

Abrindo a agenda de exposições de 2017, será inaugurada a mostra Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX – Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por Getúlio Vargas.

Grandjean de Montigny (1776-1850) desembarcou no Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Frances, chefiada por Joaquim Lebreton.

Os traços do arquiteto Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade do Rio, visando se adaptar ao novo status adquirido.

Para as curadoras da exposição, Laura Abreu e Claudia Ribeiro, a ideia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do início do século XIX, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua paisagem. A mostra exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  do Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.

Também no dia 13, haverá diplomação dos agraciados com o Prêmio Quirino Campofiorito, posse da diretoria da Associação de Amigos do MNBA, recital de violino e piano com Priscila Ratto e Katia Balloussier, lançamento dos livros Alegoria às Artes – Léon Pallière e trezena de São Sebastião, com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta. As atividades começam ao meio-dia e têm entrada franca. Saiba mais.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

MuBan comemora aniversário de Goiás com mostra ‘Saiu no Jornal’

mubanA cidade de Goiás foi capital do estado desde sua fundação, em 1727 até 1937, quando foi fundada a nova capital, Goiânia. Desde então, todos os anos, em comemoração ao aniversário da cidade de Goiás, o município recebe o governador e volta a ser sede simbólica do Governo. A data é marcada com festejos e é para comemorar esse dia que o Museu das Bandeiras preparou a exposição Saiu no Jornal – 289 anos de notícias da cidade de Goiás, formada por registros do período de transição.

Entre os dias 23 e 25 de julho, a exposição será montada na Praça do Coreto, onde acontece a cerimônia de transferência da capital. Após essa data, a mostra passa a ocupar o pátio interno do Museu das Bandeiras e segue até 31 de agosto.

A exposição conta com reprodução de fotos, recortes de jornais e documentos que fazem parte do arquivo do Museu das Bandeiras e agora estão à disposição para que o público possa conhecer um pouco mais sobre esse importante momento político da história do estado.

O MuBan funcional de terça a sexta, 9h às 12h e 13H às 17h; aos sábados das 13h às 17; domingos e feriados das 9h às 13h.

Casa dos Ottoni comemora aniversário do Serro com mostra de artista local

Cartaz2O Museu Regional Casa dos Ottoni/Ibram comemora o aniversário de 314 anos do Serro com a mostra Serro de Minas Gerais. A exposição será aberta na próxima quinta-feira, 28 de janeiro e segue até 28 de fevereiro.

Telas em nanquim e aquarela compõem a mostra do artista plástico Rafael Múcio. Nesta exposição o artista homenageia a cidade do Serro e também os distritos, com pinturas dos principais trechos da estrada real e paisagens que são símbolos de Minas Gerais e patrimônio mundial.

O Museu

O Museu Regional Casa dos Ottoni ocupa uma construção do século XVIII, na cidade do Serro. Sua origem histórica está ligada aos Ottoni, descendentes de um ramo da família do bandeirante paulista Fernão Dias Paes Leme. Criado em 1949, o museu abriga acervo formado, principalmente, por imagens de arte católica (como as imagens de roca que saíam na Procissão de Cinzas e as que pertenceram à demolida igreja de Nossa Senhora da Purificação.

Ibram comemora 7 anos nesta quarta-feira (20)

aniver-ibramHá 7 anos, foi assinada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Cabe ao Ibram a administração direta de 29 instituições e a construção de políticas públicas de valorização, proteção e normatização do campo museológico.

O Ibram promove, divulga e consolida a presença dos museus na vida cultural do país. Ampliar a visitação e diversificar o público, metas importantes do Instituto, registraram notáveis resultados nestes sete anos. Semana Nacional e Primavera dos Museus proporcionaram aumento considerável na visitação nos últimos anos, conforme pesquisas realizadas pelo Ibram.

Os museus vinculados ao Instituto também têm passado por processo de requalificação. Para o presidente do Ibram, Carlos Roberto Brandão, o trabalho de de modernização da gestão que começou no ano passado, com mais investimentos nos museus e desconcentração das atividades do Ibram, será continuado, “acreditamos que quanto mais estruturados, os museus tornam-se mais atraentes e capazes de disseminar informação qualificada para a sociedade”.

Na avaliação do ministro Juca Ferreira, os museus são equipamentos fundamentais para a democratização da cultura e preservação da memória. Neste sentido, a criação do Ibram, em 2009, representou a consolidação histórica das conquistas alcançadas pela Política Nacional de Museus, produto de um amplo diálogo democrático. “Hoje, comemoramos mais um ano da consolidação deste processo”, disse o ministro.

Em 2013, houve a publicação do decreto nº 8.124/13, que regulamenta o Estatuto de Museus. A partir do decreto, dentre outras ações, o Ibram implantou o Formulário de Visitação Anual. Em 2016, ele será aplicado pela 2ª vez. Os resultados dão um panorama dos números de visitantes nas instituições museais em todo o país.

Desde a sua criação, o Ibram já realizou três fóruns nacionais de museus. Em cada um deles, foi possível refletir, avaliar e propor diretrizes para a Política Nacional de Museus e para o Sistema Brasileiro de Museus. É o momento que o campo tem para se reunir, discutir ações, propor medidas. É um espaço de diálogo fundamental para o fortalecimento das políticas públicas para o setor.

Lançada recentemente, a Rede Nacional de Identificação de Museus, plataforma que substituiu o Cadastro Nacional de Museus é indispensável para se conhecer a realidade museal brasileira e que tem muito a contribuir com as políticas públicas para o setor. É prioridade para este ano, fortalecer a rede.

No âmbito internacional, o Ibram tem realizado diversas ações. Destaque para a parceria com a Escola do Louvre, que tem proporcionado intercâmbio de profissionais e para a aprovação, em 2015, pela UNESCO da recomendação sobre promoção e proteção de museus e coleções. Para este ano, o Ibram se comprometeu em divulgar o instrumento junto a organizações e países amigos. Queremos que o setor conheça e se aproprie cada vez mais desta recomendação.

Nestes sete anos de Ibram, muito já foi feito, mas ainda temos um longo caminho pela frente. E cada um de vocês é importante. A equipe do Ibram agradece a todos que fizeram parte desta caminhada. Muito obrigado!

Casa de Benjamin Constant comemora Proclamação da República

O Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, no Rio de Janeiro, irá comemorar os 126 anos da Proclamação da República com uma apresentação do espetáculo Rio, Histórias Além Mar, do grupo História Através da Música. O show acontece às 14h30, no parque do Museu.

Grupo

Grupo “História Através da Música”. Divulgação Museu Casa de Benjamin Constant

Nascido em 2001 no Rio de Janeiro, o “História Através da Música” é fruto de encontros, reflexões e debates entre professores de História que têm a Música Popular Brasileira – especialmente o samba e o choro – como objeto de estudo e pesquisa. A proposta inicial foi a de ensinar História do Brasil tendo a música como principal ferramenta didática e motivadora de aprendizagem. Mas este pensamento cresceu, transformando-se em um projeto educativo cultural que conta atualmente com nove integrantes, a maior parte músicos e dois professores de história.

Trata-se de uma verdadeira aula espetáculo que tem a História do Brasil como tema. O trabalho do grupo preza pela teatralidade, com a inclusão de literatura, poesia e até artes plásticas na construção dos espetáculos. Em cerca de 80 minutos o grupo toca sambas e choros que seguem uma linha temática dentro da História de nosso país, com a participação do público, inclusive.

“Rio, histórias além do mar” vai da história da cidade – lembrando a comemoração de seus 450 anos – aos herois da república. O personagem “Crioulo Doido” (interpretado por Gustavo Arthiddoro) é o cicerone do espetáculo: símbolo do carioca de espírito alegre, que faz troça com a própria desgraça, questiona e critica pelo humor, como fazem a maioria dos compositores escolhidos para o repertório apresentado. Mas muitos outros personagens virão ter com o público durante o espetáculo.

Serviço:
Espetáculo “Rio, Histórias Além do Mar”, com o grupo História Através da Música
Dia 15/11/2015 – às 14h30
Parque do Museu Casa de Benjamin Constant – Rua Monte Alegre, 255. Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ
Tels.: (21) 3970-1177 – 3970-1168

Museu da República comemora 55 anos e realiza uma série de atividades

Escadaria principal do Palácio

Escadaria principal do Palácio

Pelos salões do Palácio do Catete, atual Museu da República/Ibram, circularam 18 presidentes, que, com seus ministérios, decidiram os rumos, muitas vezes dramáticos e cruciais, da vida social, política e econômica do Brasil. A história do Museu da República começa em 1960 e se confunde com a própria história política recente do Brasil. O MR é hoje um importante pólo artístico-cultural do Rio de Janeiro e do Brasil. Sua missão fundamental continua sendo a mesma da sua criação: a preservação, a investigação e a comunicação dos testemunhos materiais e não-materiais vinculados à história da República no Brasil.

Para comemorar 55 anos de atividade no dia 15 de novembro, o Museu da República criou uma programação especial, que traz as bases da sua formação: história, educação e cultura.

Para começar, no dia 13 acontece o lançamento do livro Mulheres no Poder: trajetórias na política a partir da luta das sufragistas do Brasil, de Schuma Schumaher e Antonia Ceva. No dia 14 o lançamento do livro de poesias Água Salobra, do poeta e museólogo Mário Chagas.

No dia 15, cerimônia de homenagem aos colaboradores do Museu da República, lançamento da ferramenta digital Roteiros Republicanos, inauguração da exposição Em Soslaio, do artista Mario Grisolli e atividade educativa A Pátria, coordenada pelo Setor Educativo do Museu da República.

E no dia 16 acontece o lançamento do livro Do palácio ao museu: a trajetória pedagógica do Museu da República do governo bossa nova à ditadura civil-militar, de Kátia Frecheiras.

O Museu também recebe, durante três dias, o MIMO festival de música instrumental, com shows, workshops de música, aulas espetáculo e poesia.

Na programação, a Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, shows com Antônio Guerra, Nailor Proveta & Alessandro Penezzi, Orquestra popular Tuhu, David ganc e quarteto Guerra-Peixe, Boubacar Traoré, Duo Milewski & Mr. Bruno, os workshops “violino na música tradicional escocesa”; “Sambasoul – a banda Black Rio e o álbum Maria Fumaça”; “A música do corpo”; “Violão brasileiro”; Improvisação ao longo do tempo”; “Ouvindo Tom Zé”; “Música tradicional coreana e seus instrumentos”; “Blues ao redor do mundo”; e “A música de Angola do pós-guerra”.

E para lavar a alma uma chuva de poesia, com poemas de Drummond, Cecília Meireles e Oswald de Andrade, entre outros.

SERVIÇO:

Comemoração dos 55 anos do Museu da República

Dias 13 – 14 – 15 e 16 de novembro

Local – Jardim Histórico do Museu da República

Aberto das 8:00 às 19:00 horas

ENTRADA FRANCA

selo 55 MR

PROGRAMAÇÃO  COMPLETA

SEXTA, Dia 13/11

Lançamento do livro “Mulheres no Poder: trajetórias na política a partir da luta das sufragistas do Brasil”, de Schuma Schumaher e Antonia Ceva. Obra de referência, que apresenta a trajetória de mulheres de nosso país e nossa História.

Local: Varanda do Palácio do Catete

Horário: 18h

SÁBADO, Dia 14/11

Lançamento do livro de poesias “Água Salobra”, do poeta e museólogo Mário Chagas. “Água Salobra” é um livro composto de 4 secções: “Pororoca”, “A Vida às Margens do Rio”, “Verão” e Fórmula Um” reúne poemas trabalhados ao longo dos últimos dez anos. Como diz o poeta: “algo nessa água/é sal/algo é obra”.

Local: Coreto do Jardim Histórico

Horário: 16h

DOMINGO, Dia 15/11

10h:  Cerimônia de homenagem aos colaboradores do Museu da República

10h30: Lançamento da ferramenta digital “ROTEIROS REPUBLICANOS”

Local: Auditório Apolônio de Carvalho

11h: Inauguração da exposição “EM SOSLAIO”, do artista Mario Grisolli, que aborda a questão da observação das estrelas por periscópio que será instalado na parte superior do Coreto, no Jardim do Museu da República. O trabalho busca uma projeção de luz oblíqua, deformando e re-codificando a paisagem que estamos acostumados a ver.

Local: Coreto do Jardim Histórico

11h e 15h: Atividade Educativa “A Pátria”, coordenada pelo Setor Educativo do Museu da República, com brincadeiras e distribuição de jogos e publicações.

Local: Pátio Interno do museu

SEGUNDA, Dia 16/11

Lançamento do livro “Do palácio ao museu: a trajetória pedagógica do Museu da República do governo bossa nova à ditadura  civil-militar (1960-1977)”, de Kátia Frecheiras, pesquisadora do Museu da República.

Local: Espaço Multimídia – 1º andar

Horário: 14h

PROGRAMAÇÃO MIMO FESTIVAL

CONCERTOS

SÁBADO, 14/11

11h, Museu da República

GRANDE COMPANHIA BRASILEIRA DE MYSTÉRIOS E NOVIDADES (Brasil)

15h, Museu da República

ANTÔNIO GUERRA (Brasil) – Artista vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2015

17h, Museu da República

NAILOR PROVETA & ALESSANDRO PENEZZI (Brasil)

DOMINGO, 15/11

11h, Museu da República

ORQUESTRA POPULAR TUHU (Brasil)

15h, Museu da República

DAVID GANC & QUARTETO GUERRA-PEIXE. Participação MINGO ARAÚJO (Brasil)

17h, Museu da República

BOUBACAR TRAORÉ (Mali)

ETAPA EDUCATIVA

MIMO PARA INICIANTES

QUINTA E SEXTA-FEIRA, 12 e 13/11

Ministrante: DUO MILEWSKI & MR. BRUNO (Brasil)

Dedicada a crianças entre 5 e 10 anos de idade, matriculadas na rede pública de ensino, a iniciativa aproxima os alunos do mundo da música. As aulas-espetáculo são ministradas pelo violinista Jerzy Milewski, a pianista Aleida Schweitzer, e o bonequeiro e violonista Mr. Bruno.

Local: Museu da República – Auditório

*Atividade fechada para escolas convidadas da rede pública

WORKSHOPS

SEXTA-FEIRA, 13/11

Tema: O VIOLINO NA MÚSICA TRADICIONAL ESCOCESA

Ministrante: CHRIS STOUT (Escócia)

O premiado violinista é adepto de uma variedade de estilos do violino, mas tem como maior influência a música tradicional de seu país. Seu estilo inconfundível também é influenciado pelo jazz, a música eletrônica e clássica. Ele demonstrará os elementos marcantes da música tradicional da Escócia e como os utiliza como inspiração para compor.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 9h30 às 11h

Tema: SAMBASOUL – BANDA BLACK RIO E O ÁLBUM ‘MARIA FUMAÇA’

Ministrante: WILLIAM MAGALHÃES (Brasil)

O atual líder do grupo falará sobre as estruturas rítmicas, melódicas e harmônicas e os encorpados arranjos de metais que o bem-sucedido grupo carioca utilizou à época de sua criação, a partir do samba, da gafieira, do funk e do jazz, e que até hoje soa original. Lançado em 1977, o álbum “Maria Fumaça” figura entre os principais da MPB.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 13h30 às 15h

Tema: A MÚSICA DO CORPO

Ministrantes e provocadores: LÍGIA VEIGA E MARÍLIA FELIPPE (Brasil)

Com a proposta de desenvolver o potencial criativo dos participantes, tendo no trabalho corporal, com suas percepções e expressões, a experiência do tempo e do espaço, pretende introduzir a linguagem do Teatro de Rua com a marca da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades. Os espetáculos do grupo têm coreografias em pernas-de-pau e música ao vivo.

Local: Museu da República – Auditório

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

Tema: VIOLÃO BRASILEIRO

Ministrante: ALESSANDRO PENEZZI (Brasil)

O artista abordará aspectos técnicos e estilísticos do instrumento, através do repertório de expoentes da história do violão brasileiro. Natural de Piracicaba, elogiado pela crítica, vem se destacando por sua técnica brilhante e a criatividade em suas composições, que têm sido gravadas por grandes nomes.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

Tema: IMPROVISAÇÃO AO LONGO DO TEMPO

Ministrante: DAVID GANC (Brasil)

A improvisação está presente na música desde o período barroco até nossos dias, de várias formas e em todos os gêneros. Através de exemplos extraídos das transcrições de improvisos dos saxofonistas e compositores Nivaldo Ornelas e Pixinguinha, o instrumentista abordará conceitos e técnicas de improvisação, arte muito praticada, pouco estudada e reconhecida.

Local: Museu da República – Auditório

Nº de participantes: 40

Horário: das 17h30 às 19h

Tema: OUVINDO TOM ZÉ

Ministrante: TOM ZÉ (Brasil)

O originalíssimo e irreverente artista baiano, um dos fundadores do movimento tropicalista, falará sobre a sua trajetória, a influência de H. J. Koellreutter em sua formação e o experimentalismo que marca suas composições, confirmando a atemporalidade de sua obra.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 17h30 às 19h

SÁBADO, 14/11

Tema: MÚSICA TRADICIONAL COREANA E SEUS INSTRUMENTOS

Ministrante: SU:M (Coreia do Sul)

As artistas deste dueto vanguardista apresentarão os antigos instrumentos da cultura sul-coreana, suas características, significados e abordarão o diálogo entre a música tradicional coreana e a contemporaneidade.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 9h30 às 11h

Tema: BLUES AO REDOR DO MUNDO

Ministrante: VINCENT BUCHER (França)

O gaitista francês de blues adquiriu, através de viagens e encontros com instrumentistas de outras nacionalidades, uma experiência ímpar nesta linguagem musical. Ele abordará o gênero em suas diferentes formas e influências ao redor do mundo, destacando a origem africana do instrumento, o blues mandingue e seu encontro com Boubacar Traoré.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 13h30 às 15h

Tema: A MÚSICA DE ANGOLA DO PÓS-GUERRA

Ministrante: PEDRO COQUENÃO (Angola)

O DJ e produtor musical luso-angolano Pedro Coquenão, mais conhecido como Batida, apresenta o seu inovador projeto artístico e as diversas faces da sua criação e luta pelo Movimento Pró-democracia em Angola. Neste encontro, será exibido o documentário “É Dreda Ser Angolano” (2004, 65 min), produzido por Pedro e o rapper ativista Luaty Beirão. O filme trata da música do pós-guerra civil no país africano. Após sua exibição, haverá um bate-papo com o artista.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

CHUVA DE POESIA

SÁBADO, 14/11 E DOMINGO, 15/11

Museu da República – Comemoração do 55º aniversário do museu, com poemas de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Oswald de Andrade, entre outros.

Local: Os poemas serão lançados da varanda do Palácio do Catete.

Horário: 16h30

Casa de Benjamin Constant comemora 33 anos e o V Centenário de Santa Teresa

Museu Casa de Benjamin Constant - Foto: Valter Gaudio

Museu Casa de Benjamin Constant – Foto: Valter Gaudio

O Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro comemora 33 anos neste domingo 18, com entrada gratuita de 13h às 19h. E, como parte das comemorações, participa dos eventos do V Centenário de Santa Teresa, padroeira do bairro. As atividades são realizadas pela Santa Rede – coletivo no qual o museu faz parte.

No sábado, dia 17/10, às 11h, o Grupo Poesia no Parque – composto por professores e amantes da poesia ligados ao Centro Educacional Anísio Teixeira – CEAT e à Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga – declamará poesias de autores espanhóis num encontro denominado A Poesia das Castanholas.

No domingo, a partir das 16h, fechando as comemorações pelo V Centenário, um Culto Inter Religioso será oficiado por membros das igrejas católica, anglicana e presbiteriana, além da sociedade budista e dos cultos afrobrasileiros. O culto culmina com a apresentação do Coral Encanta Santa, que apresentará melodias sacras e leigas, a partir das 17h. Veja toda a programação do V Centenário.

Museu Victor Meirelles comemora aniversário do patrono com abertura de exposição

Estudo para

Estudo para “Combate Naval do Riachuelo”: figura masculina
Circa 1868 – grafite e giz sobre papel, 21,1 x 24,7 cm
Museu Nacional de Belas Artes

O Museu Victor Meirelles, em homenagem aos 183 anos de nascimento do seu patrono abre, nesta terça-feira, 18 de agosto de 2015, às 17 horas, a exposição Som e Fúria: a Guerra do Paraguai Descrita por Victor Meirelles.

Celebrando também a passagem dos 150 anos do Combate Naval do Riachuelo, a exposição é mais uma realização conjunta, fruto da profícua parceria entre o Museu Victor Meirelles e o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, ambas instituições federais vinculadas ao Instituto Brasileiro de Museus, do Ministério da Cultura.

Integrando a programação da mostra, às 17h30 acontece a cerimônia de doação da obra do artista León Cogniet (1794-1880), que foi um dos professores de Victor Meirelles na École Impériale et Spéciale des Beaux-Arts, em Paris, na França. A obra será doada pelo colecionador Dr. Marcelo Collaço Paulo e passará a compor a Coleção Victor Meirelles que já possui, além das obras do pintor catarinense, desenhos e pinturas de seus mestres e alunos.

A abertura da exposição contará com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Carlos Roberto Ferreira Brandão e de membros da diretoria do Instituto, assim como da diretora do Museu Nacional de Belas Artes, Monica Xexéo, curadora da exposição.

Como parte da programação e em apoio a esta mostra, no dia 29 de setembro, às 14 horas, no auditório do Museu Victor Meirelles acontece o Seminário Nosso Passado de Absurdos Gloriosos: 150 Anos do Combate Naval do Riachuelo. Os convidados são os professores/pesquisadores Lúcia Klück Stumpf, da USP, Rita Matos Coitinho, do Museu Victor Meirelles e Sérgio Medeiros e Waldir José Rampinelli, estes representando a Universidade Federal de Santa Catarina.

A Exposição

São 19 desenhos de Victor Meirelles, todos pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes, que foram produzidos pelo artista como preparação ou estudo e tendo como tema o Combate Naval do Riachuelo e a Passagem do Humaitá. As técnicas utilizadas nestes trabalhos são o grafite e também o crayon e o giz sobre papel. As mãos, pernas, corpos, canhões, embarcações e bandeiras do Império nos dão uma ideia do processo do artista e do acuro do mestre em suas obras.

Victor Meirelles foi convidado pela Marinha brasileira em 1868 a viajar até o Paraguai para que registrasse os combates. As vitórias em Riachuelo, no afluente do Rio Paraná, em 1865, e na fortaleza de Humaitá, no Rio Paraguai, em 1868, foram fundamentais para a vitória da Tríplice Aliança, composta por Argentina, Brasil e Uruguai na campanha da Guerra do Paraguai.

O Combate Naval do Riachuelo, justamente, pôs fim ao avanço paraguaio, forçando a retirada das tropas, ao passo que a Passagem do Humaitá fez frente para a invasão de Assunção pela Tríplice Aliança e também para os combates decisivos, em terra, até o final da guerra.

Embora Victor Meirelles não tenha testemunhado as batalhas, foi possível presenciar as movimentações da esquadra durante os dois meses em que lá esteve. Em carta ao colega da Academia Imperial de Belas Artes, Bettencourt da Silva, Victor Meirelles descreve em 13 de agosto de 1868: “Estive algum tempo estacionado diante de Humaitá e dali, às furtadelas, de vez em quando fazendo mesuras às balas que passavam, eu desenhava o que me era possível ver pelo binóculo, mas felizmente, depois da ocupação dessa praça, tenho feito à vontade, em muitos croquis, tudo o que me era indispensável para o quadro da passagem dos encouraçados, faltando-me apenas pouca coisa”.

Ao retornar para o Rio de Janeiro, onde residia, Victor Meirelles se instalou em uma das dependências do Convento de Santo Antônio, já que a Academia não dispunha de salas adequadas para a tarefa. O resultado desses anos de trabalho, entre 1868 e 1872, foram os quadros “Combate Naval do Riachuelo”, “Passagem de Humaitá”. As duas telas, de grandes dimensões, hoje pertencentes ao acervo do Museu Histórico Nacional, foram exibidas na 22ª Exposição Geral da Academia, no ano de 1872.

A Doação da Obra de León Cogniet

O Museu Victor Meirelles passa a contar, em seu acervo, com uma obra de León Cogniet (Paris, 1794-1880). Mestre de Victor Meirelles na École Impériale et Spéciale des Beaux-Arts, Cogniet é reconhecido como um notável retratista, paisagista e pintor de gênero de seu tempo. Após estudos na Villa Medici, onde funcionava a Academia Francesa de Artes em Roma, retornou a Paris e expôs nos Salons de 1822 e 1824. Seu sucesso lhe valeu numerosas encomendas destinadas à igreja Saint-Nicolas-des-Champs, ao Conselho de Estado, ao Museu do Louvre, ao Museu Histórico de Versailles e à igreja da Madeleine.

Cogniet estudou no ateliê de Pierre-Narcisse Guérin (1774-1833), matriz da pintura romântica francesa, tendo formado artistas como Eugène Delacroix (1798-1863). Uma das obras mais conhecidas de Cogniet é Le Tintoret Peignant sa Fille Morte, de 1843, que aborda o desaparecimento precoce da filha de Tintoretto. A temática da morte era frequente no repertório dos artistas desse período e Victor Meirelles pode ter sido influenciado por ela, em especial, na obra A Morta. Cogniet foi colega de estudos de Theodore Géricault (1791-1824) e Ary Scheffer (1795-1858), ambos copiados por Victor Meirelles no Museu do Louvre.

O estudo, que a partir de agora pode ser visto na exposição de longa duração do Museu Victor Meirelles, no piso superior, foi pintado a óleo sobre madeira, e muito provavelmente representa a carruagem de Apolo, como mostra o clarão no entorno da figura sobre a biga, os quatro cavalos que a conduzem, bem como as tochas carregadas pelos anjos.

O Seminário

O programa da exposição inclui o Seminário “Nosso Passado de Absurdos Gloriosos: 150 anos do Combate Naval do Riachuelo” que ocorrerá em 29 de setembro, às 14 horas, no auditório do Museu Victor Meirelles. O objetivo é discutir os aspectos artísticos, políticos, históricos e literários envolvidos na Guerra do Paraguai.

Os convidados são: a pesquisadora Lúcia Klück Stumpf, mestre em Estudos Brasileiros pelo IEB/USP e doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social na mesma Universidade onde desenvolve pesquisa comparativa sobre a iconografia produzida a respeito da Guerra do Paraguai e da Guerra Civil Americana sob orientação da Prof. Lilia Katri Moritz Schwarcz; Rita Matos Coitinho, mestre em Sociologia pela Universidade de Brasília, doutoranda em Geografia Humana pela Universidade Federal de Santa Catarina e Técnica em Assuntos Culturais do Museu Victor Meirelles, que em parceria com Nicole Isabel dos Reis desenvolveu a pesquisa “Brasileiro ou Paraguaio? O caso do canhão El Cristiano e a repatriação de bens culturais”; Sérgio Medeiros, professor do Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC, que escreveu o livro “A formiga-leão e outros animais na Guerra do Paraguai”, publicado pela Iluminuras neste ano e que aborda o bestiário do Visconde de Taunay, que lutou na Guerra do Paraguai e observou os animais que viviam na fronteira do Brasil com o Paraguai e, o quarto convidado é o professor da cadeira de História da América da UFSC Waldir José Rampinelli, pesquisador do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC.

A exposição Som e Fúria: a Guerra do Paraguai Descrita por Victor Meirelles pode ser vista até o dia 17 de outubro, de terça a sexta-feira das 10 às 18 horas, e aos sábados das 10 às 14 horas. A entrada é gratuita.

Texto: Ascom Museu Victor Meirelles

Museu do Ouro completa 69 anos no próximo sábado (16)

Inauguração do Museu do Ouro, em 1946.

Inauguração do Museu do Ouro, em 1946.

O Museu do Ouro, vinculado ao Ibram e situado na cidade de Sabará (MG), completa, no próximo dia 16, seus 69 anos de inauguração.

Concebido a partir das ideias e propostas de intelectuais e artistas modernistas no final dos anos 1930, o museu registra, preserva e divulga a história do período que compreende a descoberta e o desenvolvimento da atividade de mineração do ouro em Minas Gerais, desde a época colonial – século XVIII até meados do século XX.

A instituição foi criada pelo presidente Getúlio Vargas por intermédio do Decreto-Lei n° 7.483, de 23 de abril de 1945, sendo a inaugurada no dia 16 de maio de 1946.

Nos dias atuais, a instituição volta-se para o desenvolvimento de ações e processos de cunho sócio-cultural. Novas linguagens, atividades, enfoques e interpretações apresentam-se como essenciais para a identificação, o fortalecimento de vínculos e o estreitamento de relações entre o museu, a sua comunidade e o público visitante.

Instalado em um prédio em estilo colonial de meados do século XVIII, antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, o museu é aberto ao público, de terça-feira a sexta-feira, das 10 às 17 h e sábados e domingos das 12 às 17 h.

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